Toda essa celeuma em torno dos péssimos resultados da educação do Estado de São Paulo, o Estadão publicando elogios da “oposição” ao plano do governo Federal, Paulo Renato até se oferecendo para ajudar – o que me faz perguntar o porquê do governo Serra não tê-lo convidado para integrar seu secretariado, considerando que o ex-ministro Paulo Renato foi celebrado, naqueles bons tempos, como tendo promovido uma “revolução na Educação” e até mesmo se especulou, por diversas vezes, que seria o candidato de FHC à sua sucessão – e não tenho visto espaço para o professor ( ou seu sindicato) , para que este fale livre, sem amarras a respeito de sua condição. Aliás o Estadão, nessa matéria a que me refiro, mostra a opinião de economista, “gestor”, presidente de ONG ( Instituto Ayrton Senna ) e político, mas educadores, pedagogos, mesmo professores da rede pública, não vi nada. E os alunos, apontados como vítimas.
Como se fossem as únicas. Leiam, se tiverem oportunidade, a revista EDUCAÇÃO deste mês. Ficarão sabendo, entre outras coisas, que aumentam vertiginosamente os casos de transtornos psiquiátricos entre os docentes. Não é para menos. Sei de um caso no qual o professor foi ameaçado por um aluno – já adulto -, se recusou a voltar àquela sala até que a direção resolvesse o problema, e foi ameaçado por um supervisor de sofrer um processo administrativo, caso não retornasse à sala. Como se não bastasse, o supervisor proclamou diante dos alunos e na presença do professor, que “não era interessante para a escola promover a repetência de alunos”, ou seja, desautorizou o professor enquanto autoridade na sala de aula. Para piorar o cenário, quando o professor necessita de auxílio médico, os hospitais que atendem ao servidor público ( que se mantém funcionando mediante o desconto em holerite ) andam, literalmente, às baratas. Semanas passam até que se seja atendido. Filas imensas. Faltam médicos. E secretários de Educação aparecem nos jornais dizendo que irão moralizar uma tal de “indústria de licenças médicas” ou “indústria de afastamentos”, que isso é que causa a falta de professores na escola, prejudicando os alunos. Quanta hipocrisia.
Nesses dias faleceu a sra. Yara Vargas. Confesso que nunca ouvira falar de sua existência. Somente agora, quando morreu.
Mas ligeira busca na Internet nos oferece suporte.
A parte que interessa aqui, diz sobre sua participação na implantação dos CIEPS, no governo Brizola ( RJ ) . Imaginemos se esse projeto tivesse continuado.

TRIVELA
Carta Maior
CASA VIDA
Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
HORA DO POVO
IBGF – Instituto Brasileiro Giovanni Falcone
NOSSA HAPPYLÂNDIA
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PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
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REVISTA FÓRUM – Outro mundo em debate
Y. COPRÓFAGOS ANÔNIMOS
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