ENCALHE

maio 19, 2008

Interpol e os emails das FARCS

Interpol encontrou em email no computador de adamantium das FARCS a prova que todos os editorialistas brasileiros esperavam.
Quis a Divina e Insondável Providência que justamente ali na mensagem encontrada estivesse anexada uma planilha de gastos sigilosos que Hugo Chávez dispendeu com o movimento insurgente colombiano.
A BRIGA PROSSEGUE:
Venezuela protesta por incursión ilegal de tropas colombianas en su territorio
Correa alerta sobre campaña contra Venezuela con el pretexto del informe de la Interpol

Narco candidato en Colombia

março 18, 2008

Acordo da OEA inclui "rechaço" à invasão colombiana e desculpas ao Equador

BRASÍLIA – Os ministros de Relações Exteriores membros da Organização dos Estados Americanos (OEA) – reunidos após o conflito estabelecido entre Equador e Colômbia – chegaram, na noite de ontem (17), a uma resolução consensual que inclui o “rechaço” à incursão militar colombiana em território equatoriano no último dia 1º, além de um pedido de desculpas de Bogotá (capital da Colômbia) à Quito (capital do Equador). As informações são da agência Telam.
Os Estados Unidos – que haviam se manifestado à favor da ação militar promovida pelo presidente colombiano Álvaro Uribe – apenas apoiaram a decisão da OEA após o pedido expresso do governo da Colômbia.
O acordo reforça ainda o compromisso, por parte de todos os países membros, de combater “grupos irregulares ou organizações criminais”, incluindo as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Após 15 horas de reunião na sede da OEA, em Washington, os participantes aprovaram a resolução por unanimidade e as principais partes envolvidas – Colômbia e Equador – afirmaram sair vitoriosas do encontro.“É um êxito completo para a Colômbia”, avaliou o chanceler colombiano, Fernando Araújo. “É um triunfo para o Equador”, destacou a chanceler equatoriana, María Isabel Salvador.
Panorama Brasil
com Agência Brasil

março 10, 2008

Breve histórico das FARC, por ocasião de seus 40 anos de existência ( texto meio antigo, mas didático )

Os 40 anos das FARC
De orientação marxista, as Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (Farc) completaram 40 anos em maio. O presidente colombiano, Álvaro Uribe, colocou suas forças em alerta para evitar ser surpreendido por ações violentas, de matriz terrorista.
No curso do temido mês de maio, o governo Uribe noticiou a prisão de dois líderes regionais das Farc. E circulou um boato sobre a morte do seu principal líder, Manuel Marulanda, vítima de câncer.
A guerra civil na Colômbia é bem mais antiga que as Farc. Ela foi desencadeada em 9 de abril de 1948, quando do assassinato do líder popular Jorge Eliécer Gaitán. A partir daí, a Colômbia estreitou laços com os EUA. Para se ter idéia, em 1951, foi o único país sul-americano a enviar tropas para a Guerra da Coréia. Sob a Presidência de Uribe, a Colômbia apoiou a invasão do Iraque.
Em 1964, os norte-americanos pressionaram o Exército colombiano para eliminar um grupo rebelde, formado por pequenos proprietários rurais, tidos como influenciados pelo sucesso de Fidel Castro em Sierra Maestra. Resultado: os rebeldes reagiram e o pequeno sitiante Manuel Marulanda, apelidado Tirofijo, criou as Farc.
Por lei, a porta foi aberta aos paramilitares em 1968. Essa lei autorizou a constituição de milícias civis para enfrentar guerrilheiros. Com o tempo e já com a lei revogada, os diversos grupos de paramilitares juntaram-se e fundaram, em 1996, as Autodefensas Unidas de Colombia (AUC), sob o comando do narcotraficante Carlos Castaño – que atualmente se finge de morto – e do latifundiário ítalo-colombiano Salvatore Mancuso.
A respeito dos conflitos colombianos, Andrés Pastrana, logo depois de eleito presidente (1998), apresentou um diagnóstico sobre o seu país: “A Colômbia convive com duas diferentes guerras: a do narcotráfico e a da guerrilha contra um modelo econômico, social e político que considera injusto, corrupto e gerador de privilégios”. Faltou a Pastrana revelar como os interesses estratégicos, hegemônicos, econômicos e políticos dos EUA serviram para fomentar a guerra civil. Uma guerra sangrenta, com o emprego de métodos terroristas pelas Farc e massacres de civis promovidos pelos paramilitares.
Após o trágico 11 de setembro, o governo Bush incluiu as AUC na sua lista de organizações terroristas internacionais, com uma significativa ressalva: “Não atentam diretamente aos interesses dos Estados Unidos e dos cidadãos norte-americanos”. Em outras palavras, elas podem, desde que disfarçadas, continuar como força auxiliar a Uribe, à DEA, à CIA. E, também, servir às empresas de petróleo norte-americanas estabelecidas na Colômbia.
A exploração das reservas petrolíferas da Colômbia demonstra como a questão das drogas é usada para legitimar a interferência norte-americana. Para o presidente Bush, frise-se, não há insurgência, mas narcoterrorismo. Com poços e dutos instalados na Colômbia, as empresas petrolíferas aplaudem Bush. E as empresas são muitas: OXY, Texaco, Harken, Chevron, BP, Reliant, Eron, Global, Halliburton.
A respeito da Harken Energy, ela teve o presidente Bush no seu conselho administrativo e lhe pagava US$ 122 mil por ano. Na Colômbia, a Harken atua associada à Global Energy Development. Com efeito, não foi sem causa que o Plano Colômbia contemplou com milhões de dólares o batalhão do Exército da região petrolífera de Arauca.
O batalhão de Arauca guarda os dutos petrolíferos que ligam os poços de extração aos portos do Caribe. Dentre as principais beneficiárias estão a Harken, a Halliburton – que pertenceu ao vice-presidente Dick Cheney, e a OXY, do acionista Al Gore, formalmente derrotado nas últimas eleições por Bush.
Por outro lado, o cartel do Valle Norte – único remanescente depois do desmanche dos cartéis de Cali e de Medellín – sustenta e trafica drogas em conjunto com organizações paramilitares. Quanto às guerrilhas, fortalecem-se economicamente com seqüestros, extorsões, roubos e furtos. Nos territórios controlados, cobram ainda a “taxa” de proteção dos camponeses (cocaleiros) e dos laboratórios de refino de cocaína e heroína.
Num dado pouco confiável, o general Barry MacCaffrey, ex-czar antidrogas do governo Bill Clinton, estimou que as Farc recolhem anualmente US$ 500 milhões, por meio dos “impostos” sobre as drogas. Nos 40 anos das Farc, só há uma certeza: a guerra civil colombiana está longe do fim. E o presidente Uribe só espera o sinal verde da Casa Branca para pôr em prática o plano de armar 1 milhão de civis, a fim de contrastar a guerrilha insurgente.
 
Instituto Brasileiro Giovanni Falcone

março 8, 2008

Comitê Betancourt de Paris condena atuações do presidente Uribe

Adital -
07/03/08
O Comitê de Solidariedade com Ingrid Betancourt (CSIB) de Paris expressou esta sexta-feira sua indignação contra o presidente colombiano Álvaro Uribe, pelas circunstâncias que rodearam o ataque do exército colombiano no qual resultaram mortos mais de 20 guerrilheiros, entre eles o número dois das Farc Raúl Reyes, em território equatoriano.
“Álvaro Uribe ordenou essa operação deliberadamente, sem levar em conta a urgência que supõe o estado de saúde alarmante de Ingrid Betancourt e de outros reféns”, estima o Comitê.
O CSIB aponta que a embaixada francesa em Quito reconheceu ter sido informada dos contatos entre o Equador e a guerrilha das FARC para liberar os reféns, entre os quais a ex-candidata presidencial colombiana Ingrid Betancourt, que também tem nacionalidade francesa.
Também lembra que o presidente equatoriano, Rafael Correa, assegurou que Uribe estava a par de que a guerrilha das Farc ia liberar em março um grupo de 12 reféns, entre eles Betancourt.
“Álvaro Uribe não termina de explicar que está ganhando sua guerra”, disse o CSIB, antes de perguntar-se: “Por que então não deixou ser instalado um espaço humanitário, como foi o caso para os outros seis reféns liberados?”.
“Ele sabia que ao dar a ordem de atacar, nossas possibilidades de liberação rápida estavam aniquiladas por um tempo. E o fez. As famílias dos reféns podem continuar esperando”, disse. Ao reiterar seu rechaço à desesperança que pode provocar essas ações, o CISIB chama as FARC “para liberar agora e não em uns meses a Ingrid Betancourt e todos os reféns”.
A nota é da Telesur

março 6, 2008

Alguém na Globo tá cafungando demais.

Naquele Jornal das Dez, ontem : o Brasil tem um milhão de consumidores de cocaína. É um número impressionante.
Mas a questão é: de onde será que vem o pó? Das FARCs? Da Colômbia? Por quê falar disso, justo agora? Quer dizer, falar sobre a cocaína, que nem é o aditivo mais consumido no país. Aliás, não é aditivo de pobre.
Sei lá.

Como eu digo: Um trouxa e seu $$ se separam logo: na primeira banca de jornais da esquina". Editora Abril põe Chávez em revista sobre GUERRAS!!

É a contribuição da Editora dos Civita para radicalizar de vez a situação na América do Sul. Quando você estiver passando perto duma banca ou revistaria, dê uma paradinha e peça para olhar uma revista especial, espécie de franchising da Superinteressante ou Aventuras na História, chamada “Grandes Guerras”, que saiu nesta semana.
A chamada principal é sobre os persas ou gregos, essas coisas.
E vá direto para a matéria que coloca, sei-lá-porque, o presidente Venezuelano Hugo Chávez que, até onde eu sei, jamais participou de uma guerra contra país algum. Talvez o país tenha participado, há algus séculos, de alguma, mas não é este o caso.
Leia atentamente o quadro, que tem por função enumerar os gastos de alguns países do subcontinente, com a Segurança e Defesa Nacionais, tropas, número de soldados, etc.
A revista admite que, apesar dos investimentos de Chávez, a Venezuela ocupa, no geral, a 5a. colocação, abaixo, por exemplo, da Colômbia. Eu nem me chateei em ler o texto. Os caças, helicópteros ou fuzis russos que Chávez adquiriu o tornam uma ameaça, mas os armamentos israelenses da Colômbia fazem de “Narco” Uribe um defensor do Mundo Livre. Só o leitor café-com-leite da Veja aceita este postulado. Tenho pena e medo das crianças que são educadas e alfabetizadas tendo, como fonte, as publicações da Abril. Não precisa ser comunista para perceber como são ruins e tendenciosamente mau-caráteres estas revistas.
Ficou com medo do ameaçador poder bélico do Chávez? Até onde eu sei, a Colômbia entrou onde não devia – Equador -, com uma bela desculpa bushiana de “caçar terroristas”.
Claro ficou, então, que, se a Venezuela ou Cuba invadirem – com todo o seu poderio – os EUA, para matar Posada Carriles, estes países estarão em seu direito, né?

fevereiro 13, 2008

Farsa na Colômbia: Jovens baleados por militares, têm suas roupas mudadas e são apresentados ao mundo como guerrilheiros "mortos em combate"! (ENG.)

Three young adults named Hortensia, Manuel and William were out one night celebrating Three King’s Day in the department of Cauca, in southwestern Colombia. After hanging out in a neighboring town, they were on their way home at 3am in the morning, traveling by motorcycle. For unknown reasons ( whether on purpose or by accident ) the military shot at them and killed Hortensia and Manuel making the motorcycle crash and break William’s leg. William managed to crawl back down to the community and let them know what had happened. The community mobilized at 4am the next morning and walked up to the scene of the crime, where the two bodies of their beloved young ones were lying. A few hours later the military picked up their bodies and took them to a nearby hospital, but right before they turned them in, they dressed them up as guerrillas and said they had been shot in combat*. But their brothers and sisters and parents and friends had already seen the bodies in those early morning hours, lying on the ground, unmoved from where they were shot and in civilian clothing. The whole community was thus witness to the lies of the military, which was trying to wash their hands of any responsibility for having killed innocent civilians*.
This is called an “extrajudicial execution” and it is happening more and more in Colombia. Recently, a group of human rights experts participated in an international mission to investigate these civilian killings (
click here to read the preliminary mission report and here to view a statement by U.S. NGOs). The report shows that from July 2002 to July 2007, extrajudicial executions rose by 66% compared to the previous five year period. This is the same five-year period that much of the $5 billion in US military aid has been sent to Colombia to “train” the Colombian military. As paramilitary forces are being demobilized, the army, under pressure to “get results,” appears to be directly involved in more human rights abuses.
Right now action is being taken in the Senate to pressure the Colombian government on this issue. Senators Dodd and Feingold are currently circulating a “dear colleague” letter to Secretary of State Rice* expressing concern over the alarming increase in killings by the Colombian army. The following Senators have already signed on: Dodd, Feingold, Kerry, Kennedy, Sanders, Brown and Boxer.
Click here to read the letter (in PDF format).
The letter urges Secretary Rice to refrain from certifying military aid to Colombia until these human rights abuses are investigated, tried in civilian courts, and those responsible are brought to justice. Contact your senators through the Capitol Switchboard at 202-224-3121. Ask them to send the message that human rights matter by signing onto this letter by February 15th.
Let’s make sure our members of Congress continue to hear our message loud and clear – please encourage them to sign onto this letter and let them know that as US taxpayers, we don’t want any of our money to go to the Colombian military, which is responsible for killing innocent civilians. No US military aid to Colombia! No certification of military aid!
Thank you,
FOR Colombia Program

Fellowship of ReconciliationTask Force on Latin America and the Caribbean
2017 Mission St. #205, San Francisco, CA 94110
Tel: 415-495-6334 Fax: 415-495-5628
Web: http://www.forcolombia.org
* Grifo do blog

janeiro 1, 2008

Farc suspendem entrega de reféns e trocam acusações com Uribe

Filed under: América do Sul, Colômbia, Farcs, Hugo Chávez, reféns, Uribe, Venezuela — Humberto @ 7:53 pm
BBCBrasil
01/01/08
As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) afirmaram nesta segunda-feira que operações realizadas pelo Exército colombiano impedem a entrega dos três reféns que o grupo prometeu libertar.
“As intensas operações realizadas na zona (em que os reféns seriam entregues) nos impedem entregar, como era nosso desejo, os reféns. Insistir seria arriscar a vida das pessoas e dos guerrilheiros”, disse o grupo em um comunicado lido pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, por telefone, no canal de televisão estatal da Venezuela.
Imediatamente após a divulgação do comunicado por Chávez, o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, anunciou que estaria disposto a criar um corredor desmilitarizado na selva colombiana para que o resgate dos reféns fosse realizado.
Uribe negou que seu governo tenha intensificado operações militares na zona em que os seqüestrados seriam libertados e prometeu um cessar-fogo no momento em que os helicópteros de resgate levantarem vôo.
“Uma vez que os helicópteros estejam voando, as Forças Armadas da Colômbia darão uma ordem unilateral de não dar um só disparo nesta área para garantir a operação”, disse Uribe.
A libertação da ex-assessora de campanha da candidata à Presidência Ingrid Betancourt (também seqüestrada), Clara Rojas, de seu filho Emmanuel, nascido em cativeiro, e da ex-parlamentar Consuelo González de Perdomo, é aguardada desde sexta-feira, mas já foi adiada três vezes.
As Farc prometeram libertar esses três reféns como “um ato de desagravo” a Chávez, que no fim de novembro foi afastado por Uribe da mediação com o grupo rebelde na busca de um acordo para a troca de reféns por prisioneiros.
Em seu comunicado, as Farc afirmaram que, depois que provas de vida de alguns reféns em poder do grupo, entre eles a ex-senadora Ingrid Betancourt, que seriam entregues a Chávez (na época mediador entre as Farc e o governo da Colômbia) foram encontradas pela polícia colombiana, as operações militares se intensificaram.
“Assim que encontrarmos um local seguro lhe comunicaremos, para garantir o retorno, sãos e salvos, de Clara, Emmanuel e Consuelo”, afirma a nota dirigida a Chávez.
Há alguns dias, o governo venezuelano e o representante brasileiro na delegação internacional que acompanha a operação de resgate, o assessor da Presidência, Marco Aurélio Garcia, vinham anunciando que a impossibilidade de um cessar-fogo na região em que os reféns seriam libertados poderia dificultar a movimentação da guerrilha.
Emmanuel
No entanto, em seu discurso, realizado na cidade colombiana de Villavicencio, que é o ponto de partida da operação de resgate, Uribe disse que o real motivo do adiamento da libertação dos reféns é que Emmanuel não estaria mais em poder das Farc.
Segundo o presidente colombiano, o menino teria sido entregue ao Instituto Colombiano de Bem-Estar Familiar (ICBF). Uribe disse que há na instituição um menino de três anos e seis meses com características semelhantes às de Emmanuel.
De acordo com Uribe, um suposto tio da criança tentou retirá-la do instituto nesta segunda-feira.
O presidente da Venezuela, que desde o fim de sua mediação no acordo humanitário com as Farc rompeu relações com Uribe, reagiu às afirmações e disse ter “suficientes razões para duvidar dessas hipóteses”.
Uribe solicitou ao governo da Venezuela que permita a realização de um exame de DNA da avó de Emmanuel, Clara González de Rojas, que está em Caracas, para comprovar sua hipótese.
Chávez disse estar pronto para fazer a prova de DNA. “Uribe foi muito vivo. Com esta cortina de fumaça pretende dinamitar a operação (de resgate)”, disse o presidente venezuelano.
Antes das declarações de Uribe, Chávez já havia afirmado que não abortará a operação de resgate. O presidente venezuelano disse que, caso não seja possível resgatar os reféns nos próximos três dias, terá de colocar em prática outros métodos.
“Não se vai abortar (a operação). O que se poderia mudar é a modalidade, que poderia se transformar em opções clandestinas. Eu não queria, porque seria uma opção arriscada”, disse Chávez.

outubro 11, 2007

Presidente acusa ministro do Tribunal de achaque contra traficante colombiano!!

Briga entre poderes
Presidente da Colômbia e ministro trocam acusações
O Executivo e Judiciário da Colômbia estão em guerra. As trocas de acusações ocupam a agenda política do país nesta semana. Na segunda-feira (8/10), o presidente Álvaro Uribe acusou publicamente o ministro do Tribunal Supremo, Iván Velásquez, e agentes da promotoria de achacarem o paramilitar José Orlando Moncada Zapata (conhecido como Tasmania) para vincular o presidente a atentado contra o político de extrema-direita Alcides de Jesús Durango.
Na nota, Uribe disse que o Tasmania escreveu uma carta para adverti-lo sobre um juiz, que teria oferecido benefícios jurídicos por uma acusação contra o presidente. “Estou no direito e no dever de pedir uma investigação”, disse Uribe ao defender o conteúdo do comunicado.
Na terça-feira (9/10), Velásquez desmentiu a versão de Tasmânia e reiterou que o nome de Uribe não foi mencionado na diligência. Antes de receber a carta do preso, Uribe havia telefonado ao juiz para perguntar sobre os acontecimentos. Para o Supremo, o telefonema foi uma “obstrução” do Executivo ao trabalho da Justiça.
“Uribe está interferindo na administração que nós exercemos”, disse o presidente do Tribunal Supremo, César Julio Copete Valencia, antes de se reunir em sessão extraordinária com os outros 22 magistrados para analisar a crise.
A polêmica surgiu no meio do processo chamado “parapolítica” no qual o Tribunal vinculou o nome de 40 congressistas, a maioria deles aliados de Uribe. O porta-voz do Supremo antecipou que Velásquez, que coordena as investigações, viajou para Medellín para “checar uma prova” relacionada ao processo. No processo, “não foi mencionado o senhor Presidente da República”, acrescentou Valencia.
A juíza Ana Elena Gutiérrez, da equipe da promotoria em Medellín, concordou com ele. Ela acompanhou Velásquez e a auxiliar Luz Adriana Camargo no processo sobre Tasmânia.
*Com agências de notícias
Consultor Jurídico
10 de outubro de 2007

agosto 11, 2007

Guerra às Drogas e à insurgência. Oficiais de Israel na Colômbia.

Filed under: Colômbia, Farcs, inteligência, Israel, mercenários, paramilitares, Uribe — Humberto @ 11:45 pm
Wálter Fanganiello Maierovitch
IBGF
11 de agosto de 2007
O comando das Farc ( Forças Armadas Revolucionárias de Colômbia ) tinha denunciado, em julho passado, a presença na Colômbia de mercenários israelenses e ingleses que estariam a atuar em auxílio às forças armadas colombianas.
Nenhum desmentido ocorreu por parte do governo do presidente Álvaro Uribe, sempre acusado de dar mão forte aos paramilitares que guerreiam com as Farc e o ELN ( Exército de Libertação Nacional ), ambas organizações de esquerda.
O jornal colombiano “Semana” saiu hoje com a notícia de que um grupo israelense, composto por ex-oficiais do exército de Israel, está colaborando na luta contra os insurgentes e os narctraficantes.
Segundo o jornal, o grupo é formado por três generais e um coronel israelensese reformados, todos especializados em inteligência e contra-espionagem.
A presença dos israelenses decorreria, consoante o jornal “Semana”, de um velho acordo de cooperação celebrado entre o ministro colombiano da defesa com o então ministro israelense Shlomo bem Ami.
Sabe-se, ainda, que quatro oficiais colombianos trabalham como intérpretes, pois os israelenses não falam espanhol.
Wálter Fanganiello Maierovitch
O Cata-Milho já faz o serviço: eis o link para a matéria jornalística mencionada ( em espanhol, óbvio ): De Tel Aviv a Tolemaida

maio 16, 2007

Jornalistas grampeados!!!! Inceitável ataque às liberdades individuais!!!!

Filed under: Colômbia, Farcs, inteligência, Uribe — Humberto @ 1:33 pm
Na Colômbia, o plano antiterrorista de George Bush está a todo o vapor!
Para combater o inimigo islâmico fundamentalista e garantir a segurança do povo norteamericano, o Patriot Act baixado pela Administração fundamentalista cristã de George Bush restringiu certas liberdades ( consolidadas e dadas como pétreas ) de seus concidadãos e eleitores.
Estratégicamente, garantiu um aliado latinoamericano na luta contra o terrorismo e o tráfico de drogas internacional ( que movimenta bilhões sem o conhecimento dos bancos centrais dos países; ou mesmo dos bancos comuns, que não se interessam por quantias tão ridículas ) , o colombiano Uribe, notório cidadão de bem e empresário bem sucedido, por seus próprios méritos.
O Plano Colombia, exitosa parceria entre os dois países, visa coibir a produção e o comércio de drogas a partir do país sulamericano, cuja batalha sangrenta contra a milícia comunista FARC já dura décadas.
As FARCS, como se sabe, são um movimento armado que visa instituir um governo marxista na América do Sul e seu financiamento vem da extorsão e do tráfico de drogas. Também são signatárias do famigerado Foro de São Paulo ( juntamente com o PT, outra sigla comprometida com os mesmos objetivos ) e dominam geograficamente grande parte do país, na base do terror.
Não há evidências da existência de milícias de extrema-direita no país, ou que estas ajam praticamente da mesma forma que se atribui às FARCS, e nem da proximidade entre elas e o presidente Álvaro Uribe
É para combater esse estado de coisas, que a Colômbia conta com um serviço de inteligência qualificado e patriótico.

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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