ENCALHE ( Descontinuado em 05.10.2013 )

abril 16, 2009

REVISTAS QUE O GOVERNO DE SÃO PAULO PODERIA ASSINAR PARA DISTRIBUIR AOS PROFESSORES NO LUGAR DA "NOVA ESCOLA" DA EDITORA ABRIL

CARTA NA ESCOLA – EDITORA CONFIANÇA

CARTA FUNDAMENTAL – EDITORA CONFIANÇA
REVISTA EDUCATIVA – EDITORA MINUANO

REVISTA EDUCAÇÃO – EDITORA SEGMENTO

"Tucano Paulo Renato é o novo Magda da mídia", por Renato Rovai

Por Renato Rovai, em seu blog
A imprensa sempre escolhe um boca-aberta para atacar o governo Lula. Em geral, inclusive o tal acaba escolhendo os bons projetos para se contrapor. À época da implantação do bolsa família foi assim. Não faltaram intelectuais de esquerda e políticos de direita para chamar o programa de assistencialista, eleitoreiro e quetais. Alguns ainda o fazem hoje, mas já sem a mesma audiência da mesma mídia que os levou ao estrelato.
Agora, o ex-ministro Paulo Renato, atualmente secretário de Educação de São Paulo, foi eleito a Magda da vez. Aquele que vai falar as bobagens com cara de espertão. O foco é a qualidade dos programas do governo Lula na área da educação e a transformação do Enem também em referência para o ingresso nas universidades públicas federais.
Claro que a mídia e os tucanos sabem que com programas como o ProUni, a criação de muitas universidades federais e a criação, por exemplo, do piso nacional para os professores que ainda precisa ser realmente implementado, tornam a educação um dos pontos fortes deste governo. Sim, poderia ter avançado mais, mas é incomparavelmente melhor do que a ação tucana nos tempos de Paulo Renato/FHC e muito, mais muito mesmo, mais séria e comprometida do que foi e é nas gestões tucanas do governo do Estado.
Aliás, a educação no estado de São Paulo é um vexame. Se a nova Magda da praça quiser, a Fórum organiza um debate entre ele e a presidente da Apeoesp, a Maria Izabel, para discutir o tema. Tenho certeza que ela aceitará de bom grado a oportunidade. Até porque o método democrático do governo paulista é o de não dialogar com os representantes do professorado.
Mas talvez falte tempo ao secretário Paulo Renato. Até porque seus interlocutores são outros, não é verdade?
Estava me lembrando de um certo texto enviado ao ex-presidente do Bradesco, Márcio Cypriano: ”Em anexo, vai o artigo revisto. Procurei colocá-lo dentro dos limites do espaço da Folha. Por favor, veja se está correto e se você concorda, ou tem alguma observação. Muito obrigado, Paulo Renato Souza”.
O texto que o deputado mandou à Folha criticava a intenção do governo federal de passar o Besc (Banco do Estado de Santa Catarina) para o controle do Banco do Brasil.
O texto foi enviado ao jornal por e-mail e por engano.
Fico me perguntando com quem o atual secretário do Estado combina as críticas que vai fazer à transformação do Enem em referência para o vestibular. Será que ele fala sozinho? É só um ataque de incontinência magdal…

"Tucano Paulo Renato é o novo Magda da mídia", por Renato Rovai

Por Renato Rovai, em seu blog
A imprensa sempre escolhe um boca-aberta para atacar o governo Lula. Em geral, inclusive o tal acaba escolhendo os bons projetos para se contrapor. À época da implantação do bolsa família foi assim. Não faltaram intelectuais de esquerda e políticos de direita para chamar o programa de assistencialista, eleitoreiro e quetais. Alguns ainda o fazem hoje, mas já sem a mesma audiência da mesma mídia que os levou ao estrelato.
Agora, o ex-ministro Paulo Renato, atualmente secretário de Educação de São Paulo, foi eleito a Magda da vez. Aquele que vai falar as bobagens com cara de espertão. O foco é a qualidade dos programas do governo Lula na área da educação e a transformação do Enem também em referência para o ingresso nas universidades públicas federais.
Claro que a mídia e os tucanos sabem que com programas como o ProUni, a criação de muitas universidades federais e a criação, por exemplo, do piso nacional para os professores que ainda precisa ser realmente implementado, tornam a educação um dos pontos fortes deste governo. Sim, poderia ter avançado mais, mas é incomparavelmente melhor do que a ação tucana nos tempos de Paulo Renato/FHC e muito, mais muito mesmo, mais séria e comprometida do que foi e é nas gestões tucanas do governo do Estado.
Aliás, a educação no estado de São Paulo é um vexame. Se a nova Magda da praça quiser, a Fórum organiza um debate entre ele e a presidente da Apeoesp, a Maria Izabel, para discutir o tema. Tenho certeza que ela aceitará de bom grado a oportunidade. Até porque o método democrático do governo paulista é o de não dialogar com os representantes do professorado.
Mas talvez falte tempo ao secretário Paulo Renato. Até porque seus interlocutores são outros, não é verdade?
Estava me lembrando de um certo texto enviado ao ex-presidente do Bradesco, Márcio Cypriano: ”Em anexo, vai o artigo revisto. Procurei colocá-lo dentro dos limites do espaço da Folha. Por favor, veja se está correto e se você concorda, ou tem alguma observação. Muito obrigado, Paulo Renato Souza”.
O texto que o deputado mandou à Folha criticava a intenção do governo federal de passar o Besc (Banco do Estado de Santa Catarina) para o controle do Banco do Brasil.
O texto foi enviado ao jornal por e-mail e por engano.
Fico me perguntando com quem o atual secretário do Estado combina as críticas que vai fazer à transformação do Enem em referência para o vestibular. Será que ele fala sozinho? É só um ataque de incontinência magdal…

"Tucano Paulo Renato é o novo Magda da mídia", por Renato Rovai

Por Renato Rovai, em seu blog
A imprensa sempre escolhe um boca-aberta para atacar o governo Lula. Em geral, inclusive o tal acaba escolhendo os bons projetos para se contrapor. À época da implantação do bolsa família foi assim. Não faltaram intelectuais de esquerda e políticos de direita para chamar o programa de assistencialista, eleitoreiro e quetais. Alguns ainda o fazem hoje, mas já sem a mesma audiência da mesma mídia que os levou ao estrelato.
Agora, o ex-ministro Paulo Renato, atualmente secretário de Educação de São Paulo, foi eleito a Magda da vez. Aquele que vai falar as bobagens com cara de espertão. O foco é a qualidade dos programas do governo Lula na área da educação e a transformação do Enem também em referência para o ingresso nas universidades públicas federais.
Claro que a mídia e os tucanos sabem que com programas como o ProUni, a criação de muitas universidades federais e a criação, por exemplo, do piso nacional para os professores que ainda precisa ser realmente implementado, tornam a educação um dos pontos fortes deste governo. Sim, poderia ter avançado mais, mas é incomparavelmente melhor do que a ação tucana nos tempos de Paulo Renato/FHC e muito, mais muito mesmo, mais séria e comprometida do que foi e é nas gestões tucanas do governo do Estado.
Aliás, a educação no estado de São Paulo é um vexame. Se a nova Magda da praça quiser, a Fórum organiza um debate entre ele e a presidente da Apeoesp, a Maria Izabel, para discutir o tema. Tenho certeza que ela aceitará de bom grado a oportunidade. Até porque o método democrático do governo paulista é o de não dialogar com os representantes do professorado.
Mas talvez falte tempo ao secretário Paulo Renato. Até porque seus interlocutores são outros, não é verdade?
Estava me lembrando de um certo texto enviado ao ex-presidente do Bradesco, Márcio Cypriano: ”Em anexo, vai o artigo revisto. Procurei colocá-lo dentro dos limites do espaço da Folha. Por favor, veja se está correto e se você concorda, ou tem alguma observação. Muito obrigado, Paulo Renato Souza”.
O texto que o deputado mandou à Folha criticava a intenção do governo federal de passar o Besc (Banco do Estado de Santa Catarina) para o controle do Banco do Brasil.
O texto foi enviado ao jornal por e-mail e por engano.
Fico me perguntando com quem o atual secretário do Estado combina as críticas que vai fazer à transformação do Enem em referência para o vestibular. Será que ele fala sozinho? É só um ataque de incontinência magdal…

O melhor ( ou único ) lugar onde é permitido fumar na cidade de São Paulo

SE A PREFEITURA DE SÃO PAULO ESTÁ MORTA, ENTÃO TUDO É PERMITIDO!!
Não tem segredo: o melhor lugar para vocês ( porque eu não fumo ) fumarem é DENTRO DOS ÔNIBUS DA CIDADE!
Ficaram chocados com esta revelação? Então acompanhem: há muito que eu reclamo dessa onda de incivilidade e idiotice que assola os ônibus urbanos da Capital, com essa gente que escuta música alta no celular ou no MP3, sem os fones. Num post recente, eu mostrei um diálogo entre um cidadão que ligou na SPTrans a fim de reclamar de um problema desses, e um atendente do órgão, que ficou colocando um monte de obstáculos para que a solicitação fosse acatada. E que acabou nem sendo feita [ vejam aqui ].
Pensem comigo: a lei que proibiria o uso de aparelhos sonoros nestes veículos data de 1965, sendo mais antiga do que esta que proíbe o fumo nestes locais ( de 1981 ).
Bem, a “Lei do Som” já caducou, na prática. Quem quiser obrigar os demais passageiros a escutarem aquilo que ele quer que ouçam, então assim será. De acordo com o atendente da SPtrans, “tanto motorista quanto o cobrador não têm autonomia para fazer ninguém desligar rádio, celular ou MP3”. No caso de alguém que queira acender um cigarro, ele foi seco: ou os próprios passageiros farão o meliante apagar o cigarro, ou o motorista pára o busão e chama a viatura. Ambos os comportamentos ( o de fumar e o de ouvir som dentro do busão ) são proibidos ( conforme os avisos afixados ), mas só o fumo é coibido, e na dureza da lei, apelando até à força policial, se necessário for.
Bom, se falou que haverá um bocado de gente fiscalizando os locais públicos, como bares e restaurantes, para flagrar fumantes cometendo infrações. O povo vai estar desesperado para acender uma bituca, e sempre com medo de um agente anti-fumo aparecer.
Só que, meu povo, o ônibus é uma “terra de ninguém”: idosos viajam em pé, enquanto jovens ou adultos viajam confortavelmente nos bancos exclusivos a idosos, gestantes e portadores de deficiências. E nem motorista e nem cobrador fazem nada a respeito. Você pode escutar no volume 10 o “Funk do Estupro”, e nem motorista, nem cobrador, farão coisa alguma a respeito ( a SPTrans menos ainda ).
Oras, vamos e venhamos: você acha que, diante de 30, 40 ou 50 passageiros fumantes, ( desesperados até o último fio de cabelo por uma tragadinha de Derby vermelho ) esses mesmos motoristas e cobradores, que já ignoram conscientemente outras agressões ao bom senso, irão se colocar contra estas pessoas, caso elas decidam, todas elas ao mesmo tempo, acender um cigarro dentro do busão? Acha que o ônibus vai parar perto duma viatura com 2 ou 3 policiais, e estes vão prender todas estas pessoas? Você acha que tanto Serra como Kassab iriam designar “agentes anti-fumo”, para fiscalizarem todos os veículos de todas as linhas que circulam na Capital? Será mais fácil que ambas as leis ( a do som no busão e a anti-tabagismo ) acabem sendo extintas, se não na letra escrita, então na prática cotidiana.
Então, a dica está dada: espere o busão passar, dê o sinal, entre, passe pela catraca, arrume um assento reservado a idoso e sente. Pegue a sua carteira de Continental, Fio de Ouro ou Campeão, tire um crivo e o acomode entre os lábios. Pegue a caixa de “Pinheiro”, acenda um palito e leve-o ao cigarro. Dê aquela “puxada”, que é pro cigarro acender melhor. Dê aquela tragada…
Solte a fumaça. Ufffff!!… Que alívio!
Agora pegue o celular e ponha numa música bem animada e aumente o volume. Um ambiente camarada e convidativo desses…é só alegria!

MINISTÉRIO PÚBLICO E CREMESP DENUNCIAM: CONTROLE DE INFECÇÕES NOS HOSPITAIS PAULISTAS É PRECÁRIO!!

Filed under: Cremesp, Ministério Público — Humberto @ 4:10 am
Infecção hospitalar
CREMESP
13-04-2009
Cremesp e Ministério Público revelam falhas no controle da infecção hospitalar no Estado de SP
O controle da infecção hospitalar é deficiente na maioria dos hospitais de São Paulo. Essa é a conclusão do levantamento inédito realizado pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), apresentado à imprensa nesta segunda-feira, 13 de abril.
O Cremesp visitou uma amostra aleatória de 158 hospitais, sendo 56 da capital e região metropolitana e 102 do interior do Estado. Foram aplicados formulários padronizados, previamente elaborados para avaliar a estrutura e as condições de trabalho necessárias para o controle da infecção hospitalar.
O trabalho utilizou roteiro de vistoria desenvolvido em conjunto pelo promotor de Justiça Reynaldo Mapelli Junior, coordenador da Área de Saúde Pública do Ministério Público e pelo Departamento de Fiscalização do Cremesp, com base na legislação que trata do assunto.Segundo o presidente do Cremesp, Henrique Carlos Gonçalves, as entidades que apresentaram problemas já foram notificadas e está prevista uma nova visita do Cremesp e do Ministério Público em 90 dias. “Nossa expectativa é que, durante este período, possa ter havido correção dessas irregularidades e esteja estabelecida a necessidade de se combater a infecção hospitalar com programas de controle e ações efetivas”, completou. A coletiva também contou com as presenças do diretor e primeiro-secretário João Ladislau Rosa, do conselheiro e coordenador do Departamento de Fiscalização Kazuo Uemura e do médico fiscal Fernando Galvanezzi.
Para consultar a íntegra do relatório, clique em
CONTROLE DA INFECÇÃO HOSPITALAR
NOTA OFICIAL
15-04-2009
Estudo sobre controle de infecção hospitalar no Estado de São Paulo
A propósito da lista de estabelecimentos hospitalares que fizeram parte do estudo sobre a situação do controle da infecção hospitalar no Estado de São Paulo, o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) vem a público esclarecer:
– A pesquisa, baseada em parâmetros estritamente científicos, foi realizada pelo Cremesp – por requisição do Ministério Público do Estado de São Paulo – com base em amostra aleatória de 158 instituições hospitalares de um universo de 741. Foram excluídos desse universo os hospitais com menos de 20 leitos de internação e os hospitais psiquiátricos ou asilares.
– Foram pesquisados diversos itens, divididos em cinco blocos: Programa de Controle de Infecções Hospitalares, Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, áreas de procedimentos críticos, central de esterilização de materiais e biossegurança.
– Estes itens têm graus variados de importância. Portanto, não podem ser comparados na mesma relação hospitais que apresentaram diferentes irregularidades.
– Não foi feita nenhuma associação entre a existência ou inexistência de inadequações e o índice de infecção hospitalar das instituições pesquisadas.
– O relatório evidencia uma situação pretérita, uma vez que as vistorias in loco dos hospitais foram feitas no final de 2007 e início de 2008.
– Após a conclusão do estudo, em abril de 2009, o Cremesp notificou os hospitais sobre a necessidade de correção dos problemas diagnosticados. Os responsáveis pelos hospitais foram informados de que deverão ocorrer novas vistorias para verificar as adequações.
– Como o prazo concedido ainda não terminou, situações apontadas no relatório já podem ter sido regularizadas.
– Em decorrência dos fatos acima descritos, o Cremesp não divulgou e recomenda a não utilização da lista dos hospitais da amostra aleatória. Qualificá-los como aprovados ou reprovados, constitui um equívoco.
São Paulo, 14 de abril de 2009
Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo
* Esta nota será publicada na quinta-feira, 16 de abril, nos jornais de grande circulação do Estado de São Paulo

MINISTÉRIO PÚBLICO E CREMESP DENUNCIAM: CONTROLE DE INFECÇÕES NOS HOSPITAIS PAULISTAS É PRECÁRIO!!

Filed under: Cremesp, Ministério Público — Humberto @ 4:10 am
Infecção hospitalar
CREMESP
13-04-2009
Cremesp e Ministério Público revelam falhas no controle da infecção hospitalar no Estado de SP
O controle da infecção hospitalar é deficiente na maioria dos hospitais de São Paulo. Essa é a conclusão do levantamento inédito realizado pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), apresentado à imprensa nesta segunda-feira, 13 de abril.
O Cremesp visitou uma amostra aleatória de 158 hospitais, sendo 56 da capital e região metropolitana e 102 do interior do Estado. Foram aplicados formulários padronizados, previamente elaborados para avaliar a estrutura e as condições de trabalho necessárias para o controle da infecção hospitalar.
O trabalho utilizou roteiro de vistoria desenvolvido em conjunto pelo promotor de Justiça Reynaldo Mapelli Junior, coordenador da Área de Saúde Pública do Ministério Público e pelo Departamento de Fiscalização do Cremesp, com base na legislação que trata do assunto.Segundo o presidente do Cremesp, Henrique Carlos Gonçalves, as entidades que apresentaram problemas já foram notificadas e está prevista uma nova visita do Cremesp e do Ministério Público em 90 dias. “Nossa expectativa é que, durante este período, possa ter havido correção dessas irregularidades e esteja estabelecida a necessidade de se combater a infecção hospitalar com programas de controle e ações efetivas”, completou. A coletiva também contou com as presenças do diretor e primeiro-secretário João Ladislau Rosa, do conselheiro e coordenador do Departamento de Fiscalização Kazuo Uemura e do médico fiscal Fernando Galvanezzi.
Para consultar a íntegra do relatório, clique em
CONTROLE DA INFECÇÃO HOSPITALAR
NOTA OFICIAL
15-04-2009
Estudo sobre controle de infecção hospitalar no Estado de São Paulo
A propósito da lista de estabelecimentos hospitalares que fizeram parte do estudo sobre a situação do controle da infecção hospitalar no Estado de São Paulo, o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) vem a público esclarecer:
– A pesquisa, baseada em parâmetros estritamente científicos, foi realizada pelo Cremesp – por requisição do Ministério Público do Estado de São Paulo – com base em amostra aleatória de 158 instituições hospitalares de um universo de 741. Foram excluídos desse universo os hospitais com menos de 20 leitos de internação e os hospitais psiquiátricos ou asilares.
– Foram pesquisados diversos itens, divididos em cinco blocos: Programa de Controle de Infecções Hospitalares, Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, áreas de procedimentos críticos, central de esterilização de materiais e biossegurança.
– Estes itens têm graus variados de importância. Portanto, não podem ser comparados na mesma relação hospitais que apresentaram diferentes irregularidades.
– Não foi feita nenhuma associação entre a existência ou inexistência de inadequações e o índice de infecção hospitalar das instituições pesquisadas.
– O relatório evidencia uma situação pretérita, uma vez que as vistorias in loco dos hospitais foram feitas no final de 2007 e início de 2008.
– Após a conclusão do estudo, em abril de 2009, o Cremesp notificou os hospitais sobre a necessidade de correção dos problemas diagnosticados. Os responsáveis pelos hospitais foram informados de que deverão ocorrer novas vistorias para verificar as adequações.
– Como o prazo concedido ainda não terminou, situações apontadas no relatório já podem ter sido regularizadas.
– Em decorrência dos fatos acima descritos, o Cremesp não divulgou e recomenda a não utilização da lista dos hospitais da amostra aleatória. Qualificá-los como aprovados ou reprovados, constitui um equívoco.
São Paulo, 14 de abril de 2009
Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo
* Esta nota será publicada na quinta-feira, 16 de abril, nos jornais de grande circulação do Estado de São Paulo

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