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dezembro 6, 2012

Chile indicia cúpula da Polícia Secreta do regime militar


SANTIAGO DO CHILE, 5 DEZ (ANSA) – O juiz chileno Alejandro Solís, responsável pela investigação de crimes de direitos humanos, indiciou a cúpula da Direção de Inteligência Nacional (Dina) por sequestro e homicídio qualificado de 20 opositores presos entre 1974 e 1977, durante a ditadura militar local.
De acordo com Alejandro Solís, membro da Corte de Apelações de Santiago, os crimes cometidos por agentes da Dina — a polícia secreta do regime militar chileno — ocorreram na Villa Grimaldi, considerado o maior centro de torturas do órgão.
Solís conseguiu desfazer a versão oficial sobre as mortes, que ficaram conhecidas como “Operação Colombo” ou “Lista dos 119”, vinculadas com os órgãos repressores do Brasil e da Argentina.
O juiz definiu a Dina como “uma organização criminosa que tinha como único objetivo reprimir os opositores, os quais considerava inimigos políticos”.
Solís também listou o nome de todas as vítimas, em sua maioria militantes do Movimento da Esquerda Revolucionária (MIR, sigla em espanhol), e seus executores.
Os indiciados são os ex-militares Manuel Contreras, Miguel Krassnoff, Marcelo Moren, Basclay Zapata, Pedro Espinoza, Rolf Wenderoth, Orlando Manzo, Fernando Lauriani, Ricardo Lawrence, Gerardo Godoy, Gerardo Urrich, Manuel Carevic e Raúl Iturriaga.
ANSA
05/12/2012

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