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maio 5, 2013

Venezuela: Capriles provoca sururu na Assembleia para posar de “vítima”

Filed under: WordPress — Tags:, , , — Humberto @ 8:36 pm

Deputados ligados ao candidato derrotado nas eleições presidenciais armaram novas provocações na Assembleia Nacional com apitos, sprays, cornetas e buzinas, o que desandou em cadeiradas e sopapos, contidos ao fim pela maioria. Depois se fingiram de “vítimas”.
HORA DO POVO

Caprilistas armam provocação na Assembleia da Venezuela

Deputados ligados a Henrique Capriles, candidato derrotado às eleições presidenciais venezuelanas, voltaram a manifestar a sua inconformidade com a decisão das urnas, na última terça-feira, e com apitos, sprays, cornetas e buzinas, transformaram o Parlamento em palco para novas provocações aos parlamentares da base do governo, ao não reconhecerem o presidente eleito, Nicolás Maduro.

Frente à confusão generalizada provocada pela oposição caprilista, o presidente do Palácio Federal Legislativo, Diosdado Cabello, suspendeu os pronunciamentos dos parlamentares para restabelecer o clima de trabalho na Assembleia Nacional. Mesmo assim, as arruaças continuaram e o clima desandou para arremessos de cadeiras e troca de socos, contidos ao final pela maioria da Casa.

“Eles tinham tudo preparado, trouxeram até capacete, esses sprays que jogam gás (paralyzer), um tipo de corneta, numa espécie de ‘hora louca’. Mas o tiro saiu pela culatra, porque existe uma verdadeira defesa do processo revolucionário”, declarou o presidente da Comissão de Política Interior da Assembleia Nacional (NA), Elvis Amoroso.

De acordo com Amoroso, o deputado Julio Borges – que teve a imagem de seu rosto lesionado, amplamente divulgada pelos meios de comunicação privados como “vítima” do chavismo – resultou ferido por uma cadeira lançada por outro deputado oposicionista, Richard Arteaga. A filmagem de Arteaga jogando a cadeira aparece claramente nas filmagens feitas pela Assembleia Naciional e divulgadas pela TeleSul.

Posteriormente o presidente Maduro disse que “lamento os golpes que deram no Julio Borges mas depois ele se colocou na TV como palhaço, em vez de pedir a paz, pois ele iniciou a confusão”.

Amoroso, que é parlamentar do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), condenou a postura da bancada oposicionista de não dialogar e pediu para que abandone a “agenda da violência”. Logo após as eleições, atendendo ao chamado de Capriles – insuflado pela embaixada dos EUA – para que os oposicionistas não reconhecessem o resultado das urnas, fascistas desencadearam uma onda de agressões que resultou na morte de nove chavistas, além de dezenas de feridos.

“A bancada revolucionária quer paz, harmonia e poder trabalhar com tranquilidade”, enfatizou Amoroso, condenando a irresponsabilidade da direita.

“Hoje vivemos mais um ato fascista dentro do parlamento venezuelano, mais um ato de violência que eles dirigiram, encabeçados pelo candidato perdedor”, ressaltou Pedro Carreño, do PSUV. “Não podemos permitir que a Assembleia se converta num centro de agitação, num convite ao confronto”, acrescentou o deputado chavista Hugbel Roa.

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