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setembro 26, 2013

Graça: Petrobrás está pronta para assumir 100% de Libra


“Esse leilão não é fruto da nossa vontade”, diz a presidente da companhia

A presidente da Petrobrás, Graça Foster, disse na CPI da Espionagem que a “Petrobrás sabe melhor do que qualquer outra empresa como explorar Libra porque fomos nós quem descobriu o campo, a mais de seis mil metros de profundidade. Eu não conheço nenhuma outra empresa que esteja tão preparada quanto a Petrobrás para fazer Libra acontecer”. “O sentimento dentro da companhia é de que o leilão é desejo do governo e não da Petrobrás”, informou. Ela frisou que a empresa “tem condições técnicas e estruturais de assumir 100% do campo”.

HORA DO POVO

“A Petrobrás sabe como explorar Libra melhor do que outra”, diz Graça Foster

A presidenta da Petrobrás, Graça Foster, disse aos parlamentares da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Espionagem, criada no Senado para investigar a espionagem da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, que o Campo de Libra tem uma importância especial para a companhia e o sentimento dos trabalhadores da empresa é contrário ao leilão.

“Temos uma estima absoluta por Libra, que é muito valiosa para a Petrobrás”, ressaltou Graça Foster, durante depoimento na comissão, na quarta-feira (18) da semana passada, frisando que a empresa “tem condições técnicas e estruturais de assumir 100% do campo”.

“A Petrobrás sabe melhor do que qualquer outra empresa como explorar Libra porque fomos nós quem descobriu o campo, a mais de seis mil metros de profundidade. Eu não conheço nenhuma outra empresa que esteja tão preparada quanto a Petrobrás para fazer Libra acontecer”, ressaltou. Ela esclareceu também que “o sentimento dentro da companhia é de que o leilão de Libra é desejo do governo e não da Petrobrás”.

A audiência pública reuniu senadores da CPI e das comissões técnicas de Assuntos Econômicos (CAE) e de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE). A presidente da Petrobrás discorreu também sobre as medidas adotadas pela empresa, para evitar que informações sigilosas sejam acessadas de forma ilegal. Graça Foster disse que, entre as estratégias utilizadas, está o “estímulo à fidelidade à empresa”, pelos funcionários.

“Mas fidelidade, assim como a tecnologia, não é 100%. [Até porque] não podemos garantir que seguraremos todos [ os funcionários ] na Petrobrás. Além do mais, estamos falando de ser humano”, afirmou.

LEITURA COMPLEMENTAR:
Interesse dos EUA na Petrobras iria além da tecnologia, DW

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