Confesso que essa está defasada. Mas nunca é tarde para informar – ou relembrar os que já sabem – os nossos leitores espalhados pelo mundão afora:
26-06-2007
Os executivos Vilmar Knoth e Arno Meyer são os novos diretores do Banco Nossa Caixa. Knoth assume a diretoria de Tecnologia da Informação. Meyer passa a responder pela diretoria de Finanças e Relações com Investidores. O Conselho Deliberativo do banco já havia aprovado o nome de ambos para o desempenho dos cargos. Na quinta-feira, 21, o Banco Central homologou a decisão.
Knoth é pós-graduado em Ciências da Computação, Economia, Marketing e Administração Financeira. Atuava na área de Tecnologia da Informação como sócio-diretor da Kol Brasil Soluções e sócio-presidente da Knoth Consultoria.
Exerceu a função de subsecretário de Planejamento e Orçamento do Ministério do Planejamento e Orçamento na gestão Serra/Kandir. Foi ainda presidente da Cobra Tecnologia, empresa estatal que integra o conglomerado do Banco do Brasil. Exerceu também os cargos de chefe do gabinete da Secretaria de Coordenação e Controle das Empresas Estatais ( SEST ) e secretário adjunto de Fazenda e Planejamento do Governo do Distrito Federal.
Meyer possui graduação e mestrado em Economia. Entre 1990 e 2001 atuou no Ministério da Fazenda, no qual exerceu os cargos de chefe da assessoria econômica, secretário-adjunto de assuntos internacionais, secretário de política econômica e outros.
Até há pouco, atuava como chefe da assessoria econômica do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Meyer tem experiência em bancos públicos. Foi presidente do Conselho de Administração do Banco da Amazônia e Banco do Brasil e vice-presidente do Banco do Estado de Santa Catarina ( Besc ) e do Banco do Estado de São Paulo ( Banespa ).
Os executivos Vilmar Knoth e Arno Meyer são os novos diretores do Banco Nossa Caixa. Knoth assume a diretoria de Tecnologia da Informação. Meyer passa a responder pela diretoria de Finanças e Relações com Investidores. O Conselho Deliberativo do banco já havia aprovado o nome de ambos para o desempenho dos cargos. Na quinta-feira, 21, o Banco Central homologou a decisão.
Knoth é pós-graduado em Ciências da Computação, Economia, Marketing e Administração Financeira. Atuava na área de Tecnologia da Informação como sócio-diretor da Kol Brasil Soluções e sócio-presidente da Knoth Consultoria.
Exerceu a função de subsecretário de Planejamento e Orçamento do Ministério do Planejamento e Orçamento na gestão Serra/Kandir. Foi ainda presidente da Cobra Tecnologia, empresa estatal que integra o conglomerado do Banco do Brasil. Exerceu também os cargos de chefe do gabinete da Secretaria de Coordenação e Controle das Empresas Estatais ( SEST ) e secretário adjunto de Fazenda e Planejamento do Governo do Distrito Federal.
Meyer possui graduação e mestrado em Economia. Entre 1990 e 2001 atuou no Ministério da Fazenda, no qual exerceu os cargos de chefe da assessoria econômica, secretário-adjunto de assuntos internacionais, secretário de política econômica e outros.
Até há pouco, atuava como chefe da assessoria econômica do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Meyer tem experiência em bancos públicos. Foi presidente do Conselho de Administração do Banco da Amazônia e Banco do Brasil e vice-presidente do Banco do Estado de Santa Catarina ( Besc ) e do Banco do Estado de São Paulo ( Banespa ).
Vamos ver se dá para levantar a capivara. Vamos lá Internet. Não me decepcione.
TCU apura falhas em contratos de informática do BB
O TCU constatou irregularidades emcontratos do Banco do Brasil S.A. para serviços de processamento de dados, envolvendo informações sigilosas. A auditoria verificou a contra-tação, sem licitação, das empresas Xerox do Brasil S.A. e Cobra e alteração no valor contratual acima do percentual legal.
O TCU constatou irregularidades emcontratos do Banco do Brasil S.A. para serviços de processamento de dados, envolvendo informações sigilosas. A auditoria verificou a contra-tação, sem licitação, das empresas Xerox do Brasil S.A. e Cobra e alteração no valor contratual acima do percentual legal.
O TCU multou os ex-presidentes da Cobra Computadores Ivan de Castro Esteves e Vilmar Knoth e o ex-diretor comercial Fernando Alberto de Lacerda em até R$ 10 mil, e fixou o prazo de 15 dias para comprovarem o recolhimento das dívidas aos cofres doTesouro Nacional.
O tribunal determinou que o Banco do Brasil formalize um novo ajuste sempre que houver acréscimos acima de 25% no valor inicial do contrato, devendo ser comprovada a compatibilidade do preço contratado com o praticado no mercado. Já foi autorizada a cobrança judicial das dívidas. Cabe recurso da decisão. O ministro Benjamim Zymler foi o relator do processo.
Auditoria lista irregularidades no BB até 2002
Paraiba.com.br
Paraiba.com.br
07/01/2006
Auditoria divulgada ontem pelo TCU ( Tribunal de Contas da União ) apontou irregularidades na contratação de serviços de processamento de dados pelo Banco do Brasil no governo passado.
Auditoria divulgada ontem pelo TCU ( Tribunal de Contas da União ) apontou irregularidades na contratação de serviços de processamento de dados pelo Banco do Brasil no governo passado.
A Cobra Computadores, pertencente ao banco, teria subcontratado a Xerox sem licitação. Outra irregularidade foi o aditamento do contrato em valor superior aos 25% estabelecidos por lei.
O requerimento de inspeção no BB foi feito pelo deputado Miro Teixeira, em 1999 e aprovado pela CCJ da Câmara dos Deputados.
“A notória especialização, que foi utilizada como fundamento para essa contratação, só pode ser alegada quando o serviço a ser prestado é singular, por demandar grau de expertise, o que não ocorre no presente caso”, afirmou o ministro Benjamin Zymler, relator do processo no TCU.
O TCU determinou o pagamento de multa pelos ex-presidentes da Cobra Ivan Esteves ( R$ 10 mil ), Vilmar Knoth ( R$ 5 mil ) e Fernando Lacerda ( R$ 5 mil ). A auditoria foi aprovada pelo plenário do TCU no mês passado, mas ainda cabe recurso. A Folha não localizou ontem os ex-presidentes.
A assessoria de imprensa do BB não comentou a questão porque esta diz respeito à administração anterior. A Xerox também disse que não a comentaria por não ter informações sobre o processo.”O contrato citado pela mídia, bem como seu aditivo, remonta ao período entre 1999 e 2002. A atual diretoria da Cobra Tecnologia não recebeu qualquer notificação a respeito e não dispõe, por enquanto, de elementos suficientes para embasar quaisquer comentários sobre o tema”, afirmou nota da assessoria da Cobra.
Fonte: Folha
Fonte: Folha
Meyer: País deve ampliar as exportações aos EUA
AMCHAM
AMCHAM
03/12/2001
SÃO PAULO – O secretário-adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Arno Meyer, disse nesta segunda que será fundamental para a economia brasileira que o governo feche um bom acordo na Área de Livre Comércio das Américas ( Alca ). Segundo ele, considerando que os Estados Unidos serão os grandes responsáveis pela recuperação da economia mundial, o Brasil deve buscar aumentar as suas exportações para aquele país. “Se os EUA forem o motor da economia mundial, o Brasil não pode perder a oportunidade de ingressar nesse ciclo”, declarou. Segundo ele, na década de 90, o Brasil não aproveitou a expansão econômica norte-americana para ampliar as vendas para aquele país. “Não podemos perder mais essa chance”, declarou. Ele ressaltou que muitos temas relacionados às exportações para os EUA devem continuar sendo negociados no âmbito da Organização Mundial do Comércio ( OMC ) e, por este motivo, o Brasil também precisa ter avanços junto a Organização. Questionando a posição de outros economistas, Meyer ressaltou que as negociações da Alca devem ser prioridade frente aos acordos junto à União Européia. “A União Européia é importante, mas a negociação com a Alca é estratégica para o Brasil”, destacou. Arno Meyer participou do seminário “O Cenário Internacional e as perspectivas para a economia brasileira em 2002″ , realizado na sede da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp).
SÃO PAULO – O secretário-adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Arno Meyer, disse nesta segunda que será fundamental para a economia brasileira que o governo feche um bom acordo na Área de Livre Comércio das Américas ( Alca ). Segundo ele, considerando que os Estados Unidos serão os grandes responsáveis pela recuperação da economia mundial, o Brasil deve buscar aumentar as suas exportações para aquele país. “Se os EUA forem o motor da economia mundial, o Brasil não pode perder a oportunidade de ingressar nesse ciclo”, declarou. Segundo ele, na década de 90, o Brasil não aproveitou a expansão econômica norte-americana para ampliar as vendas para aquele país. “Não podemos perder mais essa chance”, declarou. Ele ressaltou que muitos temas relacionados às exportações para os EUA devem continuar sendo negociados no âmbito da Organização Mundial do Comércio ( OMC ) e, por este motivo, o Brasil também precisa ter avanços junto a Organização. Questionando a posição de outros economistas, Meyer ressaltou que as negociações da Alca devem ser prioridade frente aos acordos junto à União Européia. “A União Européia é importante, mas a negociação com a Alca é estratégica para o Brasil”, destacou. Arno Meyer participou do seminário “O Cenário Internacional e as perspectivas para a economia brasileira em 2002″ , realizado na sede da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp).
Valor Online
BASA: Conselho de Administração tem novo presidente
03/ 05/ 2004
Revista de Economia Política – 1993

TRIVELA
Carta Maior
CASA VIDA
Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
HORA DO POVO
IBGF – Instituto Brasileiro Giovanni Falcone
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PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
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