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abril 1, 2009

Governo do Paraná reduz o ICMS sobre 95 mil ítens

Filed under: Governo do Estado do Paraná, ICMS, impostos e taxas, Roberto Requião — Humberto @ 12:21 am
PR reduz ICMS para baixar preços aos consumidores
Da Agência Brasil, 31.03.09
Começa a vigorar amanhã (1º), em todo o Paraná, a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre 95 mil itens de consumo popular. O ICMS que incide sobre esses produtos cairá de 25% ou 18% para 12% em operações internas.
Supermercados, magazines e atacadistas deverão expor, em lugar visível, a lista dos produtos com a redução do ICMS. Com isso, a população poderá saber quais estabelecimentos baixaram os preços desses 95 mil itens. Caso não sejam beneficiados pela queda do ICMS, os consumidores podem enviar reclamações por meio do site do governo: http://www.pr.gov.br
A redução do ICMS consta da Lei 16.016, aprovada pela Assembléia Legislativa paranaense em dezembro de 2008. A meta do governo estadual é fazer com que os preços desses 95 mil itens baixem 8%, o que beneficiará principalmente os assalariados. Se não houver esse recuo, o governo do Paraná pode revogar a lei em seis meses.
“Os pessimistas podem achar que o comércio vai absorver a diminuição do imposto e não baixar preços. Impossível, porque a concorrência é muito grande, principalmente nos supermercados e os que não reduzirem os preços vão perder clientela para quem vender mais barato”, disse nesta terça-feira (31) o governador Roberto Requião, durante reunião semanal com os secretários estaduais.
A nova lei determina a redução do tributo em bens de consumo comercializados dentro do estado, principalmente pelo varejo, como alimentos, medicamentos, fármacos, produtos de higiene e de uso doméstico, calçados, vestuário, madeira e eletrodomésticos. Concede ainda isonomia para importações via terrestre, reduzindo a alíquota para 3%. Estabelece equivalência na alíquota de 12% entre sucata e veículos acidentados e ICMS de 12% para energia elétrica consumida por hospitais públicos e filantrópicos.
Com a redução do ICMS, o governo do Paraná deixará de arrecadar R$ 476 milhões por ano. Para compensar a perda, outros produtos e serviços sofrerão aumento da alíquota, como é o caso da gasolina e do álcool anidro, que sobem de 26% para 28%, e da energia elétrica, telefone, bebidas e cigarros, de 27% para 29%. Pelos cálculos divulgados pelo governo, essa contrapartida é estimada em R$ 409,5 milhões.
Paraná reduz ICMS de 100 mil produtos de consumo
Como compensação, o governo do Estado aumentou as alíquotas do imposto sobre gasolina, álcool anidro, energia elétrica, telecomunicações, bebidas e cigarros

Números da crise ( 6 )

Filed under: números da crise — Humberto @ 12:10 am
COMÉRIO COM A VENEZUELA
31 de Março de 2009 – A Câmara de Comércio e Indústria Venezuela-Brasil instala, no dia 2, uma seção no Rio Grande do Sul. O evento ocorre durante almoço no Hotel Sheraton, em Porto Alegre. A empresária Anne Lise Willig Padilha presidirá a entidade. O almoço contará com o presidente da Federação de Câmaras de Comércio e Indústria Venezuela-Brasil, José Francisco Fonseca Marcondes Neto. Segundo Anne Lise, o Rio Grande do Sul tem potencial para aumentar sua presença na Venezuela. “O maior aumento das exportações do Brasil para os venezuelanos em 2008 se deu no setor de alimentos, em artigos de grande produção no estado como frango e carne bovina”. Ela salienta ainda que diversos setores da indústria gaúcha têm encontrado na Venezuela um excelente parceiro comercial. “O setor metal-mecânico mantém boas relações comerciais, exportando máquinas e peças para o setor agrícola e petrolífero. Esse também é o caso de setores como o calçadista, metalúrgico e de insumos agrícolas entre outros”.
(Gazeta Mercantil/Caderno A – Pág. 6, 31.03.09)
Países do Bric escaparão do lamaçal financeiro
Data: 31/03/2009
Crédito: John F. Wasik
Quer reorganizar seu portfólio de ações? Comece com uma estratégia Bric.Conforme estimulado pelo Goldman Sachs Group em 2001, essa abordagem se focaliza no Brasil, Rússia, Índia e China. Embora os mercados acionários desses países tenham ficado abalados como os da América do Norte e Europa em 2008, a maioria poderá se recuperar mais depressa e oferecer um crescimento sustentável.
Apenas a economia da Rússia provoca algumas questões.
Afetada por problemas com empréstimos, desemprego e preços baixos do petróleo, a economia russa irá se contrair este ano e é a mais fraca da família Bric. A população russa diminuiu em 2008 pelo 14 ano consecutivo.
China, Índia e Brasil são outra história. É impossível ignorar o crescimento populacional e o capital humano nesses países em desenvolvimento, que não possuem uma fração sequer das debilidades que o sistema bancário ocidental possui.
Outra razão para a fé renovada na estratégia Bric – ou melhor dizendo, Bic (excluindo a Rússia) – é a eventual separação econômica da China em relação aos Estados Unidos. Em algum momento, a China irá se livrar de sua dependência na receita com exportações e se concentrar na demanda doméstica. Essa é uma boa notícia para os investidores internacionais, diante da população de mais de 1,3 bilhão de chineses.
China, Índia e Brasil não estão sendo tão afetados pelos problemas de débil alavancagem dos EUA e Europa. Os três países são candidatos improváveis aos empréstimos no estilo norte-americano para consertar o mercado bancário e o de imóveis residenciais.E também é pouco provável que os três se vejam atrelados à inflação e às dívidas quando a recessão global terminar.
Com a reunião cúpula do G20 tendo início em 2 de abril, o diretor do Banco Popular da China, Zhou Xiaochuan, sugeriu na semana passada que o dólar não deveria ser mais a moeda reserva do mundo.
A China tem um motivo forte para adquirir sua independência econômica. Embora o crescimento econômico tenha desacelerado frente a 13% em 2007, está sendo sustentado pelo plano de incentivo do governo de US$ 585 bilhões.
Como acontece com o pacote de ajuda dos EUA, os líderes chineses se focalizaram nos projetos de infraestrutura até o final de 2010 e poderão lançar outra rodada.
Os projetos de moradias populares, ferrovias, estradas, aeroportos e de reconstrução na província de Sichuan (devastada por um terremoto no ano passado) estão sendo realizados. A economia da China, terceira maior do mundo, possivelmente avançará quase 8% em 2009. Em contrapartida, as do Japão, Coréia do Sul e Taiwan poderão regredir este ano.
Entretanto, o mercado acionário da China não reflete a relativa força financeira do país.
Ao contrário dos EUA, que tomam emprestadas grandes quantias da China e de outros países para financiar seu programa de incentivos e outros gastos governamentais, a China alavanca sua economia por meio de um gigantesco pool de dinheiro vivo.
Apenas suas reservas em moedas estrangeiras chegam a quase US$ 2 trilhões. E os consumidores chineses são também poupadores prodigiosos.
O futuro da China não é só um mar de rosas. Lidando com um colapso no comércio mundial, o país ainda enfrenta fechamentos maciços de fábricas, inquietação social, e estimados 20 milhões de desempregados.
O prognóstico para o Brasil e Índia também é de crescimento.
O Brasil cresceu 5% no ano passado e o País, rico em recursos naturais, irá se beneficiar com o comércio com a China que também cresce. A Índia, que está recebendo um impulso com o incentivo do governo de US$ 31 bilhões, também verá uma melhoria na demanda doméstica.
Algumas das mais significativas recuperações nos mercados acionários mundiais aconteceram nas bolsas do Bric este ano. Até o final da semana passada, a Bovespa do Brasil avançou mais de 11%, o Micex da Rússia, 31%, BSE Sensex 30 da Índia, cerca de 4%, e o Índice Composto de Xangai da China captara mais de 30% em 2009.
Entretanto, não encare a China ou qualquer outro país em desenvolvimento como um salvador instantâneo para seu portfólio.
Os mercados emergentes individualmente ainda são muito voláteis.
Invista no longo prazo em um índice internacional amplamente diversificado ou em um fundo negociado em bolsa como o Vanguard Total World Stock Fund, ou o iShares S&P Global 100 Index Fund.
No meio tempo, pense além do atual lamaçal financeiro que afeta as importantes economias industriais. Se você pode se dar ao luxo de permanecer no mercado de ações, seu melhor investimento pode ser o que for mais distante e menos visado.

IGP-M cai em março e tem menor taxa desde 2003
30/03/2009
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) caiu 0,74% em março, após avançar 0,26% em fevereiro, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Segundo a entidade, é a menor taxa do indicador desde junho de 2003, quando o IGP-M caiu 1%. Ainda de acordo com a FGV, entre os três indicadores que compõem o IGP-M de março, o Índice de Preços por Atacado – Mercado (IPA-M) caiu 1,24% este mês, após registrar elevação de 0,20% no mês anterior, e registrou o menor resultado nesse tipo de indicador também desde junho de 2003. Já o Índice Nacional de Custos da Construção – Mercado (INCC-M) também registrou deflação, de 0,17% em março, após registrar subir 0,35% em fevereiro, e apresentou a menor taxa desde abril de 1998, quando o índice caiu 0,46%. Por sua vez, o Índice de Preços ao Consumidor – Mercado (IPC-M) apresentou alta de 0,43% em março, leve avanço em comparação com o aumento de 0,40% em fevereiro, e registrou a maior taxa desde janeiro deste ano. Até março, o IGP-M acumula queda de 0,92% no ano e alta de 6,27% nos últimos 12 meses. O IGP-M é muito usado para cálculo de reajustes nos preços de aluguel. O período de coleta de preços para cálculo do indicador de março foi do dia 21 de fevereiro a 20 de março. (AE)

Filed under: Editora Abril — Humberto @ 12:03 am
O POST “Ciocchi acusa Abril de copiar projeto” FOI RETIRADO DO AR A PEDIDO DO SR. FÁBIO CIOCCHI EM 04/03/2011. VER COMENTÁRIO EM:
https://humbertocapellari.wordpress.com/2011/03/03/alstom-siemens-e-o-propinoduto-europeu-no-brasil-por-emerson-leal/#comments

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