ENCALHE

março 27, 2009

Justiça manda Ribeirão Preto fazer licitação para o transporte público. Ex-prefeito tucano concedeu,em 1999, permissão para 3 empresas, sem licitação.

Justiça dá prazo para Executivo
A Justiça deu dois meses a mais para a Prefeitura de Ribeirão Preto e as permissionárias do transporte público chegarem a um acordo sobre a realização de uma nova licitação. O juiz da 2ª Vara da Fazenda, João Donizete Gandini, suspendeu por esse período o processo movido pelo Ministério Público.
A ação civil pública foi apresentada pelo promotor da Cidadania, Sebstião Sérgio da Silveira, e pede que um novo certame seja feito. A permissão para as empresas Rápido D’Oeste, Turb e Transcorp foi concedida sem licitação em 1999, pelo então prefeito Luiz Roberto Jábali (PSDB), para mais 15 anos. Já existem outras duas sentenças do Tribunal de Justiça (TJ) que determinam que o poder público faça uma nova licitação. As decisões foram provocadas por duas ações populares. O TJ também condena as empresas e o espólio de Jábali, falecido em 2004, a ressarcir o erário por possíveis danos aos cofres públicos por não realizar o certame.
Suspensão
O juiz João Donizete Gandini diz que suspendeu o processo porque houve chance de entendimento entre as partes, na audiência ocorrida na terça-feira. “Vi que há possibilidade de acontecer um acordo. Esse foi o caminho para que encontrem uma solução que atenda a ambas as partes.”
O processo que tramita na 2ª Vara vai ficar suspenso até que ocorra um retorno das negociações entre prefeitura e empresas. Se não houver consenso, o juiz prossegui com os trâmites. “Essa ação esta em fase intermediária, que é de investigar provas, pedir perícias. Se continuar, vou decidir o que sentenciar.”
A prefeitura afirma, por meio da assessoria de imprensa, que não há ainda um entendimento com as permissionárias. O poder público municipal está envolvido no processo por meio da Transerp e da Secretaria de Negócios Jurídicos, cuja titular é a procuradora Vera Lúcia Zanetti. As três empresas são responsáveis por todas as linhas de ônibus no município.
A CIDADE , 26.03.09

Justiça manda Ribeirão Preto fazer licitação para o transporte público. Ex-prefeito tucano concedeu,em 1999, permissão para 3 empresas, sem licitação.

Justiça dá prazo para Executivo
A Justiça deu dois meses a mais para a Prefeitura de Ribeirão Preto e as permissionárias do transporte público chegarem a um acordo sobre a realização de uma nova licitação. O juiz da 2ª Vara da Fazenda, João Donizete Gandini, suspendeu por esse período o processo movido pelo Ministério Público.
A ação civil pública foi apresentada pelo promotor da Cidadania, Sebstião Sérgio da Silveira, e pede que um novo certame seja feito. A permissão para as empresas Rápido D’Oeste, Turb e Transcorp foi concedida sem licitação em 1999, pelo então prefeito Luiz Roberto Jábali (PSDB), para mais 15 anos. Já existem outras duas sentenças do Tribunal de Justiça (TJ) que determinam que o poder público faça uma nova licitação. As decisões foram provocadas por duas ações populares. O TJ também condena as empresas e o espólio de Jábali, falecido em 2004, a ressarcir o erário por possíveis danos aos cofres públicos por não realizar o certame.
Suspensão
O juiz João Donizete Gandini diz que suspendeu o processo porque houve chance de entendimento entre as partes, na audiência ocorrida na terça-feira. “Vi que há possibilidade de acontecer um acordo. Esse foi o caminho para que encontrem uma solução que atenda a ambas as partes.”
O processo que tramita na 2ª Vara vai ficar suspenso até que ocorra um retorno das negociações entre prefeitura e empresas. Se não houver consenso, o juiz prossegui com os trâmites. “Essa ação esta em fase intermediária, que é de investigar provas, pedir perícias. Se continuar, vou decidir o que sentenciar.”
A prefeitura afirma, por meio da assessoria de imprensa, que não há ainda um entendimento com as permissionárias. O poder público municipal está envolvido no processo por meio da Transerp e da Secretaria de Negócios Jurídicos, cuja titular é a procuradora Vera Lúcia Zanetti. As três empresas são responsáveis por todas as linhas de ônibus no município.
A CIDADE , 26.03.09

Justiça manda Ribeirão Preto fazer licitação para o transporte público. Ex-prefeito tucano concedeu,em 1999, permissão para 3 empresas, sem licitação.

Justiça dá prazo para Executivo
A Justiça deu dois meses a mais para a Prefeitura de Ribeirão Preto e as permissionárias do transporte público chegarem a um acordo sobre a realização de uma nova licitação. O juiz da 2ª Vara da Fazenda, João Donizete Gandini, suspendeu por esse período o processo movido pelo Ministério Público.
A ação civil pública foi apresentada pelo promotor da Cidadania, Sebstião Sérgio da Silveira, e pede que um novo certame seja feito. A permissão para as empresas Rápido D’Oeste, Turb e Transcorp foi concedida sem licitação em 1999, pelo então prefeito Luiz Roberto Jábali (PSDB), para mais 15 anos. Já existem outras duas sentenças do Tribunal de Justiça (TJ) que determinam que o poder público faça uma nova licitação. As decisões foram provocadas por duas ações populares. O TJ também condena as empresas e o espólio de Jábali, falecido em 2004, a ressarcir o erário por possíveis danos aos cofres públicos por não realizar o certame.
Suspensão
O juiz João Donizete Gandini diz que suspendeu o processo porque houve chance de entendimento entre as partes, na audiência ocorrida na terça-feira. “Vi que há possibilidade de acontecer um acordo. Esse foi o caminho para que encontrem uma solução que atenda a ambas as partes.”
O processo que tramita na 2ª Vara vai ficar suspenso até que ocorra um retorno das negociações entre prefeitura e empresas. Se não houver consenso, o juiz prossegui com os trâmites. “Essa ação esta em fase intermediária, que é de investigar provas, pedir perícias. Se continuar, vou decidir o que sentenciar.”
A prefeitura afirma, por meio da assessoria de imprensa, que não há ainda um entendimento com as permissionárias. O poder público municipal está envolvido no processo por meio da Transerp e da Secretaria de Negócios Jurídicos, cuja titular é a procuradora Vera Lúcia Zanetti. As três empresas são responsáveis por todas as linhas de ônibus no município.
A CIDADE , 26.03.09

Justiça manda Ribeirão Preto fazer licitação para o transporte público. Ex-prefeito tucano concedeu,em 1999, permissão para 3 empresas, sem licitação.

Justiça dá prazo para Executivo
A Justiça deu dois meses a mais para a Prefeitura de Ribeirão Preto e as permissionárias do transporte público chegarem a um acordo sobre a realização de uma nova licitação. O juiz da 2ª Vara da Fazenda, João Donizete Gandini, suspendeu por esse período o processo movido pelo Ministério Público.
A ação civil pública foi apresentada pelo promotor da Cidadania, Sebstião Sérgio da Silveira, e pede que um novo certame seja feito. A permissão para as empresas Rápido D’Oeste, Turb e Transcorp foi concedida sem licitação em 1999, pelo então prefeito Luiz Roberto Jábali (PSDB), para mais 15 anos. Já existem outras duas sentenças do Tribunal de Justiça (TJ) que determinam que o poder público faça uma nova licitação. As decisões foram provocadas por duas ações populares. O TJ também condena as empresas e o espólio de Jábali, falecido em 2004, a ressarcir o erário por possíveis danos aos cofres públicos por não realizar o certame.
Suspensão
O juiz João Donizete Gandini diz que suspendeu o processo porque houve chance de entendimento entre as partes, na audiência ocorrida na terça-feira. “Vi que há possibilidade de acontecer um acordo. Esse foi o caminho para que encontrem uma solução que atenda a ambas as partes.”
O processo que tramita na 2ª Vara vai ficar suspenso até que ocorra um retorno das negociações entre prefeitura e empresas. Se não houver consenso, o juiz prossegui com os trâmites. “Essa ação esta em fase intermediária, que é de investigar provas, pedir perícias. Se continuar, vou decidir o que sentenciar.”
A prefeitura afirma, por meio da assessoria de imprensa, que não há ainda um entendimento com as permissionárias. O poder público municipal está envolvido no processo por meio da Transerp e da Secretaria de Negócios Jurídicos, cuja titular é a procuradora Vera Lúcia Zanetti. As três empresas são responsáveis por todas as linhas de ônibus no município.
A CIDADE , 26.03.09

Justiça manda Ribeirão Preto fazer licitação para o transporte público. Ex-prefeito tucano concedeu,em 1999, permissão para 3 empresas, sem licitação.

Justiça dá prazo para Executivo
A Justiça deu dois meses a mais para a Prefeitura de Ribeirão Preto e as permissionárias do transporte público chegarem a um acordo sobre a realização de uma nova licitação. O juiz da 2ª Vara da Fazenda, João Donizete Gandini, suspendeu por esse período o processo movido pelo Ministério Público.
A ação civil pública foi apresentada pelo promotor da Cidadania, Sebstião Sérgio da Silveira, e pede que um novo certame seja feito. A permissão para as empresas Rápido D’Oeste, Turb e Transcorp foi concedida sem licitação em 1999, pelo então prefeito Luiz Roberto Jábali (PSDB), para mais 15 anos. Já existem outras duas sentenças do Tribunal de Justiça (TJ) que determinam que o poder público faça uma nova licitação. As decisões foram provocadas por duas ações populares. O TJ também condena as empresas e o espólio de Jábali, falecido em 2004, a ressarcir o erário por possíveis danos aos cofres públicos por não realizar o certame.
Suspensão
O juiz João Donizete Gandini diz que suspendeu o processo porque houve chance de entendimento entre as partes, na audiência ocorrida na terça-feira. “Vi que há possibilidade de acontecer um acordo. Esse foi o caminho para que encontrem uma solução que atenda a ambas as partes.”
O processo que tramita na 2ª Vara vai ficar suspenso até que ocorra um retorno das negociações entre prefeitura e empresas. Se não houver consenso, o juiz prossegui com os trâmites. “Essa ação esta em fase intermediária, que é de investigar provas, pedir perícias. Se continuar, vou decidir o que sentenciar.”
A prefeitura afirma, por meio da assessoria de imprensa, que não há ainda um entendimento com as permissionárias. O poder público municipal está envolvido no processo por meio da Transerp e da Secretaria de Negócios Jurídicos, cuja titular é a procuradora Vera Lúcia Zanetti. As três empresas são responsáveis por todas as linhas de ônibus no município.
A CIDADE , 26.03.09

março 17, 2009

ATEUS E CICLISTAS PELADOS

Eu me considero um “agnóstico”, na falta de palavra melhor. O que não significa que eu tenha passado anos de minha vida tentando colar em mim um rótulo que servisse para eu pertencer a qualquer “tribo” ( pois para mim, é disso que se trata, bem na acepção daquele programa na TV a Cabo apresentado por uma japonesinha lindinha { eu ia escrever “gostosa”, num incomum – da minha parte – e súbito ataque de sexismo e machismo } . Desculpem por isso. Me refiro à Daniela Suzuki. ), fazer amigos e ficar social.
Quando fiquei sabendo daquele grupo de ateus, agnósticos e etc que fundaram uma associação, ONG, ou sei-lá-o-quê, eu logo pensei: “Sex and the City”!
Explico: já viram aquelas matérias, tipo na Revista da Folha? Eles pegam um assunto que “está na moda” [ que, de certo modo, eles tratam de fazer "ficar na moda" ] mas que diga respeito a “comportamento”. Quando saiu o longa metragem da série “Sex and the City” nos cinemas, bastou descolar algumas mulheres dispostas a aparecer numa “reportagem” cujo tema seria “Quem são as ‘Sex and the City” paulistanas?”. O mesmo deu-se com relação a série “Gossip Girl”: “Quem são as “Gossip Girls” paulistanas?”.
Por isso, ao saber dos ateus, pensei: “Ônibus em Londres…”. Bem, que eles se sintam vítimas de preconceito por declararem em seu círculo de amizades, profissional ou sei lá…acho que, por mais que o brasileiro se declare religioso, católico, umbandista, evangélico etc, penso ser meio difícil por aqui alguém se importar de verdade com alguém que não siga quaisquer credos. Talvez os Testemunhas de Geová, mas esses acham que até os católicos e evangélicos são coisa do Satanás. Estou exagerando?
Enfim. Quando li – bem de relance, confesso – que houve uma bicicletada pelada na Paulista pensei: “Ativismo morno e festivo, e que só poderia ser feito na Paulista, mesmo.”
Pros jornais, tudo não passou de um bando de pelados andando de bicicleta ( umas gostosas, claro, havia ), já que duvido que alguém tenha levado a “mensagem” dos ativistas a sério e abandonado seu automóvel para sempre. Hábitos não se mudam assim tão fácil.
Não levei a sério. Gostaria de vê-los com seu “protesto” na avenida Sapopemba ou na Ragueb Chofi. Gostaria de vê-los tentando convencer o suburbano que pega o fim-de-semana para ficar com seu carro para cima e para baixo, rodando nas ruas do bairro, usando boné e óculos de camelô e fazendo cara de mau, rodando por rodar; rap, samba, reggae ou funk carioca no talo, escapamento aberto, motor “fuçado”, fazendo um puta barulho, estacionando sobre as calçadas, dirigindo bebaço e gastando gasolina e poluíndo o ar. Rodando por rodar, repito. Exibindo sua “macheza” pro bairro.
Então, uma equação básica fica assim: um monte de gente morre das formas mais horríveis e desgraçadas no Oriente Médio para que o suburbano brasileiro – ou, sei lá, paulistano, que eu conheço melhor – ficar brincando por aí de “Velozes e Furiosos”. Não tem “chamado à cidadania” ou “à consciência” que se oponha ao “cada um, cada um”.

ATEUS E CICLISTAS PELADOS

Eu me considero um “agnóstico”, na falta de palavra melhor. O que não significa que eu tenha passado anos de minha vida tentando colar em mim um rótulo que servisse para eu pertencer a qualquer “tribo” ( pois para mim, é disso que se trata, bem na acepção daquele programa na TV a Cabo apresentado por uma japonesinha lindinha { eu ia escrever “gostosa”, num incomum – da minha parte – e súbito ataque de sexismo e machismo } . Desculpem por isso. Me refiro à Daniela Suzuki. ), fazer amigos e ficar social.
Quando fiquei sabendo daquele grupo de ateus, agnósticos e etc que fundaram uma associação, ONG, ou sei-lá-o-quê, eu logo pensei: “Sex and the City”!
Explico: já viram aquelas matérias, tipo na Revista da Folha? Eles pegam um assunto que “está na moda” [ que, de certo modo, eles tratam de fazer "ficar na moda" ] mas que diga respeito a “comportamento”. Quando saiu o longa metragem da série “Sex and the City” nos cinemas, bastou descolar algumas mulheres dispostas a aparecer numa “reportagem” cujo tema seria “Quem são as ‘Sex and the City” paulistanas?”. O mesmo deu-se com relação a série “Gossip Girl”: “Quem são as “Gossip Girls” paulistanas?”.
Por isso, ao saber dos ateus, pensei: “Ônibus em Londres…”. Bem, que eles se sintam vítimas de preconceito por declararem em seu círculo de amizades, profissional ou sei lá…acho que, por mais que o brasileiro se declare religioso, católico, umbandista, evangélico etc, penso ser meio difícil por aqui alguém se importar de verdade com alguém que não siga quaisquer credos. Talvez os Testemunhas de Geová, mas esses acham que até os católicos e evangélicos são coisa do Satanás. Estou exagerando?
Enfim. Quando li – bem de relance, confesso – que houve uma bicicletada pelada na Paulista pensei: “Ativismo morno e festivo, e que só poderia ser feito na Paulista, mesmo.”
Pros jornais, tudo não passou de um bando de pelados andando de bicicleta ( umas gostosas, claro, havia ), já que duvido que alguém tenha levado a “mensagem” dos ativistas a sério e abandonado seu automóvel para sempre. Hábitos não se mudam assim tão fácil.
Não levei a sério. Gostaria de vê-los com seu “protesto” na avenida Sapopemba ou na Ragueb Chofi. Gostaria de vê-los tentando convencer o suburbano que pega o fim-de-semana para ficar com seu carro para cima e para baixo, rodando nas ruas do bairro, usando boné e óculos de camelô e fazendo cara de mau, rodando por rodar; rap, samba, reggae ou funk carioca no talo, escapamento aberto, motor “fuçado”, fazendo um puta barulho, estacionando sobre as calçadas, dirigindo bebaço e gastando gasolina e poluíndo o ar. Rodando por rodar, repito. Exibindo sua “macheza” pro bairro.
Então, uma equação básica fica assim: um monte de gente morre das formas mais horríveis e desgraçadas no Oriente Médio para que o suburbano brasileiro – ou, sei lá, paulistano, que eu conheço melhor – ficar brincando por aí de “Velozes e Furiosos”. Não tem “chamado à cidadania” ou “à consciência” que se oponha ao “cada um, cada um”.

ATEUS E CICLISTAS PELADOS

Eu me considero um “agnóstico”, na falta de palavra melhor. O que não significa que eu tenha passado anos de minha vida tentando colar em mim um rótulo que servisse para eu pertencer a qualquer “tribo” ( pois para mim, é disso que se trata, bem na acepção daquele programa na TV a Cabo apresentado por uma japonesinha lindinha { eu ia escrever “gostosa”, num incomum – da minha parte – e súbito ataque de sexismo e machismo } . Desculpem por isso. Me refiro à Daniela Suzuki. ), fazer amigos e ficar social.
Quando fiquei sabendo daquele grupo de ateus, agnósticos e etc que fundaram uma associação, ONG, ou sei-lá-o-quê, eu logo pensei: “Sex and the City”!
Explico: já viram aquelas matérias, tipo na Revista da Folha? Eles pegam um assunto que “está na moda” [ que, de certo modo, eles tratam de fazer "ficar na moda" ] mas que diga respeito a “comportamento”. Quando saiu o longa metragem da série “Sex and the City” nos cinemas, bastou descolar algumas mulheres dispostas a aparecer numa “reportagem” cujo tema seria “Quem são as ‘Sex and the City” paulistanas?”. O mesmo deu-se com relação a série “Gossip Girl”: “Quem são as “Gossip Girls” paulistanas?”.
Por isso, ao saber dos ateus, pensei: “Ônibus em Londres…”. Bem, que eles se sintam vítimas de preconceito por declararem em seu círculo de amizades, profissional ou sei lá…acho que, por mais que o brasileiro se declare religioso, católico, umbandista, evangélico etc, penso ser meio difícil por aqui alguém se importar de verdade com alguém que não siga quaisquer credos. Talvez os Testemunhas de Geová, mas esses acham que até os católicos e evangélicos são coisa do Satanás. Estou exagerando?
Enfim. Quando li – bem de relance, confesso – que houve uma bicicletada pelada na Paulista pensei: “Ativismo morno e festivo, e que só poderia ser feito na Paulista, mesmo.”
Pros jornais, tudo não passou de um bando de pelados andando de bicicleta ( umas gostosas, claro, havia ), já que duvido que alguém tenha levado a “mensagem” dos ativistas a sério e abandonado seu automóvel para sempre. Hábitos não se mudam assim tão fácil.
Não levei a sério. Gostaria de vê-los com seu “protesto” na avenida Sapopemba ou na Ragueb Chofi. Gostaria de vê-los tentando convencer o suburbano que pega o fim-de-semana para ficar com seu carro para cima e para baixo, rodando nas ruas do bairro, usando boné e óculos de camelô e fazendo cara de mau, rodando por rodar; rap, samba, reggae ou funk carioca no talo, escapamento aberto, motor “fuçado”, fazendo um puta barulho, estacionando sobre as calçadas, dirigindo bebaço e gastando gasolina e poluíndo o ar. Rodando por rodar, repito. Exibindo sua “macheza” pro bairro.
Então, uma equação básica fica assim: um monte de gente morre das formas mais horríveis e desgraçadas no Oriente Médio para que o suburbano brasileiro – ou, sei lá, paulistano, que eu conheço melhor – ficar brincando por aí de “Velozes e Furiosos”. Não tem “chamado à cidadania” ou “à consciência” que se oponha ao “cada um, cada um”.

ATEUS E CICLISTAS PELADOS

Eu me considero um “agnóstico”, na falta de palavra melhor. O que não significa que eu tenha passado anos de minha vida tentando colar em mim um rótulo que servisse para eu pertencer a qualquer “tribo” ( pois para mim, é disso que se trata, bem na acepção daquele programa na TV a Cabo apresentado por uma japonesinha lindinha { eu ia escrever “gostosa”, num incomum – da minha parte – e súbito ataque de sexismo e machismo } . Desculpem por isso. Me refiro à Daniela Suzuki. ), fazer amigos e ficar social.
Quando fiquei sabendo daquele grupo de ateus, agnósticos e etc que fundaram uma associação, ONG, ou sei-lá-o-quê, eu logo pensei: “Sex and the City”!
Explico: já viram aquelas matérias, tipo na Revista da Folha? Eles pegam um assunto que “está na moda” [ que, de certo modo, eles tratam de fazer "ficar na moda" ] mas que diga respeito a “comportamento”. Quando saiu o longa metragem da série “Sex and the City” nos cinemas, bastou descolar algumas mulheres dispostas a aparecer numa “reportagem” cujo tema seria “Quem são as ‘Sex and the City” paulistanas?”. O mesmo deu-se com relação a série “Gossip Girl”: “Quem são as “Gossip Girls” paulistanas?”.
Por isso, ao saber dos ateus, pensei: “Ônibus em Londres…”. Bem, que eles se sintam vítimas de preconceito por declararem em seu círculo de amizades, profissional ou sei lá…acho que, por mais que o brasileiro se declare religioso, católico, umbandista, evangélico etc, penso ser meio difícil por aqui alguém se importar de verdade com alguém que não siga quaisquer credos. Talvez os Testemunhas de Geová, mas esses acham que até os católicos e evangélicos são coisa do Satanás. Estou exagerando?
Enfim. Quando li – bem de relance, confesso – que houve uma bicicletada pelada na Paulista pensei: “Ativismo morno e festivo, e que só poderia ser feito na Paulista, mesmo.”
Pros jornais, tudo não passou de um bando de pelados andando de bicicleta ( umas gostosas, claro, havia ), já que duvido que alguém tenha levado a “mensagem” dos ativistas a sério e abandonado seu automóvel para sempre. Hábitos não se mudam assim tão fácil.
Não levei a sério. Gostaria de vê-los com seu “protesto” na avenida Sapopemba ou na Ragueb Chofi. Gostaria de vê-los tentando convencer o suburbano que pega o fim-de-semana para ficar com seu carro para cima e para baixo, rodando nas ruas do bairro, usando boné e óculos de camelô e fazendo cara de mau, rodando por rodar; rap, samba, reggae ou funk carioca no talo, escapamento aberto, motor “fuçado”, fazendo um puta barulho, estacionando sobre as calçadas, dirigindo bebaço e gastando gasolina e poluíndo o ar. Rodando por rodar, repito. Exibindo sua “macheza” pro bairro.
Então, uma equação básica fica assim: um monte de gente morre das formas mais horríveis e desgraçadas no Oriente Médio para que o suburbano brasileiro – ou, sei lá, paulistano, que eu conheço melhor – ficar brincando por aí de “Velozes e Furiosos”. Não tem “chamado à cidadania” ou “à consciência” que se oponha ao “cada um, cada um”.

ATEUS E CICLISTAS PELADOS

Eu me considero um “agnóstico”, na falta de palavra melhor. O que não significa que eu tenha passado anos de minha vida tentando colar em mim um rótulo que servisse para eu pertencer a qualquer “tribo” ( pois para mim, é disso que se trata, bem na acepção daquele programa na TV a Cabo apresentado por uma japonesinha lindinha { eu ia escrever “gostosa”, num incomum – da minha parte – e súbito ataque de sexismo e machismo } . Desculpem por isso. Me refiro à Daniela Suzuki. ), fazer amigos e ficar social.
Quando fiquei sabendo daquele grupo de ateus, agnósticos e etc que fundaram uma associação, ONG, ou sei-lá-o-quê, eu logo pensei: “Sex and the City”!
Explico: já viram aquelas matérias, tipo na Revista da Folha? Eles pegam um assunto que “está na moda” [ que, de certo modo, eles tratam de fazer "ficar na moda" ] mas que diga respeito a “comportamento”. Quando saiu o longa metragem da série “Sex and the City” nos cinemas, bastou descolar algumas mulheres dispostas a aparecer numa “reportagem” cujo tema seria “Quem são as ‘Sex and the City” paulistanas?”. O mesmo deu-se com relação a série “Gossip Girl”: “Quem são as “Gossip Girls” paulistanas?”.
Por isso, ao saber dos ateus, pensei: “Ônibus em Londres…”. Bem, que eles se sintam vítimas de preconceito por declararem em seu círculo de amizades, profissional ou sei lá…acho que, por mais que o brasileiro se declare religioso, católico, umbandista, evangélico etc, penso ser meio difícil por aqui alguém se importar de verdade com alguém que não siga quaisquer credos. Talvez os Testemunhas de Geová, mas esses acham que até os católicos e evangélicos são coisa do Satanás. Estou exagerando?
Enfim. Quando li – bem de relance, confesso – que houve uma bicicletada pelada na Paulista pensei: “Ativismo morno e festivo, e que só poderia ser feito na Paulista, mesmo.”
Pros jornais, tudo não passou de um bando de pelados andando de bicicleta ( umas gostosas, claro, havia ), já que duvido que alguém tenha levado a “mensagem” dos ativistas a sério e abandonado seu automóvel para sempre. Hábitos não se mudam assim tão fácil.
Não levei a sério. Gostaria de vê-los com seu “protesto” na avenida Sapopemba ou na Ragueb Chofi. Gostaria de vê-los tentando convencer o suburbano que pega o fim-de-semana para ficar com seu carro para cima e para baixo, rodando nas ruas do bairro, usando boné e óculos de camelô e fazendo cara de mau, rodando por rodar; rap, samba, reggae ou funk carioca no talo, escapamento aberto, motor “fuçado”, fazendo um puta barulho, estacionando sobre as calçadas, dirigindo bebaço e gastando gasolina e poluíndo o ar. Rodando por rodar, repito. Exibindo sua “macheza” pro bairro.
Então, uma equação básica fica assim: um monte de gente morre das formas mais horríveis e desgraçadas no Oriente Médio para que o suburbano brasileiro – ou, sei lá, paulistano, que eu conheço melhor – ficar brincando por aí de “Velozes e Furiosos”. Não tem “chamado à cidadania” ou “à consciência” que se oponha ao “cada um, cada um”.

dezembro 11, 2008

Ex-prefeito de Bogotá: "Numa cidade avançada, os ricos usam o transporte público"

Essa aqui merece ser emoldurada. Vejam que o ex-prefeito de Bogotá faz suas considerações sem deixar de fora outros aspectos do cotidiano dos moradores das cidades, como o “convívio” nos shopping centers, a ocupação dos espaços, ou a qualidade das calçadas. Didaticamente, ele mostra aquilo que é muito óbvio, e destaco uma idéia: ao construír novas vias, ou túneis e fazer reformas [ cosméticos, na verdade ] , o administrador apenas faz as coisas melhorarem por um tempo, mas depois aqueles locais “chamam” as pessoas, que passam a ocupar ali também, com seus carros. Quanto aos ricos daqui passarem a utilizar o transporte público, não vejo ser possível mas, da mesma forma com a escola pública, seria ótimo que a classe-média passasse a frequentá-lo voluntária e efetivamente, forçando os governos a investir e dedicar esforços de verdade e cada vez mais. Mas, a realidade sombria: enquanto nos EUA a venda de utilitários tipo SUV decaía, adivinhem quem estava adquirindo-os, orgulhosamente: “Caminhão é transporte coletivo” , Candido Malta [ ler até o final ].
Numa cidade avançada, ricos usam o transporte público”
Folha de S.Paulo
08/12/2008
Para ex-prefeito de Bogotá, é preciso restringir o uso dos carros para melhorar trânsito
A única forma de reduzir os congestionamentos é restringir o uso do carro. Para Enrique Peñalosa, prefeito de Bogotá de 1998 a 2001 e responsável por iniciar a implantação do Transmilênio, sistema de ônibus rápido, nenhum transporte público resolve o problema do trânsito se os carros não forem retirados das ruas. Em São Paulo para o Urban Age, conferência internacional sobre urbanismo que acabou ontem, Penãlosa, que hoje atua como consultor, falou à Folha sobre a importância de uma boa calçada e de um transporte público eficiente e disse que a cadeira de rodas é a melhor máquina de planejamento urbano. (MARIANA BARROS)
FOLHA – O que faz uma boa cidade?
ENRIQUE PEÑALOSA – Jan Gehl [urbanista dinamarquês que defende que as cidades priorizem ciclistas e pedestres] diz que é aquela em que os moradores têm vontade de sair de casa, estar nas ruas -não no shopping. Uma cidade tem de ser boa para as pessoas mais vulneráveis: crianças, cadeirantes, idosos, pobres, ciclistas. Transporte não faz ninguém feliz, é apenas necessário, como água potável. Mas se há um parque, isso faz as pessoas felizes. O desafio é criar a cidade para as pessoas, e não para os carros.
FOLHA – Que coisas melhoram a vida urbana?
PEÑALOSA – Os parques são algo necessário ou um luxo? Acho que as pessoas precisam, sim, de um espaço desses, não para sobreviver, mas para serem mais felizes. Todos em São Paulo jogam bola. Por que não há campos ou quadras públicas?
FOLHA – O que caracteriza uma cidade avançada?
PEÑALOSA – Temos uma idéia de que progresso é ter mais pessoas usando carros, mas nas cidades mais avançadas do mundo, como Zurique, na Suíça, ou Tóquio, no Japão, as pessoas quase não usam automóvel. Uma cidade verdadeiramente avançada é aquela em que os ricos usam transporte público, caminham e vão a parques. O contrário disso é quando os ricos usam helicópteros, vão a clubes fechados, a shoppings, moram em condomínios.
Avanço é o que acontece no Central Park, em NY, onde 50 bilionários andam ao lado de pessoas que nem sabem onde vão dormir naquela noite.
FOLHA – Como fazer isso?
PEÑALOSA – Precisamos de segurança, diminuir a criminalidade. Agora, para fazer com que as pessoas usem transporte público é preciso restringir o uso de carros. Muita gente em SP tem carro, mas usa metrô. Não é porque adoram o metrô, mas porque é mais rápido, não precisa estacionar. De um lado, é preciso melhorar o transporte público; de outro, é preciso restringir o uso de automóveis. Há varias maneiras de se fazer isso. O rodízio é uma delas.
Nenhum transporte público do mundo acaba com os congestionamentos. A única maneira é restringir o uso de carros.
Tem de haver restrições a estacionamentos, sobretudo nas ruas. Outra forma é criar uma taxa, como em Londres, ou rodízio, como em SP e Bogotá.
FOLHA – Deve-se combater o carro?
PEÑALOSA – Não estou falando de restringir a compra, de colocar taxas na compra. É bom que as pessoas tenham carro, para poderem viajar, sair à noite.
Elas só não devem usá-lo nas horas de pico. Vamos cobrar pelo uso, não pela aquisição. Ou cobrar mais caro pelo combustível. Gasolina no Brasil deveria custar três vezes mais, e o dinheiro arrecadado deve ser investido em transporte.
FOLHA – É preciso optar entre carros ou pessoa? [OBS: essa pergunta foi didática ou completamente estúpida, como eu acho que foi? ]
PEÑALOSA – É possível medir a democracia analisando como o espaço público é distribuído entre pedestres, ciclistas, ônibus e carros. Quanto mais tender para os primeiros, mais democrática será. É uma questão política, não há nada técnico nisso. Se houver mais espaço para carros, haverá mais carros; menos espaço, menos carros.
As cidades ricas, há 15 anos, decidiram não fazer mais vias para melhorar o trânsito.
FOLHA – A piora é porque a população está crescendo?
[ OBS: repito a pergunta feita acima ]
PEÑALOSA – Não. Pode parecer que fazer mais estradas melhora o trânsito, mas isso não é verdade. Você conhece uma única cidade do mundo que tenha resolvido o problema do trânsito fazendo vias maiores? Não há.
Nos EUA, apesar das estradas gigantescas, o trânsito piora a cada ano. O que gera o trânsito é o número de viagens que cada automóvel faz e as distâncias que percorrem. Construir túneis e viadutos só faz com que os carros vão mais longe e façam mais viagens [ OBS: ou seja, "convida" as pessoas - que tenham a tendência a fazer isso - a aproveitarem as novas vias e passar a incluí-las em seu percurso automobilístico; em resumo, o efeito oposto daquele desejado ].
Nos primeiros anos, isso alivia o trânsito, como já ocorreu em SP. Depois piora de novo.
FOLHA – É uma questão cultural?
PEÑALOSA – Sim. A classe média, que tem carro, só quer mais espaço para os carros. Vão do estacionamento do prédio ao estacionamento do escritório, ao estacionamento do shopping, ao estacionamento do clube e podem passar meses sem andar em um quarteirão. A única coisa que querem do governo é polícia e rodovias. Querem metrô não para usar, mas porque querem que os ônibus vão para o subsolo. Não querem que o ônibus tire o espaço dos carros [ OBS: "NA MOSCA!!" ].
FOLHA – É melhor investir em ônibus ou em metrô?
PEÑALOSA – Em SP, há três vezes mais gente usando ônibus do que metrô; é muito mais prático e barato. Londres, para 10 milhões de habitantes, tem 1.850 km de metrô. Proporcionalmente, SP, que tem 20 milhões, teria de ter 3.700 km de metrô [Grande SP tem hoje 322 km de transporte urbano sobre trilhos]. Ainda assim, Londres desloca 1 milhão a mais de pessoas em ônibus do que em metrô. Mesmo com metrô, é preciso um bom sistema de ônibus.
A linha amarela que está sendo construída custa mais de US$ 150 milhões por km. Cada passageiro custa US$ 1,50. O Transmilênio custa US$ 10 milhões por km e cada passageiro, US$ 0,50. Leva 45 mil passageiros por hora por direção. Não estou dizendo que é melhor ou pior, mas é bom o suficiente.
FOLHA – E as calçadas?
PEÑALOSA – Calçadas são parte do sistema de transporte, porque a jornada começa quando saímos de casa. Uma calçada boa é símbolo de que o cidadão que caminha tem o mesmo valor de outro que tem um carro de US$ 30 mil. É símbolo de democracia. O que diferencia uma cidade boa de uma ruim é a qualidade das calçadas.
As de SP estão muito melhores agora do que há dez anos, principalmente nas áreas mais centrais. Se eu pudesse, amarrava o secretário de Planejamento numa cadeira de rodas e diria: vá andar pela sua cidade.
Uma cadeira de rodas é a máquina do planejamento urbano.
FOLHA – Como o sr. avalia o programa Cidade Limpa? [ OBS: o que isso tem a ver com o trânsito? Só faltou a reportagem dar um jeito de perguntar ao ex-prefeito se o crescimento econômico, ao permitir que a população possa comprar mais carros, pode ser apontado como um dos vilões e, com isso, mostrar a implicação do crescimento do País sob Lula, na questão dos congestionamentos. Assim, sobraria elogios a Kassab/ Serra e críticas a Lula ]
PEÑALOSA – É um exemplo para o mundo. É o que de mais importante se passou em SP nos últimos dez anos.

outubro 20, 2008

"Sorria?" Desculpe mas eu vou chorar: Falar sobre casamento do prefeito não pode, mas de seus irmãos que dão consultoria às empresas de ônibus pode?

O SP-URBANUSS (Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo) tem como finalidades principais defender e preservar os interesses das empresas de ônibus de São Paulo, além de desenvolver estudos técnicos de aperfeiçoamento na área de transporte, com enfoque nos desenvolvimento e na expansão tecnológica. ( Do site da entidade )
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Site Cursos Interativos – FUNDATEC
TRANSPORTE DE PASSAGEIROS:
Módulo A: “CÁLCULO DE CUSTOS E TARIFA DO TRANSPORTE COLETIVO URBANO, INTERURBANO E INTERMUNICIPAL DE PASSAGEIROS”
Dia 16 / 08 / 2008 – das 8:00 às 13:00 h e 14:00 às 19:00
Incluso: 1 “CD” com Planilha Eletrônica para simular a Tarifa
Especialistas:
Marcos Kassab – Engenheiro e economista, especialista em custos, planejamento e controle de transporte de passageiros e de cargas.
Participante de comissões técnicas para cálculo de tarifas e remuneração de transporte público.
Alberto Lima – Engenheiro, Mestre em Engenharia de Transportes, especialização em Administração de Empresas e Gestão Estratégica, Coordenador da Comissão de Integração de Sistemas de Transporte da ANTP.
Objetivo:
Apresentar, de forma simples e objetiva, a metodologia para cálculo de custo e de remuneração do transporte coletivo de passageiros em linhas urbanas, interurbanas e intermunicipais.
Temas:
* A Metodologia de Avaliação dos custos dos transportes de passageiros (Critérios, Fórmulas, Custo Fixo e Variável)
* A Planilha de Custo de transporte coletivo por ônibus (classificação , análises da planilha e de fluxo de caixa).
* A Remuneração do transporte coletivo urbano, interurbano e intermunicipal (estudo de casos).
* Simulações com a Planilha de Cálculo de Custo e Tarifas. ;
Modulo D: “CURSO BÁSICO DE PROGRAMAÇÃO DE LINHAS DE ÔNIBUS”
Dia 20 / 09 / 2008 – das 8:00 às 13:00 h e 14:00 às 19:00
Especialistas:
Pedro Kassab - Engenheiro e economista com mestrado em transportes, diretor da IPK Engenharia e consultor do SPURBANUSS, SETCESP e ABRATI.
Cláudio Donizetti – Administrador de Empresas, pós graduado em logística, especializado em programação de linha de ônibus, orientador de exercício prático.
Objetivo:
Realizar, através de exercício escrito e prático, a programação de uma linha de ônibus com gráficos, diagramas de marcha e computador, para obter controle da operação, escalas, redução de custo e melhor qualidade de serviço.
Temas:
* Conceitos básicos: tempos de viagem, demanda, horários, fator de renovação e frota operacional.
* Elaboração de escala de operadores alocados junto à frota por dia tipo.
* Custos de operação e orçamento de mão de obra.
* Exercício prático com elaboração do diagrama de marcha e posterior simulação computador
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- Empresa de ônibus visa elo na família Kassab -
Segunda-feira, 8 de novembro de 2004
Folha de S. Paulo
Empresa de ônibus visa elo na família Kassab
AGENDA DA TRANSIÇÃO
Viações vêem irmãos do vice de Serra, que atuam no setor, como alvos de aproximação com futuro governo
ALENCAR IZIDORO
DA REPORTAGEM LOCAL
Afinados com a gestão Marta Suplicy (PT) e depois de apostarem na reeleição da prefeita, empresários de ônibus de São Paulo vêem agora na família de Gilberto Kassab (PFL), vice de José Serra (PSDB), um possível elo de aproximação com a gestão tucana.
Dois irmãos do pefelista, que foi alvo de ataques do PT na campanha, são técnicos do setor de transporte coletivo que têm ou já tiveram relacionamento próximo com as viações paulistanas.
Pedro Kassab é dono de uma consultoria em transporte, a IPK Engenharia, que presta serviços há mais de 15 anos para empresários de ônibus de São Paulo. Também já foi consultor do Transurb, hoje SP Urbanuss, o sindicato patronal. A entidade diz que a IPK ainda trabalha para algumas viações, mas não revela quais.
Marcos Kassab, hoje na assessoria de planejamento e expansão do Metrô, já atuou na EMTU (empresa estadual de ônibus intermunicipais) e, nos dois últimos anos do governo Celso Pitta, manteve contato direto com os empresários de ônibus como assessor da presidência da SPTrans (empresa municipal que gerencia o setor).
Procurados pela Folha desde a última quarta, Marcos e Pedro não responderam aos pedidos de entrevista. O irmão deles e futuro vice-prefeito foi atacado pela candidatura Marta por ter sido secretário de Pitta e, como revelou a Folha, ter elevado seu patrimônio em 316% durante quatro anos.
Dois executivos de empresas de ônibus relataram à reportagem a preocupação do setor com mudança de rumos em um governo tucano, como a priorização de investimentos no Metrô em detrimento dos corredores de ônibus.
Eles citaram a família Kassab como possível alvo de aproximação, mas disseram não saber de nenhum contato feito.
Entre os obstáculos do governo Serra para 2005 estão os custos, com pressões para a elevação da tarifa (R$ 1,70 desde janeiro de 2003) ou elevação da subvenção.
A IPK, de Pedro Kassab, é especializada em estudo de definição de tarifas e custos. Também analisa contratos com estudos de reequilíbrio econômico-financeiro. Nos anos 90, ganhou espaço com programa de computador considerado inovador de programação das linhas. Atua também no Paraná e em Mato Grosso do Sul, controlando mais de 6.000 veículos.
Campanha
O futuro vice-prefeito Gilberto Kassab disse à Folha que seus irmãos “votaram no Serra e fizeram campanha”, mas não tiveram participação no programa de governo e não atuarão direta nem indiretamente na gestão tucana.
“Eles têm total liberdade, mas, se me consultassem, pelo fato de eu ser vice-prefeito, eu recomendaria que não”, afirmou Kassab em relação à possibilidade de eles ocuparem cargos na prefeitura.
Ele disse que os dois “são muito qualificados” e “estão felizes” com seus empregos e negou com veemência a possibilidade de intermediarem a aproximação das viações com o futuro governo.
“Eu afirmo e você pode me cobrar no futuro: não tem essa possibilidade. A atuação deles é técnica. A conversa do setor com a prefeitura é uma conversa técnica e política. Eles não têm perfil político algum”, disse Gilberto Kassab.
Segunda-feira, 8 de novembro de 2004
Agora S. Paulo
Empresas de ônibus tentam elo com os Kassab
IRMÃOS DO VICE DE SERRA TÊM LIGAÇÕES COM EMPRESAS DE ÔNIBUS E VIRAM ALVOS DE TENTATIVA DE APROXIMAÇÃO DE EMPRESÁRIOS COM GOVERNO DO PSDB
Empresários de ônibus de São Paulo vêem na família de Gilberto Kassab (PFL), vice de José Serra (PSDB), um possível elo de aproximação com a gestão tucana. Dois irmãos do pefelista são técnicos do setor de transporte coletivo que têm ou já tiveram relação com as viações paulistanas.
Pedro Kassab é dono de uma consultoria em transporte, a IPK Engenharia, que presta serviços há mais de 15 anos para empresários de ônibus de São Paulo. Ele já foi consultor do sindicato patronal. A IPK ainda trabalha para algumas viações.
Marcos Kassab, hoje na assessoria de planejamento e expansão do Metrô, já atuou na EMTU (empresa estadual de ônibus intermunicipais) e, nos dois últimos anos do governo Celso Pitta (1997-2000), foi assessor da presidência da SPTrans (empresa municipal que gerencia o setor).
Executivos de empresas de ônibus estão preocupados com mudança de rumos no governo Serra, com a priorização de investimentos no Metrô em detrimento dos corredores de ônibus. Eles citaram a família Kassab como possível alvo de aproximação, mas disseram não saber de nenhum contato feito. (FSP)
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Bom, avisado você foi. Na próxima vez em que você estiver mofando no ponto de ônibus, sem perspectiva de que ele venha logo ( gestão logística ), ou acordar e ouvir no rádio que a tarifa será reajustada ( gestão de planilha de custos ), lembre que você pagou por um Kassab, e levou três.
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