ENCALHE ( Descontinuado em 05.10.2013 )

janeiro 3, 2012

2011, Concursos Públicos e cortes orçamentários da União: idólatras do Estado mínimo, serviçais do “Mercado” e profetas do Apocalipse CHUPAM NOVAMENTE! E continuarão chupando em 2012!


Balanço positivo
Mais uma vez a história se repete e os profetas do apocalipse dão com a cara na parede. A cada início de ano, em função de cortes orçamentários, sempre surgem notícias que os concursos federais estão suspensos e, ao se fazer um balanço no final do ano, chega-se à conclusão de que muitas seleções foram feitas e milhares de vagas abertas.
Em 2011, de fato, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, chegou a anunciar a suspensão dos concursos federais e da convocação de aprovados, causando um grande mal estar entre os concurseiros. No entanto, embora algumas seleções tenham sido adiadas, elas se restringiram apenas ao Executivo federal. Ainda assim, o governo autorizou vagas para o Ministério da Integração Nacional, Ministério da Ciência e Tecnologia, Polícia Federal, Instituto Nacional do Seguro Social, Ministério da Educação (MEC), além de várias universidades federais do país.
Ainda no Executivo federal, foram feitas convocações de aprovados de diversos concursos. No total, mais de 6 mil nomeações em seleções de anos anteriores, em diversos órgãos, tais como INSS, Ibama, Aneel, Anatel, Funai, Embratur, CNPq, Inmetro, Ministério da Saúde, Ministério da Justiça, Ministério do Trabalho, entre diversos outros.
Isso sem falar das milhares de vagas abertas no Judiciário, nas Forças Armas, além da administração indireta e nas empresas estatais. Só os Correios ofereceram mais de 9 mil vagas em cargos dos níveis médio, técnico e superior. Petrobrás, Transpetro, BR Distribuidora, Liquigás, Finep, Dataprev, Infraero, entre outras empresas e autarquias, também ofereceram, em conjunto, inúmeras oportunidades.
Sendo assim, apesar dos cortes e do adiamento de alguns concursos, o ano foi bastante positivo para os concurseiros. Aqueles que deixaram os estudos de lado, quando do anúncio dos cortes orçamentários da União, acreditando no futuro pessimista dos profetas do apocalipse, perderam um tempo precioso de preparação e podem ter deixado escapar a chance de ter ingressado no serviço público. Que a lição sirva para 2012!
Fonte: Central Concursos Brasil/ Folha Dirigida

Ano promissor
Apesar do contingenciamento orçamentário da União, que virou rotina no início de cada ano, 2011 foi bom para os concursos públicos. Os municipais e estaduais transcorreram sem restrições. Na esfera federal, o Legislativo e o Judiciário, assim como as estatais, seguiram o ritmo normal, e só no Executivo houve limitações. Mesmo assim, foram autorizadas nesse segmento seleções para 15 mil vagas, e houve mais de 15 mil nomeações, fora a substituição de desistentes e os concursos para temporários.
A Educação foi a maior prioridade, mas também foram beneficiados com concursos para efetivos o INSS, o Centro de Gerenciamento de Riscos e Desastres, a Advocacia Geral da União, o Ministério da Integração Nacional, a Polícia Federal, o Hospital da Universidade Federal de Pernambuco e o Ministério do Planejamento.
Em 2012 também deverá haver contingenciamento, mas espera-se que seja menor. Além disso, o governo reafirmou a disposição de continuar fazendo concursos nas áreas estratégicas, e de prosseguir com a substituição dos terceirizados em situação irregular.
Entre os concursos certos estão os dos ministérios da Fazenda e das Relações Exteriores, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Dnit, Controladoria Geral da União, Receita Federal e Anatel, assim como os do Superior Tribunal de Justiça, Ministério Público do Trabalho, Caixa Econômica Federal, Petrobrás e Câmara. Outros órgãos reivindicam reforço – como o Ministério da Agricultura -, e poderão ser atendidos, conforme o desenrolar da situação econômica.
A estimativa é que, das 25.300 vagas originalmente previstas no orçamento, pelo menos 10.600 serão oferecidas na administração direta federal, mais as nomeações relativas aos concursos já concluídos e em andamento.
O Brasil, provável sexta maior economia do mundo em 2011, tem tudo para continuar crescendo. A estimativa para o PIB em 2012 é de aumento de 3,4%, bastante significativa, levando em conta que há países do Primeiro Mundo estagnados. Esse crescimento requer ampliação e profissionalização do serviço público.

Crítica infundada
A turma do contra – geralmente motivada por interesses inconfessáveis [ Nota do blog: a tucanalha em geral, os papagaios do “Mercado” da mídia, gente da laia do Gustavo Franco, Míriam Leitão, Carlos Alberto Sardemberg, Merval O Imortal, por aí ]   – não perdeu tempo: criticou de imediato o concurso do Senado, que estaria na contramão do regime de austeridade. Esses ‘fiscais da moralidade pública’ não deveriam perder tempo preocupando-se com os concursos, pois eles atendem a um preceito constitucional e prestigiam a qualificação, resultando em eficiência. Deveriam, sim, criticar a proliferação de funcionários não concursados, cujo único mérito, na maioria das vezes, é serem afilhados de políticos. E que muitas vezes sequer aparecem para assinar o ponto.
O Senado até que está sendo modesto, pois nos dois últimos anos registrou 650 aposentadorias de efetivos, e só põe em disputa 246 vagas. Portanto, a Casa está encurtando o quadro em 404 funcionários, embora mais aprovados possam ser convocados durante a validade do concurso, de até dois anos.
Além disso, a realização do concurso não tem ônus para o Senado, já que o custo é assumido pela organizadora, a Fundação Getúlio Vargas, que ficará com a arrecadação da taxa (de R$180 a R$200) paga pelos estimados 80 mil candidatos.
O grande interesse despertado – garantia de altíssima qualificação do quadro – resulta do status, do ótimo plano de cargos e das excelentes remunerações iniciais, de R$13.883 (nível médio) a 23.826 (81,11% do salário da presidente da República e dos ministros do Supremo Tribunal Federal, por lei os mais altos do serviço público).
O Senado não é santo, mas concurso transparente não merece críticas. Critiquem, sim, quem não adota a seleção democrática. ( FOLHA DIRIGIDA )

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