ENCALHE ( Descontinuado em 05.10.2013 )

setembro 5, 2012

A Robert Fisk, publicado no The Independent: “EUA apoia terrorismo na Síria”, denuncia chanceler

Filed under: WordPress — Tags:, , , , , — Humberto @ 5:46 pm

O ministro do Exterior da Síria, Walid al-Moallem, afirma que “o maior agente contra a Síria e o EUA e o restante são instrumentos sob seu controle”.
Em entrevista ao jornalista Robert Fisk, publicada no jornal inglês The Independent, al Moallem declarou que a “América está por trás da violência na Síria”.
“Como podem adotar o slogan de ‘luta internacional contra o terrorismo’ e apoiar o terrorismo na Síria?”, questionou o chanceler.
“A violência é fomentada a partir do exterior, especificamente desde a Turquia, o Qatar e a Arábia Saudita, sob influência norte-americana”, ressaltou.
Ele enfatiza que o governo de Obama participa do esforço militar contra a Síria e já declarou o envio de dezenas de milhões de dólares para este fim.
“O obejtivo”, esclarece Moalem, “é pressionar a Síria por conta de suas relações independentes com o Irã, o partido libanês no governo (Hezbollah) e a corrente palestina Hamas”.
“Um enviado de Washington nos disse que se resolvêssemos esta pendência [pelo rompimento, é claro] eles dariam jeito na crise”, adiantou.
“Aos governos europeus tenho enfatizado que ao mesmo tempo em que se dizem preocupados com o bem-estar do povo sírio, apóiam 17 resoluções contra este bem-estar”, disse o entrevistado.
Os governos do Golfo cedem a pressões dos EUA, informa al-Moallem. “Quando concordamos com o envio de uma delegação de observadores enviada pela Liga Árabe, o emir do Qatar, Hamad bin Khalifa Al Thani, me disse em Doha em novembro de 2011: ‘se vocês concordarem com esta iniciativa vamos mudar a atitude da rede Al Jazeera. Vamos apoiar a Síria e a reconciliação e vou separar alguns bilhões de dólares para reconstruir seu país”. O que, como sabemos não ocorreu.
O ministro da Síria também relatou que nesta mesma conversa perguntou ao emir do Qatar o motivo dele haver enviado aviões para bombardear a Líbia, uma vez que tinha relações de amizade com Muammar Kadafi, ele respondeu: “Não queríamos perder o momento na Tunísia e no Egito”, quer dizer, ficar colado aos interesses dos EUA no norte da África. ( HORA DO POVO )

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