ENCALHE ( Descontinuado em 05.10.2013 )

outubro 19, 2012

Abaixo-assinado na Internet exige: STF TEM QUE JULGAR MENSALÃO TUCANO, O PAI DE TODOS OS MENSALÕES, JÁ!

Abaixo-assinado Que o STF julgue o Mensalão do PSDB, Pai de todos os Mensalões!
Para: SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
Vamos reunir pelo menos 1 milhão de brasileiros, e pressionar o STF para que julgue o MENSALÂO DO PSDB, o pai de todos os MENSALÕES.
Para está ação penal, as provas transbordam, ao contrário do AP 470, ONDE NÃO HAVIAM PROVAS.
Para quem julgou com tanta dedicação, sem provas, nesta AP, será fácil…
Correto Srs. Ministros?!?! Correto SR. Joaquim Barbosa?!?
Chegou a hora de fazer justiça e julgar o mensalão do PSDB em Minas Gerais e a compra de votos no Congresso para aprovar a emenda que possibilitou a reeleição de Fernando Henrique Cardoso.
Os signatários

PARA ASSINAR:

Eu já li o abaixo-assinado Que o STF julgue o Mensalão do PSDB, Pai de todos os Mensalões! para SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, e pretendo assinar este abaixo-assinado.

http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoAssinar.aspx?pi=P2012N30265

Aliada de Serra, Soninha xinga Haddad de FILHA DA PUTA em blog e se arrepende

Share photos on twitter with TwitpicA ex-candidata à prefeitura de São Paulo, Soninha Francine (PPS), que apoia o tucano José Serra no segundo turno, xingou o petista Fernando Haddad em seu blog e depois se arrependeu. Após fazer críticas à gestão de Haddad como Ministro da Educação, Soninha criticou o “cinismo” do candidato no debate de quinta-feira o xingou de “filha da p…”.
Após a repercussão do xingamento na internet, Soninha retirou o palavrão do blog e se retratou: “Pra quem veio aqui (ao blog) procurando um palavrão xingando o Haddad: apaguei. Estava com muita raiva e escrevi como falo (falo muito palavrão). Podia ter dito simplesmente ‘sujo’. No fim, substituí por ‘muito cinismo’. Era lá que estava o ‘filha da p…'”
TERRA

Islândia prende banqueiros, mantém direitos, sai da crise e mídia brasileira finge que não vê

Filed under: WordPress — Tags:, — Humberto @ 4:50 pm

Islândia nacionaliza bancos, mantém direitos e sai da crise
A Islândia, desaparecida do noticiário sobre a crise na imprensa internacional, crescerá 2,6% segundo previsão do FMI, depois de ter crescido os mesmos 2,6% em 2011. Apesar de ter sido o primeiro país europeu a entrar em crise logo após o colapso dos bancos americanos em 2008.
Não se tem falado muito sobre o que fez a Islândia sair da crise e recuperar o crescimento econômico, mas lembremos o que escreveu em junho de 2011 no New York Times o Nobel Paul Krugman: “Enquanto os demais resgataram banqueiros e fizeram o povo pagar o preço, a Islândia deixou que os bancos quebrassem e expandiu sua rede de proteção social. Enquanto os demais ficaram obcecados em aplacar a ânsia dos investidores internacionais a Islândia impôs controles temporários aos movimentos de capitais para abrir um espaço de manobra. A Islândia deve sua recuperação a sua moeda nacional, a Coroa, esta recuperação econômica demonstra as vantagens de estar fora do euro”.
O desemprego na Islândia que chegou a atingir quase 10% da população em junho deste ano tinha já baixado para 4,8% da população ativa.
Mas não se chegou a esses resultados sem que o país se mobilizasse. Em 2008 logo que se iniciou a crise o governo da época chegou a propor que para socorrer os bancos a dívida fosse dividida pelo número de habitantes e a população pagasse por 15 anos com juros de 5,5% ao ano a dívida (3,5 bilhões ) que os bancos na Islândia tinham com os bancos da Inglaterra e da Holanda.
O povo ocupou as ruas rejeitando tamanho sacrifício e exigindo que o governo fizesse um inquérito policial para apurar os responsáveis pela crise para que fossem para a cadeia. O Presidente apoiou e encaminhou a proposta, e nacionalizou os três principais bancos do país o Kaupthing, o Landsbanki e o Glitnir. As atividades na bolsa foram suspensas e o FMI fez um empréstimo de dois bilhões e 100 milhões de dólares, mais dois bilhões e meio de dólares foram emprestados por países nórdicos.
Em 2009, com a economia em situação ainda precária – fechou o ano com uma queda de 7% do PIB – o povo nas ruas derrubou o Primeiro Ministro e todo o governo foi demitido pelo Presidente da República que convocou eleições parlamentares nas quais os conservadores e apoiadores de bancos foram derrotados perdendo a eleição e o governo.
Em 2010, com o país ainda em crise, mas se recuperando, vários banqueiros e ex-membros do governo começaram a fugir do país. Um acordo com a Interpol permitiu que vários fossem presos em Londres e outros lugares e enviados de volta ao país. Muitos continuam presos. Muitos ainda respondem a processos judiciais.
Em março de 2010 em um referendo sobre o acordo para pagamento da dívida proposto pelo Presidente da República, 93% da população vota contra. Diante disso os credores concordaram em baixar os juros para 3% e prolongar o prazo para pagamento da dívida de 15 para 37 anos.
Em meio a essa crise elegeu-se uma assembleia para elaborar uma nova proposta de Constituição do país a ser referendada posteriormente, pois a que existia era cópia da constituição da Dinamarca. 522 cidadãos islandeses apresentaram sua candidatura, para isso precisavam apenas ser maior de idade e ter 30 apoiadores. Foram eleitos 25 cidadãos que trabalham na nova proposta de Constituição com base nos ensinamentos da crise.
O FMI vem pressionando o governo do país a parar com o controle de capitais e entrar no bloco dos países que utilizam o euro como moeda, entretanto mais da metade do parlamento islandês (39 de 63 deputados) é contra que o país entre para a zona do euro.
Em junho de 2012 aconteceram as eleições presidenciais e Olafur Ragnar, 16 anos exercendo a presidência, foi novamente reeleito com 53% dos sufrágios para cumprir seu quinto mandato presidencial.
O que há de objetivo e que demonstra o caso da Islândia é que os líderes islandeses souberam ouvir a voz das ruas e que é possível que o povo não pague pela dívida dos bancos.
Com base em seu mercado interno, em sua moeda e nos investimentos governamentais internos e graças à mobilização popular a Islândia é hoje um dos países que mais solidamente cresce na Europa sem renunciar ao Estado de bem estar social.
ROSANITA CAMPOS – HORA DO POVO

Esquema criminoso de VEJA-Demóstenes–Perillo-Cachoeira movimentou R$ 84 bilhões em 10 anos, revela relator da CPI

O parecer que será apresentado pelo relator da CPI do Cachoeira, deputado Odair Cunha (PT/MG), aponta que a organização criminosa chefiada pelo bicheiro Carlinhos Cachoeira movimentou, nos últimos dez anos, mais de R$ 84 bilhões. Esse volume de recursos foi detectado nas quebras de sigilo fiscal e bancário de 75 pessoas físicas e jurídicas.
Uma nova “lavanderia” de dinheiro sujo do esquema, em conjunto com a Delta Construções, também veio à tona com a análise das quebras de sigilo. A empresa de fachada Adécio & Rafael Construções e Terraplanagem recebeu mais R$ 37 milhões da Delta sem que prestasse qualquer serviços para esta. Até então a Alberto & Pantoja Construções era apontada como principal instrumento de lavagem de dinheiro do esquema – com repasses feitos a ela pela Delta de R$ 31 milhões, entre 2010 e 2012.
Os novos documentos confirmariam ainda que a mansão do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), foi realmente comprada por Cachoeira. Perillo alega que vendeu a casa para Walter Paulo Santiago, que teria feito o pagamento de R$ 1,4 milhão com cheques da empresa Excitante Indústria e Comércio de Confecções. Mas a quebra de sigilo mostra que a Excitante fez os pagamentos após receber os valores da Adécio & Rafael.
Na quarta-feira (17), os integrantes da CPI do Cachoeira decidiram por unanimidade prorrogar os trabalhos da comissão. O prazo, no entanto, depende ainda de um acordo entre os representantes partidários no colegiado para ser definido. ( HORA DO POVO )

SP: as baixarias do Rejeitado não rendem pontos no Ibope

Filed under: WordPress — Tags:, , , — Humberto @ 4:17 pm

As agressões e ofensas distribuídos pelo candidato a prefeito José Serra (PSDB) no horário eleitoral gratuito estão fazendo a campanha do tucano afundar mais ainda. Nem o Ibope está conseguindo segurar a queda tucana em São Paulo. Pelo contrário, os últimos números do instituto, divulgados na quarta-feira, mostram Serra caindo de 37% para 33% e Haddad subindo de 48% para 49%. A diferença já chega a 16 pontos percentuais, confirmando que ele é o candidato mais rejeitado pela população, uma rejeição recorde, em torno de 40%. Pelo menos até agora, se já não aumentou mais ainda. Com isso, o mau humor do candidato cresceu e tem sobrado insultos para jornalistas e até para eleitores, como foi o caso da pensionista Nilza Franze, de 58 anos, que reclamou do atendimento do Hospital Heliópolis e foi destratada pelo candidato do PSDB.
HORA DO POVO
Agressões de Serra se voltam contra ele e ampliam rejeição
Em baixa, tucano insulta jornalistas e ofende eleitora que não aceitou sua falsa propaganda sobre o Hospital de Heliópolis
O candidato a prefeito José Serra (PSDB) vem colhendo péssimos resultados com o que planta na sua propaganda eleitoral, seja na TV ou no rádio, recheada de ataques e baixarias contra o candidato do PT, Fernando Haddad.
O resultado de toda essa baixaria da campanha tucana tem sido desastrosa para Serra. Ele tem dissabores atrás do outro e vem despencando nas pesquisas eleitorais. Nem o Ibope está conseguindo segurar a débâcle tucana em São Paulo. Pelo contrário, os últimos números do instituto, divulgados nesta quarta-feira (17), mostram Serra caindo de 37% para 33% e Haddad subindo de 48% para 49%. A diferença já chega a 16 pontos percentuais, confirmando que ele é o candidato mais rejeitado pela população, uma rejeição recorde, em torno de 40%. Pelo menos até agora, se já não aumentou mais ainda.
Há duas semanas, o pastor Silas Malafaia iniciou a campanha rasteira, atacando o material de combate à homofobia do Ministério da Educação. Os ataques começaram depois de uma reunião do pastor com Serra. Para azar do tucano, descobriu-se que em 2009, quando ele estava à frente do governo paulista, material idêntico ao do Ministério da Educação foi distribuído por ele. A descoberta do kit-gay do candidato tucano tirou o Rejeitado do sério e o deixou sem espaço para continuar instigando a baixaria que ele terceirizou (sempre é assim), utilizando o pastor, e açulando a histeria.
A queda nas pesquisas e a queda da máscara de parte suas baixarias o colocaram numa situação complicada, e, como sempre quando se vê nessa posição, vem se destemperando e se irritando com quase todos os repórteres que o questionaram sobre suas incoerências e farsa. Seu mau humor também foi estendido para eleitores que o cobrarm nas ruas de São Paulo. Sua irritação e as baixarias contra jornalistas e populares agravam ainda mais o seu desgaste. Em suma, a carinha postiça risonha e de bom moço que ele se esforça para exibir na propaganda eleitoral não resistiu ao mínimo revés.
O primeiro jornalista, no segundo turno, a ser agredido pelo tucano foi o conhecido Kennedy Alencar, da CBN, que na segunda-feira perguntou ao candidato sobre um “kit gay” semelhante ao que esteve em estudos no Ministério da Educação e que o tucano também havia implementado quando foi governador. Kennedy perguntou se as críticas de Serra ao material de Haddad eram apenas “conveniência eleitoral”. Em vez de responder, Serra bateu boca, impediu o repórter de falar, disse que o jornalista estava mentindo e o acusou de fazer campanha para “outro candidato”. A mediadora do programa, Fabíola Cidral, teve que intervir no bate-boca para impedir as agressões de Serra contra o jornalista da CBN.
Logo depois, Serra foi ao bairro do Ipiranga onde foi abordado por uma pensionista, Nilza Franze, de 58 anos. Quando a eleitora viu o candidato, resolveu fazer reclamações sobre o atendimento que havias recebido no Hospital Heliópolis. Ao ouvir Serra falando que a saúde de São Paulo está uma maravilha, a cidadã não se conteve. “Isso é uma sem-vergonhice. Filma o hospital. Vamos lá comigo agora”, disse ela para o tucano. Serra tentou desconversar e refutou a ideia de ir junto com ela ao hospital. O candidato foi agressivo e afirmou que a eleitora estava sendo “mal educada”. A resposta foi pronta: “Princípio elementar de educação é um político atender a gente bem”.
Diante do chilique de Serra, o deputado estadual Orlando Morando (PSDB-SP) tentou tirá-lo da confusão e começou também a bater boca com a eleitora. Ele acusou a popular de estar “fazendo show”. A reposta veio de imediato: “Show não. Mande a sua mãe ir no hospital e pergunta para ela”, replicou a pensionista. “Eu queria que vocês vissem. O inferno é muito melhor do que aquilo. O descaso com o ser humano é enorme”, arrematou a eleitora, indignada. Aos repórteres, Nilza disse que está desiludida com a política após esses anos todos de gestão tucana.
Ainda no mesmo dia, Serra destratou a repórter do UOL, do Grupo Folha, Débora Melo. Após caminhada no bairro Cidade Ademar, no extremo da Zona Sul da capital, ela perguntou-lhe se o tom agressivo do primeiro programa eleitoral do segundo turno, que recorreu ao julgamento do suposto “mensalão”, seria uma estratégia da campanha tucana para diminuir a vantagem de Haddad nas pesquisas de intenção de voto. Serra não gostou e reagiu: “Não sei, eu não vi. Vai lá para o Haddad. É a pauta dele. Não precisa ter uma assessora a mais para ele. Vai lá direto”.
Outro ponto de desgaste para Serra, foi a sua encenação sobre o estrondoso lançamento do seu suposto programa. Foi muito barulho por nada, porque até mesmo a mídia que lhe é simpática pôde deixar de notar que o que chamou pomposamente de “programa” é um compilação de enunciados genéricos – que o tucano teve que admitir que não detalha nada – e, além do mais, é uma reciclagem de coisas antigas que ele nunca cumpriu quando esteve no governo, da prefeitura ou do Estado.

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