Punks
Estão circulando e-mails cujo conteúdo prega o voto nulo.
Seu teor moralista evidencia a origem classe-média de seus idealizadores.A engenharia de certo processo, que culminaria na “vitória” eleitoral do voto nulo, forçaria a realização de novas eleições, mas os candidatos que participaram da malfadada não poderiam participar desta.
Sem entrar no mérito da viabilidade ou não de tal proposta, pergunte-se:
Por quê?
“Us pulítico é tudu ladrão!!”
(ditado popular)
(ditado popular)
É comum escutarmos o DIto acima. Apesar de parecer um mero lugar-comum ou frase-feita proferida de forma irrefletida, tem o efeito de criar um estado de espírito anti-democrático, caso não seja incansávelmente questionada em seu teor.
Sem maiores divagações teóricas ou históricas – somos leigos, lembram ? – queiramos ou não, o Brasil vive sob o regime da democracia representativa, e somos chamados a escolher nossos representantes para os cargos executivos e legislativos. Escolhemos os indivíduos que melhor representariam nossos anseios e interesses, filiados aos diversos partidos políticos de diversas ( nem tanto ) linhas ( ideológicas ) de pensamento.
Para poder ter o privilégio de nosso voto, o candidato deverá nos convencer da viabilidade de suas propostas, que deverão trazer os maiores benefícios para nossa sociedade.
Mesmo assim, delegando a terceiros a tarefa de conduzir nossos destinos cotidianamente, isso não nos permite “cochilar”, e assim, convenientemente, eximirmo-nos de responsabilidades que são, de fato, nossas.
Devemos acompanhar as ações de nossos representantes.
Mais que isso : Somos obrigados a nos aprimorar continuamente, como pessoas e cidadãos. Aprender.
Há uma infinidade de campos e assuntos que podemos tentar entender seus fundamentos.
O que realmente sabemos a respeito da Administração Pública? E sobre Economia? Já se perguntou o que seria balanço de pagamentos? Conseguiu responder?
Lemos nos jornais, ouvimos “especialistas”, somos influenciados pelas opiniões alheias, tudo bem.
Mesmo assim, delegando a terceiros a tarefa de conduzir nossos destinos cotidianamente, isso não nos permite “cochilar”, e assim, convenientemente, eximirmo-nos de responsabilidades que são, de fato, nossas.
Devemos acompanhar as ações de nossos representantes.
Mais que isso : Somos obrigados a nos aprimorar continuamente, como pessoas e cidadãos. Aprender.
Há uma infinidade de campos e assuntos que podemos tentar entender seus fundamentos.
O que realmente sabemos a respeito da Administração Pública? E sobre Economia? Já se perguntou o que seria balanço de pagamentos? Conseguiu responder?
Lemos nos jornais, ouvimos “especialistas”, somos influenciados pelas opiniões alheias, tudo bem.
Mas é certo tornarmo-nos “viciados”, a ponto de pensar que as mesmas fontes de informação de sempre são as melhores?
Guiados por manchetes, levados a pensar que a proposta “X” é boa para o país sem reconhecer, honestamente, que pouco sabemos a respeito da matéria em questão.
Guiados por manchetes, levados a pensar que a proposta “X” é boa para o país sem reconhecer, honestamente, que pouco sabemos a respeito da matéria em questão.
Ignoramos que os próprios veículos propagadores de certas idéias, muitas vezes, estão eles interessados na questão.
Voltarei ao assunto

TRIVELA
Carta Maior
CASA VIDA
Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
HORA DO POVO
IBGF – Instituto Brasileiro Giovanni Falcone
NOSSA HAPPYLÂNDIA
Portal IBASE
PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
QUERO UM BICHO
REVISTA FÓRUM – Outro mundo em debate
Y. COPRÓFAGOS ANÔNIMOS
YOU TUBE
ALERTA TRANSGÊNICOS ( OBS: BANIDO )
ALTERNATIVE TENTACLES
GREG PALAST
ADSL Residencial
Antivírus
LIVRARIA CULTURA
Virtual Books


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