ENCALHE ( Descontinuado em 05.10.2013 )

janeiro 21, 2011

Escondida pela mídia, CPI das ENCHENTES conclui que cortes de verbas promovidos por Serra e Kassab provocaram enchentes e catástrofes.


CPI conclui que enchentes em São Paulo foram provocadas por corte de verbas
Os vereadores José Américo (PT) e Adilson Amadeu (PTB), criticaram os cortes nas verbas destinadas ao combate às enchentes realizados pelos governos de José Serra (PSDB) e Gilberto Kassab (DEM), no governo do Estado e na Prefeitura de São Paulo.
Em artigo assinado pelos dois vereadores, que participaram da CPI das Enchentes concluída em 20 de dezembro de 2010, denunciaram que “Serra cortou o quanto pôde – em 2009, gastou menos que a metade dos R$ 188 milhões previstos para o Alto Tietê e, em 2010, reduziu o orçamento do Estado em R$ 51 milhões”.
“Kassab seguiu os passos de seu aliado e cortou sem dó. A partir de 2006, ele investiu só 70% do valor orçado na média anual. De total de R$ 1,604 bilhão previsto para cinco anos, a Prefeitura deixou de aplicar nada menos que R$ 423 milhões, destacaram”.
O relatório da CPI das Enchentes identificou a falta de ações por parte da Prefeitura e do governo do Estado como responsáveis pelos alagamentos ocorridos na cidade. Segundo a comissão, o assoreamento da calha do Rio Tietê e a falta de limpeza dos sistemas de drenagem da cidade resultou nas enchentes que castigam a capital.
Para os vereadores, “o assoreamento causado por essa defasagem na limpeza já comprometeu 50% da vazão do rio desde que o aprofundamento de sua calha foi concluído, em 2006, a um custo de R$ 1,7 bilhão. Em vez de ajudar a reduzir as enchentes, como a obra bilionária anunciava, o Tietê se tornou o principal fator para a sua realimentação”.
O relatório da CPI concluiu que nas regiões dos Jardins Pantanal e Romano, que no início de 2010 permaneceram mais de três meses alagadas, não foram realizados os serviços de limpezas necessários.
“Verificamos logo após a catástrofe, que os serviços básicos de limpeza das ruas tomadas pela lama e dos bueiros e bocas de lobo não estavam sendo executados, tornando o sofrimento dos moradores da região ainda maior”, ressalta.
A CPI contesta ainda a realização da obra para a construção de um dique na região, cujo valor ultrapassou R$ 70 milhões. A Prefeitura “construiu um dique para conter as enchentes na região a um custo de mais de setenta milhões que será testado no próximo verão. Alias o mesmo atualmente, mesmo antes de entrar em operação já causa discussões sobre seu funcionamento”. A obra, testada neste verão, não obteve qualquer resultado e os jardins Pantanal e Romano sofreram com as enchentes do início do mês.
( HORA DO POVO )

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