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novembro 14, 2006

Sobre Sader e Bornhausen

Filed under: WordPress — Humberto @ 2:27 am

Para começar, afirmo que não gosto do Emir Sader, muito menos de Jorge Bornhausen. O primeiro foi condenado por assacar inverdades e aleivosias contra o segundo. Condenado, segundo minha memória, à indenização e à PERDA DO EMPREGO de professor de ciência política da UFRJ.
Não gosto de pessoas que têm muito lado, ou seja, que estão absolutamente certas daquilo que acreditam. Sader é um desses, Bornhausen também. Quanto mais volúvel a crença, mais rica ela pode ficar. O sectarismo obnubila a verdade. E, no caso em tela, os dois são sectários: Sader, o esquerdista; Jorge, o direitista.
Santa Catarina é, sem sombra de dúvida, o estado mais racista do Brasil. Muito provável, por dedução, que o senador catarinense estivesse falando em “se livrar daquela raça” no sentido estrito da frase, por sua educação, o que absolveria Sader da acusação de racismo. Mas o radicalismo de Sader, externado em sua obra, pode ter pintado o quadro com tintas mais carregadas, fato que o condena. Veredicto, ninguém tem razão nesta demanda.

Porém, o que me causou espécie na sentença, foi que CALÚNIA E DIFAMAÇÃO GERA PERDA DE EMPREGO, sendo que o emprego do condenado não é de jornalista, e sim de professor. Alguém poderia me explicar?

Sujeitinho abjeto

Filed under: WordPress — Humberto @ 1:31 am

Espero pronunciar o nome dessa pessoa pela última vez neste espaço. O problemático, neurótico, errático e pernóstico cidadão denominado pelo pobre rico pai como Diogo Mainardi cometeu, em um podcast assinado, um crime. Um não, vários, bem ao estilo dos cometidos anteriormente: covarde. Covarde porque não assume diretamente sua opinião, utilizando-se de artifícios infantis (bem ao estilo de seu texto); covarde pois se arvora da liberdade de imprensa para atacar desafetos sem precisar provar nada; covarde, supremamente, por saber que o veículo que utiliza para suas investidas (Editora 1º de Abril) é amplamente protegido pela justiça, poder temeroso de ter suas mazelas -muitas!- divulgadas em suas páginas.

Mas o que mais me intriga é saber como Mainardi, que quando acorda pela manhã e mira-se no espelho, declama, altivo: “Oh, como sou inteligente!”, aceita prestar o papel de franco-atirador da Brigada Civita. Um verdadeiro inocente útil, ou, como diz a Dione, um inocente inútil. Ou, como eu mesmo digo, um grandissíssimo IMBECIL. Imbecil também como seus fiéis seguidores-leitores, incapazes de qualquer julgamento a respeito de suas sandices, comparando-o a Paulo Francis (como se grande coisa fosse…).
Na verdade, minha vontade era de assacar um cipoal de inverdades e aleivosias contra esse cidadão de reputação ilibada, mas acho que o melhor, mesmo, é deixá-lo ser carcomido pela sua presunção e burrice.

Pelo que li, acaba de ser condenado em um processo anterior contra Mino Carta. Que venham outros. Franklin Martins, Eliane Cantanhêde (até tu??? foi sem querer querendo…) e tantos outros, tão esperando o que? MAINARDI NO RDD! Cadeia nele!

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