ENCALHE

março 8, 2009

Vinícius Duarte: "Nome do fundador da ‘Folha da Ditabranda’ batiza Instituto do Câncer de SP, cuja obra ficou parada por 15 anos!!"

Ditaduras, ditamoles, ditabrandas…
Vinícius Duarte, do glorioso blog Com Fel e Limão

Realmente muito apropriado o instituto do Câncer de SP ser atribuido ao Frias da Folha de SP.
Tá mais que passado esse assunto, mas estou sem tempo de postar.
Você conhece o
Instituto do Câncer de São Paulo “Octávio Frias de Oliveira”? É aquele prédio na Av. Dr. Arnaldo, pertinho do Hospital das Clínicas, que foi um esqueleto por mais de quinze anos, agora finalmente concluído.
Talvez seja o único hospital do mundo com nome de “jornalista”. Mas, lendo a placa na porta e a especialidade, acho que tem tudo a ver.

Vinícius Duarte: "Nome do fundador da ‘Folha da Ditabranda’ batiza Instituto do Câncer de SP, cuja obra ficou parada por 15 anos!!"

Ditaduras, ditamoles, ditabrandas…
Vinícius Duarte, do glorioso blog Com Fel e Limão

Realmente muito apropriado o instituto do Câncer de SP ser atribuido ao Frias da Folha de SP.
Tá mais que passado esse assunto, mas estou sem tempo de postar.
Você conhece o
Instituto do Câncer de São Paulo “Octávio Frias de Oliveira”? É aquele prédio na Av. Dr. Arnaldo, pertinho do Hospital das Clínicas, que foi um esqueleto por mais de quinze anos, agora finalmente concluído.
Talvez seja o único hospital do mundo com nome de “jornalista”. Mas, lendo a placa na porta e a especialidade, acho que tem tudo a ver.

Vinícius Duarte: "Nome do fundador da ‘Folha da Ditabranda’ batiza Instituto do Câncer de SP, cuja obra ficou parada por 15 anos!!"

Ditaduras, ditamoles, ditabrandas…
Vinícius Duarte, do glorioso blog Com Fel e Limão

Realmente muito apropriado o instituto do Câncer de SP ser atribuido ao Frias da Folha de SP.
Tá mais que passado esse assunto, mas estou sem tempo de postar.
Você conhece o
Instituto do Câncer de São Paulo “Octávio Frias de Oliveira”? É aquele prédio na Av. Dr. Arnaldo, pertinho do Hospital das Clínicas, que foi um esqueleto por mais de quinze anos, agora finalmente concluído.
Talvez seja o único hospital do mundo com nome de “jornalista”. Mas, lendo a placa na porta e a especialidade, acho que tem tudo a ver.

dezembro 29, 2008

"Vamos "Enxugar a máquina"?", por Vinicius Duarte

DO BLOG COM FEL E LIMÃO
27.12.08
Taí uma expressão bastante usada, e dela variam muitas, tais como “inchaço do Estado”, “trem da alegria”, “desestatização”, “aprimoramento da máquina”…
Funcionário público é um ser odiado no mundo todo, e sempre tem a mesma imagem: folgado, não trabalha, “mama nas tetas do governo” (ops, outra expressão), faz tudo pra atrapalhar o “povo que paga o seu salário” (outra!), e por aí vai. Veja o grifo acima, ora repetido: no mundo inteiro. Isso, senhores: aqui, em Botswana, Burkina Faso, Estados Unidos da América, Inglaterra, Rússia, China… Eles, os servidores estatais, também me irritam. A diferença é que eu não vejo um só país funcionando sem eles, e não imagino como um Estado Nacional pode ser organizado prescindindo da sua existência.
Por aqui, desde o advento Collor (é, aquele lá em quem você votou em 1989, mas tem vergonha de admitir!), é voz corrente dos postulantes a cargos eletivos o tal do “enxugamento”, a “gestão eficiente”, “corte de gastos”. Mas isso é uma quimera, porque, em verdade, não é o governante que controla a máquina do estado, mas o inverso. Ele pode colocar um milhão de aspones dele em cargos de confiança transitórios, mas quem mete a mão na massa é o funcionário concursado, que sempre estará lá, seja qual for o governo. E ele é estável, só sai da cadeira aposentado ou morto. Escolado, não vai comprar o discurso bonito do aspone que sairá de lá na próxima eleição. Isso é bom ou ruim?
Pra mim, é muito bom. Porque é, em última análise, a única instituição verdadeiramente sólida e politicamente independente de um Estado, e reflete de maneira cristalina o caráter do povo que o habita. Em suma, uma estrutura estatal eficiente revela que o povo daquele país é eficiente, também. Afinal, não foram os funcionários públicos gerados “do nada”, eles são tão brasileiros quanto nós, e, por isso, fazem exatamente o que você ou eu faríamos se estivéssemos no lugar deles. O “patrão” do funcionário público não é o prefeito, ou o presidente: somos todos nós. Se somos complacentes com o empregado, talvez esteja aí uma culpa embutida, uma vez que é difícil cobrar alguém por uma coisa que nós mesmos não seríamos capazes de executar. O velho e bom provérbio Vampetiano do “eu finjo que te cobro, você finge que me atende”. Com o adendo “e eu finjo que fico insatisfeito”.
Deixar o Estado “mais eficiente” tem muito menos a ver com corte de gastos, e muito mais com uma consciência de todos sobre a sua postura como cidadão. O gasto inútil é a febre, não a infecção. E “fazer a sua parte” passa muito longe de pagar os impostos e ficar sentado esperando as coisas acontecerem. Vai trabalhar, vagabundo! Já tô indo! Feliz 2009.

novembro 12, 2008

Monkey-Market: Vinícius Duarte explica o mercado de ações.

Filed under: ações ( mercado de ), mercado financeiro, Vinícius Duarte — Humberto @ 2:31 pm
Monkey-market
Do
COM FEL E LIMÃO
Uma vez, num vilarejo, apareceu um homem anunciando aos aldeões que compraria macacos por $10 cada. Os aldeões, sabendo que havia muitos macacos na região, foram à floresta e iniciaram a caça.
O homem comprou centenas de macacos a $10, e os aldeões, depois de um tempo, diminuíram seu esforço na caça. O homem então anunciou que agora pagaria $20 por macaco. Os aldeões renovaram seus esforços e foram novamente à caça.
Logo os macacos foram escasseando, e os aldeões foram desistindo da busca. A oferta aumentou para $25, mas a quantidade de macacos na floresta ficou tão pequena que quase não havia mais o que caçar.
O homem então anunciou que agora compraria cada macaco por $50! Entretanto, como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos macacos.
Na ausência do homem, seu assistente disse aos aldeões: “olhem, todos os macacos que o homem comprou estão aqui na jaula. Eu posso vendê-los por $35 a vocês, e, quando o homem retornar da cidade, vocês podem vender a ele por $50 cada!”
Os aldeões, espertos, pegaram todas as suas economias e compraram todos os macacos do assistente.
O assistente pegou a grana e foi embora. O homem nunca mais apareceu. E só o que se via na aldeia era macaco pra tudo quanto é lado.
Agora você entendeu como funciona o mercado de ações.
Valeu, André!

Monkey-Market: Vinícius Duarte explica o mercado de ações.

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Monkey-market
Do
COM FEL E LIMÃO
Uma vez, num vilarejo, apareceu um homem anunciando aos aldeões que compraria macacos por $10 cada. Os aldeões, sabendo que havia muitos macacos na região, foram à floresta e iniciaram a caça.
O homem comprou centenas de macacos a $10, e os aldeões, depois de um tempo, diminuíram seu esforço na caça. O homem então anunciou que agora pagaria $20 por macaco. Os aldeões renovaram seus esforços e foram novamente à caça.
Logo os macacos foram escasseando, e os aldeões foram desistindo da busca. A oferta aumentou para $25, mas a quantidade de macacos na floresta ficou tão pequena que quase não havia mais o que caçar.
O homem então anunciou que agora compraria cada macaco por $50! Entretanto, como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos macacos.
Na ausência do homem, seu assistente disse aos aldeões: “olhem, todos os macacos que o homem comprou estão aqui na jaula. Eu posso vendê-los por $35 a vocês, e, quando o homem retornar da cidade, vocês podem vender a ele por $50 cada!”
Os aldeões, espertos, pegaram todas as suas economias e compraram todos os macacos do assistente.
O assistente pegou a grana e foi embora. O homem nunca mais apareceu. E só o que se via na aldeia era macaco pra tudo quanto é lado.
Agora você entendeu como funciona o mercado de ações.
Valeu, André!

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O homem comprou centenas de macacos a $10, e os aldeões, depois de um tempo, diminuíram seu esforço na caça. O homem então anunciou que agora pagaria $20 por macaco. Os aldeões renovaram seus esforços e foram novamente à caça.
Logo os macacos foram escasseando, e os aldeões foram desistindo da busca. A oferta aumentou para $25, mas a quantidade de macacos na floresta ficou tão pequena que quase não havia mais o que caçar.
O homem então anunciou que agora compraria cada macaco por $50! Entretanto, como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos macacos.
Na ausência do homem, seu assistente disse aos aldeões: “olhem, todos os macacos que o homem comprou estão aqui na jaula. Eu posso vendê-los por $35 a vocês, e, quando o homem retornar da cidade, vocês podem vender a ele por $50 cada!”
Os aldeões, espertos, pegaram todas as suas economias e compraram todos os macacos do assistente.
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O homem então anunciou que agora compraria cada macaco por $50! Entretanto, como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos macacos.
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Os aldeões, espertos, pegaram todas as suas economias e compraram todos os macacos do assistente.
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maio 23, 2008

Da série "Onde está você?": Luiz Carlos David, ex-presidente do Metrô de São Paulo!!

Conforme o glorioso VINÍCIUS DUARTE levantou, há bastante tempo, num post que ele colocou aqui mas eu não encontro, o sr. Luiz Carlos Frayze David, ex-presidente do Metrô de São Paulo, que saiu do cargo em meio ao episódio do Craterão da Linha 4, aparece discretamente como membro do Conselho de Administração da Dersa. Um sumário de “ATA da ASSEMBÉIA GERAL ORDINÁRIA” da companhia foi publicado no Jornal da Tarde em 22.05. E quem quiser conferir, eis o link: http://www.dersa.sp.gov.br/arquivos/balanco2007/PARECERES_2007.pdf
E tenham cuidado com as estradas paulistas, que elas podem ruir.
Agora, uma pergunta que eu me faço: já que a culpa do suposto acidente no Metrô recaiu sobre um gigantesco monolito espacial, isso exime o ex-presidente de responsabilidade, já que ele não é astrônomo. Então deveria ser reconduzido ao cargo, não? Se bem que ele deve estar muito bem no novo emprego. Emprego este que o imprensalão não deu uma linha sequer, que eu saiba.
ANTES DO IMPRENSALÃO: na linha do “Onde está você?”, há poucos dias ( mais precisamente em 13 de Maio ) este blog perguntou o paradeiro de Emerson Kapaz – cujo nome apareceu com certo destaque quando das denúnicas da Máfia dos Sangessugas. Depois, PUFF!
Pois não é que, por coincidência, cinco dias depois, o JT ( “Mini-Me” do Estadão ) publicou, na coluna “VOCÊ PRECISA SABER” – assinada por Roberto Fonseca – o paradeiro de Kapaz, no texto “Kapaz sai da cena política e entra no mundo da economia”?
Para informar que, como dissemos anteriormente, o sr. Kapaz presta consultorias pelo IDV, o Instituto de Desenvolvimento do Varejo.
Lembrando que o Estadão andou fazendo campanha contra os blogs…

abril 6, 2008

Vinícius ( o "Duarte", não o "de Moraes" ) ganha sursis, após ficar detido por não pagar pensão, e está de volta! E cuspindo fogo nos cidadãos de bem!

Mais uma história edificante da Elite Paulistana!
Talvez agora quem não entendeu passe a entender porque essa cidadezinha é um pardieiro. Vou relatar um caso que eu ouvi, conheço os envolvidos, mas não vou poder declinar nenhum nome.
Em uma escola de bacanas daqui da província, toda metida a vanguardista e que COBRA CARO, estuda uma adolescente. Como toda pessoa nesta idade, tem lá os seus acessos de rebeldia, mas, asseguro, é uma boa menina.
Certa feita, irritada com um professor, sabe-se lá por que, essa garota escreveu, em seu banco escolar, palavras ofensivas ao docente.
Um belo dia, ela não foi à escola, um outro aluno sentou-se em seu lugar e viu as inscrições pouco elogiosas da menina ao professor. Este proto-cidadão, de posse dessa “informação” [ Comentário de Humberto: "Vinícius, não seria este um "dossiê" para promover chantagens?" ] repassou aos seus colegas-comparsas o que tinha visto, e, num plano ousado, passou a dizer às amigas da “criminosa” que iria “dedá-la” ao professor ofendido e à direção da escola. As amigas da “meliante”, visando protegê-la, tentaram demover os “paladinos da justiça” da idéia, quando receberam uma “proposta”: eles “abafariam o caso” em troca de R$ 10,00, que seriam divididos entre os quatro colegas-comparsas. Uma das amigas, temerosa das conseqüências, cedeu à “proposta”.
Pois bem, e daí? Daí que esses merdinhas têm 13 anos, e já agem assim. São filhos de “gente bem”, fazem 4 refeições ao dia, vão à Disney nas férias e ao Guarujá nos fins de semana. Seus pais fazem parte dos “formadores de opinião”, lêem a Veja todo sábado e sabem tudo sobre o escândalo dos cartões corporativos. Estão agora ensinando esses monstrinhos a subirem na vida, a conseguirem o seu milhão de dólares antes de completarem 30 anos. Esses serão os dirigentes desta nação, a “sociedade civil organizada” daqui a algum tempo. E ninguém me tira da cabeça que O EXEMPLO VEM DE CASA.
Para mostrar que estou indo à escola: a menina pode ser enquadrada do Art. 140 do Código Penal (Injúria-1 a 6 meses ou multa) e art. 163 (Dano simples -1 a 6 meses ou multa). Já os meninos podem ser enquadrados nos seguintes artigos: 158 (Extorsão-pena de 4 a 10 anos, agravada de 1/3 ou metade por ser em bando), e 288 (Formação de Quadrilha ou Bando – 1 a 3 anos).

outubro 5, 2007

Vinícius Duarte flagra o imprensalão em movimento e traz evidências inquestionáveis!!! As ruas não estão mais seguras!!!

O carro fotografado, bem à frente do meu, é um veículo da Rádio Jovem Pan, circulando, como mostra o adesivo, livre da obrigação de obedecer ao rodízio de placas, criado pela prefeitura paulistana em 1997, para amenizar os congestionamentos ( engarrafamentos, para os cariocas ).
Para quem não é íntimo da metrópole, o rodízio consiste em restringir, nos horários de pico da manhã e da tarde, a circulação de veículos, de acordo com o dígito final da placa. De segunda a sexta, dois finais de placas são proibidos de circular: segunda, finais 1 e 2, terça, 3 e 4, e assim sucessivamente. Existem, como em toda regra, exceções: carros de médicos ( identificados por um selo ), ambulâncias, transportadores de produtos perecíveis, táxis, ônibus e mais alguns outros.
Quando tirei essa foto, obviamente, o congestionamento – engarrafamento – era grande. Mas não me revoltei pelo fato de ter sido surrupiado em cinco metros – o comprimento do Corolla – em minha caminhada; somente não entendi o porquê de veículos “a serviço da imprensa” serem imunes ao tal rodízio. Qual é a importância da circulação de carros da imprensa na cobertura dos fatos a serem reportados? Sem carro, sem cobertura? Não há alternativas? Não há outros carros com placas de final diferente? Um veículo automotor pertencente à imprensa tem a mesma importância de um carro de socorro? Ah, sei lá, mas me parece absurdo.Vem cá, pessoal, vou falar ao pezinho do ouvido: a imprensa escrita é IMUNE do pagamento de impostos na compra de papel para as suas publicações; as rádios e TVs recebem, DE MÃO BEIJADA, concessões para explorar as ondas hertzianas no Brasil, vendem caro os espaços para anunciar os produtos dos seus clientes, e não querem dar satisfação sobre o que transmitem ao povo; os carros da imprensa circulam livremente por São Paulo, aumentando os congestionamentos de trânsito que ela mesma reporta em seus noticiários. Enfim, a imprensa é intimamente ligada ao PODER, e seus “movimentos são friamente calculados *”.
O carro fotografado não tinha nenhum repórter da Rádio JP, é carro da diretoria. Gente que nunca põe a boca num microfone. Repórter anda de Palio, Gol ou Celta. Sem ar-condicionado, carro alugado, com placa de Curitiba.
* por Roberto Gomes Bolaños, em Chapolin Colorado

Postado por Vinicius Duarte às 23:19:00
Com FEL E LIMÃO

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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