Câmara conclui que verba para proteção de encostas reduziu com César Maia
A Comissão de Orçamento da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro concluiu que houve uma queda na verba destinada ao Programa de Contenção de Encostas durante o governo de César Maia (DEM-RJ) nos últimos anos.
O estudo é baseado em relatório do Tribunal de Contas do Município, apontando que “a dotação orçamentária destinada ao Programa de Contenção de Encostas tem sido insuficiente ao longo dos anos”. Ele mostra que o programa de proteção das encostas recebeu um maior volume de recursos em 1996, mas no final de 2005 o valor foi apenas de R$ 4.695 milhões caindo para R$ 2.598 milhões em 2006.
“A prioridade que a prefeitura vem dando desde 2005 é de obras emergenciais e obras que eles chamam de alto risco, não existe mais as preventivas”, afirmou a presidente da Comissão, vereadora Andréa Gouvêa Vieira (PSDB). César Maia tentou se explicar: “Na medida em que você entra com contenção de encosta na cidade inteira, declina o investimento na margem, é óbvio. Essa chuva aconteceu na cidade toda e não houve problema em lugar nenhum. No Rebouças, talvez tenha ocorrido uma falha de controle no escorrimento de água que não é um ponto de acompanhamento nosso”.
A Geo-Rio e a RioÁguas também embarcaram na linha do prefeito de jogar a responsabilidade do acidente no túnel Rebouças sobre a Cedae, que contestou. O presidente da Cedae, Wagner Victer, destacou que a tubulação passa a um quilômetro do local. “Em hipótese alguma poderia ter causado o deslizamento no Rebouças. Mais uma vez a prefeitura está querendo passar a culpa para a Cedae”, afirmou Victer, acrescentando que a versão da prefeitura sai do âmbito técnico e entra “no âmbito cômico”.
A Comissão de Orçamento da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro concluiu que houve uma queda na verba destinada ao Programa de Contenção de Encostas durante o governo de César Maia (DEM-RJ) nos últimos anos.
O estudo é baseado em relatório do Tribunal de Contas do Município, apontando que “a dotação orçamentária destinada ao Programa de Contenção de Encostas tem sido insuficiente ao longo dos anos”. Ele mostra que o programa de proteção das encostas recebeu um maior volume de recursos em 1996, mas no final de 2005 o valor foi apenas de R$ 4.695 milhões caindo para R$ 2.598 milhões em 2006.
“A prioridade que a prefeitura vem dando desde 2005 é de obras emergenciais e obras que eles chamam de alto risco, não existe mais as preventivas”, afirmou a presidente da Comissão, vereadora Andréa Gouvêa Vieira (PSDB). César Maia tentou se explicar: “Na medida em que você entra com contenção de encosta na cidade inteira, declina o investimento na margem, é óbvio. Essa chuva aconteceu na cidade toda e não houve problema em lugar nenhum. No Rebouças, talvez tenha ocorrido uma falha de controle no escorrimento de água que não é um ponto de acompanhamento nosso”.
A Geo-Rio e a RioÁguas também embarcaram na linha do prefeito de jogar a responsabilidade do acidente no túnel Rebouças sobre a Cedae, que contestou. O presidente da Cedae, Wagner Victer, destacou que a tubulação passa a um quilômetro do local. “Em hipótese alguma poderia ter causado o deslizamento no Rebouças. Mais uma vez a prefeitura está querendo passar a culpa para a Cedae”, afirmou Victer, acrescentando que a versão da prefeitura sai do âmbito técnico e entra “no âmbito cômico”.
ed. 2615
31/10/07

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