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abril 25, 2013

Mais de 7 mil repelem a candidatura de FHC e apoiam Amaury na ABL


Na noite desta terça-feira (23), no Centro de Estudos de Mídia Barão de Itararé, em São Paulo. o autor de “A privataria tucana”, Amaury Ribeiro Jr., demonstrou por uma hora e meia as razões pelas quais sua candidatura à “imortalidade” vem mobilizando tanta gente, em contraposição à indicação de Fernando Henrique Cardoso. Já são 7 mil os apoiadores de sua candidatura, entre jornalistas, escritores e intelectuais. O registro da candidatura será nesta sexta-feira (26) na sede da Academia Brasileira de Letras, no Rio.
Com muito bom humor, Altamiro Borges ( http://altamiroborges.blogspot.com.br ) e Paulo Henrique Amorim ( http://www.conversa-afiada.com.br ) fizeram o preâmbulo, ridicularizando o mau gosto da indicação do tucano, citado para a cadeira 36 da ABL pela pena de Celso Lafer, o submisso ex-ministro de FHC. Sem o mínimo de dignidade e respeito à representação do povo brasileiro, de forma vexatória, recordaram, Lafer ( então ministro das Relações Exteriores de FHC ) obedeceu a ordem de funcionários de num aeroporto para retirar os sapatos e entrar nos Estados Unidos.

Eduardo Guimarães (www.blogdacida-dania.com.br) lembrou que o silêncio dos grandes conglomerados de comunicação sobre a obra “imortal” de Amaury fala por si, e da repulsa popular à grande “obra” de Fernando Henrique, a dilapidação do patrimônio público nacional. “Na caminhada até a sede da ABL para protocolar a candidatura do Amaury vamos lançar a campanha ‘A cadeira 36 é nossa’, para que FHC não a privatize”, ironizou Sérgio Cruz (www.dr-sergio-cruz.com ), representando a Hora do Povo. Estavam pressentes ainda Rodrigo Viana (www.rodrigo-vianna.com.br), Joaquim Palhares, coordenador do site carta maior (www.cartamaior.com.br), Vanessa Silva (www.vermelho.org.br ), Conceição Oliveira (www.maria-fro.com ) e outros blogueiros.

Amaury avalia que os conglomerados privados de mídia tiveram um papel militante, de oposição à candidatura de Dilma Rousseff, perfilados com o tucano José Serra. “Na eleição passada a imprensa tirou a máscara mesmo, nem tentou disfarçar, e partiu para a canalhice de vez. Disseram: nós temos candidato e vamos fazer qualquer jogo sujo”.

Ao condenar a “maquiagem de privatização” atualmente em curso no país, Amaury destacou que “concessão como a dos aeroportos, de certa forma é privatização”. “Isso foi a maior bobagem que esse governo fez, pois conseguiu levantar uma coisa que estava praticamente morta”. Anunciando que vem aí a Privataria II, o autor recordou que o tema das privatizações é uma marca de um momento histórico cuja “tragédia” não deveria ser jamais esquecida, pelo que representou enquanto dilapidação e entrega do patrimônio público”.

LEONARDO SEVERO / HORA DO POVO

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