ENCALHE

agosto 20, 2009

Violência: novas estatísticas retratam o que é o governo Serra

Essa saiu em março deste ano:
Serra diz que Protógenes não merece resposta de governador
” ( … ) Em entrevista ao portal UOL, o delegado afirmou que “a segurança pública do Estado retrata bem o que é hoje o governo Serra”. Em resposta, o governador disse que, se for assim, sua administração vai bem, citando a queda em indicadores de criminalidade, como o índice de homicídio no Estado ( … )”
Bem, alguns meses depois, somos soterrados por informações nada agradáveis. Cito uma: 80% de aumento nos latrocínios na Capital. É bem a cara do governo Serra…

abril 28, 2009

Comissão Pastoral da Terra divulga dados sobre os conflitos no campo

Comissão Pastoral da Terra divulga dados sobre os conflitos no campo
Adital, 28.04.09 -
Em 2008, o número de conflitos no campo diminuiu, porém o número de pessoas assassinadas foi mantido em relação a 2007, alcançando 28. As informações foram divulgadas hoje (28) pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), durante uma coletiva dentro da 47ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Indaiatuba, no Estado de São Paulo.
Os dados de conflitos no campo no Brasil revelam um aumento da violência em 2008, pois, em 2007, registrava-se uma morte em cada 54 conflitos, já em 2008, houve uma morte em cada 42 conflitos. A Amazônia é a região com maior número de mortes, 72%. Mais da metade dos conflitos atingem diretamente as populações tradicionais, o que evidencia o interesse do capital sobre territórios ocupados por essas comunidades.
Segundo a CPT, a ausência da reforma agrária tem mantido a conflitividade e a violência no campo. Mesmo com uma redução de 23% no número total dos conflitos de 2007 para 2008, o número total de pessoas envolvidas continua elevado, bem como o número de assassinatos. A Comissão destaca que 47% dos conflitos no campo ocorreram na Amazônia Legal. O Pará continua a ser o estado com o maior número de conflitos (245), seguido pelo vizinho estado do Maranhão (101) que ocupa o segundo lugar.
De acordo com as análises do professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Carlos Walter Porto-Gonçalves, os dados da CPT mostram uma mudança significativa na geografia dos assassinatos, posto que o ano de 2008 retoma o padrão histórico da geografia da violência, onde o Pará ocupa o primeiro lugar com 46,4% dos casos ocorridos no país, enquanto em 2007 ele contava com apenas cerca de 18% do total de assassinatos.
Essa queda, segundo o professor, deu-se devido à repercussão do assassinato da freira Dorothy Stang, o que ensejou que os governos federal e estadual tomassem medidas que, como demonstram os dados de 2008, não tocaram no padrão histórico de violência que vem caracterizando a reprodução da nossa estrutura de poder.
Em relação aos protagonistas da luta pela terra, os Sem-Terra participaram de 36,3% dos conflitos em 2008, evidenciando uma queda em comparação com 2007, quando protagonizaram 44% dos conflitos.
As populações tradicionais passaram então a ocupar o primeiro lugar em 2008 com 53% do total. A análise afirma que a prevalência dessas duas categorias está relacionada ao fato de que os Sem-Terra de hoje são as populações que ocupavam terras e foram expropriadas e, entre essas, as populações tradicionais ocupam um lugar cada vez mais protagônico, o que indica a atualidade do grave processo expropriatório que está em curso desde os anos 1970.
A CPT destaca também uma nova onda de criminalização dos movimentos sociais do campo e de suas lideranças propagada em 2008. A Comissão cita casos de defensores de direitos humanos que foram condenados à prisão ou ao pagamento de multas. Um dos casos ocorreu em Alagoas. Ex-coordenadores do Movimento Terra, Trabalho e Liberdade (MTL), os irmãos Valdemir Augustinho de Souza e Ivandeje Maria de Souza foram condenados a 24 anos de prisão pelos crimes de formação de quadrilha, dano ao patrimônio, roubo qualificado e extorsão. A Pastoral ressalta ainda o aumento de denúncias de trabalho escravo em 2008. No ano passado, registrou-se 5,6% de denúncias a mais que em 2007. O número de pessoas libertadas alcançou, em 2008, seu segundo maior número histórico desde a criação do Grupo Móvel: 5.266, logo atrás do ano anterior 5.974. O maior número de trabalhadores libertados foi no setor sucro-alcooleiro, 2553 pessoas, 48% do total.

Comissão Pastoral da Terra divulga dados sobre os conflitos no campo

Comissão Pastoral da Terra divulga dados sobre os conflitos no campo
Adital, 28.04.09 -
Em 2008, o número de conflitos no campo diminuiu, porém o número de pessoas assassinadas foi mantido em relação a 2007, alcançando 28. As informações foram divulgadas hoje (28) pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), durante uma coletiva dentro da 47ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Indaiatuba, no Estado de São Paulo.
Os dados de conflitos no campo no Brasil revelam um aumento da violência em 2008, pois, em 2007, registrava-se uma morte em cada 54 conflitos, já em 2008, houve uma morte em cada 42 conflitos. A Amazônia é a região com maior número de mortes, 72%. Mais da metade dos conflitos atingem diretamente as populações tradicionais, o que evidencia o interesse do capital sobre territórios ocupados por essas comunidades.
Segundo a CPT, a ausência da reforma agrária tem mantido a conflitividade e a violência no campo. Mesmo com uma redução de 23% no número total dos conflitos de 2007 para 2008, o número total de pessoas envolvidas continua elevado, bem como o número de assassinatos. A Comissão destaca que 47% dos conflitos no campo ocorreram na Amazônia Legal. O Pará continua a ser o estado com o maior número de conflitos (245), seguido pelo vizinho estado do Maranhão (101) que ocupa o segundo lugar.
De acordo com as análises do professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Carlos Walter Porto-Gonçalves, os dados da CPT mostram uma mudança significativa na geografia dos assassinatos, posto que o ano de 2008 retoma o padrão histórico da geografia da violência, onde o Pará ocupa o primeiro lugar com 46,4% dos casos ocorridos no país, enquanto em 2007 ele contava com apenas cerca de 18% do total de assassinatos.
Essa queda, segundo o professor, deu-se devido à repercussão do assassinato da freira Dorothy Stang, o que ensejou que os governos federal e estadual tomassem medidas que, como demonstram os dados de 2008, não tocaram no padrão histórico de violência que vem caracterizando a reprodução da nossa estrutura de poder.
Em relação aos protagonistas da luta pela terra, os Sem-Terra participaram de 36,3% dos conflitos em 2008, evidenciando uma queda em comparação com 2007, quando protagonizaram 44% dos conflitos.
As populações tradicionais passaram então a ocupar o primeiro lugar em 2008 com 53% do total. A análise afirma que a prevalência dessas duas categorias está relacionada ao fato de que os Sem-Terra de hoje são as populações que ocupavam terras e foram expropriadas e, entre essas, as populações tradicionais ocupam um lugar cada vez mais protagônico, o que indica a atualidade do grave processo expropriatório que está em curso desde os anos 1970.
A CPT destaca também uma nova onda de criminalização dos movimentos sociais do campo e de suas lideranças propagada em 2008. A Comissão cita casos de defensores de direitos humanos que foram condenados à prisão ou ao pagamento de multas. Um dos casos ocorreu em Alagoas. Ex-coordenadores do Movimento Terra, Trabalho e Liberdade (MTL), os irmãos Valdemir Augustinho de Souza e Ivandeje Maria de Souza foram condenados a 24 anos de prisão pelos crimes de formação de quadrilha, dano ao patrimônio, roubo qualificado e extorsão. A Pastoral ressalta ainda o aumento de denúncias de trabalho escravo em 2008. No ano passado, registrou-se 5,6% de denúncias a mais que em 2007. O número de pessoas libertadas alcançou, em 2008, seu segundo maior número histórico desde a criação do Grupo Móvel: 5.266, logo atrás do ano anterior 5.974. O maior número de trabalhadores libertados foi no setor sucro-alcooleiro, 2553 pessoas, 48% do total.

março 23, 2009

Eleitores tucanodemos querem que polícia "linche e fuzile" ladrões de condomínios no Paraíso, mas não falam p**a nenhuma sobre corrupção em Secretaria

É a boa e velha hipocrisia da famigerada classe-média paulistana. Aquela que eu adoro quando se afoga no esgoto em que o Kassab está transformando a cidade.
Saiu na Folha, em 08 de Março: “Arrastão em prédio de SP termina com oito presos; assista vídeo e leia relato”. A repórter destacada para a matéria escreveu:
“Era perto da meia-noite, quando o quarteirão normalmente calmo do Paraíso (zona sul de São Paulo) irrompeu em palmas e gritos. “Mataaaa.” “Linchaaaa.” “Vagabundoooos” “Filhos da…taaaaa.” As palmas eram para a polícia, que naquele momento prendia oito homens de uma quadrilha especializada em assalto a prédios, pondo fim a uma hora de terror, com disparo de tiros e pânico de reféns, adrenalina no bairro ( … ) A seguir, houve vários disparos de arma de fogo (nenhuma rajada) e ouviu-se a voz forte do policial da Força Tática, dentro da área comum do prédio: “Se matar um (refém), morrem todos vocês” ( … ) O homem que parecia ser o líder do grupo, vestido de branco, aceitou a rendição. Todos os assaltantes colocados em um paredão lateral do prédio, e já um grito se ouviu: “Fuzilaaaaaa” ( … ) – e, finalmente: “( … ) Na alegria do bangue-bangue de final feliz, a única nota destoante foi a fuga de um ou dois assaltantes. “Tomara que sejam encontrados bem longe daqui, para a polícia fazer o trabalho completo“, dizia uma vizinha, meia-dúzia de bem-casados nas mãos, que voltava de um casamento.
À 1h, o Paraíso voltou à calma. Os moradores puderam dormir.”
Me pareceu que o texto foi encerrado com uma ponta de ironia. Merecida, diga-se de passagem. Eu sugiro que visitem o site e leiam o texto inteiro, já que eu só extraí as partes mais sórdidas, que são aquelas com a forte participação dos ínclitos e pacíficos cidadãos de bem do bairro do Paraíso, dando a receita de como, segundo eles, a polícia tem que agir no combate à criminalidade. Em síntese, esse é o tipo de lixo auto-indulgente capaz de contratar os préstimos profissionais de grupos como estes “Highlanders”, ou esquadrões da Morte que trucidam moradores de rua. E que se impressiona com a “genialidade” de gente como o Daniel Dantas.
Antes de prosseguir, me adianto e respondo: eu não sei se tais eleitores são “tucanodemistas” como afirmei no título do post. Mas, fato é que Kassab teve 82% dos votos da zona eleitoral de Vila Mariana, que compreende o bairro do Paraíso. Então, é um chute, mas o modo de pensar dessa gentalha é bem característico.
Fosse feita uma enquete no local, é razoável adivinhar que eles não prescreveriam o mesmo remédio para secretários-adjuntos de Segurança envolvidos em corrupção grossa e braba, ou para delegados que compram cargos na Polícia Civil prevendo o quanto vão conseguir com extorsão a membros de facções criminosas.
NOTÍCIA-BÔNUS:
STJ concede progressão de regime a condenado por agredir doméstica
Leonardo Pereira de Andrade, condenado por agredir a empregada doméstica Sirlei Dias de Carvalho na madrugada de 23 de junho de 2007, na Barra da Tijuca (RJ), cumprirá a pena em regime semiaberto. Por unanimidade, a Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou seu pedido de liberdade provisória, mas lhe concedeu, de oficio, o direito à progressão do regime fechado para o semiaberto.
Preso preventivamente desde 2007 e condenado à pena de seis anos e oito meses de reclusão em regime fechado, Leonardo Pereira pediu a revogação de sua prisão preventiva para que possa recorrer da sentença em liberdade. No habeas-corpus, a defesa reiterou tratar-se de réu primário, com bons antecedentes e residência no local onde ocorreu o crime
Segundo o relator, ministro Og Fernandes, a custódia provisória imposta ao paciente e mantida na sentença condenatória mostra-se devidamente fundamentada em razão da necessidade de garantia da ordem pública. Ressaltou, ainda, que, nos termos do artigo 393, inciso I, Código de Processo Penal, não tem direito de apelar em liberdade o réu que permaneceu preso durante toda a instrução criminal, salvo quando o ato que originou a prisão cautelar for ilegal, situação inocorrente no caso em exame.
Entretanto, no que diz respeito ao regime prisional, o ministro destacou que, diante da flagrante ilegalidade na fixação do regime mais gravoso, impõe-se a concessão da ordem, de ofício, para garantir ao paciente o direito de iniciar o cumprimento da pena no regime semiaberto. Para o relator, ao fixar o regime prisional com base em antecedentes de um processo criminal sem trânsito em julgado e no qual o paciente foi posteriormente absolvido, o juiz de primeiro grau contrariou a jurisprudência do STJ.
De acordo com o processo, Leonardo e outros quatro jovens saíram de carro após uma festa e pararam em um ponto de ônibus na Barra da Tijuca, bairro da cidade do Rio de Janeiro, onde agrediram uma doméstica e lhe roubaram a bolsa, que continha um celular e uma carteira com R$ 47 em espécie. Eles alegaram ter confundido a mulher com uma prostituta. O crime foi testemunhado por um taxista que anotou a placa do carro de um dos rapazes, levando à prisão dos agressores. ( STJ, 19.03.09 )
HÁ DOIS ANOS:
Estudante condenado por violentar menina consegue liberdade
Folha Online, 23/03/2007
A Justiça de São Paulo concedeu nesta sexta-feira habeas corpus ao universitário Gaby Boulos, 28, preso na semana passada após ser condenado por atentado violento ao pudor contra uma menina de 12 anos. A vítima jogava malabares em um semáforo quando foi abordada, em 2005.
Boulos foi condenado a dez anos de prisão, no último dia 15, quando também foi expedido um mandado de prisão contra ele.
Com a liminar, ele ganha o direito de apelar em liberdade. A defesa do universitário afirmou que vai tentar reformar a sentença de primeiro grau.
Crime
O crime aconteceu no dia 20 de dezembro de 2005. A menina relatou à polícia que jogava malabares com um amigo de 13 anos quando um homem os convenceu a entrar no carro, um Peugeot cinza, para comer um lanche. Após rodar um tempo, o motorista mandou o garoto descer e seguiu com a menina.
Ela relatou à polícia que foi violentada no carro durante quase uma hora e, em seguida, abandonada em frente a um restaurante da região. A menina foi socorrida pelo manobrista do restaurante, a quem ditou a placa do carro.
O primeiro pedido de prisão de Boulos, feito dias depois pela Polícia Civil, foi indeferido pela Justiça por falta de provas. Após a Justiça negar a prisão, a polícia conseguiu uma foto de Boulos e a apresentou às crianças, que o apontaram como o motorista do carro.
Com isso, a polícia fez novo pedido de prisão e Boulos foi detido no CDP ( Centro de Detenção Provisória) Pinheiros. No entanto, o ministro Marco Aurélio de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal ), concedeu uma liminar em habeas corpus ao universitário.
Após a condenação, Boulos foi preso perto de casa. Segundo a polícia, ele tentou escapar quando viu os carros da polícia se aproximando, mas foi detido próximo ao estádio do Morumbi.

Eleitores tucanodemos querem que polícia "linche e fuzile" ladrões de condomínios no Paraíso, mas não falam p**a nenhuma sobre corrupção em Secretaria

É a boa e velha hipocrisia da famigerada classe-média paulistana. Aquela que eu adoro quando se afoga no esgoto em que o Kassab está transformando a cidade.
Saiu na Folha, em 08 de Março: “Arrastão em prédio de SP termina com oito presos; assista vídeo e leia relato”. A repórter destacada para a matéria escreveu:
“Era perto da meia-noite, quando o quarteirão normalmente calmo do Paraíso (zona sul de São Paulo) irrompeu em palmas e gritos. “Mataaaa.” “Linchaaaa.” “Vagabundoooos” “Filhos da…taaaaa.” As palmas eram para a polícia, que naquele momento prendia oito homens de uma quadrilha especializada em assalto a prédios, pondo fim a uma hora de terror, com disparo de tiros e pânico de reféns, adrenalina no bairro ( … ) A seguir, houve vários disparos de arma de fogo (nenhuma rajada) e ouviu-se a voz forte do policial da Força Tática, dentro da área comum do prédio: “Se matar um (refém), morrem todos vocês” ( … ) O homem que parecia ser o líder do grupo, vestido de branco, aceitou a rendição. Todos os assaltantes colocados em um paredão lateral do prédio, e já um grito se ouviu: “Fuzilaaaaaa” ( … ) – e, finalmente: “( … ) Na alegria do bangue-bangue de final feliz, a única nota destoante foi a fuga de um ou dois assaltantes. “Tomara que sejam encontrados bem longe daqui, para a polícia fazer o trabalho completo“, dizia uma vizinha, meia-dúzia de bem-casados nas mãos, que voltava de um casamento.
À 1h, o Paraíso voltou à calma. Os moradores puderam dormir.”
Me pareceu que o texto foi encerrado com uma ponta de ironia. Merecida, diga-se de passagem. Eu sugiro que visitem o site e leiam o texto inteiro, já que eu só extraí as partes mais sórdidas, que são aquelas com a forte participação dos ínclitos e pacíficos cidadãos de bem do bairro do Paraíso, dando a receita de como, segundo eles, a polícia tem que agir no combate à criminalidade. Em síntese, esse é o tipo de lixo auto-indulgente capaz de contratar os préstimos profissionais de grupos como estes “Highlanders”, ou esquadrões da Morte que trucidam moradores de rua. E que se impressiona com a “genialidade” de gente como o Daniel Dantas.
Antes de prosseguir, me adianto e respondo: eu não sei se tais eleitores são “tucanodemistas” como afirmei no título do post. Mas, fato é que Kassab teve 82% dos votos da zona eleitoral de Vila Mariana, que compreende o bairro do Paraíso. Então, é um chute, mas o modo de pensar dessa gentalha é bem característico.
Fosse feita uma enquete no local, é razoável adivinhar que eles não prescreveriam o mesmo remédio para secretários-adjuntos de Segurança envolvidos em corrupção grossa e braba, ou para delegados que compram cargos na Polícia Civil prevendo o quanto vão conseguir com extorsão a membros de facções criminosas.
NOTÍCIA-BÔNUS:
STJ concede progressão de regime a condenado por agredir doméstica
Leonardo Pereira de Andrade, condenado por agredir a empregada doméstica Sirlei Dias de Carvalho na madrugada de 23 de junho de 2007, na Barra da Tijuca (RJ), cumprirá a pena em regime semiaberto. Por unanimidade, a Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou seu pedido de liberdade provisória, mas lhe concedeu, de oficio, o direito à progressão do regime fechado para o semiaberto.
Preso preventivamente desde 2007 e condenado à pena de seis anos e oito meses de reclusão em regime fechado, Leonardo Pereira pediu a revogação de sua prisão preventiva para que possa recorrer da sentença em liberdade. No habeas-corpus, a defesa reiterou tratar-se de réu primário, com bons antecedentes e residência no local onde ocorreu o crime
Segundo o relator, ministro Og Fernandes, a custódia provisória imposta ao paciente e mantida na sentença condenatória mostra-se devidamente fundamentada em razão da necessidade de garantia da ordem pública. Ressaltou, ainda, que, nos termos do artigo 393, inciso I, Código de Processo Penal, não tem direito de apelar em liberdade o réu que permaneceu preso durante toda a instrução criminal, salvo quando o ato que originou a prisão cautelar for ilegal, situação inocorrente no caso em exame.
Entretanto, no que diz respeito ao regime prisional, o ministro destacou que, diante da flagrante ilegalidade na fixação do regime mais gravoso, impõe-se a concessão da ordem, de ofício, para garantir ao paciente o direito de iniciar o cumprimento da pena no regime semiaberto. Para o relator, ao fixar o regime prisional com base em antecedentes de um processo criminal sem trânsito em julgado e no qual o paciente foi posteriormente absolvido, o juiz de primeiro grau contrariou a jurisprudência do STJ.
De acordo com o processo, Leonardo e outros quatro jovens saíram de carro após uma festa e pararam em um ponto de ônibus na Barra da Tijuca, bairro da cidade do Rio de Janeiro, onde agrediram uma doméstica e lhe roubaram a bolsa, que continha um celular e uma carteira com R$ 47 em espécie. Eles alegaram ter confundido a mulher com uma prostituta. O crime foi testemunhado por um taxista que anotou a placa do carro de um dos rapazes, levando à prisão dos agressores. ( STJ, 19.03.09 )
HÁ DOIS ANOS:
Estudante condenado por violentar menina consegue liberdade
Folha Online, 23/03/2007
A Justiça de São Paulo concedeu nesta sexta-feira habeas corpus ao universitário Gaby Boulos, 28, preso na semana passada após ser condenado por atentado violento ao pudor contra uma menina de 12 anos. A vítima jogava malabares em um semáforo quando foi abordada, em 2005.
Boulos foi condenado a dez anos de prisão, no último dia 15, quando também foi expedido um mandado de prisão contra ele.
Com a liminar, ele ganha o direito de apelar em liberdade. A defesa do universitário afirmou que vai tentar reformar a sentença de primeiro grau.
Crime
O crime aconteceu no dia 20 de dezembro de 2005. A menina relatou à polícia que jogava malabares com um amigo de 13 anos quando um homem os convenceu a entrar no carro, um Peugeot cinza, para comer um lanche. Após rodar um tempo, o motorista mandou o garoto descer e seguiu com a menina.
Ela relatou à polícia que foi violentada no carro durante quase uma hora e, em seguida, abandonada em frente a um restaurante da região. A menina foi socorrida pelo manobrista do restaurante, a quem ditou a placa do carro.
O primeiro pedido de prisão de Boulos, feito dias depois pela Polícia Civil, foi indeferido pela Justiça por falta de provas. Após a Justiça negar a prisão, a polícia conseguiu uma foto de Boulos e a apresentou às crianças, que o apontaram como o motorista do carro.
Com isso, a polícia fez novo pedido de prisão e Boulos foi detido no CDP ( Centro de Detenção Provisória) Pinheiros. No entanto, o ministro Marco Aurélio de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal ), concedeu uma liminar em habeas corpus ao universitário.
Após a condenação, Boulos foi preso perto de casa. Segundo a polícia, ele tentou escapar quando viu os carros da polícia se aproximando, mas foi detido próximo ao estádio do Morumbi.

fevereiro 21, 2009

Jaz São Paulo: AMA’s de bairros da Zona Sul da Capital sofrem assaltos e consequente evasão de médicos e de pacientes

Filed under: AMA's, bairros de São Paulo, Jabaquara, Jaz São Paulo, violência — Humberto @ 7:45 am
Violência espanta médicos de AMA´s no Jabaquara
Bandidos saltam os muros da AMA em Vila Santa Catarina à noite e pegam as chaves de carros dos médicos ou enfermeiros.
Assaltam também pacientes e agem nas redondezas das unidades. Resultado: os profissionais não querem mais trabalhar nas unidades de saúde nas regiões mais periféricas. A secretaria de Saúde admite que já sabia das ocorrências mas garante que o atendimento não será comprometido.
Só que, além de assustar os médicos, a ação dos bandidos pode também espantar os pacientes que optam em voltar a ser atendidos em hospitais, o que comprometerá a própria filosofia de atendimento das AMA´s – que prestam Assistência Médica Ambulatorial para justamente desafogar os pronto-socorros. Os ataques aconteceram especialmente nos últimos três meses e também atingiram outras unidades de saúde municipais.
Unidades de saúde no Jabaquara sofrem onda de assaltos e médicos desaparecem
Nos últimos três meses, uma onda de assaltos quase diários tem atemorizado usuários e funcionários de algumas unidades de saúde da rede pública municipal, no Jabaquara.
A denúncia foi feita no último dia 16, durante a primeira reunião do ano do Conseg (Conselho de Segurança Comunitária) do bairro. O posto mais visado pela ação dos bandidos é a UBS (Unidade Básica de Saúde) Vila Santa Catarina, localizada na confluência das ruas Belmiro e Genaro de Carvalho. O local é alvo dos assaltantes não só durante o expediente de trabalho, mas também nas madrugadas.
“A unidade está perdendo médicos e enfermeiros, que não querem mais trabalhar lá por causa dos constantes assaltos. Além dos roubos nas ruas do entorno, os bandidos já entraram nos consultórios para tomar a chave dos carros dos médicos. Na madrugada, também pulam o muro para tentar levar algum equipamento”, relata Andréia Calipal, conselheira de saúde da referida UBS.
Ela reclama da Polícia Militar e da Guarda Civil Metropolitana que, quando acionadas, demoram a chegar após as ocorrências. Segundo ela, o mesmo problema se estende também nas UBSs-AMAs Americanópolis, Vila Clara e Dr. Geraldo da Silva Ferreira, esta última em frente à antiga
sede da subprefeitura. “Nas reuniões da supervisão regional de saúde, os comentários são de que os assaltos têm afetado as quatro unidades do Jabaquara”, conta Andréia.
A Guarda Civil Metropolitana da região prometeu intensificar a vigilância e informa que já realiza algumas rondas noturnas nos ambulatórios, mas sem adentrar o próprio municipal.
A PM, por sua vez, nega a demora no atendimento, pede para as vítimas registrarem o boletim de ocorrência e assegura que vai aumentar a patrulha e investigação sobre os casos.
Segundo a comunidade usuária, a AMA Vila Santa Catarina se tornou alvo preferencial de assaltantes, que não respeitam nem pacientes nem médicos
Secretaria confirma crimes nas AMA’s, mas nega prejuízos ao atendimento
Procurada pela reportagem, a Secretaria Municipal de Saúde confirmou as ocorrências denunciadas em algumas unidades. Mas assegurou que os casos de violência não têm causado a debandada de funcionários nem provocado transtornos ao atendimento do público.
A pasta emitiu a seguinte nota oficial: “Em relação aos assaltos ocorridos nos últimos meses na Unidade Básica de Saúde (UBS) Vila Santa Catarina e UBS/AMA Dr. Geraldo da Silva Ferreira, informamos que, mesmo em virtude das ocorrências, em nenhum momento o atendimento aos pacientes foi prejudicado. Estas unidades funcionam por meio de parcerias que, com grande empenho, tem realizado reposições de profissionais quando necessário.
A UBS/AMA Dr. Geraldo da Silva Ferreira funciona com vigilância 24 horas e a UBS Vila Santa Catarina com vigilância das 7h às 19h, incluindo monitoramento noturno (alarme).
Ambas também receberam reforços de rondas da Guarda Civil Metropolitana e Polícia Militar. Esclarecemos que não houve assaltos na AMA Americanópolis e AMA Vila Clara, que também possuem vigilância 24 horas”.
Jornal São Paulo ZONA SUL
edição 2409
20 a 26.02.09

Não tem muito a ver com o caso, mas eu estaria delirando se dissesse que, se não me engano, o José Serra prometeu, na campanha eleitoral à Prefeitura, em 2004, que haveria postos de saúde 24 horas? Alguém lembra, ou minha mente me prega peças?

fevereiro 4, 2009

"Porque teve essa explosão de violência em Paraisópolis?", por Joildo Santos

Eu desconheço por completo o cotidiano das pessoas que habitam o lugar, e aquilo que escreve/ mostra o imprensalão transita [ até onde eu acompanhei ] entre a pura especulação e a versão do governo estadual. PCC? Baderneiros? Ontem, num jornal do SBT, a reportagem apareceu com uns caras que pareciam exercer o papel de porteiros de boate. A voz em off dizia que “encapuzados” blablabla. Só que aqueles caras ( foram ouvidos pelo reporter, e o que falou apresentava um sotaque nitidamente nordestino e até articulado, e não o característico jeito berrado de falar de malandros, com gírias e gestos e coisa e tal, o que dava a perceber que não fossem “bandidos” ) não usavam “capuzes”, mas ergueram a camiseta até o topo da cabeça, pelo colarinho, e ficavam segurando. Ou seja, para mim faltavam certos “traquejos”. Como se não bastasse, o “encapuzado” disse que [ prestem atenção ] “policiais ( talvez em ações de revista) pegavam a carteira das pessoas, com documentos e tal, depois jogavam no chão e quando o revistado ia pegar, não havia dinheiro.” Em resumo, as pessoas – segundo o encapuzado – seriam roubadas por policiais. Se acham difícil de crer, lembrem daquele “Rambo”.
Assim, reproduzo um texto postado no blog do Joildo Santos que pode contribuir para clarear um pouco as coisas.
Joildo Santos, 03.02.09
Não me surpreendo mais em ler nas mal traçadas letras de jornalões paulistas, de assistir em canais da TV tradicional e ouvir nas rádios, as mentes iluminadas da imprensa brasileira, que a serviço sabe-se lá de quem preferem esconder a realidade da população, transparecendo que fatos como que os que ocorreram em Paraisópolis são fatos isolados e que para resolvê-los basta a ocupação policial permanente e intensiva.
À exceção do jornalista
Mílton Jung que publicou um post sobre o que ocorreu ontem [ Nota do BFI: "Muito bom, por sinal." ] e de mais alguns poucos que conseguem não se contaminar pelo discurso preconceituoso contra nossa comunidade.
A tese de muitos é exemplificada da seguinte maneira: “Ao encontrar sua filha transando no sofá, o sujeito joga fora o sofá”, resolvendo assim um problema eminentemente de educação sexual.
Não adianta virar a cara para o outro lado e achar que bloqueando a comunidade esses problemas vão ser resolvidos, fingir que se preocupa também não adianta, o problema continua lá. O que falta é comprometimento e descer do pedestal de senhores iluminados e buscar arregaçar as mangas em prol da população.
A ameaça do Morumbi é aumentar a pressão sobre Paraisópolis. Costumamos dizer que “Não existe Morumbi bom com Paraisópolis Ruim.”
Movimento espontâneo que se descontrolou ou ação manipulada não importa, porque o que devemos nos atentar agora é a razão que leva a ocorrência de atos deste tipo.
Julguemos que sejam presos os tais responsáveis por orquestrar essa ação, o que fazer daqui para frente? Deixar para lá? Fingir que nada aconteceu? Barril de pólvora é assim quanto mais é pressionado tem cada vez mais chance de explodir. Deve-se lembrar que ali residem mais de 80.000 pessoas, cidadãos que precisam ser assistidos pela sociedade, ser inclusos para exercerem plenamente sua cidadania.
Agora a polícia ocupa Paraisópolis por tempo “indeterminado”, até prender os responsáveis [dizem os comandantes]. Espero que os direitos dos moradores, falo daqueles que saem as 5 da manhã e voltam às 18-19 horas e não estavam naquela baderna não sejam mais uma vez violados à guisa de “encontrar” os responsáveis pela ação.
Tem um detalhe que gostaria que analisassem, o estopim que está sendo relatado na imprensa, o suposto assassinato de um trabalhador [ou de um bandido, como diz a PM] teria ocorrido por volta do meio-dia do domingo, e a manifestação de ontem ocorreu bem próximo dos horários dos programas polícias da TV aberta [Brasil Urgente, SP Record e logo mais o SPTV da Rede Globo], ou seja mais de 24 horas depois do ocorrido.
Acredito que o que realmente ocorreu foi a demonstração de poder de uma facção que o Governo do Estado de São Paulo já disse não existir mais, e que a imprensa prefere encampar o discurso oficial. Ao ver um dos “seus” ser assassinado, precisavam dar uma resposta ao fato e demonstrar que “quem manda” são eles.
Neste fogo cruzado quem é a verdadeira vítima, é a população que vive nesta comunidade, com índices baixos de violência, com histórico de atuação dos movimentos sociais em rede entre outras ações.
A violência tem raiz e é ela que deve ser atacada, não os frutos, pois assim as razões dos problemas permanecem intactos.

"Porque teve essa explosão de violência em Paraisópolis?", por Joildo Santos

Eu desconheço por completo o cotidiano das pessoas que habitam o lugar, e aquilo que escreve/ mostra o imprensalão transita [ até onde eu acompanhei ] entre a pura especulação e a versão do governo estadual. PCC? Baderneiros? Ontem, num jornal do SBT, a reportagem apareceu com uns caras que pareciam exercer o papel de porteiros de boate. A voz em off dizia que “encapuzados” blablabla. Só que aqueles caras ( foram ouvidos pelo reporter, e o que falou apresentava um sotaque nitidamente nordestino e até articulado, e não o característico jeito berrado de falar de malandros, com gírias e gestos e coisa e tal, o que dava a perceber que não fossem “bandidos” ) não usavam “capuzes”, mas ergueram a camiseta até o topo da cabeça, pelo colarinho, e ficavam segurando. Ou seja, para mim faltavam certos “traquejos”. Como se não bastasse, o “encapuzado” disse que [ prestem atenção ] “policiais ( talvez em ações de revista) pegavam a carteira das pessoas, com documentos e tal, depois jogavam no chão e quando o revistado ia pegar, não havia dinheiro.” Em resumo, as pessoas – segundo o encapuzado – seriam roubadas por policiais. Se acham difícil de crer, lembrem daquele “Rambo”.
Assim, reproduzo um texto postado no blog do Joildo Santos que pode contribuir para clarear um pouco as coisas.
Joildo Santos, 03.02.09
Não me surpreendo mais em ler nas mal traçadas letras de jornalões paulistas, de assistir em canais da TV tradicional e ouvir nas rádios, as mentes iluminadas da imprensa brasileira, que a serviço sabe-se lá de quem preferem esconder a realidade da população, transparecendo que fatos como que os que ocorreram em Paraisópolis são fatos isolados e que para resolvê-los basta a ocupação policial permanente e intensiva.
À exceção do jornalista
Mílton Jung que publicou um post sobre o que ocorreu ontem [ Nota do BFI: "Muito bom, por sinal." ] e de mais alguns poucos que conseguem não se contaminar pelo discurso preconceituoso contra nossa comunidade.
A tese de muitos é exemplificada da seguinte maneira: “Ao encontrar sua filha transando no sofá, o sujeito joga fora o sofá”, resolvendo assim um problema eminentemente de educação sexual.
Não adianta virar a cara para o outro lado e achar que bloqueando a comunidade esses problemas vão ser resolvidos, fingir que se preocupa também não adianta, o problema continua lá. O que falta é comprometimento e descer do pedestal de senhores iluminados e buscar arregaçar as mangas em prol da população.
A ameaça do Morumbi é aumentar a pressão sobre Paraisópolis. Costumamos dizer que “Não existe Morumbi bom com Paraisópolis Ruim.”
Movimento espontâneo que se descontrolou ou ação manipulada não importa, porque o que devemos nos atentar agora é a razão que leva a ocorrência de atos deste tipo.
Julguemos que sejam presos os tais responsáveis por orquestrar essa ação, o que fazer daqui para frente? Deixar para lá? Fingir que nada aconteceu? Barril de pólvora é assim quanto mais é pressionado tem cada vez mais chance de explodir. Deve-se lembrar que ali residem mais de 80.000 pessoas, cidadãos que precisam ser assistidos pela sociedade, ser inclusos para exercerem plenamente sua cidadania.
Agora a polícia ocupa Paraisópolis por tempo “indeterminado”, até prender os responsáveis [dizem os comandantes]. Espero que os direitos dos moradores, falo daqueles que saem as 5 da manhã e voltam às 18-19 horas e não estavam naquela baderna não sejam mais uma vez violados à guisa de “encontrar” os responsáveis pela ação.
Tem um detalhe que gostaria que analisassem, o estopim que está sendo relatado na imprensa, o suposto assassinato de um trabalhador [ou de um bandido, como diz a PM] teria ocorrido por volta do meio-dia do domingo, e a manifestação de ontem ocorreu bem próximo dos horários dos programas polícias da TV aberta [Brasil Urgente, SP Record e logo mais o SPTV da Rede Globo], ou seja mais de 24 horas depois do ocorrido.
Acredito que o que realmente ocorreu foi a demonstração de poder de uma facção que o Governo do Estado de São Paulo já disse não existir mais, e que a imprensa prefere encampar o discurso oficial. Ao ver um dos “seus” ser assassinado, precisavam dar uma resposta ao fato e demonstrar que “quem manda” são eles.
Neste fogo cruzado quem é a verdadeira vítima, é a população que vive nesta comunidade, com índices baixos de violência, com histórico de atuação dos movimentos sociais em rede entre outras ações.
A violência tem raiz e é ela que deve ser atacada, não os frutos, pois assim as razões dos problemas permanecem intactos.

dezembro 5, 2008

"HOMENS, pelo fim da violência contra as mulheres." – VOCÊ JÁ ASSINOU? Termina em 06/12.

URGENTE! Só até 06 de dezembro: HOMENS, pelo fim da violência contra as mulheres. ASSINEM
A Campanha Nacional “Homens unidos pelo fim da violência contra as mulheres” está colhendo assinaturas até o dia 6 de dezembro, Dia de Luta dos Homens pelo Fim da Violência contras Mulheres. A campanha é dirigida ao público masculino, portanto a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire, pede que apenas homens assinem no site.
Ao aderirem à campanha, por meio de assinaturas, os homens se comprometem publicamente a contribuir pela implementação integral da Lei Maria da Penha (11.340/06) e pela efetivação de políticas públicas que visam ao fim da violência contra as mulheres. As mulheres podem participar assinando no site do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para as Mulheres (Unifem – sigla em inglês), na campanha “Diga não à violência contra mulheres”.
“Nossa meta tem que ser ambiciosa: queremos no mínimo 500 mil assinaturas. Os resultados da campanha serão divulgados em um evento com o Presidente Lula, governadores, artistas, políticos, líderes comunitários, desportistas, entre outros. Neste dia, o presidente Lula enviará ‘online’ as assinaturas recolhidas ao Secretário Geral da ONU, e estas passarão a compor às assinaturas da campanha internacional”, afirma Nilcéia, que também preside o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher.
A campanha nacional está sendo realizada no marco da Campanha dos 16 Dias de Ativismo pela não Violência contra as Mulheres e faz parte da campanha mundial “Unite to End Violence Against Women”, divulgada pelo secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon. Para participar, acesse o site:
www.homenspelofimdaviolencia.com.br
PUBLICADO NO ADITAL

outubro 29, 2008

MÉTODO PEDAGÓGICO ADEQUADO: ALUNO É ESPANCADO ATÉ A MORTE POR PROFESSOR POR NÃO FAZER LIÇÃO DE CASA!!

Filed under: Egito, Islam Amr, violência — Humberto @ 2:29 pm
Egipto: Professor espanca aluno até à morte por não ter feito os trabalhos de casa
RTP
Cairo, 29 Out (Lusa) – Um professor primário de um colégio em Alexandria, Egipto, espancou um dos seus alunos até à morte por este não ter feito os trabalhos de casa, relata terça-feira o jornal Al Masry.

O profesor Haytham Nabil Abdel Hamid, de 23 anos, bateu no aluno, de seu nome Islam Amr, 11 anos, com uma régua, advertindo-o para que não voltasse a ir as aulas sem fazer os deveres.
Depois, decidiu voltar a “repreender” o aluno, batendo-lhe até que este perdeu a conciencia e teve de ser transportado para o Hospital Sharq al Medina, onde acabaria por falecer.
O professor declarou que “não tinha intenção de matar o estudante, pretendendo somente castigá-lo por não ter feito os exercícios”.
As autoridades já prenderam Haytam Hamid que, segundo fonte judicial, “deve ser julgado por homicídio involuntário”.
BZR.
Lusa/Fim

MÉTODO PEDAGÓGICO ADEQUADO: ALUNO É ESPANCADO ATÉ A MORTE POR PROFESSOR POR NÃO FAZER LIÇÃO DE CASA!!

Filed under: Egito, Islam Amr, violência — Humberto @ 2:29 pm
Egipto: Professor espanca aluno até à morte por não ter feito os trabalhos de casa
RTP
Cairo, 29 Out (Lusa) – Um professor primário de um colégio em Alexandria, Egipto, espancou um dos seus alunos até à morte por este não ter feito os trabalhos de casa, relata terça-feira o jornal Al Masry.

O profesor Haytham Nabil Abdel Hamid, de 23 anos, bateu no aluno, de seu nome Islam Amr, 11 anos, com uma régua, advertindo-o para que não voltasse a ir as aulas sem fazer os deveres.
Depois, decidiu voltar a “repreender” o aluno, batendo-lhe até que este perdeu a conciencia e teve de ser transportado para o Hospital Sharq al Medina, onde acabaria por falecer.
O professor declarou que “não tinha intenção de matar o estudante, pretendendo somente castigá-lo por não ter feito os exercícios”.
As autoridades já prenderam Haytam Hamid que, segundo fonte judicial, “deve ser julgado por homicídio involuntário”.
BZR.
Lusa/Fim

outubro 6, 2008

DEUS, só lhe peço uma coisa: uma morte horrível, dolorosa e sádica para esses dois LIXOS!! Por favor, DEUS!

Filed under: animais, maus-tratos, Movimento Humanista, sadismo, violência — Humberto @ 12:22 pm
Recebi o email e – considerando a informação como verdadeira, apesar de não ter certeza – encaminhei para diversas pessoas. Infelizmente – a título de divulgação – sou obrigado a postá-lo, apesar de [ muito ] horrível. Se você cruzar com eles na rua, mate-os. Mas pergunte antes.
PROCURA-SE esses jovens que maltrataram um filhote e tiraram fotos Se você os conhece, denuncie!
É muito triste ver isso, mas vamos ajudar a divulgar… Esse tipo de gente tem que pagar por seus atos.
FAÇAM RODAR ESSE E-MAIL POR FAVOR!DEPOIS DISSO, AINDA ESFAQUEARAM O POBREZINHO.. .SERES HUMANOS?? LONGE DISSO*…Por favor, com urgência faça circular isso na internet. Logo essa mensagem acabará batendo no computador de alguem que possa identificá-los, que os conheça do bairro, da escola, das baladas…Assim que forem identificados informe a polícia e as lideranças do movimento de defesa dos animais. E se alguém achar que é perda de tempo atender essa solicitação, espere ate que um desses cruze o caminho dos seus filhos(as)._
http://br.groups.yahoo.com/group/mh_conselho22/message/646
OBS: Não esqueça: não tenho certeza disso ter ocorrido ou se é uma montagem. Recebi do grupo do Movimento Humanista, mas eles também podem ter – caso seja falsa – sido enganados e repassado.
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