ENCALHE ( Descontinuado em 05.10.2013 )

fevereiro 14, 2013

Assange oficializa candidatura ao senado australiano

Filed under: WordPress — Tags:, , — Humberto @ 6:43 pm

Julien Assange apresentou a sua candidatura ao senado da Austrália, pelo recém-formado partido Wikileaks.
Julien Assange – a viver desde junho na embaixada do Equador em Londres, de onde não sai temendo a extradição para a Suécia – oficializou a candidatura ao senado da Austrália, o seu país natal, segundo a edição de hoje do jornal australiano “The Age”.
O fundador do site que revelou documentos secretos de vários países, sobretudo dos EUA, já tinha manifestado a intenção de entrar para a política, no ano passado, através da sua conta no Twitter.
Segundo o “The Age”, o fundador do WikiLeaks reúne muitas condições para vencer as eleições. Sondagens realizadas por uma empresa UMR de sondagens do Partido Trabalhista Australiano, Assange poderia ser um forte candidato em New South Wales ou Victoria.
A legislação na Austrália permite que os cidadãos australianos a viverem noutros países possam candidatar-se ao senado, no entanto, não se sabe ainda como é que Assange vai conduzir a sua campanha a partir da embaixada do Equador em Londres, nem como irá assumir o cargo se vencer as eleições. ( EXPRESSO )

janeiro 10, 2013

CIA planeja ‘desestabilizar e matar’ Correa, diz jornalista

O jornalista chileno Patricio Mery alertou às autoridades equatorianas, na última sexta-feira (4), sobre um suposto plano da Agência Central de Inteligência norte-americana (CIA) para assassinar o presidente Rafael Correa. A medida seria em retaliação ao fechamento de uma base dos EUA naquele país, que existiu até 2009, e por dar asilo ao jornalista australiano Julian Assange, diretor do sítio WikiLeaks, na internet.
O repórter apresentou suas pesquisas ao ministro das Relações Exteriores do Equador, Ricardo Patiño, e promoveu uma conferência com jornalistas nesta capital. À agência latino-americana de notícias Andes, Mery revelou detalhes do trabalho de apuração realizado ao longo dos últimos cinco anos.
Sua pesquisa abre várias frentes de investigação e detalha as relações de autoridades chilenas com a CIA. Ele organizou um roteiro que se repete em vários países da região. A agência norte-americana, com o apoio de autoridades do governo chileno, promove a entrada de drogas produzidas no Equador, cerca de 200 quilos de cocaína por mês, a fim de gerar dinheiro sujo: chega no Chile segue para a Europa e os Estados Unidos. Do dinheiro gerado, uma parte permanece no Chile “e me disseram as fontes que este dinheiro é destinado a desestabilizar o governo do presidente Correa”, afirma o jornalista.
Mery comprova as informações passadas ao governo equatoriano com uma denúncia, feita no Chile, pelo inspetor Fernando Ulloa, após reunião com ministro do Interior da época, Rodrigo Hinzpeter, ao qual apresentou um dossiê com todos os fatos e nomes dos líderes do PDIs (Polícia de Investigações, na sigla em espanhol) envolvidos com o tráfico de drogas, incluindo Luis Carreno, “que aponto como um agente da CIA e que agora trabalha como inspetor área de Arica e integra o alto comando do PDI”. Após a denúncia, a única medida tomada foi afastar o denunciante, Fernando Ulloa, de suas funções.
A apuração do jornalista começou quando ele suspeitou da corrupção nos meandros policiais de seu país e um agente da Agência Nacional de Inteligência (ANI) confirmou-lhe que a droga serviria para abastecer financeiramente um plano de desestabilização do presidente Correa, por dois motivos: o líder equatoriano havia fechado a base de Manta e concedido asilo a Julian Assange, que pode ser condenado à morte se for extraditado de Londres, onde se encontra, para os EUA, por vazar informações de segurança nacional sobre os norte-americanos.
A partir dessa perspectiva Correa tornou-se também um alvo da CIA. A agência, com base em Langley, no Estado da Virgínia, atua em paralelo ao governo dos EUA e aplica suas próprias regras nas ações daquele país em território estrangeiro.
No relatório entregue ao governo equatoriano, Mery afirma que algumas fontes lhe permitiram revelar seus nomes:
“Minhas fontes são: Hector Guzman, Fernando Ulloa, um terceiro membro da Polícia de Investigações que prefiro não revelar ainda seu nome porque sua vida está em perigo no Chile e há uma quarta fonte, que é o agente da ANI. Reúno também documentos históricos e fatos devidamente checados, como a reunião com o ministro Rodrigo Hinzpeter, que atualmente é o ministro da Defesa no meu país”, relatou.
O ministro Hinzpeter esteve envolvido em quatro “armações” no Chile: no primeiro caso, que o liga diretamente com a CIA, um paquistanês chamado Saif Khan é chamado à embaixada dos EUA e dizem que vão lhe arranjar um emprego. Eles o deixaram trancado em um quarto e, ato seguinte, entra Grupo de Operações Especiais da Polícia (OGPE, na sigla chilena) e o levam preso.
“O homem não sabia de nada, é paquistanês e espero que saiba falar Inglês. Ele é acusado de ter traços de TNT (explosivos), ou seja, como se tivesse entrado com uma bomba na embaixada. A operação foi coordenada por um agente da CIA chamado Stanley Stoy, que ordena à polícia de investigações para que faça uma incursão na casa de Saif Khan, o que é irônico, porque a Polícia Nacional não pode receber ordens de um policial estrangeiro. Em seguida, descobriu-se que o jovem Saif Khan não tinha nada a ver com o que o estavam acusando, mas a parafernália serviu para mostrar como o país auxilia os EUA na luta contra o terrorismo no mundo. No Chile, temos um quadro onde podemos ver que as autoridades mais altas estão ligadas à CIA e à extrema-direita norte-americana”, disse.
Um outro escândalo denunciado a Portiño mostra que Rubén Ballesteros, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), foi o juiz que participou dos conselhos de guerra da ditadura de Augusto Pinochet e ordenou o fuzilamento de prisioneiros.
“Ele é acusado de violação dos Direitos Humanos e mantém ligações estreitas com a direita dos EUA”, acusa o jornalista.
Ainda segundo o relatório de Mary, Sabas Chahuán, procurador-geral da República (PGR), quem deve investigar os crimes no país, “tem uma relação estreita com o FBI através de um acordo firmado com os EUA, depois da prisão de Saif Khan”. De acordo com documentos apresentados pelo jornalista, com base na prisão arbitrária foi criado um programa chamado LEO, o qual permite que os norte-americanos obtenham qualquer informação acerca dos cidadãos chilenos.
“E tudo o que o FBI sabe, a CIA sabe também”, presume.
Chahuán teria recebido ordens da Embaixada dos EUA no Chile para criar essas “armações”, denuncia Mary.
“Com tudo o que eu disse, mais o que disseram as fontes e provam os documentos e fatos, há uma estrutura que nos permite dizer que a CIA coordena as políticas daquele país com o exterior”, garantiu.
Drogas contra o socialismo
As ligações entre a CIA e o governo chileno, segundo as denúncias, permitem que a agência norte-americana monitore a situação política no país vizinho. No Equador, o presidente é socialista e tem um dos mais altos índices de aprovação popular.
“Nossas fontes afirmam que a droga traficada para fora do Chile destina-se a desestabilizar ou até matar o presidente Correa. Por quê? Porque quando um presidente passa em um mês de 60% de aprovação pública para 80%, de acordo com pesquisas divulgadas na quinta-feira (3), e reúne todas as condições para vencer as eleições no Equador, a única maneira de tirá-lo do caminho é por meio de um assassinato”, afirmou.
Embora não acuse diretamente o governo do presidente Barack Obama de participar do plano para matar um colega sul-americano, “parece uma atitude muito suspeita da CIA e temos as provas que definem as relações entre a CIA e o governo do meu país. O presidente Sebastián Piñera é filho de José Piñera, que foi embaixador do Chile nos Estados Unidos. Ele também é irmão de José Piñera, que foi ministro do (ditador Augusto) Pinochet”.
Em 1980, lembrou, “o presidente Piñera faliu o Banco de Talca. Ele era gerente e promoveu um imenso desfalque. Devia estar preso. Nada foi investigado sobre a participação da CIA neste episódio, mas a informação que temos é que o presidente Piñera foi retirado do país por quase um ano, para que não precisasse enfrentar a Justiça. O pai do presidente sempre teve laços estreitos com os EUA e com a CIA”.
“Temos agora todos os elementos que mostram pelo menos 90% de possibilidade da existência de um processo de desestabilização permanente contra o presidente Correa, por ele fechar a base de Manta e dar asilo a Julian Assange. Mas isso, na realidade, não é uma questão política, e sim, comercial, porque a CIA trafica de drogas, e faz isso através do PDI chileno, e você diz um nome, Luis Carreno, quando se chega ao bolso de um empresário, um empreendedor, mesmo ilegal, ele fica chateado e busca vingança”, esclarece.
Mery acredita que haja um esquema em que CIA desestabiliza os governos, uma semana antes de tomarem posse.
“Foi o caso do presidente Salvador Allende. Eles mataram o comandante-em-chefe, René Schneider. Este crime foi perpetrado pela CIA, segundo telegramas revelados, nos quais há uma conversa entre Richard Nixon e Henry Kissinger, que assume total responsabilidade pela morte de Schneider”, disse Mery à agência de notícias.
Mídia corrompida
No relatório do jornalista consta também a entrega de US$ 3 milhões ao jornal El Mercurio, do empresário Agustín Edwards Eastman, como pagamento pela cobertura favorável às “armações” realizadas pela agência de inteligência norte-americana.
“Durante a ditadura, o jornal disse que não havia desaparecidos, negou que os direitos humanos tenham sido violados e agora, todos os dias publica notas e matérias contra os presidentes Correa e Hugo Chávez, da Venezuela”, constata.
Mery também aponta o fato de o ex-chefe do PDI, Arturo Herrera, estar ligado a um caso de pedofilia, como um cliente de uma rede de exploração sexual infantil.
“Posteriormente, ele foi nomeado vice-chefe da Interpol. Como uma pessoa acaba de ser acusado de pedofilia e assume como vice-diretor da Interpol?”, questiona.
Herrera, segundo o dossiê entregue ao governo equatoriano, “foi contratado para desestabilizar o governo de Hugo Chávez. Como fez isso? Armando uma série de histórias para vincular Chávez às Farc. Em seguida, ligam Correa às Farc para, finalmente, envolver o Partido Comunista do Chile, especialmente Guillermo Teillier e Lautaro Carmona, os deputados chilenos que disseram ter ligações com membros das FA. Esse é o mesmo roteiro utilizado na Venezuela, Equador e Chile”.
Mery convidado pelo ministro Ricardo Patiño, em uma visita oficial, para a entrega do relatório.
“O que ele vai fazer com essa informação é uma atribuição do governo equatoriano. Eu confio no julgamento do chanceler. Depois de nos conhecermos, ele lançou uma nota no Twitter para dar maior peso ao que lhe havia dito. Então, eu entendo que é uma questão sensível e levada a sério”, concluiu.
Fonte: Rede Brasil Atual

Correa é o candidato favorito nas eleições, segundo pesquisas
A campanha para as eleições equatorianas de 17 de fevereiro começou nesta sexta-feira (4) com comícios e caravanas dos oito presidenciáveis, entre eles o atual presidente socialista Rafael Correa, que lidera as intenções de voto, segundo as pesquisas. A campanha para as eleições equatorianas de 17 de fevereiro começou nesta sexta-feira (4)
Cerca de 11,5 milhões de equatorianos vão às urnas eleger o presidente, o vice, 137 deputados e cinco parlamentares para o período 2013-2017.
Correa disputará as eleições com o banqueiro de direita Guillermo Lasso, que se apresenta como seu principal adversário, o ex-presidente Lucio Gutiérrez (2003-2005) e o multimilionário Alvaro Noboa (candidato pela quinta vez).
Também disputarão o pastor evangélico Néstor Zavala, o direitista Mauricio Rodas e os esquerdistas Alberto Acosta e Norman Wray, antigos aliados de Correa. A campanha, na qual participam no total 1.400 aspirantes para todos os cargos, se estenderá até 14 de fevereiro.
Correa, líder do movimento de esquerda Aliança País, é o favorito para a reeleição no primeiro turno, ao contar com 60,6% das intenções de voto, segundo a pesquisa Perfiles de Opinión, realizada em dezembro.
O chefe de Estado tem assim uma importante vantagem sobre seus adversários, já que Lasso, em segundo lugar, tem um apoio de 11,2%, seguido por Gutiérrez (4,5%), que está atrás do total de votos em branco (10,8%) e nulos (6,9%). Depois aparecem Acosta (3,5%), Noboa (1,8%), Zavala (0,2%), Rodas (0,3%) e Wray (0,2%).
O parlamento autorizou uma licença de 30 dias para a Correa, que passou o cargo para seu vice, Lenín Moreno, a fim de poder fazer campanha de 15 de janeiro a 14 de fevereiro.
Fonte: Portal Terra

( PATRIA LATINA )

LEITURA COMPLEMENTAR: Te cuida, Assange: CIA planeja derrotar Correa nas eleições equatorianas, revelou ex-embaixador britânico – ENCALHE, 23 de Outubro de 2012

outubro 25, 2012

“Gravíssimo”: Equador alerta para a saúde de Assange

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O ministro dos Negócios Estrangeiros equatoriano, Ricardo Patiño, criticou esta quarta-feira o Reino Unido por causa da degradação do estado de saúde de Julian Assange, fundador do WikiLeaks, que refugiado na embaixada equatoriana em Londres, considerando o caso “gravíssimo”.
“Como o governo britânico não concedeu salvo-conduto, a saúde de Julian Assange começa a deteriorar-se”, afirmou Patiño durante uma entrevista de rádio, referindo-se à recusa de Londres em deixar partir o ativista ao qual o Equador deu asilo político, adianta a AFP.
“Isto é muito grave, porque nós supusemos que o Governo britânico defenderia e respeitaria os direitos humanos e as leis internacionais”, acrescentou. “Espero não ter que lamentar uma situação grave lá”, disse, admitindo não saber “exatamente” o estado de saúde de Assange.
Julian Assange, de 41 anos, está refugiado desde meados de junho na embaixada do Equador, em Londres, numa tentativa de evitar a sua extradição para a Suécia, onde é procurado por crimes de violação e agressão sexual. O Equador concedeu-lhe asilo mas Londres tem a intenção de aplicar o mandato de captura. Assange afirma que se for enviado para a Suécia corre o risco de ser extraditado para os Estados Unidos, onde poderá apanhar a pena de morte pela publicação, no WikiLeaks, de documentos secretos norte-americanos, diz a AFP.
Ontem, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros do Equador, Marco Albuja, disse, durante uma visita a Moscovo, que o fundador da ‘WikiLeaks’ estava “muito magro”. “Se ele ficar doente, terão duas alternativas: Tratar Assange na embaixada ou no hospital. Esta é uma situação muito grave e que pode afetar os direitos de Assange”, afirmou ao programa de rádio “Voz da Rússia”.
Questionado pela AFP, um porta-voz do Ministério Britânico dos Negócios Estrangeiros respondeu que o ‘Foreign Office’ não tinha sido informado do estado de saúde de Assange. ( DN )

outubro 23, 2012

Te cuida, Assange: CIA planeja derrotar Correa nas eleições equatorianas, revelou ex-embaixador britânico

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CIA TERIA PLANOS PARA DERROTAR CORREA NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES EQUATORIANAS
QUITO, 23 OUT (ANSA) – O presidente do Equador, Rafael Correa, comentou as afirmações do ex-embaixador do Reino Unido no Uzbequistão, Craig Murray, segundo o qual, a Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA, na sigla em inglês) “reforça planos” para derrotá-lo.
“Ex-embaixador britânico diz que a CIA reforça planos para derrotar Rafael Correa”, disse ontem o presidente equatoriano em sua conta na rede social Twitter.
Murray explicou ontem em seu blog que a CIA investe US$ 87 milhões para tratar de afetar eleitoralmente o Correa.
O ex-embaixador britânico escreveu em seu blog que “a maioria dos fundos do Pentágono, são promovidos para influenciar as eleições equatorianas, que desde os resultados (eleitorais) na Venezuela, foram triplicados”.
“Eu não tenho muito conhecimento sobre a política equatoriana e realmente não sei quais são as possibilidades e relação com Correa, não sei se os partidos da oposição são decentes ou se estão nas mãos dos norte-americanos, mas tenho certeza que os Estados Unidos espera que Correa perda e fará todo o possível para que isso aconteça”, escreveu Murray. (ANSA)

Caso Assange: embaixadora do Equador critica “império” britânico

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Ana Alban, embaixadora do Equador em Londres, acusou o Reino Unido de se comportar como se fosse um “império” dominante no mundo.
Em entrevista à rádio BBC, Ana Alban afirmou que a ameaça feita pelo Reino Unido, em agosto, pouco antes de o Equador dar asilo a Julian Assange foi o “maior erro” cometido desde que ela se tornou embaixadora, diz o site do jornal australiano ‘Herald Sun’.
“Eles estavam a tentar mostrar a este pequeno país”, que é o Equador, “que o Reino Unido é ainda um império e que nós devemos agir com prudência durante a nossa estada aqui”, informa a AFP.
A embaixadora disse ter sido apanhada de surpresa pelo pedido de asilo de Assange e que as suas primeiras preocupações foram de ordem prática. Por exemplo: saber onde encontrar roupa de cama para o fundador da WikiLeaks, diz a AFP.
Julian Assange, de 41 anos, está refugiado desde meados de junho na embaixada do Equador, em Londres, numa tentativa de evitar a sua extradição para a Suécia, onde é procurado por crimes de violação e agressão sexual. O Equador concedeu-lhe asilo mas Londres tem a intenção de aplicar o mandato de prisão sueco. As negociações entre os dois países ainda não chegaram a nenhuma conclusão, adianta a AFP.
Assange afirma que se for enviado para a Suécia corre o risco de ser extraditado para os Estados Unidos, onde poderá apanhar a pena de morte pela publicação, no WikiLeaks, de documentos secretos norte-americanos, diz a AFP. ( DN )

setembro 20, 2012

Testes em dois laboratórios forenses desmontam acusação de cubana da CIA contra Julian Assange

Filed under: WordPress — Tags:, , — Humberto @ 5:39 pm

Após quase três meses refugiado na embaixada equatoriana em Londres, na segunda-feira (17), exames de DNA de dois laboratórios forenses desmontaram acusações suecas, a serviço dos EUA, de que Julian Assange, fundador do WikiLeaks, teria cometido “abusos” contra duas mulheres na Suécia.
Dessa vez foi provado por laboratórios forenses que a camisinha apresentada pela principal acusadora, a cubana Anna Ardin, não continha o DNA de Assange. Anna é conhecida por escrever artigos contra Fidel Castro contra o governo cubano; tem notórias ligações com grupos contrarrevolucionários, os chamados gusanos ligados à CIA e homiziados em Miami. A segunda acusadora, Sofia Wilen, é amiga de Anna e foi a primeira a acusar Assange e gaba-se de sem reservas de que “foi muito difícil levá-lo para cama”.
Assange se encontra desde 19 de junho refugiado na embaixada equatoriana em Londres, após o governo inglês permitir sua extradição para a Suécia, que chegou a ameaçar invadir a embaixada equatoriana. Assange denuncia que sua extradição a Suécia é interesse dos Estados Unidos, pois se for extraditado, o governo sueco o enviará para os EUA, onde pode ser torturado e condenado até à pena de morte. ( HORA DO POVO )

setembro 18, 2012

Preservativo usado como prova sem DNA de Assange

Filed under: WordPress — Tags:, , — Humberto @ 7:15 pm

Acusado de abuso sexual, o fundador do WikiLeaks refugia-se na embaixada do Equador, em Londres
De acordo com o «Daily Mail», os advogados de Assange divulgaram não terem encontrado ADN no método contracetivo que consta como peça-chave da acusação.
O preservativo foi facultado por uma das mulheres que acusam o fundador do WikiLeaks de violação.
Após ter sido examinado em laboratórios forenses, o preservativo rasgado, fornecido pela vítima, não acusou nenhum vestígio de ADN do jornalista.
O ADN de Assange foi, no entanto, encontrado num outro preservativo, usado igualmente como prova, mas por uma segunda vítima.
A primeira vítima, de 33 anos, acusa Assange de a ter agredido sexualmente em duas ocasiões, no seu apartamento em Estocolmo. A mulher alega que o fundador da WikiLeaks a forçou a ter relações sexuais sem proteção e que rompeu propositadamente um preservativo.
Já uma segunda vítima acusa Assange de a ter violado enquanto dormia.
Estas e mais informações foram divulgadas pelo diário britânico, que teve acesso a um relatório policial com mais de 100 páginas e em que são descritos pormenores da investigação contra Assange.
Julian Assange nega quaisquer acusações de abuso sexual e permanece refugiado na embaixada do Equador em Londres, de forma a não ser extraditado para a Suécia.
Os seus advogados acreditam que as provas recolhidas não são mais que uma armadilha, uma falsificação criada para culpar o jornalista e assim travar a ação da WikiLeaks. ( TVI )

agosto 29, 2012

Por que defendemos o WikiLeaks e Assange

Filed under: WordPress — Tags:, , , — Humberto @ 4:50 pm

Por
MICHAEL MOORE E OLIVER STONE*

Passamos as nossas carreiras de cineastas sustentando que a mídia norte-americana é frequentemente incapaz de informar os cidadãos sobre as piores ações do nosso governo. Portanto, ficamos profundamente gratos pelas realizações do WikiLeaks, e aplaudimos a decisão do Equador de garantir asilo diplomático a seu fundador, Julian Assange – que agora vive na embaixada equatoriana em Londres.
O Equador agiu de acordo com importantes princípios dos direitos humanos internacionais. E nada poderia demonstrar quão apropriada foi a sua ação quanto a ameaça do governo britânico, de violar um princípio sagrado das relações diplomáticas e invadir a embaixada para prender Assange.
Desde sua fundação, o WikiLeaks revelou documentos como o filme “Assassinato Colateral”, que mostra a matança aparentemente indiscriminada de civis de Bagdá por um helicóptero Apache, dos Estados Unidos; além de detalhes minuciosos sobre a face verdadeira das guerras contra o Iraque e Afeganistão; a conspiração entre os Estados Unidos e a ditadura do Iêmen, para esconder a nossa responsabilidade sobre os bombardeios no país; a pressão do governo Obama para que outras nações não processem, por tortura, oficiais da era-Bush; e muito mais.
Como era de prever, foi feroz a resposta daqueles que preferem que os norte-americanos não saibam dessas coisas. Líderes dos dois partidos chamaram Assange de “terrorista tecnológico”. E a senadora Dianne Feinstein, democrata da Califórnia que lidera o Comitê do Senado sobre Inteligência, exigiu que ele fosse processado pela Lei de Espionagem. A maioria dos norte-americanos, britânicos e suecos não sabe que a Suécia não acusou formalmente Assange por nenhum crime. Ao invés disso, emitiu um mandado de prisão para interrogá-lo sobre as acusações de agressão sexual em 2010.
Todas essas acusações devem ser cuidadosamente investigadas antes que Assange vá para um país que o tire do alcance do sistema judiciário sueco. Mas são os governos britânico e sueco que atrapalham a investigação, não Assange.
As autoridades suecas sempre viajaram para outros países para fazer interrogatórios quando necessário, e o fundador do WikiLeaks deixou clara a sua disposição de ser interrogado em Londres. Além disso, o governo equatoriano fez uma oferta direta à Suécia, permitindo que Assange seja interrogado dentro de sua embaixada em Londres. Estocolmo recusou as duas propostas.
Assange também se comprometeu a viajar para a Suécia imediatamente, caso o governo sueco garanta que não irá extraditá-lo para os Estados Unidos. As autoridades suecas não mostraram interesse em explorar essa proposta, e o ministro de Relações Exteriores, Carl Bildt, declarou inequivocamente a um consultor jurídico de Assange e do WikiLeaks que a Suécia não vai oferecer essa garantia. O governo britânico também teria, de acordo com tratados internacionais, o direito de prevenir a reextradição de Assange da Suécia para os Estados Unidos, mas recusou-se igualmente a garantir que usaria esse poder. As tentativas do Equador para facilitar esse acordo entre os dois governos foram rejeitadas.
Em conjunto, as ações dos governos britânico e sueco sugerem que sua agenda real é levar Assange à Suécia. Por conta de tratados e outras considerações, ele provavelmente poderia ser mais facilmente extraditado de lá para os Estados Unidos. Assange tem todas as razões para temer esses desdobramentos. O Departamento de Justiça recentemente confirmou que continua a investigar o WikiLeaks, e os documentos do governo australiano de fevereiro passado, recém-divulgados afirmam que “a investigação dos Estados Unidos sobre a possível conduta criminosa de Assange está em curso há mais de um ano”. O próprio WikiLeaks publicou emails da Stratfor, uma corporação privada de inteligência, segundo os quais um júri já ouviu uma acusação sigilosa contra Assange. E a história indica que a Suécia iria ceder a qualquer pressão dos Estados Unidos para entregar Assange. Em 2001, o governo sueco entregou à CIA dois egípcios que pediam asilo. A agência norte-americana entregou-os ao regime de Mubarak, que os torturou.
Se Assange for extraditado para os Estados Unidos, as consequências repercutirão por anos, em todo o mundo. Assange não é cidadão norte-americano, e nenhuma de suas ações aconteceu em solo norte-americano. Se Washington puder processar um jornalista nessas circunstâncias, os governos da Rússia ou da China poderão, pela mesma lógica, exigir que repórteres estrangeiros em qualquer lugar do mundo sejam extraditados por violar as suas leis. Criar esse precedente deveria preocupar profundamente a todos, admiradores do WikiLeaks ou não.
Invocamos os povos britânico e sueco a exigir que os seus governos respondam a algumas questões básicas. Por que razão as autoridades suecas se recusam a interrogar Assange em Londres? E por que nenhum dos dois governos pode prometer que Assange não será extraditado para os Estados Unidos? Os cidadãos britânicos e suecos têm uma rara oportunidade de tomar uma posição pela liberdade de expressão, em nome de todo o mundo.

*cineastas norte-americanos

HORA DO POVO

agosto 25, 2012

Planos da polícia britânica para detenção de Julian Assange acidentalmente revelados

Filed under: WordPress — Tags:, , — Humberto @ 6:36 pm

A polícia britânica permitiu acidentalmente que os seus planos para a detenção de Julian Assange fossem fotografados, tendo, este sábado, sido publicadas as notas de um agente na imprensa local.
Um fotógrafo da Press Association capturou na sexta-feira imagens de um documento que um polícia, que estava à porta da embaixada do Equador em Londres, onde Assange, de 41 anos, procurou asilo, tinha na mão e em que era possível ler “confidencial” e “decisões”.
O documento referia que a polícia britânica pretende deter o fundador do WikiLeaks “sob todas as circunstâncias” quando este sair da embaixada no centro de Londres.
Um porta-voz da Scotland Yard explicou depois que “o documento consistia em notas de um agente tiradas numa reunião”.
“O nosso objetivo é deter Julian Assange e, em nenhuma circunstância, será feita qualquer detenção que viole a imunidade diplomática”, acrescentou.
Assange está na embaixada do Equador em Londres desde 19 de junho para evitar a extradição para a Suécia por alegados crimes sexuais, tendo pedido asilo, que Quito concedeu. ( JN )

agosto 19, 2012

Equador acusa Londres de colonialismo

Filed under: WordPress — Tags:, , , — Humberto @ 9:34 pm

O ministro das Relações Exteriores do Equador, Ricardo Patiño, agradeceu, este sábado, a solidariedade da Aliança Bolivariana para os Povos da América (Alba) face à “ameaça” do Reino Unido, defendendo que a era do colonialismo já terminou.
O presidente do Equador, Rafael Correa, por sua vez, acusou Londres de praticar uma política de intimidação.
Autoridades britânicas já declararam que não pretendem permitir a saída do fundados do site WikiLeaks, abrigado na embaixada equatoriana, com destino à América Latina, por ele ter sido condenado a ser extraditado para Suécia, onde é condenado por suspeita de crime sexual. ( Voz da Russia )

agosto 10, 2012

Acusadora cubana de Assange mantém antiga ligação com a CIA

Filed under: WordPress — Tags:, , , — Humberto @ 7:48 pm

A CIA financia o “ativismo” da mercenária cubana Anna Ardim, que junto à “amiga” sueca Sophia Wilén, denunciou à polícia da Suécia o fundador do Wikileaks, Julian Assange, por “crimes sexuais”. Entre os supostos “crimes” apontados pela dupla está o de Assange ter mantido relações sexuais com as duas na mesma semana – o que, na Suécia, é ilegal.
Em função desta acusação – somada à de que ele teria forçado a ter relações sem camisinha – foi decretada a prisão de Assange e desencadeada uma intensa campanha midiática com o propósito de impedir a divulgação feita pelo Wikileaks das centenas de milhares de mensagens secretas que comprovam o envolvimento das embaixadas dos EUA em ações criminosas pelo mundo afora.
As peças começaram a se encaixar com mais precisão na última terça-feira quando a rede de TV TeleSul demonstrou que Anna é mais uma “colaboradora” da CIA. Em 2010 ela já havia postado em seu blog na internet um “guia para se vingar” de alguém usando denúncias de abusos sexuais, antecipando a receita com que incriminou Assange.
O fundador do Wikileaks alerta que a armação é mais do que grosseira e faz parte de uma “campanha política” direcionada a encobrir a divulgação, gravada e documentada, das práticas do governo estadunidense e de seus aliados.
O annaardin.wordpress.com faz referências a outros blogs como Generación Y (de Yoani Sánchez) e Desde Cuba, ambos de mercenários cubanos, aponta a TeleSul. Ardin foi colaboradora da organização contrarrevolucionária “Damas de Branco”, sendo ligada ao mercenário “anticastrista” Carlos Alberto Montaner. Ela escreve para websites financiados pela USAID (agência dos Estados Unidos que, sob o pretexto de ajudar países subdesenvolvidos, financia a subversão contra governos progressistas) e controlados pela CIA, como o Misceleanas de Cuba. Montaner chegou a ser preso na Ilha nos anos 60 por trabalhar em operações de sabotagem para a CIA, tendo se asilado posteriormente na Espanha sob o regime franquista.
A “ativista feminina” está ligada ainda ao secretário geral das juventudes democrata-cristãs da Suécia, Jens Aron Modig, companheiro de viagem do dirigente das Novas Gerações do Partido Popular, Ángel Carromero, detido recentemente em Cuba após o acidente automobilístico em que morreu o dissidente cubano Osvaldo Payá, sem que ocorresse nada aos outros dois passageiros. Conforme relatos de outro dissidente, Manuel Cuesta Muroa, Anna Ardin visitou a Ilha antes de Jens Modig com os mesmos objetivos: estimular e financiar a criação de focos de oposição ao governo. ( HORA DO POVO )

maio 13, 2011

Na Austrália, Julian Assange recebe prêmio da Sydney Peace Foundation

Filed under: WordPress — Tags:, — Humberto @ 5:41 pm

Julian Assange
Fundador da WikiLeaks recebe prémio da paz
O australiano, Julian Assange, fundador da WikiLeaks e que foi o responsável pela publicação de vários segredos diplomáticos dos EUA, recebeu um prémio de paz pela “coragem excepcional no exercício dos direitos humanos”.
Assange foi premiado pela Sydney Peace Foundation, em Londres, naquela que foi a quarta medalha a ser entregue em 14 anos de história. A fundação sem fins lucrativos está associada à universidade de Sydney e é apoiada pela cidade.
Actualmente a lutar contra a extradição da Grã-Bretanha para a Suécia por suspeita em crimes sexuais, o especialista em computadores foi elogiado por “desafiar as velhas práticas de sigilo do governo e por defender o direito das pessoas”.
“Nós pensamos que a luta pela paz, inevitavelmente, envolve conflitos e controvérsia”, afirmou o director da fundação, Professor Stuart Rees.
“Achamos que você e a WikiLeaks trouxeram uma revolução no jornalismo e na liberdade de informação e, potencialmente, na política”, acrescentou.
Recorde-se que a WikiLeaks lançou o caos nos media, quando no ano passado publicou segredos diplomáticos dos EUA. Alguns políticos americanos afirmaram ainda que a WikiLeaks deveria ser definida como uma organização terrorista internacional.
Na altura, Assange afirmou apenas que a WikiLeaks estava do lado da justiça.
( DESTAK.PT )

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