ENCALHE

outubro 26, 2008

Militantes do PT são atropeladas em Santo André

Rosemeire viu o atropelamento e escapou por pouco. Foto: Antonio Ledes
ABCDMaior, 25.10.08
Motorista seguia carreata na Vila Rica e fugiu sem prestar socorro
Duas mulheres foram atropeladas na manhã deste sábado (25/10) por um Corsa preto que estava acompanhando a carreata de Aidan Ravin (PTB) pela Vila Rica, em Santo André. De acordo com uma das testemunhas, Rosemeire de Rocha Rochette, o caminhão de som encostou no carro de trás, o Corsa; o motorista do veículo, nervoso, tentou se esquivar do caminhão e atropelou as vítimas, além de quase derrubar mais quatro pessoas. “Escapei por pouco”, contou Rosimeire. O motorista não parou para prestar socorro. No carro, havia bandeiras e adesivos do candidato do PTB.
As vítimas, que na hora do atropelamento entregavam panfletos do candidato Vanderlei Siraque (PT), foram levadas à Santa Casa de Santo André, onde fizeram exames de tomografia. Maria Núzia da Silva foi liberada do hospital com escoriações leves; Maria Luiza de Monteiro Canale teve ferimentos na cabeça e nos cotovelos, e ainda aguardava liberação da equipe médica.
Algumas testemunhas conseguiram anotar a placa do carro e foram encaminhadas para fazer o boletim de ocorrência no 1º Distrito Policial.
E MAIS:

SBC: Marinho mantém liderança com 30 pontos de vantagem, diz Scenso

Reporter Diário, 24.10.08
O segundo levantamento feito pelo Instituto Scenso confirma a ampla vantagem em São Bernardo para Luiz Marinho (PT). Na estimulada – quando o eleitor recebe um cartão com os nomes dos prefeituráveis – o petista registra 54% ante 58,2% anteriormente, contra 27,6% (ante 26,2%) obtidos por Orlando Morando (PSDB). Brancos e nulos somam 7,3% (ante 4,9%) e 11,1% (ante 10,7%) não sabem ou não quiseram opinar. Levando em consideração os votos válidos (retira-se os brancos nulos), o petista tem 66,2% (ante 68,9%) contra 33,8% (ante 31,1%) do tucano. A pesquisa foi feita entre os dias 22 e 23 de outubro com 504 pessoas. A margem de erro é de 4,4 pontos percentuais para mais ou para menos e está registrada na Zona 174ª sob o número 030/2008. O levantamento foi feito com base em cinco variantes: sexo, idade, escolaridade, renda e religião.
O petista tem a maior certeza do voto: 93,8% do eleitorado de Marinho afirmou ter certeza da decisão contra 86,3% de Orlando Morando. O prefeiturável do PT também leva a vantagem em outro aspecto. Quando o eleitor é indagado sobre quem será o próximo prefeito, 70,2% admitiram que Marinho sentará na cadeira a partir do ano que vem. Morando obteve a confiança de 14,7%.
Estimulada
Em relação ao sexo, o cenário permanece fiel à média geral. Entre os homens, o petista obtém 63,5% contra 24,1% do tucano. Entre as mulheres, os índices são de 45,2% contra 30,8% respectivamente.Na avaliação levando-se em conta a idade, Marinho conquista o melhor desempenho entre os que possuem de 35 a 44 anos (59,4%). No sentido contrário, o índice mais baixo do prefeiturável é na faixa entre 45 e 59 anos (45,8%). Orlando Morando garante a melhor análise na faixa compreendida entre aqueles com mais de 60 anos (34,4%). Por outro lado, o pior desempenho do tucano é registrado entre os eleitores de 35 a 44 anos (17,9%).
Quanto à escolaridade, Marinho lidera entre os que estudaram até o ensino fundamental (57,3%). Morando toma a ponta no segmento daqueles que possuem ensino superior com 45,5%.Na renda, o petista também lidera em todas as faixas. A melhor performance é registrada entre quem recebe até dois salários mínimos (60,4%). Já Orlando consegue obter a menor desvantagem na faixa entre os que recebem mais de cinco salários. Ele atinge 41,8% e diminui a dianteira petista para 6,6 pontos percentuais.
Quando a variante é religião, entre os católicos, a diferença entre os prefeituráveis é maior. Neste caso, Marinho registra 56,5% contra 25,2% de Orlando. Entre os evangélicos, o petista tem 52,9% contra 27,9% de Morando.
Estimulada
No levantamento espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são apresentados ao eleitor, a diferença entre os prefeituráveis diminui, mas supera os 20 pontos. Luiz Marinho tem 51,2% contra 25,2% de Orlando Morando. Os votos brancos e nulos registram 7,5% e 16,1% não souberam ou não quiseram responder.
Nesta sondagem, o cenário é o mesmo da estimulada, pois o ex-ministro mantém a ponta em todas as cinco vertentes.
ANTERIOR:
Pesquisas apontam vitória de Siraque, Marinho e Oswaldo
Da Redação Reporter Diário, 23.10.08
Os candidatos do PT, Vanderlei Siraque (Santo André), Luiz Marinho (São Bernardo) e Oswaldo Dias (Mauá) seguem à frente nas pesquisas divulgadas nesta quinta-feira (23) pelos institutos Brasmarket e Scenso. Em São Bernardo, em levantamento realizado pela Brasmarket, Luiz Marinho registra 68,9% dos votos válidos contra 31,1% do tucano Orlando Morando, abrindo uma vantagem de 37,8 pontos. A pesquisa foi realizada nesta quinta-feira e ouviu 844 pessoas. A margem de erro é de 3,5% pontos para mais ou para menos.
No município de Mauá, Oswaldo Dias aparece com 22,2 pontos percentuais na dianteira sobre o seu rival, Francisco Carneiro, o Chiquinho do Zaíra (PSB). Oswaldo está com 61,1% dos votos válidos, enquanto o socialista atinge 38,9% das intenções de votos. Os dados foram obtidos pelo Instituto Scenso. A pesquisa foi feita entre os dias 21 e 22 de outubro, com 504 pessoas. A margem de erro é de 4,4% para mais ou para menos.
Em Santo André, Vanderlei Siraque permanece na liderança com 54,9% dos votos válidos contra 45,1% de Aidan Ravin (PTB). Os dados foram obtidos pelo Instituto Scenso, entre os dias 21 e 22 de outubro, com 504 pessoas. A margem de erro é de 4,4% para mais ou para menos.
Leia também:
- Oswaldo amplia vantagem sobre Chiquinho, diz Scenso
- Marinho amplia vantagem sobre Morando, aponta Brasmarket
- Vanderlei Siraque mantém liderança, confirma Scenso
- Marinho mantém liderança com 30 pontos de vantagem, diz Scenso

agosto 2, 2008

Entre os deputados candidatos a prefeito no Grande ABC, tucano foi o que se deu melhor em termos de valorização patrimonial no cômputo de dois anos

Morando lidera lista de bens entre deputados candidatos
Reporter Diário, 02.08.08

Orlando Morando (PSDB) ampliou ganhos em R$ 404 mil
Dos 27 candidatos que almejam o posto de comandante municipal, cinco são representantes do ABC na Assembléia Legislativa. São Bernardo tem dois: Alex Manente (PPS) e Orlando Morando (PSDB), seguida por Diadema com a dupla José Augusto (PSDB) e Mário Reali (PT). Santo André conta com um parlamentar, Vanderlei Siraque (PT).
O que mais chama atenção entre os pares é a diferença na declaração de bens. Por ocuparem o cargo de deputado estadual, todos eles tiveram que listar o patrimônio em 2006. A ação foi repetida neste ano, já que os cinco postulam as sucessões municipais de outubro.
No entanto, há um abismo entre a evolução dos bens de cada um deles que chega a R$ 362 mil. Enquanto o petista Mário Reali conquistou R$ 42 mil em dois anos, o tucano Orlando Morando conseguiu ampliar R$ 404 mil no biênio.
Vanderlei Siraque registrou aumento de R$ 236 mil, Alex Manente R$ 139 mil e José Augusto R$ 61 mil. “Fui o que menos aumentei os bens porque tenho como rendimento exclusivamente o meu salário de deputado estadual”, explicou Reali.
“Está tudo declarado no imposto de renda. A valorização se deve a própria valorização dos imóveis, pois nos últimos anos houve um boom imobiliário”, afirmou Siraque. Os candidatos Orlando Morando e José Augusto não quiseram comentar o assunto.
Postulantes a vice têm mais dinheiro
Os 22 candidatos à vice das prefeituras do ABC somam mais que os próprios candidatos. Os 27 cabeças de chapa atingem a marca de “apenas” R$16 mi. Por outro lado, os vice figuram com R$ 29 mi. Vale lembrar que cinco postulantes à vice não declararam bens. Só a cidade de Santo André é responsável por metade da cota dos vices. Dinah Zekcer (PTB) vice de Aidan Ravin lidera a lista com R$ 12 mi. Seguida por Fernando Gomes (PSDB), vice de Brandão, com R$ 5 milhões.
PSDB lidera ranking entre os mais ricos
Entre os 27 pleiteantes às administrações municipais da região, que juntos somam o patrimônio de quase 30 milhões, os representantes do PSDB foram os que declararam possuir mais bens.
Os tucanos compõem o podium com o ex-prefeito de Santo André Newton Brandão, em primeiro lugar com R$ 3.282.341.36. Na seqüência, dois correligionários. O ex-prefeito de Ribeirão Pires Valdírio Prisco com R$ 1.813.000,00 e Orlando Morando com R$ 1.397,721,96.
“A política fez eu perder dinheiro. Tinha uma grande clínica médica. O fato de eu ter sido prefeito três vezes não influencia na minha declaração, pois se eu não fosse político, hoje poderia ter muito mais do que eu tenho atualmente”, explicou-se Newton Brandão.
Somatória
A cidade de Santo André é a que possui os prefeituráveis “mais ricos”. Os cinco postulantes ao Paço, somam R$ 6,2 mi. Além do ex-prefeito Newton Brandão, que lidera o levantamento, aparecem: Raimundo Salles (DEM) R$1,3 mi, Vanderlei Siraque (PT) R$ 758.906,71, Aidan Ravin (PTB) R$474.464,57 e Ricardo Alvarez (Psol) R$ 366.008,55.
Embora seja o maior município do ABC, os prefeituráveis bernardenses colocam a cidade na terceira posição entre as que possuem os pleiteantes com mais bens. Orlando Morando com R$1,3 é o responsável por mais da metade do patrimônio dos candidatos. Os cinco, juntos, somam R$ 2,2 mi. Bem longe do tucano aparecem, Alex Manente (PPS) R$ 339 mil, Evandro de Lima (PTdoB) R$ 328 mil, Aldo Santos (Psol) R$ 179 mil e Luiz Marinho (PT) R$ 15 mil ( o ex-ministro alega que os bens estão todos no nome da esposa Nilza de Oliveira ). Os prefeituráveis de São Caetano colocam a cidade na quarta colocação em questão de bens patrimoniais. Da quantia de R$2.2 mi declarada pelos candidatos, o atual prefeito e candidato a reeleição José Auricchio Júnior (PTB) é dono de R$ 1,1 mi. Na seqüência aparecem Jayme Tortorello (PT) 358 mil e Horácio Neto (Psol) 249 mil.
A cidade de Diadema aparece na penúltima colocação no quesito de patrimônio dos candidatos. Da soma de R$1,1 mi, José Augusto (PSDB) lidera o ranking com R$ 611 mil, seguido por Ricardo Yoshio (PMN) com R$ 300 mil, Mário Reali (PT) com R$ 220 mil e Vladimir Campos (PCB) – o Vladão R$ 3 mil. Empatada na penúltima posição com Diadema, Mauá soma R$1,1 mi, porém com um candidato a mais. Oswaldo Dias foi o que mais declarou, R$ 439 mil. Na seqüência seguem Chiquinho do Zaíra (PSB) R$ 412 mi, Diniz Lopez (PSDB) R$ 275 mil e Mateus Prado (Psol) R$ 30 mil. Embora seja um dos menores municípios do ABC, os três postulantes de Ribeirão Pires, juntos, figuram na segunda colocação entre os concorrentes que mais possuem bens. Do total de R$ 2,6 mi, o ex-prefeito Valdírio Prisco figura no topo com R$ 1,8 mi, seguido pelo atual prefeito Clóvis Volpi (PV) com R$ 480 mil e Mário Nunes (PT) com R$ 395 mil. A menor cidade da região também é a menor em patrimônio dos prefeituráveis. Os três postulantes ao cargo de Rio Grande da Serra, juntos, não atingem a casa do milhão, somam R$ 865 mil. Carlos Augusto César (PT) é o “mais rico” com R$ 370 mil, seguido por Nilson Gonçalves (PR) com R$ 300 mil. O atual chefe do Executivo Adler Kiko Teixeira (PSDB) foi o que menos declarou e aparece com R$ 195 mil.
Prefeituráveis planejam gastar R$ 63 milhões
Diário do Grande ABC
Os candidatos às sete prefeituras do Grande ABC estimam gastar R$ 63,265 milhões durante a campanha. O valor é mais do que o dobro do previsto nas eleições municipais de 2004 ( R$ 27,3 milhões ), apesar de o número de candidatos ser maior há quatro anos: 31 frente aos atuais 27.
A previsão dos gastos é entregue no ato do registro das candidaturas. Normalmente, os pleiteantes informam o limite máximo a ser usado, pois preferem superestimar os gastos a ter problemas na prestação de contas junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Isso porque não podem gastar um centavo a mais do que foi declarado na previsão. Como o dinheiro é arrecadado por meio de doações (em alguns casos o fundo partidário também contribui) é possível que muitos candidatos não alcancem esses valores.
No topo da lista aparece São Bernardo, cuja soma da declaração dos cinco concorrentes à Prefeitura é de R$ 32,5 milhões. A liderança da cidade é puxada pelo sindicalista Luiz Marinho (PT), que projetou R$ 15 milhões para a sua campanha. Depois do petista, prevêem os maiores gastos Orlando Morando (PSDB) e Alex Manente (PPS), com R$ 6 milhões cada um. Logo em seguida aparece Evandro de Lima (PTdoB), com R$ 5 milhões ( ??!!?…??! ). Aldo Santos (Psol) fecha a lista, com R$ 500 mil.
Na corrida milionária às prefeituras, a segunda cidade do Grande ABC onde os candidatos pretendem gastar mais é Santo André. Aidan Ravin (PTB) é o recordista, com R$ 5 milhões, seguido pelo candidato petista Vanderlei Siraque (com R$ 3,2 milhões), pelo ex-prefeito tucano Newton Brandão (R$ 2,8 milhões), pelo democrata Raimundo Salles (R$ 1,5 milhão) e Ricardo Alvarez, do Psol, com R$ 250 mil.
Em Mauá, Chiquinho do Zaíra (PSB) registrou R$ 3 milhões, seguido por Oswaldo Dias (PT), R$ 2, 2 milhões. Diniz Lopes (PSDB) pretende gastar R$ 1,2 milhão e Mateus Prado (Psol) fecha a conta, com R$ 500 mil.
Em Diadema, José Augusto (PSDB) sai na frente com R$ 2,5 milhões. Depois vem Mário Reali (PT), com R$ 1,95 milhão. Vladão está bem atrás, com R$ 15 mil.
Em São Caetano, o petista Jayme Tortorello projeta R$ 2,4 milhões com sua candidatura. José Auricchio Júnior (PTB) prevê R$ 1,5 milhão para a reeleição, enquanto Horácio Neto (Psol) calcula R$ 500 mil.
Em Ribeirão Pires, Mário Nunes (PT) registrou R$ 1 milhão, seguido pelo prefeito Clóvis Volpi (PV), com R$ 650 mil, e Valdírio Prisco (PSDB), R$ 400 mil.
Na briga pela reeleição em Rio Grande da Serra, Adler Kiko Teixeira (PSDB) pretende gastar R$ 200 mil. Cafu (PT) e Nilson Gonçalves (PR), assim como Ricardo Yoshio (PMN), de Diadema, não foram localizados pelo Diário.

Entre os deputados candidatos a prefeito no Grande ABC, tucano foi o que se deu melhor em termos de valorização patrimonial no cômputo de dois anos

Morando lidera lista de bens entre deputados candidatos
Reporter Diário, 02.08.08

Orlando Morando (PSDB) ampliou ganhos em R$ 404 mil
Dos 27 candidatos que almejam o posto de comandante municipal, cinco são representantes do ABC na Assembléia Legislativa. São Bernardo tem dois: Alex Manente (PPS) e Orlando Morando (PSDB), seguida por Diadema com a dupla José Augusto (PSDB) e Mário Reali (PT). Santo André conta com um parlamentar, Vanderlei Siraque (PT).
O que mais chama atenção entre os pares é a diferença na declaração de bens. Por ocuparem o cargo de deputado estadual, todos eles tiveram que listar o patrimônio em 2006. A ação foi repetida neste ano, já que os cinco postulam as sucessões municipais de outubro.
No entanto, há um abismo entre a evolução dos bens de cada um deles que chega a R$ 362 mil. Enquanto o petista Mário Reali conquistou R$ 42 mil em dois anos, o tucano Orlando Morando conseguiu ampliar R$ 404 mil no biênio.
Vanderlei Siraque registrou aumento de R$ 236 mil, Alex Manente R$ 139 mil e José Augusto R$ 61 mil. “Fui o que menos aumentei os bens porque tenho como rendimento exclusivamente o meu salário de deputado estadual”, explicou Reali.
“Está tudo declarado no imposto de renda. A valorização se deve a própria valorização dos imóveis, pois nos últimos anos houve um boom imobiliário”, afirmou Siraque. Os candidatos Orlando Morando e José Augusto não quiseram comentar o assunto.
Postulantes a vice têm mais dinheiro
Os 22 candidatos à vice das prefeituras do ABC somam mais que os próprios candidatos. Os 27 cabeças de chapa atingem a marca de “apenas” R$16 mi. Por outro lado, os vice figuram com R$ 29 mi. Vale lembrar que cinco postulantes à vice não declararam bens. Só a cidade de Santo André é responsável por metade da cota dos vices. Dinah Zekcer (PTB) vice de Aidan Ravin lidera a lista com R$ 12 mi. Seguida por Fernando Gomes (PSDB), vice de Brandão, com R$ 5 milhões.
PSDB lidera ranking entre os mais ricos
Entre os 27 pleiteantes às administrações municipais da região, que juntos somam o patrimônio de quase 30 milhões, os representantes do PSDB foram os que declararam possuir mais bens.
Os tucanos compõem o podium com o ex-prefeito de Santo André Newton Brandão, em primeiro lugar com R$ 3.282.341.36. Na seqüência, dois correligionários. O ex-prefeito de Ribeirão Pires Valdírio Prisco com R$ 1.813.000,00 e Orlando Morando com R$ 1.397,721,96.
“A política fez eu perder dinheiro. Tinha uma grande clínica médica. O fato de eu ter sido prefeito três vezes não influencia na minha declaração, pois se eu não fosse político, hoje poderia ter muito mais do que eu tenho atualmente”, explicou-se Newton Brandão.
Somatória
A cidade de Santo André é a que possui os prefeituráveis “mais ricos”. Os cinco postulantes ao Paço, somam R$ 6,2 mi. Além do ex-prefeito Newton Brandão, que lidera o levantamento, aparecem: Raimundo Salles (DEM) R$1,3 mi, Vanderlei Siraque (PT) R$ 758.906,71, Aidan Ravin (PTB) R$474.464,57 e Ricardo Alvarez (Psol) R$ 366.008,55.
Embora seja o maior município do ABC, os prefeituráveis bernardenses colocam a cidade na terceira posição entre as que possuem os pleiteantes com mais bens. Orlando Morando com R$1,3 é o responsável por mais da metade do patrimônio dos candidatos. Os cinco, juntos, somam R$ 2,2 mi. Bem longe do tucano aparecem, Alex Manente (PPS) R$ 339 mil, Evandro de Lima (PTdoB) R$ 328 mil, Aldo Santos (Psol) R$ 179 mil e Luiz Marinho (PT) R$ 15 mil ( o ex-ministro alega que os bens estão todos no nome da esposa Nilza de Oliveira ). Os prefeituráveis de São Caetano colocam a cidade na quarta colocação em questão de bens patrimoniais. Da quantia de R$2.2 mi declarada pelos candidatos, o atual prefeito e candidato a reeleição José Auricchio Júnior (PTB) é dono de R$ 1,1 mi. Na seqüência aparecem Jayme Tortorello (PT) 358 mil e Horácio Neto (Psol) 249 mil.
A cidade de Diadema aparece na penúltima colocação no quesito de patrimônio dos candidatos. Da soma de R$1,1 mi, José Augusto (PSDB) lidera o ranking com R$ 611 mil, seguido por Ricardo Yoshio (PMN) com R$ 300 mil, Mário Reali (PT) com R$ 220 mil e Vladimir Campos (PCB) – o Vladão R$ 3 mil. Empatada na penúltima posição com Diadema, Mauá soma R$1,1 mi, porém com um candidato a mais. Oswaldo Dias foi o que mais declarou, R$ 439 mil. Na seqüência seguem Chiquinho do Zaíra (PSB) R$ 412 mi, Diniz Lopez (PSDB) R$ 275 mil e Mateus Prado (Psol) R$ 30 mil. Embora seja um dos menores municípios do ABC, os três postulantes de Ribeirão Pires, juntos, figuram na segunda colocação entre os concorrentes que mais possuem bens. Do total de R$ 2,6 mi, o ex-prefeito Valdírio Prisco figura no topo com R$ 1,8 mi, seguido pelo atual prefeito Clóvis Volpi (PV) com R$ 480 mil e Mário Nunes (PT) com R$ 395 mil. A menor cidade da região também é a menor em patrimônio dos prefeituráveis. Os três postulantes ao cargo de Rio Grande da Serra, juntos, não atingem a casa do milhão, somam R$ 865 mil. Carlos Augusto César (PT) é o “mais rico” com R$ 370 mil, seguido por Nilson Gonçalves (PR) com R$ 300 mil. O atual chefe do Executivo Adler Kiko Teixeira (PSDB) foi o que menos declarou e aparece com R$ 195 mil.
Prefeituráveis planejam gastar R$ 63 milhões
Diário do Grande ABC
Os candidatos às sete prefeituras do Grande ABC estimam gastar R$ 63,265 milhões durante a campanha. O valor é mais do que o dobro do previsto nas eleições municipais de 2004 ( R$ 27,3 milhões ), apesar de o número de candidatos ser maior há quatro anos: 31 frente aos atuais 27.
A previsão dos gastos é entregue no ato do registro das candidaturas. Normalmente, os pleiteantes informam o limite máximo a ser usado, pois preferem superestimar os gastos a ter problemas na prestação de contas junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Isso porque não podem gastar um centavo a mais do que foi declarado na previsão. Como o dinheiro é arrecadado por meio de doações (em alguns casos o fundo partidário também contribui) é possível que muitos candidatos não alcancem esses valores.
No topo da lista aparece São Bernardo, cuja soma da declaração dos cinco concorrentes à Prefeitura é de R$ 32,5 milhões. A liderança da cidade é puxada pelo sindicalista Luiz Marinho (PT), que projetou R$ 15 milhões para a sua campanha. Depois do petista, prevêem os maiores gastos Orlando Morando (PSDB) e Alex Manente (PPS), com R$ 6 milhões cada um. Logo em seguida aparece Evandro de Lima (PTdoB), com R$ 5 milhões ( ??!!?…??! ). Aldo Santos (Psol) fecha a lista, com R$ 500 mil.
Na corrida milionária às prefeituras, a segunda cidade do Grande ABC onde os candidatos pretendem gastar mais é Santo André. Aidan Ravin (PTB) é o recordista, com R$ 5 milhões, seguido pelo candidato petista Vanderlei Siraque (com R$ 3,2 milhões), pelo ex-prefeito tucano Newton Brandão (R$ 2,8 milhões), pelo democrata Raimundo Salles (R$ 1,5 milhão) e Ricardo Alvarez, do Psol, com R$ 250 mil.
Em Mauá, Chiquinho do Zaíra (PSB) registrou R$ 3 milhões, seguido por Oswaldo Dias (PT), R$ 2, 2 milhões. Diniz Lopes (PSDB) pretende gastar R$ 1,2 milhão e Mateus Prado (Psol) fecha a conta, com R$ 500 mil.
Em Diadema, José Augusto (PSDB) sai na frente com R$ 2,5 milhões. Depois vem Mário Reali (PT), com R$ 1,95 milhão. Vladão está bem atrás, com R$ 15 mil.
Em São Caetano, o petista Jayme Tortorello projeta R$ 2,4 milhões com sua candidatura. José Auricchio Júnior (PTB) prevê R$ 1,5 milhão para a reeleição, enquanto Horácio Neto (Psol) calcula R$ 500 mil.
Em Ribeirão Pires, Mário Nunes (PT) registrou R$ 1 milhão, seguido pelo prefeito Clóvis Volpi (PV), com R$ 650 mil, e Valdírio Prisco (PSDB), R$ 400 mil.
Na briga pela reeleição em Rio Grande da Serra, Adler Kiko Teixeira (PSDB) pretende gastar R$ 200 mil. Cafu (PT) e Nilson Gonçalves (PR), assim como Ricardo Yoshio (PMN), de Diadema, não foram localizados pelo Diário.

Entre os deputados candidatos a prefeito no Grande ABC, tucano foi o que se deu melhor em termos de valorização patrimonial no cômputo de dois anos

Morando lidera lista de bens entre deputados candidatos
Reporter Diário, 02.08.08

Orlando Morando (PSDB) ampliou ganhos em R$ 404 mil
Dos 27 candidatos que almejam o posto de comandante municipal, cinco são representantes do ABC na Assembléia Legislativa. São Bernardo tem dois: Alex Manente (PPS) e Orlando Morando (PSDB), seguida por Diadema com a dupla José Augusto (PSDB) e Mário Reali (PT). Santo André conta com um parlamentar, Vanderlei Siraque (PT).
O que mais chama atenção entre os pares é a diferença na declaração de bens. Por ocuparem o cargo de deputado estadual, todos eles tiveram que listar o patrimônio em 2006. A ação foi repetida neste ano, já que os cinco postulam as sucessões municipais de outubro.
No entanto, há um abismo entre a evolução dos bens de cada um deles que chega a R$ 362 mil. Enquanto o petista Mário Reali conquistou R$ 42 mil em dois anos, o tucano Orlando Morando conseguiu ampliar R$ 404 mil no biênio.
Vanderlei Siraque registrou aumento de R$ 236 mil, Alex Manente R$ 139 mil e José Augusto R$ 61 mil. “Fui o que menos aumentei os bens porque tenho como rendimento exclusivamente o meu salário de deputado estadual”, explicou Reali.
“Está tudo declarado no imposto de renda. A valorização se deve a própria valorização dos imóveis, pois nos últimos anos houve um boom imobiliário”, afirmou Siraque. Os candidatos Orlando Morando e José Augusto não quiseram comentar o assunto.
Postulantes a vice têm mais dinheiro
Os 22 candidatos à vice das prefeituras do ABC somam mais que os próprios candidatos. Os 27 cabeças de chapa atingem a marca de “apenas” R$16 mi. Por outro lado, os vice figuram com R$ 29 mi. Vale lembrar que cinco postulantes à vice não declararam bens. Só a cidade de Santo André é responsável por metade da cota dos vices. Dinah Zekcer (PTB) vice de Aidan Ravin lidera a lista com R$ 12 mi. Seguida por Fernando Gomes (PSDB), vice de Brandão, com R$ 5 milhões.
PSDB lidera ranking entre os mais ricos
Entre os 27 pleiteantes às administrações municipais da região, que juntos somam o patrimônio de quase 30 milhões, os representantes do PSDB foram os que declararam possuir mais bens.
Os tucanos compõem o podium com o ex-prefeito de Santo André Newton Brandão, em primeiro lugar com R$ 3.282.341.36. Na seqüência, dois correligionários. O ex-prefeito de Ribeirão Pires Valdírio Prisco com R$ 1.813.000,00 e Orlando Morando com R$ 1.397,721,96.
“A política fez eu perder dinheiro. Tinha uma grande clínica médica. O fato de eu ter sido prefeito três vezes não influencia na minha declaração, pois se eu não fosse político, hoje poderia ter muito mais do que eu tenho atualmente”, explicou-se Newton Brandão.
Somatória
A cidade de Santo André é a que possui os prefeituráveis “mais ricos”. Os cinco postulantes ao Paço, somam R$ 6,2 mi. Além do ex-prefeito Newton Brandão, que lidera o levantamento, aparecem: Raimundo Salles (DEM) R$1,3 mi, Vanderlei Siraque (PT) R$ 758.906,71, Aidan Ravin (PTB) R$474.464,57 e Ricardo Alvarez (Psol) R$ 366.008,55.
Embora seja o maior município do ABC, os prefeituráveis bernardenses colocam a cidade na terceira posição entre as que possuem os pleiteantes com mais bens. Orlando Morando com R$1,3 é o responsável por mais da metade do patrimônio dos candidatos. Os cinco, juntos, somam R$ 2,2 mi. Bem longe do tucano aparecem, Alex Manente (PPS) R$ 339 mil, Evandro de Lima (PTdoB) R$ 328 mil, Aldo Santos (Psol) R$ 179 mil e Luiz Marinho (PT) R$ 15 mil ( o ex-ministro alega que os bens estão todos no nome da esposa Nilza de Oliveira ). Os prefeituráveis de São Caetano colocam a cidade na quarta colocação em questão de bens patrimoniais. Da quantia de R$2.2 mi declarada pelos candidatos, o atual prefeito e candidato a reeleição José Auricchio Júnior (PTB) é dono de R$ 1,1 mi. Na seqüência aparecem Jayme Tortorello (PT) 358 mil e Horácio Neto (Psol) 249 mil.
A cidade de Diadema aparece na penúltima colocação no quesito de patrimônio dos candidatos. Da soma de R$1,1 mi, José Augusto (PSDB) lidera o ranking com R$ 611 mil, seguido por Ricardo Yoshio (PMN) com R$ 300 mil, Mário Reali (PT) com R$ 220 mil e Vladimir Campos (PCB) – o Vladão R$ 3 mil. Empatada na penúltima posição com Diadema, Mauá soma R$1,1 mi, porém com um candidato a mais. Oswaldo Dias foi o que mais declarou, R$ 439 mil. Na seqüência seguem Chiquinho do Zaíra (PSB) R$ 412 mi, Diniz Lopez (PSDB) R$ 275 mil e Mateus Prado (Psol) R$ 30 mil. Embora seja um dos menores municípios do ABC, os três postulantes de Ribeirão Pires, juntos, figuram na segunda colocação entre os concorrentes que mais possuem bens. Do total de R$ 2,6 mi, o ex-prefeito Valdírio Prisco figura no topo com R$ 1,8 mi, seguido pelo atual prefeito Clóvis Volpi (PV) com R$ 480 mil e Mário Nunes (PT) com R$ 395 mil. A menor cidade da região também é a menor em patrimônio dos prefeituráveis. Os três postulantes ao cargo de Rio Grande da Serra, juntos, não atingem a casa do milhão, somam R$ 865 mil. Carlos Augusto César (PT) é o “mais rico” com R$ 370 mil, seguido por Nilson Gonçalves (PR) com R$ 300 mil. O atual chefe do Executivo Adler Kiko Teixeira (PSDB) foi o que menos declarou e aparece com R$ 195 mil.
Prefeituráveis planejam gastar R$ 63 milhões
Diário do Grande ABC
Os candidatos às sete prefeituras do Grande ABC estimam gastar R$ 63,265 milhões durante a campanha. O valor é mais do que o dobro do previsto nas eleições municipais de 2004 ( R$ 27,3 milhões ), apesar de o número de candidatos ser maior há quatro anos: 31 frente aos atuais 27.
A previsão dos gastos é entregue no ato do registro das candidaturas. Normalmente, os pleiteantes informam o limite máximo a ser usado, pois preferem superestimar os gastos a ter problemas na prestação de contas junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Isso porque não podem gastar um centavo a mais do que foi declarado na previsão. Como o dinheiro é arrecadado por meio de doações (em alguns casos o fundo partidário também contribui) é possível que muitos candidatos não alcancem esses valores.
No topo da lista aparece São Bernardo, cuja soma da declaração dos cinco concorrentes à Prefeitura é de R$ 32,5 milhões. A liderança da cidade é puxada pelo sindicalista Luiz Marinho (PT), que projetou R$ 15 milhões para a sua campanha. Depois do petista, prevêem os maiores gastos Orlando Morando (PSDB) e Alex Manente (PPS), com R$ 6 milhões cada um. Logo em seguida aparece Evandro de Lima (PTdoB), com R$ 5 milhões ( ??!!?…??! ). Aldo Santos (Psol) fecha a lista, com R$ 500 mil.
Na corrida milionária às prefeituras, a segunda cidade do Grande ABC onde os candidatos pretendem gastar mais é Santo André. Aidan Ravin (PTB) é o recordista, com R$ 5 milhões, seguido pelo candidato petista Vanderlei Siraque (com R$ 3,2 milhões), pelo ex-prefeito tucano Newton Brandão (R$ 2,8 milhões), pelo democrata Raimundo Salles (R$ 1,5 milhão) e Ricardo Alvarez, do Psol, com R$ 250 mil.
Em Mauá, Chiquinho do Zaíra (PSB) registrou R$ 3 milhões, seguido por Oswaldo Dias (PT), R$ 2, 2 milhões. Diniz Lopes (PSDB) pretende gastar R$ 1,2 milhão e Mateus Prado (Psol) fecha a conta, com R$ 500 mil.
Em Diadema, José Augusto (PSDB) sai na frente com R$ 2,5 milhões. Depois vem Mário Reali (PT), com R$ 1,95 milhão. Vladão está bem atrás, com R$ 15 mil.
Em São Caetano, o petista Jayme Tortorello projeta R$ 2,4 milhões com sua candidatura. José Auricchio Júnior (PTB) prevê R$ 1,5 milhão para a reeleição, enquanto Horácio Neto (Psol) calcula R$ 500 mil.
Em Ribeirão Pires, Mário Nunes (PT) registrou R$ 1 milhão, seguido pelo prefeito Clóvis Volpi (PV), com R$ 650 mil, e Valdírio Prisco (PSDB), R$ 400 mil.
Na briga pela reeleição em Rio Grande da Serra, Adler Kiko Teixeira (PSDB) pretende gastar R$ 200 mil. Cafu (PT) e Nilson Gonçalves (PR), assim como Ricardo Yoshio (PMN), de Diadema, não foram localizados pelo Diário.

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