ENCALHE ( Descontinuado em 05.10.2013 )

novembro 18, 2006

Medo da chuva

Filed under: WordPress — Humberto @ 7:15 pm

Essa aqui faz tempo – sem trocadilhos – que pretendo escrever.
Ricardo – um dos 3 ou 4 visitantes cibernéticos deste blog – solicitou que fosse postado sobre o tema:
“Alterações climáticas propositais: o tempo como arma de destruição em massa”


Na verdade, como não passo de um curioso por coisas curiosas, vou apenas colocar aqui trechos de uns escritos que achei por aí, não sei se existe alguma base científica nisso tudo.

1. Um dia desses, acho que 4 ou 5 de Julho de 2006, saiu no JB, sob a rúbrica “Clima”, um texto intitulado “Brincar de Deus é tarefa difícil” e, sob o título, a chamada “Investimentos em modificação do tempo caíram com o pessimismo dos cientistas”;
( Oba!! Acabei de achar este texto em inglês, da Reuters, e publicado no site Planet Ark. )
De forma resumida, diz o seguinte: Não existiriam provas de que as tentativas de alterações climáticas promovidas pelo homem, para diversas finalidades ( conter a desertificação, por exemplo ) , tenham tido algum sucesso ( excetuando a dispersão da neblina, o que é considerado útil, em se tratando dos arredores dos aeroportos) que merecesse a continuidade dos financiamentos para pesquisas, por parte dos governos.
Rússia e China, entretanto, alegam ter feito mais do que dispersar neblina: o primeiro diz ter conseguido interromper chuvas, que ocorreriam durante uma parada em Moscou, em 2005; o segundo diz ter enchido um rio ( o Amarelo, segundo maior do país ) , por quatro vezes, graças às chuvas criadas por seus cientistas. O país asiático espera, ainda, “manter o clima sob controle” nas Olimpíadas de 2008.

2. O livro se chama “América Latina Dois Pontos”, publicado pela CODECRI em 1978, e trata-se de uma coletânea de crônicas, publicadas no PASQUIM, do excepcional jornalista e especialista em questões internacionais Newton Carlos.
Uma dessas crônicas ( “Pega, Fifi, Pega” , pág. 134) trata de algo difícil de acreditar: segundo denúncia de um cientista mexicano – Jorge Vivo, então diretor do Centro de Pesquisa Geográfica da Universidade do México – cientistas americanos teriam reativado, por meios artificiais ( injetando-lhe iodeto de prata ) , um furacão – o “Fifi”- já enfraquecido, quando este encontrava-se próximo ao México e desviaram sua trajetória, jogando-o sobre Honduras , causando milhares de mortes e prejuízos financeiros de milhões de dólares.
Vivo teria responsabilizado o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos, instalado na Flórida, cujo diretor negou a denúncia mas confirmou a possibilidade de tal “tratamento” dos furacões. Existia o temor de que os EUA dispusessem de tecnologia que lhes permitisse jogar calamidades naturais em seus vizinhos, sem recursos que lhes permitam defender-se da ameaça, na intenção de protegerem-se delas. A operação já seria possível, podendo ter, talvez, implicações militares ( Armas meteorológicas ) .
É pouco? Siga com a leitura.
Newton Carlos sugeriu a leitura da edição 50 da revista “Military Rewiew” que traria artigo sobre as denominadas “armas étnicas”, que consistiriam, obviamente, em armas contra “determinados grupos étnicos ou raças humanas”. Por exemplo: devido a particularidades ( ou deficiências ) genéticas, certas populações do sudeste asiático apresentariam intolerância a lactose, o que não ocorria com os “brancos caucasianos”. Essa vulnerabilidade os tornaria sujeitos ao emprego, contra si, do leite como arma química.
A lista de possíveis armas meteorológicas envolveria, também, o emprego dos raios solares; ventanias criadas artificialmente, para abrir brechas na camada de ozônio, o que permitiria a penetração dos raios ultra-violeta em locais pré-definidos no globo; explosões nucleares nas regiões polares, com o intuito de causar meremotos capazes de destruir grandes cidades; produção de terremotos artificialmente, mediante a injeção de substâncias líquidas na terra ou por explosões atômicas subterrâneas.
Newton Carlos termina o texto, com a informação de que o Pentágono, após três anos de negativas, admitira o emprego da produção de chuva artificial, como arma de guerra, no Vietnam, em uma data incerta, entre 1967 e 1972.

3. Mais para o campo do fantástico: Matéria de 6 páginas na revista UFO de Dezembro ( ed. 128 ) , discute a polêmica sobre o sistema HAARP.
link 1
link 2
link 3
link 4 ( Portal Unicamp)


Como se vê, descontando-se a má vontade de céticos – alguns com certa razão – é um assunto que merece nossa atenção.
No caso do HAARP, trata-se de um “(…) artefato, operando com emissões de poderosíssimas ondas eletromagnéticas (…) , transmissor capaz de manipular a ionosfera, interceptando as comunicações do mundo todo e substituíndo-as por suas próprias (…) “. (UFO, ed. 128 )
Atribui-se também, a esse aparato, a capacidade de alterar o pensamento e a emoção das pessoas, controle meteorológico, reversão magnética polar e outras possibilidades, apontadas, infelizmente, utilizando-se linguagem técnica difícil para um leigo como eu entender.
Na matéria da UFO consta, ainda, a suspeita de que o HAARP teria sido o responsável pela explosão da naves Colúmbia e Challenger.

O que permitiria aos embasbacados cidadãos comuns, fazer a seguinte pergunta:

” Teria o HAARP alguma participação nos acidentes do foguete na Base de Alcântara e do choque entre os aviões Legacy e Boeing ? “

Blog no WordPress.com.