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março 23, 2009

UNICAMP: Seminário Internacional Paulo Freire começa na terça com 800 inscritos

Filed under: Apagão Educacional Continuado tucano, Paulo Freire, UNICAMP — Humberto @ 4:12 am
Para a famigerada revista vEJA, Paulo Freire é um educador menor, insignificante, desconhecido no resto do mundo e comunista de pedra. Bom mesmo, para a revista, é o “Apagão Educacional Continuado tucano” de São Paulo.

[20/3/2009] O educador brasileiro Paulo Freire, ex-professor titular da Faculdade de Educação (FE) da Unicamp, falecido em 1991, será mais uma vez lembrado em evento organizado na Universidade. Sua vida e obra estão no VII Seminário Internacional Paulo Freire que acontece na terça (24) e na quarta-feira (25), no Centro de Convenções da Universidade. Seus admiradores terão a oportunidade de interagir com professores de diferentes escolas e importantes nomes ligados ao ensino do país. Um dos principais objetivos do evento é disseminar as ideias de Paulo Freire. Até nesta sexta-feira (20), 800 participantes confirmaram suas presenças, inclusive da Argentina, Espanha e México. As inscrições poderão ser feitas no site do evento e até terça-feira no local do seminário.

Na abertura, terça-feira, às 9 horas, estão previstas as participações de autoridades da Unicamp, do presidente do Instituto Paulo Freire, Moacir Gadotti; representando a Associação de Pedagogos de Cuba, Mariano Isla Guerra; do secretário municipal de Educação de Campinas, Graciliano Oliveira Neto; do diretor da Metrocamp, Eduardo José Pereira Coelho; e do coordenador da Biblioteca Popular Paulo Freire, Francisco Genezio de Mesquita, também coordenador-geral do Seminário.

O diferencial do encontro é que a partir deste ano o evento alcançou um caráter internacional, conta Genezio, principalmente porque Paulo Freire era reconhecido não apenas no Brasil, graças à sua metodologia revolucionária para alfabetizar jovens e adultos em poucos dias. Ampla programação enfatiza o pensamento pedagógico e sociocultural de Paulo Freire na América Latina. A exibição da cantora cubana Rosa Campos, interpretando Estreno en Brasil de La Canción: Paulo Freire, e as apresentações do grupo musical Bateria Alcalina (de ritmos brasileiros) e do Traller de Música Infantil de La Tia Rosa, de Cuba, integrarão as atividades culturais do Seminário. Um momento interessante estará reservado para a sessão “Tribuna Paulo Freire”, às 10 horas do dia 24, quando os interessados terão a chance de testemunhar o seu contato com o educador. Mais informações através dos telefones 19-3289-4242 ou 8225-7912.

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Para a famigerada revista vEJA, Paulo Freire é um educador menor, insignificante, desconhecido no resto do mundo e comunista de pedra. Bom mesmo, para a revista, é o “Apagão Educacional Continuado tucano” de São Paulo.

[20/3/2009] O educador brasileiro Paulo Freire, ex-professor titular da Faculdade de Educação (FE) da Unicamp, falecido em 1991, será mais uma vez lembrado em evento organizado na Universidade. Sua vida e obra estão no VII Seminário Internacional Paulo Freire que acontece na terça (24) e na quarta-feira (25), no Centro de Convenções da Universidade. Seus admiradores terão a oportunidade de interagir com professores de diferentes escolas e importantes nomes ligados ao ensino do país. Um dos principais objetivos do evento é disseminar as ideias de Paulo Freire. Até nesta sexta-feira (20), 800 participantes confirmaram suas presenças, inclusive da Argentina, Espanha e México. As inscrições poderão ser feitas no site do evento e até terça-feira no local do seminário.

Na abertura, terça-feira, às 9 horas, estão previstas as participações de autoridades da Unicamp, do presidente do Instituto Paulo Freire, Moacir Gadotti; representando a Associação de Pedagogos de Cuba, Mariano Isla Guerra; do secretário municipal de Educação de Campinas, Graciliano Oliveira Neto; do diretor da Metrocamp, Eduardo José Pereira Coelho; e do coordenador da Biblioteca Popular Paulo Freire, Francisco Genezio de Mesquita, também coordenador-geral do Seminário.

O diferencial do encontro é que a partir deste ano o evento alcançou um caráter internacional, conta Genezio, principalmente porque Paulo Freire era reconhecido não apenas no Brasil, graças à sua metodologia revolucionária para alfabetizar jovens e adultos em poucos dias. Ampla programação enfatiza o pensamento pedagógico e sociocultural de Paulo Freire na América Latina. A exibição da cantora cubana Rosa Campos, interpretando Estreno en Brasil de La Canción: Paulo Freire, e as apresentações do grupo musical Bateria Alcalina (de ritmos brasileiros) e do Traller de Música Infantil de La Tia Rosa, de Cuba, integrarão as atividades culturais do Seminário. Um momento interessante estará reservado para a sessão “Tribuna Paulo Freire”, às 10 horas do dia 24, quando os interessados terão a chance de testemunhar o seu contato com o educador. Mais informações através dos telefones 19-3289-4242 ou 8225-7912.

UNICAMP: Seminário Internacional Paulo Freire começa na terça com 800 inscritos

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Para a famigerada revista vEJA, Paulo Freire é um educador menor, insignificante, desconhecido no resto do mundo e comunista de pedra. Bom mesmo, para a revista, é o “Apagão Educacional Continuado tucano” de São Paulo.

[20/3/2009] O educador brasileiro Paulo Freire, ex-professor titular da Faculdade de Educação (FE) da Unicamp, falecido em 1991, será mais uma vez lembrado em evento organizado na Universidade. Sua vida e obra estão no VII Seminário Internacional Paulo Freire que acontece na terça (24) e na quarta-feira (25), no Centro de Convenções da Universidade. Seus admiradores terão a oportunidade de interagir com professores de diferentes escolas e importantes nomes ligados ao ensino do país. Um dos principais objetivos do evento é disseminar as ideias de Paulo Freire. Até nesta sexta-feira (20), 800 participantes confirmaram suas presenças, inclusive da Argentina, Espanha e México. As inscrições poderão ser feitas no site do evento e até terça-feira no local do seminário.

Na abertura, terça-feira, às 9 horas, estão previstas as participações de autoridades da Unicamp, do presidente do Instituto Paulo Freire, Moacir Gadotti; representando a Associação de Pedagogos de Cuba, Mariano Isla Guerra; do secretário municipal de Educação de Campinas, Graciliano Oliveira Neto; do diretor da Metrocamp, Eduardo José Pereira Coelho; e do coordenador da Biblioteca Popular Paulo Freire, Francisco Genezio de Mesquita, também coordenador-geral do Seminário.

O diferencial do encontro é que a partir deste ano o evento alcançou um caráter internacional, conta Genezio, principalmente porque Paulo Freire era reconhecido não apenas no Brasil, graças à sua metodologia revolucionária para alfabetizar jovens e adultos em poucos dias. Ampla programação enfatiza o pensamento pedagógico e sociocultural de Paulo Freire na América Latina. A exibição da cantora cubana Rosa Campos, interpretando Estreno en Brasil de La Canción: Paulo Freire, e as apresentações do grupo musical Bateria Alcalina (de ritmos brasileiros) e do Traller de Música Infantil de La Tia Rosa, de Cuba, integrarão as atividades culturais do Seminário. Um momento interessante estará reservado para a sessão “Tribuna Paulo Freire”, às 10 horas do dia 24, quando os interessados terão a chance de testemunhar o seu contato com o educador. Mais informações através dos telefones 19-3289-4242 ou 8225-7912.

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Para a famigerada revista vEJA, Paulo Freire é um educador menor, insignificante, desconhecido no resto do mundo e comunista de pedra. Bom mesmo, para a revista, é o “Apagão Educacional Continuado tucano” de São Paulo.

[20/3/2009] O educador brasileiro Paulo Freire, ex-professor titular da Faculdade de Educação (FE) da Unicamp, falecido em 1991, será mais uma vez lembrado em evento organizado na Universidade. Sua vida e obra estão no VII Seminário Internacional Paulo Freire que acontece na terça (24) e na quarta-feira (25), no Centro de Convenções da Universidade. Seus admiradores terão a oportunidade de interagir com professores de diferentes escolas e importantes nomes ligados ao ensino do país. Um dos principais objetivos do evento é disseminar as ideias de Paulo Freire. Até nesta sexta-feira (20), 800 participantes confirmaram suas presenças, inclusive da Argentina, Espanha e México. As inscrições poderão ser feitas no site do evento e até terça-feira no local do seminário.

Na abertura, terça-feira, às 9 horas, estão previstas as participações de autoridades da Unicamp, do presidente do Instituto Paulo Freire, Moacir Gadotti; representando a Associação de Pedagogos de Cuba, Mariano Isla Guerra; do secretário municipal de Educação de Campinas, Graciliano Oliveira Neto; do diretor da Metrocamp, Eduardo José Pereira Coelho; e do coordenador da Biblioteca Popular Paulo Freire, Francisco Genezio de Mesquita, também coordenador-geral do Seminário.

O diferencial do encontro é que a partir deste ano o evento alcançou um caráter internacional, conta Genezio, principalmente porque Paulo Freire era reconhecido não apenas no Brasil, graças à sua metodologia revolucionária para alfabetizar jovens e adultos em poucos dias. Ampla programação enfatiza o pensamento pedagógico e sociocultural de Paulo Freire na América Latina. A exibição da cantora cubana Rosa Campos, interpretando Estreno en Brasil de La Canción: Paulo Freire, e as apresentações do grupo musical Bateria Alcalina (de ritmos brasileiros) e do Traller de Música Infantil de La Tia Rosa, de Cuba, integrarão as atividades culturais do Seminário. Um momento interessante estará reservado para a sessão “Tribuna Paulo Freire”, às 10 horas do dia 24, quando os interessados terão a chance de testemunhar o seu contato com o educador. Mais informações através dos telefones 19-3289-4242 ou 8225-7912.

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Para a famigerada revista vEJA, Paulo Freire é um educador menor, insignificante, desconhecido no resto do mundo e comunista de pedra. Bom mesmo, para a revista, é o “Apagão Educacional Continuado tucano” de São Paulo.

[20/3/2009] O educador brasileiro Paulo Freire, ex-professor titular da Faculdade de Educação (FE) da Unicamp, falecido em 1991, será mais uma vez lembrado em evento organizado na Universidade. Sua vida e obra estão no VII Seminário Internacional Paulo Freire que acontece na terça (24) e na quarta-feira (25), no Centro de Convenções da Universidade. Seus admiradores terão a oportunidade de interagir com professores de diferentes escolas e importantes nomes ligados ao ensino do país. Um dos principais objetivos do evento é disseminar as ideias de Paulo Freire. Até nesta sexta-feira (20), 800 participantes confirmaram suas presenças, inclusive da Argentina, Espanha e México. As inscrições poderão ser feitas no site do evento e até terça-feira no local do seminário.

Na abertura, terça-feira, às 9 horas, estão previstas as participações de autoridades da Unicamp, do presidente do Instituto Paulo Freire, Moacir Gadotti; representando a Associação de Pedagogos de Cuba, Mariano Isla Guerra; do secretário municipal de Educação de Campinas, Graciliano Oliveira Neto; do diretor da Metrocamp, Eduardo José Pereira Coelho; e do coordenador da Biblioteca Popular Paulo Freire, Francisco Genezio de Mesquita, também coordenador-geral do Seminário.

O diferencial do encontro é que a partir deste ano o evento alcançou um caráter internacional, conta Genezio, principalmente porque Paulo Freire era reconhecido não apenas no Brasil, graças à sua metodologia revolucionária para alfabetizar jovens e adultos em poucos dias. Ampla programação enfatiza o pensamento pedagógico e sociocultural de Paulo Freire na América Latina. A exibição da cantora cubana Rosa Campos, interpretando Estreno en Brasil de La Canción: Paulo Freire, e as apresentações do grupo musical Bateria Alcalina (de ritmos brasileiros) e do Traller de Música Infantil de La Tia Rosa, de Cuba, integrarão as atividades culturais do Seminário. Um momento interessante estará reservado para a sessão “Tribuna Paulo Freire”, às 10 horas do dia 24, quando os interessados terão a chance de testemunhar o seu contato com o educador. Mais informações através dos telefones 19-3289-4242 ou 8225-7912.

UNICAMP: Seminário Internacional Paulo Freire começa na terça com 800 inscritos

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Para a famigerada revista vEJA, Paulo Freire é um educador menor, insignificante, desconhecido no resto do mundo e comunista de pedra. Bom mesmo, para a revista, é o “Apagão Educacional Continuado tucano” de São Paulo.

[20/3/2009] O educador brasileiro Paulo Freire, ex-professor titular da Faculdade de Educação (FE) da Unicamp, falecido em 1991, será mais uma vez lembrado em evento organizado na Universidade. Sua vida e obra estão no VII Seminário Internacional Paulo Freire que acontece na terça (24) e na quarta-feira (25), no Centro de Convenções da Universidade. Seus admiradores terão a oportunidade de interagir com professores de diferentes escolas e importantes nomes ligados ao ensino do país. Um dos principais objetivos do evento é disseminar as ideias de Paulo Freire. Até nesta sexta-feira (20), 800 participantes confirmaram suas presenças, inclusive da Argentina, Espanha e México. As inscrições poderão ser feitas no site do evento e até terça-feira no local do seminário.

Na abertura, terça-feira, às 9 horas, estão previstas as participações de autoridades da Unicamp, do presidente do Instituto Paulo Freire, Moacir Gadotti; representando a Associação de Pedagogos de Cuba, Mariano Isla Guerra; do secretário municipal de Educação de Campinas, Graciliano Oliveira Neto; do diretor da Metrocamp, Eduardo José Pereira Coelho; e do coordenador da Biblioteca Popular Paulo Freire, Francisco Genezio de Mesquita, também coordenador-geral do Seminário.

O diferencial do encontro é que a partir deste ano o evento alcançou um caráter internacional, conta Genezio, principalmente porque Paulo Freire era reconhecido não apenas no Brasil, graças à sua metodologia revolucionária para alfabetizar jovens e adultos em poucos dias. Ampla programação enfatiza o pensamento pedagógico e sociocultural de Paulo Freire na América Latina. A exibição da cantora cubana Rosa Campos, interpretando Estreno en Brasil de La Canción: Paulo Freire, e as apresentações do grupo musical Bateria Alcalina (de ritmos brasileiros) e do Traller de Música Infantil de La Tia Rosa, de Cuba, integrarão as atividades culturais do Seminário. Um momento interessante estará reservado para a sessão “Tribuna Paulo Freire”, às 10 horas do dia 24, quando os interessados terão a chance de testemunhar o seu contato com o educador. Mais informações através dos telefones 19-3289-4242 ou 8225-7912.

julho 22, 2008

Espaço aéreo sob proteção: Primeiro radar nacional auxilia Exército a zelar pelas fronteiras com Colômbia, Bolívia e Venezuela

Ciência Hoje, ed. 249 – Junho 2008
Pela primeira vez o espaço aéreo nacional está protegido por um radar brasileiro legítimo, o Saber M60, capaz de varrer 60 km de raio e até 5 mil metros de altitude. A antena, que localiza e determina a distância de objetos por meio da emissão de ondas radioelétricas, foi desenvolvida por pesquisadores do Departamento de Microondas Ópticas (DMO) da Faculdade de Engenharia Elétrica de Computação (FEEC), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em parceria com a empresa fabricante dos equipamentos, a OrbiSat, da Amazônia.
Liderados pelo professor Hugo Enrique Hernández Figueroa e com o apóio do Ministério da Ciência e da Tecnologia, alunos de pós-graduação do DMO tiveram a chance de contribuir na criação de um radar para auxiliar o Exército Brasileiro na proteção das fronteiras com países como Colômbia, Bolívia e Venezuela.

O Saber M60 pode acompanhar até 40 alvos ao mesmo tempo, e informa as coordenadas em três dimensões do espaço aéreo abaixo de 5.000 m. O sucesso obtido com o equipamento levou o exército a solicitar um novo radar, desta vez com uma varredura maior (foto: Exército Brasileiro).

Além disso, o Saber M60 tem a capacidade de acompanhar até 40 alvos ao mesmo tempo, e informa as coordenadas em três dimensões do espaço aéreo abaixo de 5 mil metros. O equipamento foi testado e aprovado pelos militares em julho do ano passado, durante os Jogos Pan-americanos. O sucesso levou o Exército a solicitar um novo radar, desta vez com uma varredura de 200 km de raio. Hugo Figueroa afirma que a parceria da faculdade com a empresa foi essencial para o desenvolvimento do Saber M60.
Além disso, os estudantes puderam lidar com uma tecnologia que existe em poucos países, como Estados Unidos, Inglaterra, Rússia, França, Israel e agora no Brasil. A união deu tão certo que a OrbiSat, da Amazônia, quer garantir o controle do tráfego aéreo com a fabricação de um radar gigante, visando atingir 14 mil metros e varrer um raio de 450 km. Figueroa acrescenta ainda que as oportunidades do mercado na área de microondas e comunicações sem fio tendem a crescer cada vez mais, mas faltam profissionais.
“Existe uma demanda reprimida no mercado nacional, portanto as expectativas são bastante otimistas. Por outro lado, o desenvolvimento das novas tecnologias deverá estimular a criação e o crescimento de empresas que atuam em outros setores, como eletrônica, engenharia de microondas e antenas, programas de computador, metalurgia, entre outros”, diz.
Além do radar, a equipe do DMO também está participando das pesquisas com aplicações em fotônica, no Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica (CePOF), com o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
Juliana Marques
Ciência Hoje / RJ

Espaço aéreo sob proteção: Primeiro radar nacional auxilia Exército a zelar pelas fronteiras com Colômbia, Bolívia e Venezuela

Ciência Hoje, ed. 249 – Junho 2008
Pela primeira vez o espaço aéreo nacional está protegido por um radar brasileiro legítimo, o Saber M60, capaz de varrer 60 km de raio e até 5 mil metros de altitude. A antena, que localiza e determina a distância de objetos por meio da emissão de ondas radioelétricas, foi desenvolvida por pesquisadores do Departamento de Microondas Ópticas (DMO) da Faculdade de Engenharia Elétrica de Computação (FEEC), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em parceria com a empresa fabricante dos equipamentos, a OrbiSat, da Amazônia.
Liderados pelo professor Hugo Enrique Hernández Figueroa e com o apóio do Ministério da Ciência e da Tecnologia, alunos de pós-graduação do DMO tiveram a chance de contribuir na criação de um radar para auxiliar o Exército Brasileiro na proteção das fronteiras com países como Colômbia, Bolívia e Venezuela.

O Saber M60 pode acompanhar até 40 alvos ao mesmo tempo, e informa as coordenadas em três dimensões do espaço aéreo abaixo de 5.000 m. O sucesso obtido com o equipamento levou o exército a solicitar um novo radar, desta vez com uma varredura maior (foto: Exército Brasileiro).

Além disso, o Saber M60 tem a capacidade de acompanhar até 40 alvos ao mesmo tempo, e informa as coordenadas em três dimensões do espaço aéreo abaixo de 5 mil metros. O equipamento foi testado e aprovado pelos militares em julho do ano passado, durante os Jogos Pan-americanos. O sucesso levou o Exército a solicitar um novo radar, desta vez com uma varredura de 200 km de raio. Hugo Figueroa afirma que a parceria da faculdade com a empresa foi essencial para o desenvolvimento do Saber M60.
Além disso, os estudantes puderam lidar com uma tecnologia que existe em poucos países, como Estados Unidos, Inglaterra, Rússia, França, Israel e agora no Brasil. A união deu tão certo que a OrbiSat, da Amazônia, quer garantir o controle do tráfego aéreo com a fabricação de um radar gigante, visando atingir 14 mil metros e varrer um raio de 450 km. Figueroa acrescenta ainda que as oportunidades do mercado na área de microondas e comunicações sem fio tendem a crescer cada vez mais, mas faltam profissionais.
“Existe uma demanda reprimida no mercado nacional, portanto as expectativas são bastante otimistas. Por outro lado, o desenvolvimento das novas tecnologias deverá estimular a criação e o crescimento de empresas que atuam em outros setores, como eletrônica, engenharia de microondas e antenas, programas de computador, metalurgia, entre outros”, diz.
Além do radar, a equipe do DMO também está participando das pesquisas com aplicações em fotônica, no Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica (CePOF), com o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
Juliana Marques
Ciência Hoje / RJ

Espaço aéreo sob proteção: Primeiro radar nacional auxilia Exército a zelar pelas fronteiras com Colômbia, Bolívia e Venezuela

Ciência Hoje, ed. 249 – Junho 2008
Pela primeira vez o espaço aéreo nacional está protegido por um radar brasileiro legítimo, o Saber M60, capaz de varrer 60 km de raio e até 5 mil metros de altitude. A antena, que localiza e determina a distância de objetos por meio da emissão de ondas radioelétricas, foi desenvolvida por pesquisadores do Departamento de Microondas Ópticas (DMO) da Faculdade de Engenharia Elétrica de Computação (FEEC), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em parceria com a empresa fabricante dos equipamentos, a OrbiSat, da Amazônia.
Liderados pelo professor Hugo Enrique Hernández Figueroa e com o apóio do Ministério da Ciência e da Tecnologia, alunos de pós-graduação do DMO tiveram a chance de contribuir na criação de um radar para auxiliar o Exército Brasileiro na proteção das fronteiras com países como Colômbia, Bolívia e Venezuela.

O Saber M60 pode acompanhar até 40 alvos ao mesmo tempo, e informa as coordenadas em três dimensões do espaço aéreo abaixo de 5.000 m. O sucesso obtido com o equipamento levou o exército a solicitar um novo radar, desta vez com uma varredura maior (foto: Exército Brasileiro).

Além disso, o Saber M60 tem a capacidade de acompanhar até 40 alvos ao mesmo tempo, e informa as coordenadas em três dimensões do espaço aéreo abaixo de 5 mil metros. O equipamento foi testado e aprovado pelos militares em julho do ano passado, durante os Jogos Pan-americanos. O sucesso levou o Exército a solicitar um novo radar, desta vez com uma varredura de 200 km de raio. Hugo Figueroa afirma que a parceria da faculdade com a empresa foi essencial para o desenvolvimento do Saber M60.
Além disso, os estudantes puderam lidar com uma tecnologia que existe em poucos países, como Estados Unidos, Inglaterra, Rússia, França, Israel e agora no Brasil. A união deu tão certo que a OrbiSat, da Amazônia, quer garantir o controle do tráfego aéreo com a fabricação de um radar gigante, visando atingir 14 mil metros e varrer um raio de 450 km. Figueroa acrescenta ainda que as oportunidades do mercado na área de microondas e comunicações sem fio tendem a crescer cada vez mais, mas faltam profissionais.
“Existe uma demanda reprimida no mercado nacional, portanto as expectativas são bastante otimistas. Por outro lado, o desenvolvimento das novas tecnologias deverá estimular a criação e o crescimento de empresas que atuam em outros setores, como eletrônica, engenharia de microondas e antenas, programas de computador, metalurgia, entre outros”, diz.
Além do radar, a equipe do DMO também está participando das pesquisas com aplicações em fotônica, no Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica (CePOF), com o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
Juliana Marques
Ciência Hoje / RJ

Espaço aéreo sob proteção: Primeiro radar nacional auxilia Exército a zelar pelas fronteiras com Colômbia, Bolívia e Venezuela

Ciência Hoje, ed. 249 – Junho 2008
Pela primeira vez o espaço aéreo nacional está protegido por um radar brasileiro legítimo, o Saber M60, capaz de varrer 60 km de raio e até 5 mil metros de altitude. A antena, que localiza e determina a distância de objetos por meio da emissão de ondas radioelétricas, foi desenvolvida por pesquisadores do Departamento de Microondas Ópticas (DMO) da Faculdade de Engenharia Elétrica de Computação (FEEC), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em parceria com a empresa fabricante dos equipamentos, a OrbiSat, da Amazônia.
Liderados pelo professor Hugo Enrique Hernández Figueroa e com o apóio do Ministério da Ciência e da Tecnologia, alunos de pós-graduação do DMO tiveram a chance de contribuir na criação de um radar para auxiliar o Exército Brasileiro na proteção das fronteiras com países como Colômbia, Bolívia e Venezuela.

O Saber M60 pode acompanhar até 40 alvos ao mesmo tempo, e informa as coordenadas em três dimensões do espaço aéreo abaixo de 5.000 m. O sucesso obtido com o equipamento levou o exército a solicitar um novo radar, desta vez com uma varredura maior (foto: Exército Brasileiro).

Além disso, o Saber M60 tem a capacidade de acompanhar até 40 alvos ao mesmo tempo, e informa as coordenadas em três dimensões do espaço aéreo abaixo de 5 mil metros. O equipamento foi testado e aprovado pelos militares em julho do ano passado, durante os Jogos Pan-americanos. O sucesso levou o Exército a solicitar um novo radar, desta vez com uma varredura de 200 km de raio. Hugo Figueroa afirma que a parceria da faculdade com a empresa foi essencial para o desenvolvimento do Saber M60.
Além disso, os estudantes puderam lidar com uma tecnologia que existe em poucos países, como Estados Unidos, Inglaterra, Rússia, França, Israel e agora no Brasil. A união deu tão certo que a OrbiSat, da Amazônia, quer garantir o controle do tráfego aéreo com a fabricação de um radar gigante, visando atingir 14 mil metros e varrer um raio de 450 km. Figueroa acrescenta ainda que as oportunidades do mercado na área de microondas e comunicações sem fio tendem a crescer cada vez mais, mas faltam profissionais.
“Existe uma demanda reprimida no mercado nacional, portanto as expectativas são bastante otimistas. Por outro lado, o desenvolvimento das novas tecnologias deverá estimular a criação e o crescimento de empresas que atuam em outros setores, como eletrônica, engenharia de microondas e antenas, programas de computador, metalurgia, entre outros”, diz.
Além do radar, a equipe do DMO também está participando das pesquisas com aplicações em fotônica, no Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica (CePOF), com o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
Juliana Marques
Ciência Hoje / RJ

Espaço aéreo sob proteção: Primeiro radar nacional auxilia Exército a zelar pelas fronteiras com Colômbia, Bolívia e Venezuela

Ciência Hoje, ed. 249 – Junho 2008
Pela primeira vez o espaço aéreo nacional está protegido por um radar brasileiro legítimo, o Saber M60, capaz de varrer 60 km de raio e até 5 mil metros de altitude. A antena, que localiza e determina a distância de objetos por meio da emissão de ondas radioelétricas, foi desenvolvida por pesquisadores do Departamento de Microondas Ópticas (DMO) da Faculdade de Engenharia Elétrica de Computação (FEEC), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em parceria com a empresa fabricante dos equipamentos, a OrbiSat, da Amazônia.
Liderados pelo professor Hugo Enrique Hernández Figueroa e com o apóio do Ministério da Ciência e da Tecnologia, alunos de pós-graduação do DMO tiveram a chance de contribuir na criação de um radar para auxiliar o Exército Brasileiro na proteção das fronteiras com países como Colômbia, Bolívia e Venezuela.

O Saber M60 pode acompanhar até 40 alvos ao mesmo tempo, e informa as coordenadas em três dimensões do espaço aéreo abaixo de 5.000 m. O sucesso obtido com o equipamento levou o exército a solicitar um novo radar, desta vez com uma varredura maior (foto: Exército Brasileiro).

Além disso, o Saber M60 tem a capacidade de acompanhar até 40 alvos ao mesmo tempo, e informa as coordenadas em três dimensões do espaço aéreo abaixo de 5 mil metros. O equipamento foi testado e aprovado pelos militares em julho do ano passado, durante os Jogos Pan-americanos. O sucesso levou o Exército a solicitar um novo radar, desta vez com uma varredura de 200 km de raio. Hugo Figueroa afirma que a parceria da faculdade com a empresa foi essencial para o desenvolvimento do Saber M60.
Além disso, os estudantes puderam lidar com uma tecnologia que existe em poucos países, como Estados Unidos, Inglaterra, Rússia, França, Israel e agora no Brasil. A união deu tão certo que a OrbiSat, da Amazônia, quer garantir o controle do tráfego aéreo com a fabricação de um radar gigante, visando atingir 14 mil metros e varrer um raio de 450 km. Figueroa acrescenta ainda que as oportunidades do mercado na área de microondas e comunicações sem fio tendem a crescer cada vez mais, mas faltam profissionais.
“Existe uma demanda reprimida no mercado nacional, portanto as expectativas são bastante otimistas. Por outro lado, o desenvolvimento das novas tecnologias deverá estimular a criação e o crescimento de empresas que atuam em outros setores, como eletrônica, engenharia de microondas e antenas, programas de computador, metalurgia, entre outros”, diz.
Além do radar, a equipe do DMO também está participando das pesquisas com aplicações em fotônica, no Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica (CePOF), com o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
Juliana Marques
Ciência Hoje / RJ

agosto 15, 2007

Campanha pela Efetivação: O Direito do Trabalho, o liberalismo e o desenvolvimento do Brasil

ANAMATRA
14/08/2007
Pesquisadores da Unicamp analisam mudanças estruturais na economia brasileira e afirmam que a Justiça, por si só, não conseguirá a efetivação dos direitos
“Temos de valorizar o que possuímos de sólido e erguido, que é o Direito do Trabalho” – essas foram as palavras do secretário-geral da Anamatra, Marcos Fagundes Salomão, ao dar início à segunda parte do lançamento da Campanha pela Efetivação do Direito do Trabalho, na tarde de hoje, 14 de agosto, na sede da Anamatra, que contou com conferências dos pesquisadores do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit/Unicamp), Denis Maracci Gimenez e Anselmo Luis dos Santos.
Em sua conferência, “O Direito do Trabalho e as Reformas Liberais no Brasil”, Denis Gimenez localizou o significado das reformas pelas quais o Brasil passou do ponto de vista histórico e das idéias, levando em conta as questões estruturais do desenvolvimento econômico do país.
Gimenez evocou a importantes pensadores, como Joaquim Nabuco e Rui Barbosa, que, segundo ele, tiveram suas reflexões canalizadas no decorrer do século 20. Para o estudioso, as grandes mudanças pelas quais o Brasil passou remontam do período compreendido entre os aos 30 e 80. “Transformamos o cafezal na oitava economia no mundo, urbana, industrial, de massa, com uma classe operária”, enfatizou Gimenez, lembrando também da evolução do movimento sindical e estudantil. Segundo Maracci, as afirmações dos críticos do Direito do Trabalho de que foram “50 anos de burrice” não procedem. “O período significou a superação de um conjunto de mazelas que a sociedade possuía”.
Os anos 80, por sua vez, de acordo Gimenez, representam o resgate da dívida social contra o desenvolvimentismo e a repressão militar e em favor de uma redemocratização do país. “Essa agenda projetava um país, ou seja, expressava certas aspirações da sociedade que vieram com muita força ao final do regime militar”, explicou.
Após esse período, segundo Gimenez, abriu-se espaço para uma nova agenda, que critica o período desenvolvimentista e o pensamento progressista dos anos 80. “Prometia-se assim a retomada do crescimento econômico e desenvolvimentista e o enfrentamento de questões a exemplo da pobreza e desigualdade social.”
O resultado de tudo isso? Para Gimenez, não é o esperado. “As promessas liberais não foram cumpridas e a redenção não chegou”. De acordo com o estudioso, a realidade do país mostra que indicadores, muita vezes positivos, certamente estão se utilizando de metodologias equivocadas. “Estamos há mais de duas décadas sob um regime de hegemonia liberal, não podemos aceitar a explicação de que isso é um período transitório e com esperados efeitos sociais indesejáveis. Está se consolidando um projeto de sociedade que se distancia de todas as questões características de uma ordem social avançada, ocasionando um profundo processo de rebaixamento dos padrões normativos aceitáveis”, alerta o conferencista.
Para Denis Maracci Gimenez, o papel do Direito do Trabalho, face a tantos problemas, é superar o atraso material secular e incorporar características da própria ordem social.”O Direito do Trabalho é parte de um processo amplo de construção da sociedade brasileira”.

“A economia neoliberal faz com que o crescimento seja uma variável de resultado”
Anselmo Luis dos Santos encerrou as exposições do lançamento da Campanha, com a conferência “O papel do Direito do Trabalho na Estruturação do Mercado e das Relações de Trabalho no Brasil”, onde alertou, em especial, para o problema da heterogeneidade brasileira, que ocasiona uma desigualdade extrema, que passa inclusive pela relação entre patrão e empregado. .
Segundo Alselmo Santos, o Direito do Trabalho é uma das formas de combater essa desigualdade. “Mas só o Direito e a Justiça do Trabalho sozinhos não cumprem o papel de efetivar os direitos”. Para o conferencista, essa evolução passa pela própria estrutura produtiva brasileira, que precisa se mover, reestruturar e gerar emprego digno. “Não dá para falar da efetivação do Direito do Trabalho sem pensar nas instâncias da economia, na tributação, no Estado e em tantas outras variáveis”.
“Enquanto o destino da política econômica estiver na mão de uma elite sem compromisso com a sociedade brasileira, não efetivaremos o Direito do Trabalho e viveremos em uma sociedade cada vez mais desigual”, alertou o estudioso. “Precisamos voltar e fazer a economia crescer como nos anos 30. Faz-se necessário estruturar o mercado de trabalho, processo que passa pela redução das desigualdades e pelo aumento do patamar mínimo dos direitos”.
Para o estudioso, um dos grandes entraves à efetivação dos direitos é o capitalismo neoliberal, fundamentado essencialmente na redução de custos. “A sociedade precisa se apropriar do desenvolvimento tecnológico e retomar as rédeas de sua própria existência. Da forma como está, assistiremos sempre aos resultados de uma economia essencialmente neoliberal, que faz com que o crescimento seja uma variável de resultado.”

A íntegra das conferências estará disponível, em breve, na TV Anamatra – www.anamatra.org.br/tvanamatra

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