ENCALHE

junho 20, 2009

Propaganda da OSESP e da TV Cultura em desconhecida revista educacional de MG! É o que a Folha chamaria "pulverizar"!

Não me perguntem como eu descolei isso. Afinal, talvez não seja nada demais, não é? Bom, que seja pelo registro.
A revista ( a que tenho em mãos é a edição 2, e custa R$ 5,90; tem uma boa matéria de várias páginas sobre o “bullying”* e uma revelação: a Editora Abril/ Fundação Victor Civita recebeu o “Prêmio Darcy Ribeiro** de Educação” da Câmara dos Deputados, como um dos “destaques na área educacional em 2008″; ), aparentemente voltada ao mesmo público da famigerada “Nova Escola” – da mais ainda famigerada Editora Abril – se chama “Educação sem Segredos”, tem periodicidade semestral e é publicada pela Editora Iemar ( não, também não conhecia… ).
De acordo com o “Expediente” da revista – cuja tiragem anunciada é de 40.000 exemplares -, a editora fica em Contagem, Estado de Minas Gerais.
A distância de São Paulo, e o fato de tratar-se de outro Estado da Federação não impediu que a publicação recebesse publicidade do Governo de São Paulo, na forma de [ veja ] anúncios da TV Cultura ( a agência responsável por esta é a “CfC” Cultura Feita em Casa, e parece ser da própria emissora ) e da OSESP ( neste caso, a agência é a “Cento e Seis” – OBS: O site dá um puta enjôo!! ).
É aquilo que a Folha chamaria “pulverização”, pelo menos quando se trata do governo Federal ( sendo que este teria desculpa para anunciar em todos os Estados, se assim desejasse ).
*é aquilo que eu sofri quando era moleque, mas só que em português
** Darcy Ribeiro foi secretário de Educação do Rio de Janeiro na administração Leonel Brizola. Que ironia: ” ( … ) O relacionamento de Brizola com os demais órgãos de informação do país também nunca foi muito melhor do que o que ele tinha com a Globo. A revista Veja, da editora Abril, por exemplo, insinuou, em uma matéria destituída de qualquer evidência ou provas, o enriquecimento ilícito de Brizola ( … )” ( Tirado de “Um guerreiro contra a manipulação da mídia“, de Luiz Antonio Magalhães, publicado no Observatório da Imprensa, em 2004 ); agora já podem conceder à editora o Prêmio Paulo Freire
BOLA PRETA.

abril 20, 2009

Fundação Victor Civita e o Governo do Estado de SP sempre em parcerias muito proveitosas

MAIS ESPAÇO PARA A EDUCAÇÃO NO RÁDIO
As parcerias entre a FVC e as rádios Bandeirantes e Cultura, iniciadas no ano passado, terão continuidade em 2009. Os contratos com as duas emissoras já foram renovados e os boletins com notícias sobre o mundo da educação podem ser ouvidos no rádio ou via Internet.
NOVO “PROFISSÃO PROFESSOR” ESTRÉIA EM AGOSTO
A série de programas “Profissão Professor” ganha mais uma temporada na TV Cultura [ OBS: Claaaaro...Que surpresa!... ] de São Paulo, com exibição em emissoras de outros estados: Ceará, Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Sul. Os 13 episódios estão em fase de roteirização e começam a ser gravados em maio, com estréia prevista para agosto.
Em 11 deles, o foco é o trabalho dos vencedores do prêmio Victor Civita – Educador Nota 10 de 2008. Enquanto isso você pode acompanhar a reprise dos programas já exibidos na TV Cultura, todos os sábados às 11 horas. ( Informativo publicado em Nova Escola Gestão Escolar Abril/ Maio, pág. 15 )

Serra compra 220 mil assinaturas da Editora Abril
*ALTAMIRO BORGES
A cumplicidade entre os “barões da mídia” é algo impressionante. Primeiro, as blogs de Paulo Henrique Amorim e Luis Nassif, entre outros, revelaram que o governo de São Paulo comprou 220 mil assinaturas anuais da Revista Nova Escola, publicada pela Editora Abril – a mesma que produz a Veja, porta-voz dos tucanos e do “império do mal”. Na seqüência, a denúncia chegou ao Congresso Nacional num pronunciamento contundente do deputado Ivan Valente ( PSOL-SP ). Apesar da gravidade do assunto, que pode confirmar o conluio entre o presidenciável tucano e a revista de maior circulação no país, os jornalões e emissoras da televisão evitam abordar o caso.
No seu discurso, o deputado Ivan Valente informou que protocolou uma representação junto ao Ministério Público de São Paulo questionando o contrato firmado entre a Secretaria Estadual de Educação e a Fundação Victor Civita do Grupo Abril para a distribuição da revista Nova Escola aos docentes da rede oficial. Ele questiona o fato da milionária aquisição ter sido realizada sem licitação pública e do governo estadual ainda ter
repassado à empresa privada os endereços dos professores, sem qualquer comunicado ou pedido de autorização dos mesmos, o que é ilegal.
CONTRATO DE R$ 5,7 MILHÕES
“Nenhuma consulta a respeito de qual publicação melhor atenderia às necessidades pedagógicas para o exercício de sua atividade profissional foi feita aos professores. Parece mais razoável que haja assinaturas de vários títulos de revistas, assegurando a maior pluralidade possível de pontos de vista no debate educacional e a livre escolha do professor… Cabe questionar também o porquê do fornecimento do mesmo título para professores de diferentes séries e modalidades, que variam da primeira série do ensino fundamental à terceira do ensino médio. Esta opção deliberada desconsidera as particularidades dos profissionais de educação”, acrescentou o parlamentar.
Segundo a denúncia, o contrato representa quase 25% da tiragem total desta revista e garantiu à empresa R$ 3,7 milhões. “Este, porém, não é o único compromisso existente entre a Secretaria de Educação e o Grupo Abril. Outro absurdo, que merece ação urgente, é a proposta curricular que reduz o número de aulas de história, geografia e artes do ensino médio e obriga a inclusão de aulas baseadas em edições encalhadas do ‘Guia do Estudante’, também da Abril. Cada vez mais, a editora ocupa espaço nas escolas de São Paulo, tendo até mesmo publicações adotadas como material didático. Isso totaliza, hoje, cerca de R$ 10 milhões de recursos públicos destinados a esta instituição privada, considerado apenas o segundo semestre de 2008″.
Para Ivan Valente, o governo tucano tem uma “preferência deliberada pela editora contratada… São claros os indícios de crime contra a administração pública. A assinatura do contrato feriu os princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência, além do que feriu o princípio da supremacia do interesse público sobre o privado, na medida em que há benefícios para a Fundação Victor Civita e prejuízos aos cofres públicos. É isto que esperamos que o Ministério Público investigue, assim como solicitamos que tome as providências legais cabíveis para fazer cessar imediatamente o pagamento das próximas parcelas do contrato”.
*Altamiro Borges é jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB e editor da revista Debate Sindical ( Hora do Povo, 17.04.09 )

BÕNUS I: Dados-comoddities

Governo quer vender dados dos paulistas – Folha Online, 04/06/2006
PSDB tem uma forma muito esquisita de lidar com os dados e informações das pessoas. Essa foi na época do “Tiranossaulo”, que não deixou saudades, assim como o então chefe dele.

BÔNUS II: A propaganda é a marca do negócio
Três das quatro revistas semanais ( vEJA, IstoÉ e Época, pois a CARTA CAPITAL ficou de fora ) trazem propaganda do Governo do Estado de SP dizendo maravilhas sobre o “Bônus” ops, perdão, “Embrômus da Educação”. Os valores, segundo o texto, ficariam entre R$ 500 e R$ 15.000. Eles insistem em divulgar estes valores “nababescos”, casando a informação com a imagem de uma professora e uma lousa, visando reforçar ao público a idéia de que os professores ( e somente eles ) recebem o tal “embrômus” e, logo, se alguém recebeu quinze pilas, esse alguém só pode ser um professor. Não fala-se nada sobre dirigentes, diretores, e outros serventes das unidades. Pura manipulação. A peça publicitária ( que, no caso da revista vEJA, aparece no suplemento local vEJA São Paulo, e não no título principal ) não informa qual a agência de propaganda foi responsável por ela.

janeiro 22, 2009

"Operação-Serra e a demissão de Nassif", por Altamiro Borges

Seguinte, pessoal: eu tratei de inserir alguns links e notas neste texto do Altamiro Borges. Creio que servirão para reforçar o recado que ele quer passar.
Operação-Serra e a demissão de Nassif
ALTAMIRO BORGES, 21.01.08
É bom ficar esperto. Está em curso uma ardilosa orquestração na mídia de blindagem do tucano José Serra, governador de São Paulo e candidato do bloco neoliberal-conservador à sucessão do presidente Lula em 2010. A mais nova vítima da “operação-Serra” é o jornalista Luis Nassif, que teve seu contrato de trabalho suspenso na semana passada pela TV Cultura, emissora controlada pelo governo de São Paulo. Numa entrevista exclusiva à jornalista Priscila Lobregatte, do Portal Vermelho, Nassif não vacilou em fazer o alerta: “2010 já começou, este é o ponto”.
O abrupto rompimento do seu contrato não teve qualquer explicação. E nem podia. Afinal, por suas posições críticas e independentes, ele é um dos mais respeitados colunista da mídia, já tendo recebido vários prêmios. No último prêmio Comunique-se, ele foi um dos três jornalistas da TV Cultura indicados para a categoria televisão. O motivo, então, não foi profissional. Nassif insinua que sua demissão se deve à proximidade da sucessão presidencial. “A maluquice das eleições de 2006 voltou antecipadamente”, afirma, referindo-se à brutal manipulação no pleito passado.
Silenciando as opiniões críticas
Ele lembra que recentemente criticou a publicidade [ Nota do BFI: em novembro de 2008, a edição 29 da Revista do Brasil trouxe uma espécie de levantamento da grana que o Serra tinha disponibilizado para torrar em publicidade; de acordo com a revista, houve um crescimento de 500% da verba destinada a esse fim, em 3 anos. Leia AQUI: Os passos de Serra ] da Sabesp, empresa paulista de água. “Como pode uma empresa com atuação estadual patrocinar eventos de televisão no Brasil inteiro?”. Este e outros comentários críticos, atestando que a campanha presidencial de Serra é ostensiva e usa recursos públicos, devem ter irritado o truculento governador. Para Nassif, há indícios de que a ordem para sua demissão veio de cima. “O Paulo Markun [presidente da Fundação Anchieta, a mantenedora da TV Cultura] não tomaria sozinho essa decisão… Se em dezembro ele acertava ampliar minha participação, é evidente que a mudança de orientação se deve a outros fatos”.
A suspensão do contrato de Nassif é um fato grave. Mostra a total falta de independência de uma emissora que deveria ser pública e que hoje serve abertamente ao projeto presidencial de Serra. Mas não é um fato isolado. Além de manietar a TV Cultura, o governador tucano conta hoje com o apoio ostensivo da maioria das emissoras privadas e dos jornalões e revistas do país, fechando o cerco midiático para sua campanha. Está em curso uma operação de limpeza nas redações para aplainar a sua decolagem eleitoral, evitando críticas a sua administração e bajulando o tucano.
Demissão na CBN e clima de medo
Em outubro passado, a Rede Globo demitiu o jornalista Sidney Rezende da rádio CBN. Segundo Rodrigo Viana, que deixou a emissora por discordar das suas manipulações na sucessão de 2006, “Sidney era tido por colegas e ouvintes como jornalista que exercia a sua independência… Na sua demissão se percebem os preparativos para a cobertura das eleições de 2010. O ‘moto-serra’ dos tucanos vai passar sobre várias cabeças do jornalismo global. Na CBN, conheço um outro âncora (não darei nome porque ele me pediu sigilo) que teve a sua cabeça pedida pelo governador”.
Após estranhar outro facão recente, de Luiz Carlos Braga da sucursal de Brasília, Rodrigo afirma que o clima na Rede Globo “lembra muito a operação-2006. Há dois anos, às vésperas da eleição presidencial, ela se livrou do comentarista Franklin Martins porque este não fechava com a linha oficial de ‘sentar a pancada’ em Lula e dar uma ‘mãozinha’ aos tucanos. Depois, foram limados outros jornalistas que se indispuseram com a emissora na cobertura das eleições (entre eles, eu, Luiz Carlos Azenha, Carlos Dornelles e o editor de política Marco Aurélio Mello)”.
A generosidade da mídia privada
Rodrigo Viana, que há muito tempo trabalha em veículos privados, garante que presidenciável tucano conta com o total apoio dos barões da mídia. Ali Kamel, diretor-executivo de jornalismo da TV Globo – também apelidado por quem o conhece bem de Ratzinger ou “senhor das trevas” –, não permite que saia uma linha sobre o atual governador paulista sem o seu aval prévio. A mesma rigorosa orientação é imposta pela famíglia Frias, que mantém sólidas e sinistras relações com o tucano-mor desde os tempos em que este foi editorialista da Folha de S.Paulo.
Este conluio explica a generosidade da mídia hegemônica até nos casos mais chocantes – como na “guerra das polícias” no ano passado, quando ela simplesmente isentou o governador paulista de qualquer culpa, ou na desastrosa operação policial do seqüestro e morte de Eloá Pimentel, em Santo André. Ainda segundo Rodrigo Viana, que conhece os bastidores da mídia, “a ordem era proteger o governador. Conversei com três colegas que trabalham na TV Globo de São Paulo e que pedem anonimato. A orientação aos editores era botar no ar trechos imensos da entrevista chapa-branca com o Serra”, na qual ele culpou as centrais sindicais pela greve na Polícia Civil.
Coberturas parciais e manipuladas
A “operação-Serra” também fica patente na forma como a mídia trata as obras do governo Lula, sempre tão vigilante, e na total omissão diante dos descalabros da administração paulista. Na semana passada, Folha e Estadão fizeram rasgados elogios às obras do Rodoanel, sem publicar uma crítica ao seu monumental atraso e altos custos. Já as TVs nada falaram sobre a interrupção da concessão das rodovias Ayrton Senna e Marechal Rondon devido às falcatruas nas licitações, ou da suspensão, pelo TCE, das obras na Marginal do Tietê porque o edital estava irregular. Também é impressionante a bondade da mídia venal diante das graves denúncias do Ministério Público, que investiga quatro contratos no valor de R$ 1 bilhão da Siemens com o governo paulista para construção de três linhas do Metrô. Há suspeitas de superfaturamento e de que a multinacional alemã teria subornado políticos do PSDB. As apurações começaram no rastro de outro inquérito, o que investiga a multinacional francesa Alstom, que teria dado propina para obter contratos com estatais paulistas nos últimos 14 anos de reinado tucano em São Paulo.
Censura chega ao ciberespaço
Sem trabalho na TV Cultura, Luiz Nassif afirma que agora se dedicará ao seu blog, apostando na internet como arma de democratização da informação. Mas também neste campo a fúria de Serra já se faz sentir. Recentemente, a Justiça mandou tirar do ar o blog “Flit paralisante”, postado pelo delegado da polícia civil Roberto Conde Guerra. O delegado é famoso por suas críticas à política de segurança do tucanato, sendo fonte alternativa de jornalistas. Durante a greve da categoria, ele usou seu blog para convocar protestos e teve 130 mil acessos. Agora, foi censurado pelo “moto-serra”. A mídia, que sempre ataca o “autoritarismo” do governo Lula, não alardeou esta censura.
A demissão de Nassif até agora não indignou os jornalistas – alguns que tiveram papel de relevo na luta contra a ditadura e que hoje parecem dóceis serviçais das empresas, preocupados apenas com suas carreiras. Também não houve reação das entidades da categoria – o que é lamentável. Paulo Henrique Amorin, outra vítima de perseguição dos “amigos de Serra” quando foi retirado do ar, sem aviso prévio, do Portal IG, protestou solitariamente. “A TV Cultura de Serrágio (vem do pedágio mais alto do Brasil) não agüentava a independência de Nassif”, escreveu no seu blog.

janeiro 31, 2008

Paulo Markun deixa apresentação do Roda Vida

Filed under: Paulo Markun, Roda Viva, televisão brasileira, TV Cultura — Humberto @ 1:04 pm
Comunique-se
“Roda moinho, roda gigante, roda moinho, roda peão…” Com o nome inspirado na peça de teatro Roda Viva, com música de mesmo título, de Chico Buarque de Holanda, o programa de debates da TV Cultura tem um novo apresentador: Carlos Eduardo Lins da Silva. Depois de dez anos na função, o presidente da Fundação Padre Anchieta, Paulo Markun, deixará em fevereiro a apresentação do Roda Vida para se dedicar exclusivamente ao cargo executivo.
O jornalista Carlos Eduardo Lins da Silva era diretor da Patri Políticas Públicas. Já foi professor da USP, Universidade Metodista e Universidade Católica de Santos. Na grande mídia, trabalhou como diretor-adjunto e correspondente internacional nos EUA da Folha, entre 1984 e 1990, e como diretor-adjunto do Valor Econômico, de 1999, data da implantação do diário, até 2004.
Roda Viva
O programa estreou em 29 de setembro de 1986, com a apresentação do jornalista Rodolpho Gamberini. O então ministro da Justiça, Paulo Brossard, foi o primeiro entrevistado.
Desde então, mais de 1,1 mil convidados estiveram no centro das atenções e na mira dos entrevistadores. Entre eles estão nomes como Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Fidel Castro, Paulo Autran, Pedro Almodóvar, Hugo Chávez e Ayrton Senna.
O programa vai ao ar todas às segundas, a partir das 22h40.

setembro 27, 2007

Daniel Azulay está de volta à TV!! Agora não tem mais desculpa para você continuar entuchando seu filho de lixo consumista!!

Filed under: A Turma do Lambe Lambe, Daniel Azulay, TV Cultura, TV Rá Tim Bum — Humberto @ 12:44 pm
DANIEL AZULAY ESTRÉIA NA TV RÁ TIM BUM NO MÊS DAS CRIANÇAS
ÚNICO CANAL INFANTIL 100% BRASILEIRO TERÁ ESTRÉIA DA TURMA DO LAMBE-LAMBE E EXIBIÇÃO DIÁRIA DAS PEÇAS DO TEATRO RÁ TIM BUM
O canal infantil TV Rá Tim Bum apresenta uma programação especial no mês de outubro, em comemoração ao Dia das Crianças. A grande novidade fica por conta da estréia da TURMA DO LAMBE-LAMBE. Voltada para crianças de 2 a 6 anos, a série contará com animações das tiras da Turma do Lambe-Lambe, sucesso do desenhista Daniel Azulay. As animações serão exibidas de segunda a sexta-feira, às 07h15, 10h50 e 14h30; e sábados e domingos, às 07h15, 14h30 e 21h55.
A TV Rá Tim Bum ainda presenteará as crianças com a apresentação diária das peças do TEATRO RÁ TIM BUM. A cada dia, a emissora levará ao ar um espetáculo infantil diferente. De segunda a sexta-feira, a garotada irá assistir à peça teatral às 21h20. Aos finais de semana, as crianças poderão curtir os espetáculos em dois horários, à tarde e à noite: às 14h35 e 20h (sábado), e às 16h15 e 21h (domingo).
Além disso, no mês de outubro, o canal levará ao ar a peça inédita O Tesouro do Balacobaco, nos dias 6 (sábado), às 14h35; 14 (domingo), às 21h; e 21 (domingo), às 16h15.
Maxpress

agosto 30, 2007

Salete Lemos critica Paulo Markun

do Comunique-se
29/8/2007
“Paulo Markun não tem interesse no bom jornalismo”. Salete Lemos deixou a TV Cultura em julho passado e se isolou, segundo a própria, por um curto tempo, chateada com a demissão – o anúncio de sua saída da emissora deu-se durante as férias da jornalista. A apresentadora e âncora conta que sua saída aconteceu ao mesmo tempo em que a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) a procurou para pedir uma retratação a um comentário que ela fez no Jornal da Cultura sobre os bancos (assista ao vídeo no pé da matéria).
“A Febraban me procurou. Perguntei se passei alguma informação improcedente. Não ia me retratar já que elas procedem”, disse ao Comunique-se.
Salete apresentou uma matéria sobre o Plano Bresser e acusou os bancos de enriquecimento ilícito e de sonegar extratos.
Independência editorial
A jornalista credita sua demissão a uma possível pressão da Febraban – ela mencionou o Bradesco como patrocinador do Jornal da Cultura, mas o departamento de comunicação da emissora informou que o patrocínio vem do Banco Real.
“Não sei o que a elite e o poder esperam dos jornalistas. Ou todos os jornais estão vendidos ou não sei o que está se passando. Não há qualidade, nada que dê respaldo a crítica. Está complicado trabalhar. A independência editorial que eu aprendi a fazer com o Boris [Casoy] por 12 anos, a crítica, a conscientização, nada disso é feito. Estou perdida no mercado. Preciso ir para a Argentina”, disse, lembrando também de sua saída da Record com Casoy em dezembro de 2005 – críticas do jornalista ao governo Lula teriam colaborado para sua demissão da Record.
À procura de trabalho
Até o momento não apareceu nenhuma proposta de trabalho para Salete. Mas ela colaborou com o último programa da Hebe, no SBT, ao responder perguntas do público sobre decisões do governo que afetam o bolso dos consumidores. “Da primeira vez que fui ao programa, Hebe disse por três vezes que vou trabalhar com ela. Três dias depois a produção dela me ligou convidando para fazer essa participação. Recebi um cachê, mas não tenho nada assinado com o SBT. Mas sempre que ela me chamar, estarei lá”.
Críticas a Markun
Quando apresentava o Jornal da Cultura, a estrutura era reduzida. Eram cinco editores produzindo o conteúdo do telejornal. “O jornal dava três pontos no Ibope. Nunca nos deixamos abater pela pouca estrutura da emissora”.
Ela critica Paulo Markun, presidente da Fundação Padre Anchieta, dizendo que não entende a gestão do colega de trabalho. “Ele mudou tudo, demitiu todos os jornalistas da rádio, outros da TV. Hoje o Jornal da Cultura está totalmente descaracterizado”.
Markun, no lançamento do
DocTV Iberoamérica, comentou que o jornalismo da emissora passa por uma reformulação para aumentar o espaço para análises e debate, “e a Salete foi dispensada dentro deste projeto, que envolverá uma série de modificações. Nem li essa notícia”. Questionado se o projeto envolve mais demissões, o jornalista respondeu com um “Não sei”.
Febraban e TV Cultura
O superintendente de comunicação da Febraban, William Salasar, confirma que procurou Salete pedindo que se retratasse. Ele nega qualquer pressão na TV Cultura pedindo a demissão da apresentadora. “Ela falou de apropriação indébita, fez calúnias. No caso do Plano Bresser, a questão nem foi julgada e ela já condenou os bancos, o que não é jornalisticamente correto”, respondeu.
Salasar conta que Salete concordou em incluir na pauta uma entrevista com um porta-voz da Febraban quando voltasse de férias, o que não aconteceu. “Ficamos sem matéria”, lamenta.
“A rescisão de contrato da Fundação Padre Anchieta com Salete Lemos não teve relação com nenhum comentário que a jornalista tenha feito na apresentação do Jornal”, limitou-se a dizer a
Comunicação da Cultura.

agosto 17, 2007

Vídeo: CHUPA-CHUPA, A HISTÓRIA QUE VEIO DO CÉU

Filed under: Chupa-Chupa, documentários, OVNIs, TV Cultura, ufologia — Humberto @ 2:56 pm

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Exibido pela TV CULTURA na série “DOCTV”, este documentário aborda um clássico da ufologia brasileira a partir da Ilha de Colares. Considerada uma das mais impressionantes ondas ufológicas de nosso país, o fenômeno Chupa-Chupa corresponde a objetos luminosos aéreos que atacavam populares na Amazônia, principalmente no segundo semestre de 1977, atingindo-os com potentes feixes de luz que muitos afirmavam sugar o sangue. Esses UFOs sobrevoavam preferencialmente as pequenas comunidades litorâneas e rurais.

PaineL OVNI

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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