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fevereiro 27, 2013

Breves impressões de um brasileiro que rodou de moto por Cuba

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UMA VOLTA NO TEMPO
Rodar de moto por Cuba é descobrir um mundo surpreendente ( e apaixonante )

Texto: Marcelo Leite
Publicado na edição 146 da revista Moto Adventure

Quando cheguei a Portugal, depois de ter cumprido meu percurso pelos cinco continentes, precisava definir uma rota para voltar para casa. Voltar pelo lado oeste da América do Sul se mostrou uma alternativa interessante, afinal, eu passaria por Cuba, um velho sonho meu – e esta seria minha conexão entre Europa e América do Sul.
Comecei a acionar vários contatos e entidades para definir como eu poderia entrar, rodar com minha moto e, depois, sair de Cuba. As barreiras e dificuldades pareciam confirmar os conselhos que recebi para desistir dessa idéia. Chegaram a me dizer que seria “impossível”, que ninguém teria levado sua própria moto para lá e que eu estaria em “busca de problemas”. Mas a vontade de realizar meu sonho colocou minha moto encaixotada no Terminal de Cargas do Aeroporto de Havana.
NA TERRA DE FIDEL
Começaram, então, minhas peripécias com a Alfândega e o Departamento de Trânsito. Não havia um caso similar e tampouco um procedimento formalmente estabelecido para tratar do meu caso. Foi estipulado, então, um novo procedimento para garantir que eu entrasse e saísse com minha moto. Recebi uma placa provisória e uma autorização temporária de circulação pela ilha. Vale lembrar que, com oficiais me ajudando em um ambiente de colaboração e brincadeiras, percebi que em Cuba tudo seria diferente ( para o bem e para o mal ).
MOTOS
Em Cuba há muitas motos, principalmente, side-cars. A frota reflete a história do país. A influência norte-americana dos anos 1950 deixou muitas Harley-Davidson por lá. Elas estão impecavelmente conservadas e rodam por Havana. Do mesmo período são algumas raras e lindas motos europeias, como BMW R69, Triumph, Norton e até Matchless. O período pós-revolução e de influência soviética deixou um parque de modelos da Ural, CZs e Jawas, a maioria, em versão side-car. As indestrutíveis motos alemãs orientais MZ também são dessa época.
FOCO DAS ATENÇÕES
Imagine, então, como é rodar por lá com uma BMW GS, toda equipada e “cheia de botõezinhos”? A atração é garantida, no sinal, nas ruas ou estradas. E, como a BMW GS é um dos melhores produtos que a “sociedade de consumo” já produziu, imagine o reflexo disso. Rodando em plena Cuba socialista, poderia ser quase uma provocação, mas, ao final, torna-se um excelente pretexto para longas conversas com os cubanos, que são inteligentes e vivem intensamente a própria história.
GENTE BOA
Os primeiros dias em Havana me foram estranhos. Tudo funciona diferentemente do que conhecemos. E não havia como não tentar entender a vida daquele povo. As relações são fáceis e se estabelecem rapidamente. Não demorou para eu estar com o pessoal em um moto clube local. Reunimo-nos, montamos uma rota para as semanas seguintes e as pessoas das principais cidades foram acionadas. como se não bastasse, veicularam uma reportagem sobre o assunto no rádio. Algumas vezes, quando chegava a um local, alguém se lembrava da notícia, o que facilitava os contatos. Sempre fiquei hospedado em casas de cubanos. Às vezes pagando, às vezes como convidado.
BELAS PARAGENS
Em meio a tudo isso, rumei para Cienfuegos, na costa sul. O lugar tem um charme todo especial pela influência dos colonos franceses do século passado. ali, a arquitetura está preservada, seja nas casas coloniais ( com colunas e varandas no centro ) ou nas antigas mansões à beira-mar. Já na pequena Trinidad, surge o velho estilo colonial espanhol e as ruas estreitas são divididas por turistas estrangeiros e camponeses. À noite, música da melhor qualidade ecoa por todos os lados.
MAIS ESTRADA!
Retomei a estrada em direção ao extremo oriente da ilha. Cheguei a Santiago de Cuba apenas dez dias após o furacão Sandy ter passado por ali. Ventos de até 300km/h arrasaram a área rural, acabando com as plantações e derrubando mais de 10 mil árvores. Obviamente, o abastecimento da cidade foi afetado nos primeiros dias, mas tudo voltou à normalidade. A rede elétrica já fora restabelecida nas casas, mas as ruas ainda estavam às escuras.
TRADIÇÃO MUSICAL
Santiago tem uma pulsação forte e diferente de Havana. É o berço dos maiores mitos da música tradicional cubana. Em pleno dia, na praça da catedral, a Orquestra Municipal faz seu show no mais alto nível técnico, empolgando a todos.
PERCALÇOS
Geralmente, as estradas cubanas são boas e tranquilas. Nas cidades, algumas ruas são esburacadas e as faixas centrais concentram uma incrível quantidade de óleo, devido aos carros e caminhões velhos em circulação. Há gasolina e borracharias por todos os cantos. Os mecânicos cubanos são ótimos e criativos. Minha GS, que nunca teve vazamentos em seus 80.000km, apresentou este problema no motor e no cardã, ao mesmo tempo. O vazamento do motor foi fácil arrumar, mas o do cardã foi na base do “jeitinho”, até que eu chegasse à América do Sul para um reparo definitivo. A polícia cubana me parou várias vezes, mas nunca me pediu os documentos. Sempre foi para saber se precisava de alguma coisa ou para fazer perguntas sobre a moto. Ali, basta respeitar as regras essenciais e andar de luz apagada durante o dia.
CAMAGUEY
Também passei alguns dias em Camaguey e tive uma experiência especial. É uma cidade de porte médio, bem conservada e com um padrão aparentemente acima da média do país. Apesar do agito do comércio local, as pessoas parecem levar a vida sem estresse. No final da tarde, as mesinhas das docerias, bares e casas de xadrez ficam cheias. São famílias ou grupos de amigos jogando conversa fora e apreciando o fim do dia.
PAIXÕES
Além do xadrez e do baseball, outra paixão cubana é tomar um sorvete na Coppelia, ótima sorveteria estatal, com filiais por quase todas as cidades do país. As crianças saem da escola e fazem uma farra gostosa pelas ruas. Uma turminha me provocou para que eu levasse a moto, à noite, na praça, quando todos já teriam jantado e trocado de roupa. E assim o fiz, travando conversas gostosas com a criançada e com alguns de seus pais. Ainda em Camaguey, conheci Peter, um canadense. Este velho motociclista mudou-se para Camaguey, onde comprou uma bela casa. Orgulhoso de sua opção, ele me explicou: “Apesar de não ter acesso aos produtos que costumava comprar em Vancouver, vivo sem nenhuma preocupação, com segurança.”
NOVOS CAMINHOS
No caminho de volta para Havana, parei alguns dias em Remédios, uma pequena cidade no litoral norte, de onde é possível ir até a famosa Ilha Cayo Sta.Maria. rodei quase 3 mil km por Cuba, coheci lugares de beleza ímpar, ouvi música excelente e fui a praias dignas de cartão postal… Mas o melhor de Cuba são os cubanos. Ou, melhor dizendo, a experiência de viver entre eles. Cuba é um país onde as pessoas não sabem o que são problemas de segurança, drogas ou miséria. Deixei Cuba para trás, sabendo que era hora de embarcar para a Colômbia e, de lá, descer a América do Sul, até voltar para casa.

fevereiro 26, 2013

Bloqueio dos EUA contra Cuba é anacrônico, avalia premiê russo

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O premiê russo, Dimitri Medvedev, avaliou como anacronismo do passado o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto por Estados Unidos contra Cuba há mais de 50 anos.

Em entrevista com Prensa Latina, o dirigente russo comentou também sobre as tensas relações de Moscou com Washington, e em particular reconheceu a colocação em prática de algumas emendas discriminatórias mais globais como o cerco à Ilha, uma medida destinada ao fracasso.

“Essa é nossa posição sobre este tema e não mudamos”, afirmou.

Em outra parte de suas respostas, Medvedev explicou a importância de que tanto a Rússia como Estados Unidos, duas grandes potências nucleares, consigam melhorar suas relações, afetadas nos últimos tempos por medidas unilaterais do nortenho país.

A respeito, mencionou a postura de Washington em matéria de desarmamento e a defesa antimíssil.

Para a Rússia, declarou, as políticas e decisões do governo de Barack Obama nestas esferas estão dirigidas contra Rússia e seu potencial nuclear e apesar de várias tentativas e argumentos de nossa realidade, a situação é a mesma.

Longe de conseguir o chamado equilíbrio, afirmou, tanto Estados Unidos como a Organização do Tratado Atlântico do Norte (OTAN) fazem questão de nos tranquilizar com explicações não convincentes e de que se trata de outros países.

Cada vez, agregou, há menos tempo e isso nos obriga a que no final desta década se este tema não tem solução, devemos tomar nossas próprias medidas em defesa dos interesses estratégicos da Rússia, uma conclusão à que chegaria a qualquer governante da Federação.

Medvedev criticou outra medida impulsionada por legisladores democratas e republicanos norte-americanos relacionada com a Lei Magnitsky, pelo dano que traz para os cidadãos russos e porque vulnera seus direitos humanos elementares.

A lei concede faculdades ao Departamento de Estado para a adoção de represálias contra aquelas pessoas que, segundo o critério de Washington, violam os direitos humanos neste país, daí que seja vista como ingerencista pelas autoridades e políticos russos.

Fonte: PRAVDA / Prensa Latina

fevereiro 20, 2013

Raúl Castro recebe congressistas norte-americanos em Havana

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O presidente cubano, Raul Castro, recebeu, na terça-feira, em Havana, uma delegação de congressistas norte-americanos liderada pelo senador democrata Patrick Leahy, que realiza uma visita a Cuba, revelou a televisão estatal cubana.
Durante o encontro entre Castro e Leahy, que preside ao Comité de Justiça do Senado norte-americano, foram abordados temas do interesse de ambos os países que, contudo, não foram especificados.
Cuba e os Estados Unidos não possuem relações diplomáticas desde 1961, mantendo um diferendo há mais de meio século.
Depois de terem chegado a Cuba na segunda-feira, os congressistas norte-americanos mantiveram vários encontros de caráter político com o presidente da Assembleia Nacional cubana, Ricardo Alarcón, e com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Bruno Rodriguez.
Há cerca de um ano, em fevereiro de 2012, Patrick Leahy, eleito por Vermont, e outros congressistas estiveram em Cuba para vários contactos, nomeadamente com Raul Castro, tentando sensibilizar as autoridades do país a libertarem o construtor norte-americano Alan Gross, que está preso na ilha.
Gross, de 63 anos, trabalhava numa empresa subcontratada pela ‘agência norte-americana’ [ aspas nossas ] de desenvolvimento e foi detido em Cuba em 2009 sob a acusação de distribuir tecnologia de comunicações a uma ‘comunidade judia’ [ idem – ver texto abaixo ], tendo sido julgado em 2011 e condenado a 15 anos de prisão. ( JN )

Fidel e Obama exigem, um do outro, libertação de prisioneiros
03.08.2010
WASHINGTON/HAVANA – O presidente americano Barack Obama e o líder cubano Fidel Castro trocaram acusações e querem que um empresário americano preso em Havana e cinco espiões cubanos presos nos Estados Unidos sejam postos em liberdade.
O ex-presidente cubano Fidel Castro rejeitou a pressão dos Estados Unidos para que Cuba liberte o empresário Alan Gross, acusado de espionagem na Ilha, e exigiu que Washington ponha em liberdade cinco agentes cubanos, presos nos EUA, como fez “com dez agentes russos”.
Em entrevista a TV cubana, Fidel revelou que “estão pressionando” para obter a libertação “daquele que espionava”, em referência ao empresário Alan Gross, preso em Cuba em dezembro de 2009.
Segundo Castro, enquanto isto, as autoridades americanas mantêm, “injustamente”, cinco agentes cubanos presos nos Estados Unidos desde 1998, condenados por espionagem em 2001.
“O ilustre presidente dos Estados Unidos (…) poderia tê-los libertado, como fez com um montão de gente que se dizia espião russo”, enfatizou Fidel Castro em um encontro com jovens comunistas.
Fidel qualificou de “tortura” a manutenção de Gerardo Hernández, um dos cinco agentes cubanos, em um “buraco” (prisão) nos Estados Unidos, mesmo estando doente, por ter contraído “uma bactéria na prisão”.
O empresário americano Alan Gross, acusado de espionagem pelo governo cubano, foi preso quando estava em Havana vendendo celulares e computadores portáteis a grupos judeus, a serviço de uma empresa contratada pelo departamento de Estado dos Estados Unidos.
Fidel Castro não abordou no encontro com jovens comunistas nenhum tema da atualidade cubana, como o acordo firmado entre seu irmão, Raul Castro, e a Igreja Católica para a libertação de presos políticos cubanos.
Alan Gross, de 60 anos, trabalhava numa empresa em Washington, contratada por um programa financiado pelos Estados Unidos para promover a democracia na ilha.
O governo de Cuba diz que Alan Gross cometeu “crimes sérios” ao fornecer equipamentos de comunicações por satélite a dissidentes cubanos, mas o governo dos Estados Unidos diz que ele entrou em Cuba com visto de turista e estava ajudando grupos judaicos a terem acesso à internet.
“Consideramos a prisão de Alan Gross um ato inaceitável. Ele não estava violando leis e não foi indiciado até onde eu saiba. Ele não está bem, perdeu 36 quilos, faz mais de seis meses que está preso, e estamos encorajando o governo cubano a soltá-lo”, disse o secretário-assistente de Estado norte-americano, Arturo Valenzuela.
Os Estados Unidos recentemente dirigiram cautelosos elogios ao governo de Cuba pela decisão, após mediação da Igreja Católica, de libertar 52 dos 75 dissidentes presos numa onda de repressão em 2003. Vinte deles já foram soltos e emigraram para a Espanha.
Mas o governo de Barack Obama deixou claro que os seus modestos esforços para melhorar as relações com Havana ficarão suspensos enquanto Gross permanecer detido.
A secretária de Estado Hillary Clinton disse que Washington trabalha “a cada dia, por todos os canais” para obter a libertação de seu cidadão. Enquanto isso, as autoridades cubanas dizem que Alan Gross tem direito à defesa jurídica, assistência consular e comunicação com a família.
Por conta do cinematográfico e bem sucedido episódio da troca de espiões entre Estados Unidos e Rússia, no aeroporto de Viena, na Áustria, analistas de política internacional acreditam que Cuba pode estar tentando usar Alan Gross em uma troca para libertar cinco cubanos presos e condenados nos Estados Unidos por espionagem.
ANTONIO CARLOS LACERDA
PRAVDA Ru BRASIL

novembro 14, 2012

Pelo 21°. ano consecutivo, ONU aprova resolução contrária a embargo americano contra Cuba

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WASHINGTON, 13 NOV (ANSA) – Pelo 21º ano consecutivo, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou uma resolução contrária ao embargo comercial e econômico a Cuba pelos Estados Unidos.
A norma, que condena o bloqueio imposto há meio século e não é determinante, foi aprovada por 188 votos a favor, três contra e duas abstenções, durante uma sessão que teve a presença do ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla.
Em sua intervenção, o chanceler cubano apresentou “novamente ao governo norte-americano uma proposta de agenda para o diálogo bilateral, direcionado à normalização das relações entre ambos os países”.
Em 1992, a Assembleia Geral da ONU aprovou, pela primeira vez, com 59 votos a favor, três contra e 71 abstenções, a resolução que vale apenas como recomendação. (ANSA)

novembro 3, 2012

PETROCASAS venezuelanas em Cuba resistem a Furacão Sandy

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‘PETROCASAS’ RESISTEM À PASSAGEM DO FURACÃO SANDY EM CUBA
As “petrocasas”, residências desenvolvidas com tecnologia venezuelana, tornaram-se uma alternativa barata, segura e à prova de furacões, após resistirem à passagem de Sandy por Cuba.
Instaladas no país por meio de um programa de cooperação entre os governos cubano e venezuelano, essas construções são feitas a partir de uma mistura de polímeros de alta resistência, originados do petróleo.
Fabricadas por uma estatal em Carabobo, na Venezuela, as casas passaram a ser exportadas para Cuba em 2009, após a ilha sofrer grandes perdas com os furacões Gustav, cujos ventos chegaram a 340 km/h, e Ike.
“As tempestades levaram tudo. A antiga casa de madeira foi derrubada pelos ventos. Pensei que o mundo estava desabando”, disse a cubana Yohandra Borrego, uma das primeiras a receber a nova moradia.
Apesar das acusações de que seus componentes químicos seriam prejudiciais à saúde dos moradores, seus criadores defendem que a estrutura das “petrocasas” não libera substâncias tóxicas nem cancerígenas, mesmo sob altas temperaturas. (ANSA)

agosto 6, 2012

Israel nega acesso de chefes da diplomacia de países como Cuba e Indonésia à Cisjordânia

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Israel impediu a entrada em território palestiniano dos chefes da diplomacia da Malásia, Indonésia, Bangladesh e Cuba, que queriam participar num encontro em Ramallah.
Israel bloqueou o acesso à Cisjordânia dos ministros dos Negócios Estrangeiros da Malásia, Indonésia, Bangladesh e Cuba, que queriam participar em Ramallah numa reunião do grupo dos Não Alinhados.
Ouvido pela AFP, um alto responsável israelita, que pediu o anonimato, indicou que foi tomada a «decisão de interditar os chefes da diplomacia de vários países que não reconhecem a existência de Israel de atravessar as passagens fronteiriças» do país.
A Argélia, que também estava para participar neste encontro, tinha indicado anteriormente à Autoridade Palestiniana que ela não enviaria uma delegação a Ramallah para evitar possíveis problemas na fronteira controlada por Israel.
Entretanto, em declarações à AFP, um responsável palestiniano sob anonimato indicou que esta reunião acabou por ser cancelada depois de «consultas entre a direção palestiniana e todas as delegações que chegaram a Amã», na Jordânia. ( TSF )

julho 26, 2012

Raúl Castro: “Cuba debaterá com EUA sobre qualquer assunto, até mesmo direitos humanos, desde que em pé de igualdade, pois não somos seus subordinados. Basta marcar a data.”

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Presidente cubano discursou nas cerimónias do Dia da Revolução
Raúl Castro quer dialogar com os EUA “de igual para igual”
A poucos quilómetros da base naval norte-americana na ilha de Guantánamo, Raúl Castro ofereceu-se para debater todos os temas com os Estados Unidos, “de igual para igual”. O Presidente cubano disse estar preparado para discutir “os problemas da democracia e dos direitos humanos”.
“No dia que quiserem a mesa está servida. Isso já foi dito pelos canais diplomáticos. Se querem discutir, discutiremos”, disse Raúl Castro na cerimónia em que foi assinalado o Dia da Revolução em Cuba. “Discutiremos as nossas divergências, discutiremos tudo o que diz respeito a Cuba, mas de igual para igual”, adiantou.
O Presidente cubano não fez qualquer referência à morte do opositor Oswaldo Payá num desastre de carro, no domingo, que já levou vários dissidentes e a própria viúva, Ofelia Acevedo Maura, a pôr em causa a versão de que se tratou de um acidente.
Os filhos de Payá já disseram que o desastre foi “provocado” por outro veículo. E também os Estados Unidos pediram que seja realizado “uma investigação profunda e transparente” sobre a morte do opositor cubano que em 2002 foi galardoado com o Prémio com Prémio Sakharov do Parlamento Europeu para a liberdade de expressão.
Em Cuba o dia 26 de Julho é celebrado todos os anos para lembrar o assalto ao quartel da Moncada em 1953, liderado por Fidel Castro, líder histórico da revolução cubana e irmão do actual Presidente, que deu início à luta armada contra a ditadura de Fulgêncio Batista. Desta vez, esse ataque foi recriado por um grupo de crianças cubanas e Raúl Castro lembrou a “vocação pacífica” de Cuba, ainda que tenha referido que a ilha “sabe defender-se”.
“Os cubanos são gente pacífica que gosta de dançar e de cantar, e de estabelecer amizade com todos, incluindo os Estados Unidos”, disse Raúl Castro, citado pela agência espanhola EFE. “Se querem discutir os problemas da democracia, como dizem eles, liberdade de imprensa, direitos humanos, vamos discutir Cuba”, adiantou. “Mas em igualdade de condições, porque não somos subordinados, nem colónia de ninguém, vamos discutir os mesmos temas em relação aos Estados Unidos. Discutiremos tudo o que quiserem: Cuba, os EUA e os seus aliados na Europa Ocidental, fundamentalmente”.
Se os Estados Unidos querem “confrontação” com Cuba, disse Castro, “que seja apenas no beisebol ou em qualquer outro desporto”. E adiantou: “Preferivelmente beisebol, porque às vezes ganham eles e outras ganhamos nós”. Este não foi o primeiro apelo das autoridades cubanas ao diálogo com os EUA, que desde 1962 mantém um embargo a Cuba.
Há dois anos que Raúl Castro não discursava nas cerimónias do Dia da Revolução. Na sua intervenção desta quinta-feira, que terá sido improvisada, denunciou ainda os “grupúsculos” que, disse, tentam criar as bases “para que um dia aconteça em Cuba o que sucedeu na Líbia ou que pretendem fazer na Síria”. ( PUBLICO )

abril 18, 2012

Imprensa “independente” brasileira: um cubano em greve de fome é escândalo mundial, mas milhares de palestinos em greve de fome é apenas notícia fria e distante

Filed under: WordPress — Tags:, , , , — Humberto @ 7:32 pm

Israel: presos palestinianos em greve de fome
Reclamam por melhores condições
Pelo menos 1.200 palestinianos presos em estabelecimentos israelitas iniciaram esta terça-feira uma greve de fome por tempo indeterminado.
As autoridade locais confirmam que 2.300 presos anunciaram a intenção de recusar as refeições e que 1.200 declararam o início formal de uma greve de fome: «A Autoridade Prisional Israelita já lidou com greves de fome no passado e está preparada para lidar agora».
As autoridades palestinianas acrescentaram que a greve de fome por tempo indeterminado tem a adesão de 1.600 presos, e que a «batalha das barrigas vazias» é parte de uma luta muito mais ampla pela independência da Palestina, informa a agência Reuters.
Os participantes da greve de fome têm uma longa lista de queixas, como o uso de reclusão solitária, a dificuldade de muitos em receberem visitas familiares, e as revistas íntimas impostas aos visitantes. Também denunciam a chamada detenção administrativa, pela qual Israel prende suspeitos por tempo indeterminado, sem informá-los das acusações ou apresentar qualquer prova aos seus advogados.
Entretanto, nove militantes franceses pró-Palestina que chegaram ao aeroporto Ben Gurion, de Tel Aviv, foram expulsos. ( TVI24 )

fevereiro 3, 2012

Yoani Sánchez: blogueira ou mercenária?, por ALTAMIRO BORGES

Filed under: WordPress — Tags:, , , , — Humberto @ 4:34 pm

Nas vésperas da visita da presidenta Dilma Rousseff a Cuba, a mídia colonizada fez grande alarde em torno do nome da blogueira cubana Yoani Sánchez. Ela é apresentada como uma “jornalista independente”, que mantém um blog com milhões de acessos e que enfrenta, com muitas dificuldades materiais, a “tirania comunista”, que a persegue e censura.
Na busca pelo holofote midiático, líderes demotucanos e, lamentavelmente, o senador petista Eduardo Suplicy têm posado de defensores da blogueira. Eles se juntaram para pressionar o governo a conceder visto para que Yoani venha ao Brasil assistir a pré-estréia do filme “Conexões Cuba-Honduras”, do documentarista Dado Galvão – que, por mera coincidência, é membro-convidado e articulista do Instituto Millenium, o antro da direita que reúne os barões da mídia nativa.
Mas, afinal, quem é Yoani Sánchez? Em primeiro lugar, ela não tem nada de “jornalista independente”. Seus vínculos com o governo dos EUA, que mantém um “escritório de interesses” em Havana (Sina), são amplamente conhecidos. O Wikileaks já vazou 11 documentos da diplomacia ianque que registram as reuniões da “dissidente” com os “agentes” da Sina desde 2008.
Num deles, datado de 9 de abril de 2009, o chefe da Sina, Jonathan Farrar, escreveu ao Departamento de Estado: “Pensamos que a jovem geração de dissidentes não tradicionais, como Yoani Sánchez, pode desempenhar papel a longo prazo em Cuba pós-Castro”. Ele ainda aconselha o governo dos EUA a aumentar os subsídios financeiros à blogueira “independente”.
SUBSÍDIOS E “PRÊMIOS” INTERNACIONAIS
Anualmente, o Departamento de Estado destina cerca de 20 milhões de dólares para incentivar a subversão contra o governo cubano. Nos últimos anos, boa parte deste “subsídio” é usada para apoiar “líderes” nas redes sociais. A própria blogueira já confessou que recebe ajuda. “Os Estados Unidos desejam uma mudança em Cuba, é o que eu desejo também”, tentou justificar numa entrevista ao jornalista francês Salim Lamrani.
Neste sentido, não dá para afirmar que Yoani Sánchez padece de enormes dificuldades na ilha – outra mentira difundida pela mídia colonizada. Pelo contrário, ela é uma privilegiada num país com tantas dificuldades econômicas. Além do subsídio do império, a blogueira também recebe fortunas de prêmios internacionais que lhe são concedidos por entidades internacionais declaradamente anticubanas. Nos últimos três anos, ela foi agraciada com US$ 200 mil dólares de instituições do exterior.
Na maioria, os prêmios são concedidos com a justificativa de que
Yoani é uma das blogueiras mais famosas do planeta, com milhões de acesso, e uma “intelectual” de prestígio. Outra bravata divulgada pela mídia colonizada. Uma rápida pesquisa no Alexa, que ranqueia a internet no mundo, confirma que seu blog não é tão influente assim, apesar da sua farta publicidade na mídia e dos enormes recursos técnicos de que dispõe – inclusive com a estranha tradução “voluntária” para 21 idiomas.
Quanto ao título de “intelectual” e principal dissidente de Cuba, a própria Sina realizou pesquisa que desmonta a tese usada para projetar a blogueira. Ela constatou que o opositor mais conhecido na ilha é o sanguinário terrorista Pousada Carriles. Yoani só é citada por 2% dos entrevistados – ela é uma desconhecida, uma falsa líder, abanada com propósitos sinistros.
A “ilustre” blogueira, inclusive, é motivo de chacota pelas besteiras que publica e declara em entrevistas à mídia estrangeira. Vale citar algumas que já compõem o “ciberbestiário” de Yoani Sánchez:
– [Sobre a Lei de Ajuste Cubano, imposta pelos EUA para desestabilizar a economia cubana, ela afirmou que não prejudica o povo] “porque nossas relações são fortes. Se joga o beisebol em Cuba como nos Estados Unidos”;
– “Privatizar, não gosto do termo porque tem uma conotação pejorativa, mas colocar em mãos privadas, sim”.
– “Não diria que [os chefões da máfia anticubana de Miami] são inimigos da pátria”;
– “Estas pessoas que são favoráveis às sanções econômicas [dos EUA contra Cuba] não são anticubanas. Penso que defendem Cuba segundo seus próprios critérios”;
– [A luta pela libertação dos cinco cubanos presos nos Estados Unidos] “não é um tema que interessa à população. É propaganda política”;
– [A ação terrorista de Posada Carriles contra Cuba] “é um tema político que as pessoas não estão interessadas. É uma cortina de fumaça”;
– [Mas os EUA já invadiram Cuba, pergunta o jornalista] “Quando?”;
– “O regime [de Fulgencio Batista, que assassinou 20 mil cubanos] era uma ditadura, mas havia liberdade de imprensa plural e aberta”;
– “Cuba é uma ilha sui generis. Podemos criar um capitalismo sui generis”.
MENTIRAS SOBRE PERSEGUIÇÃO
Por último, vale rechaçar a mentira midiática de que Yoani Sánchez é censurada e perseguida em Cuba. Participei no final de novembro de um seminário internacional sobre “mídias alternativas e as redes sociais” em Havana e acessei facilmente o seu blog. Segundo o governo cubano, nunca houve qualquer tipo de bloqueio à página da “jornalista independente”.
Quanto às perseguições sofridas, Yoani Sánchez tem se mostrado uma mentirosa compulsiva e cínica. Em 6 de novembro de 2009, ela afirmou à imprensa internacional que havia sido presa e espancada pela polícia em Havana, “numa tarde de golpes, gritos e insultos”. Em 8 de novembro, ela recebeu jornalistas em sua casa para mostrar as marcas das agressões. “Mas ela não tinha hematomas, marcas ou cicatrizes”, afirmou, surpreso, o correspondente da BBC em Havana, Fernando Ravsberg.
O diário La República, da Espanha, publicou um vídeo com testemunhos dos médicos que atenderam Yoani um dia após a suposta agressão. Os três especialistas disseram que ela não tinha nenhuma marca de violência. Diante dos questionamentos, ela prometeu apresentar fotos e vídeos sobre os ataques. Mas até hoje não apresentou qualquer prova. ( HORA DO POVO )

outubro 9, 2011

Hugo Chávez detona: Mitt Romney é “louco” e Obama está em queda

“Mandar, não obedecer. You will obey.”

O Presidente venezuelano chamou no sábado “louco” ao republicano e pré-candidato presidencial norte-americano Mitt Romney [ foto ], ao mesmo tempo que defendeu que Barack Obama está em queda.
“Estava a ver por aí umas declarações de um candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, arremetendo contra a Venezuela e Cuba, falando do maligno Hugo Chávez, e tem ainda o descaramento de dizer que Deus criou os EUA para dominarem o mundo. Esse é um louco. Imaginem-se que esse louco possa ser Presidente dos EUA”, disse.
O Presidente da Venezuela falava durante um acto com simpatizantes do seu partido que teve lugar no palácio presidencial de Miraflores e foi transmitido em directo pelo canal estatal venezuelano de Televisão.
“Agora, de repente, esse louco poderá ser Presidente dos Estados Unidos e as eleições deles são um pouco depois das nossas, em Novembro de 2012, por isso temos que fortalecer-nos muito mais para essa etapa 2013-2019”, disse aos simpatizantes Hugo Chávez, que já anunciou que será candidato nas presidenciais venezuelanas previstas para Outubro do próximo ano.
Por outro lado sublinhou que o actual Presidente dos EUA, Barack Obama “está em queda” e a extrema-direita norte-americana ameaça “meter-se” na corrida.
Na última sexta feira, o pré-candidato presidencial norte-americano republicano e mórmon Mitt Romney defendeu que “os Estados Unidos devem conduzir o mundo ou outros o farão”.
Romney defendeu que se for eleito lançará “uma campanha de promoção comercial com a América Latina, que será contrária aos modelos em bancarrota de Venezuela e Cuba”, frisando que o socialismo venezuelano de Hugo Chávez e o cubano dos irmãos Castro “é maligno”.
“Cuba está a 90 milhas das nossas costas, trabalha directamente para desestabilizar este hemisfério, trabalhando com tipos como Hugo Chávez (Presidente da Venezuela) que tem voos directos para o Irão e que trabalha para desestabilizar outras nações na América Central e do Sul”, afirmou o republicano.
Nas últimas sondagens Mitt Romney, que renunciou recentemente ao cargo do embaixador dos Estados Unidos na China, tem uma ligeira vantagem com relação ao candidato conservador e governador de Texas, Rick Perry, nas eleições primárias republicanas que terão lugar em Janeiro de 2012.
Desde a chegada de Hugo Chávez ao poder, em finais de 1998, as relações entre a Venezuela e os Estados Unidos têm sido tensas. Actualmente os dois países não têm embaixadores nas respectivas capitais e com frequência o primeiro mandatário venezuelano acusa Washington de tentar desestabilizar o seu governo. ( DN )

setembro 14, 2011

Cuba: Conspiração das “Damas de Branco” foi financiada pelos Estados Unidos, mostra Wikileaks

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Informações divulgadas pelo Wikileaks informam que o Departamento de Estado dos Estados Unidos solicitou fundos para o grupo cubano Damas de Branco através de sua chefe, Laura Pollán.
A transação ilícita para financiar as atividades anti-cubanas de Laura foi informada no dia 9 de setembro. O pedido de finanças para as “atividades” foi feito pelo próprio chefe da oficina de negócios dos EUA em Havana, Jonathan Farrar.
Ciente de que as atividades conspiratórias, ainda mais as financiadas pelo Império dentro de Cuba são ilegais, Ferrar pede que o dinheiro seja “enviado em euros em vez de dólares” para que a troca de dólares por moeda local não chamasse a atenção das autoridades do país.
Ao pedir dinheiro para os mercenários que se dispõem a vender a alma por um bocado de dólares, Ferrar lembra que este e outros grupos “receberam financiamentos no passado”. Atuando não como um diplomata, mas como agente da conspiração para tentar desestabilizar o governo, diz que o mesmo grupo receberia finanças de “embaixadas amigas”. Ou seja, não se limita a entregar dinheiro mas ainda articula a sua ação criminosa com outras embaixadas que alicia para o mesmo fim.
Esta e outras remessas de fundos para atingir Cuba foi detectada e denunciada por seu governo em 2008, o mesmo ano em que os pedidos de Ferrar ao Departamento de Estado aconteceram. Diz o governo de Cuba: “o governo dos EUA dispõe de 45,7 milhões de dólares para pagar seus grupos mercenários em Cuba e para montar provocações”.
Moisés Rodrigues, agente dos Estados Unidos disfarçado de trabalhador da Alfândega no Aeroporto José Marti, relatou posteriormente que, sob o nome falso de Vladimir teve contatos com terroristas a exemplo de Luis Posada Carriles e que as Damas de Branco faziam parte dos planos para “consolidar em Cuba um movimento desestabilizador”. ( HORA DO POVO )

março 29, 2011

Ex-presidente dos EUA Jimmy Carter visita Cuba

Filed under: WordPress — Tags:, , , — Humberto @ 4:28 pm

O ex-presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter chegou a Cuba nesta segunda-feira (28/03) para discutir políticas econômicas e formas de melhorar as relações entre Washington e Havana, mais tensas do que o normal por causa da prisão de um fornecedor norte-americano na ilha.
Carter deveria se encontrar com líderes judeus logo depois que chegar ao país, o que sugere que sua visita tem como objetivo, pelo menos em parte, tratar do caso de Alan Gross, detido em dezembro de 2009 quando trabalhava para a empresa Development Alternatives num projeto para fomentar a democracia, apoiado pela Agência de Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos (Usaid, na sigla em inglês).
Gross disse que tentava melhorar o acesso da pequena comunidade judaica cubana à internet. Líderes judaicos cubanos negaram, porém, ter trabalhado com ele. Gross foi condenado a 15 anos de prisão no início deste mês.
Durante sua visita, Carter deve se reunir com o presidente Raúl Castro, com outros funcionários do governo e com o cardeal católico Jaime Ortega, antes de partir na quarta-feira. O jornal estatal Granma relatou a visita nesta segunda-feira e chamou Carter de um “distinto visitante”. A viagem foi organizada pelo Centro Carter, uma ONG fundada pelo ex-presidente, e não é uma missão oficial norte-americana.
Ainda assim, a família de Gross expressou esperança de que Carter possa ajudar no caso. “Se ele conseguir ajudar Alan de alguma forma enquanto estiver lá, seremos extremamente gratos”, disse a mulher de Gross, Judy E. Gross, em comunicado divulgado no final de semana. “Nossa família está desesperada pelo retorno de Alan para casa, depois de quase 16 meses na prisão. Continuamos a rezar e a esperar que as autoridades cubanas o libertem imediatamente por razões humanitária”.
Cuba considera Gross um mercenário a trabalho de um programa pago por Washington cujo objetivo é derrubar o sistema socialista cubano e o apresentou como uma evidência das intenções norte-americanas de dar início a uma “guerra cibernética” para desestabilizar a ilha. Ele foi condenado por crimes contra o Estado por levar equipamentos de telecomunicação ilegais para Cuba. Autoridades norte-americanas dizem que nenhuma reaproximação entre os inimigos da Guerra Fria é possível enquanto Gross permanecer preso.
A presidência de Carter (1977-1981) coincidiu com o período menos frio das relações entre Estados Unidos e Cuba desde que Fidel Castro liderou seus rebeldes e tomou o poder em 1959.
Não há relações diplomáticas entre os dois países desde a década de 1960 e os Estados Unidos mantém sanções econômicas e financeiras contra a ilha.
Carter visitou Cuba em maio de 2002, durante um tour de seis dias, nos quais ele se reuniu com o então presidente Fidel Castro e criticou o embargo de Washington e a falta de pluralidade política na ilha. As informações são da Associated Press
( REPÓRTER DIÁRIO )

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