ENCALHE

agosto 25, 2009

TRANSGÊNICOS: GLIFOSATO NÃO FAZ MAIS TANTO EFEITO, E PRAGAS FICAM MAIS RESISTENTES! E MONSANTO REAJUSTA ROYALTIES: DEPUTADO DO DEM PREGA "BOICOTE"!

Filed under: "O Mundo segundo a Monsanto", glifosato, Monsanto, OGMs, soja, transgênicos — Humberto @ 2:10 am
Infelizmente, não é desta vez que a bondosa, humanitária porém incompreendida ciência – capaz, isenta de ideologias e sériamente preocupada com os destinos de nossos irmãos planetários -, perseguida pelos obscurantistas de “plantão” [ entenderam o trocadilho? ] – conseguirá cumprir seu destino manifesto, a saber: salvar a Humanidade da fome que mata milhões e milhões de pessoas mundo afora. Mas a Monsanto não desistirá de tentar mudar o destino cruel destes milhões de seres humanos que padecem.
Basf busca parcerias para vencer “superpraga” da soja
DCI, 24.08.09

SÃO PAULO – A multinacional alemã Basf intensifica sua parceria com empresas brasileiras para levar mais rápido ao mercado a sua nova soja tolerante a herbicida. A companhia assinou com a Cooperativa Central de Pesquisa Agrícola (Coodetec) o primeiro contrato de transferência de material para seu produto transgênico, e a empresa brasileira será a responsável pela multiplicação dos grãos.
A tecnologia, que deverá começar a ser acessada pelos produtores a partir de 2011, chega com o desafio de se tornar uma alternativa viável ao glifosato, produto vendido pela norte-americana Monsanto.
A indisponibilidade de crédito e a dificuldade da comercialização de grãos deverão diminuir os gastos dos agricultores com insumos na safra 2009/2010; no entanto, essa busca pela redução nos custos pode esbarrar no aumento do uso de defensivos desencadeado pela soja transgênica cada vez mais resistente a pragas, principalmente a invasora buva (Coniza bonairensis).
Informações produzidas pelo Departamento de Fiscalização e da Defesa Agropecuária (Defis) da Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab) e outros órgãos atestam que, mesmo com a soja geneticamente modificada, tem aumentado o consumo de herbicidas em razão da resistência que as ervas daninhas vêm adquirindo com o uso do glifosato. “Há vários anos monitoramos o comércio de agrotóxicos no Paraná, e a cada trimestre recebemos um relatório das vendas, por isso, quando dizemos que houve aumento do uso de herbicida, o fazemos com base em um levantamento”, afirma Adriano Riesemberg, chefe da divisão de fiscalização de insumos e serviços agrícolas da Seab.
Em 2008 foram comercializados no Paraná mais de 80 milhões de litros de agrotóxicos, principalmente herbicidas, inseticidas e fungicidas (não foram computadas as quantidades comercializadas nas regiões fiscalizadas pelos núcleos regionais de Curitiba, Apucarana e Paranaguá). Desse montante, cerca de 46 milhões são de herbicidas, e desses, 28 milhões são de herbicidas a base de glifosato (61% dos herbicidas comercializados).
De acordo com o Defis, os agricultores passaram a ter problemas causados pela resistência de plantas ao glifosato, principalmente em relação à buva, planta daninha que se desenvolve em áreas não agriculturáveis e que se espalha com facilidade pelas lavouras através de sementes que são carregadas pelo vento. Para controle dessa planta, os agricultores estão fazendo uso de outros herbicidas em pré-plantio das lavouras, em operação denominada de ‘manejo da área’, além de continuarem a necessitar do glifosato em pós-emergência. O resultado é um crescimento exponencial de insumos em algumas regiões do País.
No Município de Cascavel, no Paraná, por exemplo, o uso de glifosato passou de 2,3 milhões de litros em 2005, para 3,4 milhões em 2008 (um aumento de 46%). Os herbicidas à base de 2,4-D cresceram 112% nesse período, e o uso de agrotóxicos à base de paraquat cresceu mais de 400% (passou de 65 mil litros para 337 mil litros). “A situação retratada não é restrita à região de Cascavel”, diz Riesemberg. Segundo o engenheiro agrônomo, outras importantes regiões produtoras de soja mostram as mesmas curvas de crescimento para os agrotóxicos a base de glifosato, paraquat e 2,4-D.
“Isso ocorre devido à dificuldade que os agricultores têm de controlar as plantas invasoras, que se tornaram resistentes ou tolerantes ao ingrediente ativo glifosato”, avalia.
Valdir Isidoro, presidente da Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar), afirma que no estado a soja convencional já remunera melhor o produtor, mesmo com a queda de 25% a 30% nos preços do glifosato. “Ao longo dos anos os custos para produzir a soja transgênica só aumentaram e nessa safra quem plantou está perdendo dinheiro”, afirma Isidoro. “O mesmo deverá acontecer com o milho”, acrescenta.
Walter Dissinger, vice-presidente de Proteção de Cultivos da Basf para a América Latina, confirma para 2011 a chegada da soja resistente a herbicida da empresa em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O executivo afirma que não vê uma redução nos preços dos defensivos. “O glifosato caiu de preço, mas nossa empresa não sentiu diferença nos preços dos nossos defensivos”, diz. “Se não houver interferência do clima, o segundo semestre deve fechar em equilíbrio com o ano passado, considerado positivo”, avalia Disinger.
A empresa inaugura hoje, na cidade de Guaratingueta, em São Paulo, um novo laboratório global de formulação.

Monsanto eleva em 26% royalties da soja
Os produtores rurais de Mato Grosso estão em pé de guerra com a Monsanto
G1
Os produtores rurais de Mato Grosso estão em pé de guerra com a Monsanto. A multinacional americana anunciou, em reunião reservada com a Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja), a elevação de 26% nos royalties cobrados em cada saca de semente de soja geneticamente modificada tolerante ao herbicida Roundup. Em um cenário de cautela para a safra 2009/10, que começa a ser plantada em setembro, os produtores ameaçam questionar na Justiça o aumento unilateral apresentado nesta semana.
Na nova safra, os produtores pagarão R$ 0,44 por quilo para uso da semente “Roundup Ready” . “Estamos pensando em ir à Justiça porque não temos alternativa” , diz o presidente do Sindicato dos Produtores de Sinop, Antônio Galvan. A Monsanto teria avisado que também elevará a taxa tecnológica cobrada pelo milho transgênico resistente a insetos, mas sem informar o valor. “E eles já avisaram que vão cobrar R$ 0,70 por quilo da soja Bt quando aprovarem para a safra de 2012″ , diz o vice-presidente da Aprosoja, José Guarino Fernandes, produtor da cidade de Sapezal.
Em nota ao Valor, a Monsanto confirmou o aumento nos preços, mas informou que o produtor tem o “direito de optar“* pelo cultivo de sementes transgênicas ou convencionais, “de acordo com sua preferência” . Além disso, os produtores de sementes podem “fixar preços finais aos agricultores” com descontos na margem de lucro e na remuneração por operar o sistema de cobrança dos royalties.
Detentora da patente da tecnologia transgênica na soja, a empresa disse que “flexibilizou” o pagamento dos royalties, a pedido dos produtores, oferecendo duas datas alternativas. Se antecipar o pagamento, de dezembro para 20 de outubro de 2009, o produtor pagará R$ 0,42 por kg. Se pagar em 20 de janeiro de 2010, será de R$ 0,45 por kg. Maior produtor nacional de soja, Mato Grosso deve cultivar 5,86 milhões de hectares na próxima safra. Se confirmadas as previsões, o Estado demandará 265 mil toneladas de sementes em 2009/10.
Os produtores calculam um aumento de até R$ 20 milhões na arrecadação da multinacional com royalties no Estado. “A soja transgênica já não tem nenhum atrativo econômico para nós. O uso dessa semente cresceu aqui por causa do manejo mais fácil, e não pela redução de custos” , avalia o produtor João Carlos Diel, que cultiva 2,4 mil hectares em Rondonópolis.
A questão econômica também pode transformar-se em problema político. Um dos maiores produtores do Estado, o senador Gilberto Göellner (DEM-MT) diz que outra solução seria um “boicote” ao transgênico. “Se o royalty leva o lucro do produtor, então, não devemos plantar nada” , afirma. O presidente da federação estadual da Agricultura (Famato), Rui Prado, diz que a Monsanto deve voltar a negociar com os produtores. “Temos uma boa relação, mas precisamos preservar isso.”
O acordo para uso das sementes inclui cobrança de 2% sobre o valor da produção em caso de não pagamento dos royalties. Se o produtor declarar não produzir transgênicos e um teste confirmar a transgenia, a multa sobe a 3%. A Monsanto controla a cobrança na entrega dos grãos em tradings e armazenadoras. “Como eles ganham 10% a 15% desse valor cobrado na bica pela Monsanto, não temos escapatória. Tem que pagar e pronto” , diz Galvan.

*O que nos leva a perguntar: com o famoso selo que identificaria, nos rótulos dos produtos, aqueles que foram infestados, ops, aqueles que contém transgênicos em sua produção, o consumidor teria o “direito de optar” pela sua compra ou não. Então, por quê ainda tem gente contra este selo?

maio 26, 2009

Nova soja transgênica pode trazer à cena o agente laranja

Filed under: Agência Pulsar, agente laranja, CNTBio, Dow, glifosato, OGMs, transgênicos — Humberto @ 8:45 pm

Ag.Pulsar

Multinacional Dow AgroSciences pediu à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) liberação de estudos de nova soja transgênica. Suspeita-se que a variedade seja resistente à um antigo herbicida, o 2,4-D, componente do agente laranja.
Segundo boletim da Campanha Por um Brasil Livre de Transgênicos, o uso do glifosato, herbicida aplicado em transgênicos liberados, está perdendo a eficácia pois as plantas `invasoras` estão cada vez mais resistentes.
Esse é o motivo das empresas começarem a usar herbicidas ainda mais tóxicos, como o 2,4-D. Em 5 de fevereiro, um boletim da Frente Parlamentar da Agropecuária informou sobre a solicitação da Dow à CTNBio para conduzir testes de campo com soja transgênica tolerante ao 2,4-D.
Esta substância é um dos componentes do agente laranja, usado na Guerra do Vietnã pelos Estados Unidos para desfolhar matagais e bosques.

Extremamente tóxico, o herbicida é responsável pelo aparecimento de milhares de casos de câncer, doenças neurológicas e pelo nascimento de crianças deficientes no Vietnã [ foto acima ].
A Campanha Por um Brasil Livre de Transgênicos sugere que a divulgação pública do nome 2,4-D poderia impedir a liberação dos estudos. Por isso a Dow teria omitido o nome do herbicida no pedido feito à CTNBio.
No pedido, consta apenas a descrição de “soja transgênica tolerante a herbicidas”. (Pulsar)
fo
26/05/2009

MAIS:

http://ciencia.hsw.uol.com.br/herbicida-agente-laranja.htm

O que é a dioxina?

Nova soja transgênica pode trazer à cena o agente laranja

Filed under: Agência Pulsar, agente laranja, CNTBio, Dow, glifosato, OGMs, transgênicos — Humberto @ 8:45 pm

Ag.Pulsar

Multinacional Dow AgroSciences pediu à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) liberação de estudos de nova soja transgênica. Suspeita-se que a variedade seja resistente à um antigo herbicida, o 2,4-D, componente do agente laranja.
Segundo boletim da Campanha Por um Brasil Livre de Transgênicos, o uso do glifosato, herbicida aplicado em transgênicos liberados, está perdendo a eficácia pois as plantas `invasoras` estão cada vez mais resistentes.
Esse é o motivo das empresas começarem a usar herbicidas ainda mais tóxicos, como o 2,4-D. Em 5 de fevereiro, um boletim da Frente Parlamentar da Agropecuária informou sobre a solicitação da Dow à CTNBio para conduzir testes de campo com soja transgênica tolerante ao 2,4-D.
Esta substância é um dos componentes do agente laranja, usado na Guerra do Vietnã pelos Estados Unidos para desfolhar matagais e bosques.

Extremamente tóxico, o herbicida é responsável pelo aparecimento de milhares de casos de câncer, doenças neurológicas e pelo nascimento de crianças deficientes no Vietnã [ foto acima ].
A Campanha Por um Brasil Livre de Transgênicos sugere que a divulgação pública do nome 2,4-D poderia impedir a liberação dos estudos. Por isso a Dow teria omitido o nome do herbicida no pedido feito à CTNBio.
No pedido, consta apenas a descrição de “soja transgênica tolerante a herbicidas”. (Pulsar)
fo
26/05/2009

MAIS:

http://ciencia.hsw.uol.com.br/herbicida-agente-laranja.htm

O que é a dioxina?

maio 23, 2009

Jeffrey Smith, na Escola de Governo do Paraná: "Consumo de transgênicos fez DOBRAR doenças relacionadas alimentação nos EUA"

Como receber a íntegra da palestra de Jeffrey Smith
SITE: TRANSGÊNICOS.PR.GOV
21/5/2009 O aumento do número de norte-americanos com doenças crônicas por causa do consumo de alimentos transgênicos foi uma das conclusões apresentadas por Jeffrey M. Smith, na Escola de Governo em Curitiba. Para receber a íntegra da palestra envie mensagem em FALE CONOSCO.
Jeffrey Smith: pesquisas mostram que transgênicos fazem mal à saúde
O aumento do número de norte-americanos com doenças crônicas por causa do consumo de alimentos transgênicos foi uma das conclusões apresentadas por Jeffrey M. Smith, na Escola de Governo desta terça-feira (12/05). Smith, diretor-executivo do Instituto pela Tecnologia Responsável, lembrou que, na última sexta-feira (8), a Academia Americana de Medicina Ambiental exigiu a moratória dos transgênicos nos Estados Unidos.Smith é considerado uma das autoridades mundiais no assunto e já publicou dois livros, que alertam para o perigo dos organismos geneticamente modificados (OGM). Smith presenteou o governador Roberto Requião e secretários de Estado com sua obra mais recente, “Roleta Genética”. Nessa publicação ele afirma que os transgênicos “jamais deveriam ter sido introduzidos na nossa cultura”. Requião determinou que todas as Bibliotecas Cidadãs, localizadas em grande parte dos municípios paranaenses, tenham um exemplar da publicação nos seus acervos.
“Desde que conheci o governador, tive a chance de falar sobre a sua luta contra os transgênicos em 32 países. Eu o descrevi como uma pessoa visionária, que não está disposta a aceitar a imposição das indústrias e do poder corporativo”, afirmou Jeffrey. “Espero ter a oportunidade de contar ao mundo que o Paraná assumiu a liderança em eliminar os perigos apresentados pelos OGMs no Brasil”, destacou.
TERRITÓRIOS – Smith declarou que apoia o governador do Paraná e outros líderes de territórios que querem se declarar áreas livres dos transgênicos. “Na Europa, 4,5 mil jurisdições já fizeram isso”, contou. Ele também afirmou que é preciso que a população brasileira se una contra comidas e sementes modificadas. “Minha esperança é que as informações sobre os perigos dos transgênicos cheguem a cada mãe, que seja responsável pela compra de alimento para sua família. Para que dessa forma, os brasileiros possam declarar seu próprio corpo livre dos transgênicos.”
Jeffrey Smith garantiu ter evidências indiscutíveis de que esses tipos de alimento não são bons para o ser humano. Segundo ele, alguns animais utilizados em pesquisas de laboratório sobre OGMs morreram, outros adquiriram doenças e alguns ficaram estéreis. “Trabalhei com mais de 30 cientistas em todo o mundo, para documentar os riscos à saúde dos OGM.”
De acordo com o escritor, quando os transgênicos foram introduzidos no mundo, em 1976, 7% dos norte-americanos tinham três ou mais doenças crônicas. Depois de nove anos, a porcentagem quase dobrou, tendo atingido o patamar dos 13%. “As doenças relacionadas com a alimentação nos Estados Unidos mais do que dobraram nesse período. Agora, os médicos estão dizendo que alergias, autismo e uma série de mazelas podem estar relacionadas com o consumo de alimentos geneticamente modificados”, revelou.
Smith disse que organizações médicas têm reconhecido o perigo dos transgênicos à saúde humana e recomendam mudanças nos hábitos alimentares. “Na última sexta-feira (8), a Academia Americana de Medicina Ambiental editou resolução exigindo a moratória dos transgênicos nos Estados Unidos. Também foi pedido aos médicos que ajudem a educar seus pacientes, receitando-lhes dietas sem organismos geneticamente modificados”, afirmou. “Os pesquisadores se basearam nas evidências de que os transgênicos podem aumentar ou tornar mais severos os quadros de alergia, acelerar o envelhecimento, gerar problemas de reprodução e uma série de fatores descobertos em laboratórios e fazendas de todo o mundo”, completou.
PESQUISA – Jeffrey Smith lamentou a falta de estudos sobre alimentos geneticamente modificados em todo o mundo e a pressão que os pesquisadores sofrem por empresas que lidam com transgênicos. “Não sou contra a ciência da engenharia genética ou contra o uso de transgênicos para a geração de remédios. Mas, a geração atual desses organismos está cheia de efeitos desconhecidos e estamos expondo não só nós, mas também as gerações futuras, nossos filhos, a esses efeitos”, observou.
Informações sobre as conclusões de Smith e pesquisadores podem ser conhecidas pelos sites www.responsibletechnology.org e www.seedsofdeception.com.

Jeffrey Smith, na Escola de Governo do Paraná: "Consumo de transgênicos fez DOBRAR doenças relacionadas alimentação nos EUA"

Como receber a íntegra da palestra de Jeffrey Smith
SITE: TRANSGÊNICOS.PR.GOV
21/5/2009 O aumento do número de norte-americanos com doenças crônicas por causa do consumo de alimentos transgênicos foi uma das conclusões apresentadas por Jeffrey M. Smith, na Escola de Governo em Curitiba. Para receber a íntegra da palestra envie mensagem em FALE CONOSCO.
Jeffrey Smith: pesquisas mostram que transgênicos fazem mal à saúde
O aumento do número de norte-americanos com doenças crônicas por causa do consumo de alimentos transgênicos foi uma das conclusões apresentadas por Jeffrey M. Smith, na Escola de Governo desta terça-feira (12/05). Smith, diretor-executivo do Instituto pela Tecnologia Responsável, lembrou que, na última sexta-feira (8), a Academia Americana de Medicina Ambiental exigiu a moratória dos transgênicos nos Estados Unidos.Smith é considerado uma das autoridades mundiais no assunto e já publicou dois livros, que alertam para o perigo dos organismos geneticamente modificados (OGM). Smith presenteou o governador Roberto Requião e secretários de Estado com sua obra mais recente, “Roleta Genética”. Nessa publicação ele afirma que os transgênicos “jamais deveriam ter sido introduzidos na nossa cultura”. Requião determinou que todas as Bibliotecas Cidadãs, localizadas em grande parte dos municípios paranaenses, tenham um exemplar da publicação nos seus acervos.
“Desde que conheci o governador, tive a chance de falar sobre a sua luta contra os transgênicos em 32 países. Eu o descrevi como uma pessoa visionária, que não está disposta a aceitar a imposição das indústrias e do poder corporativo”, afirmou Jeffrey. “Espero ter a oportunidade de contar ao mundo que o Paraná assumiu a liderança em eliminar os perigos apresentados pelos OGMs no Brasil”, destacou.
TERRITÓRIOS – Smith declarou que apoia o governador do Paraná e outros líderes de territórios que querem se declarar áreas livres dos transgênicos. “Na Europa, 4,5 mil jurisdições já fizeram isso”, contou. Ele também afirmou que é preciso que a população brasileira se una contra comidas e sementes modificadas. “Minha esperança é que as informações sobre os perigos dos transgênicos cheguem a cada mãe, que seja responsável pela compra de alimento para sua família. Para que dessa forma, os brasileiros possam declarar seu próprio corpo livre dos transgênicos.”
Jeffrey Smith garantiu ter evidências indiscutíveis de que esses tipos de alimento não são bons para o ser humano. Segundo ele, alguns animais utilizados em pesquisas de laboratório sobre OGMs morreram, outros adquiriram doenças e alguns ficaram estéreis. “Trabalhei com mais de 30 cientistas em todo o mundo, para documentar os riscos à saúde dos OGM.”
De acordo com o escritor, quando os transgênicos foram introduzidos no mundo, em 1976, 7% dos norte-americanos tinham três ou mais doenças crônicas. Depois de nove anos, a porcentagem quase dobrou, tendo atingido o patamar dos 13%. “As doenças relacionadas com a alimentação nos Estados Unidos mais do que dobraram nesse período. Agora, os médicos estão dizendo que alergias, autismo e uma série de mazelas podem estar relacionadas com o consumo de alimentos geneticamente modificados”, revelou.
Smith disse que organizações médicas têm reconhecido o perigo dos transgênicos à saúde humana e recomendam mudanças nos hábitos alimentares. “Na última sexta-feira (8), a Academia Americana de Medicina Ambiental editou resolução exigindo a moratória dos transgênicos nos Estados Unidos. Também foi pedido aos médicos que ajudem a educar seus pacientes, receitando-lhes dietas sem organismos geneticamente modificados”, afirmou. “Os pesquisadores se basearam nas evidências de que os transgênicos podem aumentar ou tornar mais severos os quadros de alergia, acelerar o envelhecimento, gerar problemas de reprodução e uma série de fatores descobertos em laboratórios e fazendas de todo o mundo”, completou.
PESQUISA – Jeffrey Smith lamentou a falta de estudos sobre alimentos geneticamente modificados em todo o mundo e a pressão que os pesquisadores sofrem por empresas que lidam com transgênicos. “Não sou contra a ciência da engenharia genética ou contra o uso de transgênicos para a geração de remédios. Mas, a geração atual desses organismos está cheia de efeitos desconhecidos e estamos expondo não só nós, mas também as gerações futuras, nossos filhos, a esses efeitos”, observou.
Informações sobre as conclusões de Smith e pesquisadores podem ser conhecidas pelos sites www.responsibletechnology.org e www.seedsofdeception.com.

maio 20, 2009

"O Mundo segundo a Monsanto": Cinema NA FAIXA para residentes em Porto Alegre e proximidades

O Jornalismo B ( jornalismob.wordpress.com ), em parceria com o Cine F ( cine-f.blogspot.com ), apresenta o documentário “O mundo segundo a Monsanto”, INÉDITO e sem previsão de lançamento no Brasil.

Depois do sucesso da exibição do filme “Gonzo: vida e obra do dr. Hunter S. Thompson”, será a segunda experiência dessa parceria, a sessão B do Cine F.

O filme desvenda as ações da empresa de biotecnologia Monsanto, mostrando um lado da história que a sociedade ignora, já que a grande imprensa também o faz.

A exibição, com legendas em português, será na próxima sexta-feira, 22 de maio, às 15 horas no auditório da Faculdade de Comunicação da UFRGS (Fabico), na rua Ramiro Barcelos, 2705 (ao lado do Planetário), em Porto Alegre – RS.
A entrada é TOTALMENTE GRATUITA.

"O Mundo segundo a Monsanto": Cinema NA FAIXA para residentes em Porto Alegre e proximidades

O Jornalismo B ( jornalismob.wordpress.com ), em parceria com o Cine F ( cine-f.blogspot.com ), apresenta o documentário “O mundo segundo a Monsanto”, INÉDITO e sem previsão de lançamento no Brasil.

Depois do sucesso da exibição do filme “Gonzo: vida e obra do dr. Hunter S. Thompson”, será a segunda experiência dessa parceria, a sessão B do Cine F.

O filme desvenda as ações da empresa de biotecnologia Monsanto, mostrando um lado da história que a sociedade ignora, já que a grande imprensa também o faz.

A exibição, com legendas em português, será na próxima sexta-feira, 22 de maio, às 15 horas no auditório da Faculdade de Comunicação da UFRGS (Fabico), na rua Ramiro Barcelos, 2705 (ao lado do Planetário), em Porto Alegre – RS.
A entrada é TOTALMENTE GRATUITA.

maio 13, 2009

Pesquisas mostram que transgênicos fazem mal à saúde, garante escritor que já divulgou em 32 países a luta do Paraná contra os OGMs

Filed under: Jeffrey M. Smith, OGMs, Roberto Requião, transgênicos — Humberto @ 1:59 am
Pesquisas mostram que transgênicos fazem mal à saúde, garante escritor
AEN/PR 12/05/2009

Curitiba, 12-05-09 – Transgênicos – O pesquisador americano Jeffrey Smith, entrega seu livro, Roleta Genética, ao governador Roberto Requião, na Escola de Governo. Foto Arnaldo Alves – SECS
O aumento do número de norte-americanos com doenças crônicas por causa do consumo de alimentos transgênicos foi uma das conclusões apresentadas por Jeffrey M. Smith, na Escola de Governo desta terça-feira (12). Smith, diretor-executivo do Instituto pela Tecnologia Responsável, lembrou que, na última sexta-feira (8), a Academia Americana de Medicina Ambiental exigiu a moratória dos transgênicos nos Estados Unidos.
Smith é considerado uma das autoridades mundiais no assunto e já publicou dois livros, que alertam para o perigo dos organismos geneticamente modificados (OGM). Smith presenteou o governador Roberto Requião e secretários de Estado com sua obra mais recente, “Roleta Genética”. Nessa publicação ele afirma que os transgênicos “jamais deveriam ter sido introduzidos na nossa cultura”. Requião determinou que todas as Bibliotecas Cidadãs, localizadas em grande parte dos municípios paranaenses, tenham um exemplar da publicação nos seus acervos.
“Desde que conheci o governador, tive a chance de falar sobre a sua luta contra os transgênicos em 32 países. Eu o descrevi como uma pessoa visionária, que não está disposta a aceitar a imposição das indústrias e do poder corporativo”, afirmou Jeffrey. “Espero ter a oportunidade de contar ao mundo que o Paraná assumiu a liderança em eliminar os perigos apresentados pelos OGMs no Brasil”, destacou.
TERRITÓRIOS – Smith declarou que apoia o governador do Paraná e outros líderes de territórios que querem se declarar áreas livres dos transgênicos. “Na Europa, 4,5 mil jurisdições já fizeram isso”, contou. Ele também afirmou que é preciso que a população brasileira se una contra comidas e sementes modificadas. “Minha esperança é que as informações sobre os perigos dos transgênicos cheguem a cada mãe, que seja responsável pela compra de alimento para sua família. Para que dessa forma, os brasileiros possam declarar seu próprio corpo livre dos transgênicos.”
Jeffrey Smith garantiu ter evidências indiscutíveis de que esses tipos de alimento não são bons para o ser humano. Segundo ele, alguns animais utilizados em pesquisas de laboratório sobre OGMs morreram, outros adquiriram doenças e alguns ficaram estéreis. “Trabalhei com mais de 30 cientistas em todo o mundo, para documentar os riscos à saúde dos OGM.”
De acordo com o escritor, quando os transgênicos foram introduzidos no mundo, em 1976, 7% dos norte-americanos tinham três ou mais doenças crônicas. Depois de nove anos, a porcentagem quase dobrou, tendo atingido o patamar dos 13%. “As doenças relacionadas com a alimentação nos Estados Unidos mais do que dobraram nesse período. Agora, os médicos estão dizendo que alergias, autismo e uma série de mazelas podem estar relacionadas com o consumo de alimentos geneticamente modificados”, revelou.Smith disse que organizações médicas têm reconhecido o perigo dos transgênicos à saúde humana e recomendam mudanças nos hábitos alimentares. “Na última sexta-feira (8), a Academia Americana de Medicina Ambiental editou resolução exigindo a moratória dos transgênicos nos Estados Unidos. Também foi pedido aos médicos que ajudem a educar seus pacientes, receitando-lhes dietas sem organismos geneticamente modificados”, afirmou. “Os pesquisadores se basearam nas evidências de que os transgênicos podem aumentar ou tornar mais severos os quadros de alergia, acelerar o envelhecimento, gerar problemas de reprodução e uma série de fatores descobertos em laboratórios e fazendas de todo o mundo”, completou.
PESQUISA – Jeffrey Smith lamentou a falta de estudos sobre alimentos geneticamente modificados em todo o mundo e a pressão que os pesquisadores sofrem por empresas que lidam com transgênicos. “Não sou contra a ciência da engenharia genética ou contra o uso de transgênicos para a geração de remédios. Mas, a geração atual desses organismos está cheia de efeitos desconhecidos e estamos expondo não só nós, mas também as gerações futuras, nossos filhos, a esses efeitos”, observou.
Informações sobre as conclusões de Smith e pesquisadores podem ser conhecidas pelos sites
http://www.responsibletechnology.org/ e http://www.seedsofdeception.com./

Pesquisas mostram que transgênicos fazem mal à saúde, garante escritor que já divulgou em 32 países a luta do Paraná contra os OGMs

Filed under: Jeffrey M. Smith, OGMs, Roberto Requião, transgênicos — Humberto @ 1:59 am
Pesquisas mostram que transgênicos fazem mal à saúde, garante escritor
AEN/PR 12/05/2009

Curitiba, 12-05-09 – Transgênicos – O pesquisador americano Jeffrey Smith, entrega seu livro, Roleta Genética, ao governador Roberto Requião, na Escola de Governo. Foto Arnaldo Alves – SECS
O aumento do número de norte-americanos com doenças crônicas por causa do consumo de alimentos transgênicos foi uma das conclusões apresentadas por Jeffrey M. Smith, na Escola de Governo desta terça-feira (12). Smith, diretor-executivo do Instituto pela Tecnologia Responsável, lembrou que, na última sexta-feira (8), a Academia Americana de Medicina Ambiental exigiu a moratória dos transgênicos nos Estados Unidos.
Smith é considerado uma das autoridades mundiais no assunto e já publicou dois livros, que alertam para o perigo dos organismos geneticamente modificados (OGM). Smith presenteou o governador Roberto Requião e secretários de Estado com sua obra mais recente, “Roleta Genética”. Nessa publicação ele afirma que os transgênicos “jamais deveriam ter sido introduzidos na nossa cultura”. Requião determinou que todas as Bibliotecas Cidadãs, localizadas em grande parte dos municípios paranaenses, tenham um exemplar da publicação nos seus acervos.
“Desde que conheci o governador, tive a chance de falar sobre a sua luta contra os transgênicos em 32 países. Eu o descrevi como uma pessoa visionária, que não está disposta a aceitar a imposição das indústrias e do poder corporativo”, afirmou Jeffrey. “Espero ter a oportunidade de contar ao mundo que o Paraná assumiu a liderança em eliminar os perigos apresentados pelos OGMs no Brasil”, destacou.
TERRITÓRIOS – Smith declarou que apoia o governador do Paraná e outros líderes de territórios que querem se declarar áreas livres dos transgênicos. “Na Europa, 4,5 mil jurisdições já fizeram isso”, contou. Ele também afirmou que é preciso que a população brasileira se una contra comidas e sementes modificadas. “Minha esperança é que as informações sobre os perigos dos transgênicos cheguem a cada mãe, que seja responsável pela compra de alimento para sua família. Para que dessa forma, os brasileiros possam declarar seu próprio corpo livre dos transgênicos.”
Jeffrey Smith garantiu ter evidências indiscutíveis de que esses tipos de alimento não são bons para o ser humano. Segundo ele, alguns animais utilizados em pesquisas de laboratório sobre OGMs morreram, outros adquiriram doenças e alguns ficaram estéreis. “Trabalhei com mais de 30 cientistas em todo o mundo, para documentar os riscos à saúde dos OGM.”
De acordo com o escritor, quando os transgênicos foram introduzidos no mundo, em 1976, 7% dos norte-americanos tinham três ou mais doenças crônicas. Depois de nove anos, a porcentagem quase dobrou, tendo atingido o patamar dos 13%. “As doenças relacionadas com a alimentação nos Estados Unidos mais do que dobraram nesse período. Agora, os médicos estão dizendo que alergias, autismo e uma série de mazelas podem estar relacionadas com o consumo de alimentos geneticamente modificados”, revelou.Smith disse que organizações médicas têm reconhecido o perigo dos transgênicos à saúde humana e recomendam mudanças nos hábitos alimentares. “Na última sexta-feira (8), a Academia Americana de Medicina Ambiental editou resolução exigindo a moratória dos transgênicos nos Estados Unidos. Também foi pedido aos médicos que ajudem a educar seus pacientes, receitando-lhes dietas sem organismos geneticamente modificados”, afirmou. “Os pesquisadores se basearam nas evidências de que os transgênicos podem aumentar ou tornar mais severos os quadros de alergia, acelerar o envelhecimento, gerar problemas de reprodução e uma série de fatores descobertos em laboratórios e fazendas de todo o mundo”, completou.
PESQUISA – Jeffrey Smith lamentou a falta de estudos sobre alimentos geneticamente modificados em todo o mundo e a pressão que os pesquisadores sofrem por empresas que lidam com transgênicos. “Não sou contra a ciência da engenharia genética ou contra o uso de transgênicos para a geração de remédios. Mas, a geração atual desses organismos está cheia de efeitos desconhecidos e estamos expondo não só nós, mas também as gerações futuras, nossos filhos, a esses efeitos”, observou.
Informações sobre as conclusões de Smith e pesquisadores podem ser conhecidas pelos sites
http://www.responsibletechnology.org/ e http://www.seedsofdeception.com./

Prejuízo com transgênicos foi previsto pelo governador Requião. Mídia escamoteou riscos e é cúmplice nada-inocente

Filed under: CLASPAR, glifosato, imprensalão, Monsanto, OGMs, Roberto Requião, transgênicos — Humberto @ 1:15 am

Prejuízo com transgênicos foi previsto pelo governador Requião
AEN/PR
11/05/2009
Os prejuízos com o cultivo de transgênicos, que agora estão castigando produtores paranaenses, foram previstos pelo governador Roberto Requião que, desde o ano de 2003, vem alertando os produtores do Estado sobre os riscos econômicos de culturas de grãos geneticamente modificados.
Para o agrônomo Valdir Izidoro da Silveira, presidente da Claspar, a contaminação de lavouras convencionais por transgenia vai resultar em pesados custos para agricultores paranaenses, que perderão prêmios pagos pelo produto convencional na sua comercialização.
“Perderão, também, quando obrigados a pagar royalties para as multinacionais das sementes”, lamenta.
O prejuízo previsto – destaca o agrônomo – ocorre porque os arautos e defensores da transgenia ignoraram e, até muitas vezes, repudiavam os alertas que o governador fazia quando afirmava que a transgenia era uma canoa furada. O governador Requião alertava que os únicos a ter lucros seriam as multinacionais das sementes e os dirigentes de cooperativas.
“Infelizmente, a grande mídia, ignorando a gravidade do problema, omitindo informações e adotando posições favoráveis aos transgenicos, tem culpa nesta situação pela sua cumplicidade com a transgenia do veneno”.
Os agricultores que plantaram soja transgênica também estão constatando que suas lavouras estão sendo devastadas pelas ervas daninhas – como a buva -, que se tornaram resistente ao agrotóxico glifosato (Round-up).
Valdir Izidoro afirma que os efeitos econômicos negativos são um dos riscos dos transgênicos. “Há também as conseqüências para o meio ambiente, com a desorganização da biodiversidade e, o mais grave, riscos para a saúde humana, conforme atestam dezenas de pesquisas científicas internacionais”.
O Governo do Estado vem esclarecendo a população paranaense há mais de cinco anos sobre os riscos dos transgênicos para a economia, meio ambiente e saúde, através de publicações e cartilhas. Também são realizados os seminários “Os venenos em nossos pratos” nas universidades paranaenses, que alertam sobre os problemas gerados pelos produtos geneticamente modificados.
O site www.transgenicos.pr.gov.br divulga informações sobre os produtos geneticamente modificados.
TAMBÉM: Observatório da CTNBio AS-PTA

Prejuízo com transgênicos foi previsto pelo governador Requião. Mídia escamoteou riscos e é cúmplice nada-inocente

Filed under: CLASPAR, glifosato, imprensalão, Monsanto, OGMs, Roberto Requião, transgênicos — Humberto @ 1:15 am

Prejuízo com transgênicos foi previsto pelo governador Requião
AEN/PR
11/05/2009
Os prejuízos com o cultivo de transgênicos, que agora estão castigando produtores paranaenses, foram previstos pelo governador Roberto Requião que, desde o ano de 2003, vem alertando os produtores do Estado sobre os riscos econômicos de culturas de grãos geneticamente modificados.
Para o agrônomo Valdir Izidoro da Silveira, presidente da Claspar, a contaminação de lavouras convencionais por transgenia vai resultar em pesados custos para agricultores paranaenses, que perderão prêmios pagos pelo produto convencional na sua comercialização.
“Perderão, também, quando obrigados a pagar royalties para as multinacionais das sementes”, lamenta.
O prejuízo previsto – destaca o agrônomo – ocorre porque os arautos e defensores da transgenia ignoraram e, até muitas vezes, repudiavam os alertas que o governador fazia quando afirmava que a transgenia era uma canoa furada. O governador Requião alertava que os únicos a ter lucros seriam as multinacionais das sementes e os dirigentes de cooperativas.
“Infelizmente, a grande mídia, ignorando a gravidade do problema, omitindo informações e adotando posições favoráveis aos transgenicos, tem culpa nesta situação pela sua cumplicidade com a transgenia do veneno”.
Os agricultores que plantaram soja transgênica também estão constatando que suas lavouras estão sendo devastadas pelas ervas daninhas – como a buva -, que se tornaram resistente ao agrotóxico glifosato (Round-up).
Valdir Izidoro afirma que os efeitos econômicos negativos são um dos riscos dos transgênicos. “Há também as conseqüências para o meio ambiente, com a desorganização da biodiversidade e, o mais grave, riscos para a saúde humana, conforme atestam dezenas de pesquisas científicas internacionais”.
O Governo do Estado vem esclarecendo a população paranaense há mais de cinco anos sobre os riscos dos transgênicos para a economia, meio ambiente e saúde, através de publicações e cartilhas. Também são realizados os seminários “Os venenos em nossos pratos” nas universidades paranaenses, que alertam sobre os problemas gerados pelos produtos geneticamente modificados.
O site www.transgenicos.pr.gov.br divulga informações sobre os produtos geneticamente modificados.
TAMBÉM: Observatório da CTNBio AS-PTA

abril 2, 2009

Bunge terá que identificar no rótulo produtos feitos com soja transgênica

Filed under: Bunge, OGMs, Rondonópolis ( MT ), rotulagem, transgênicos — Humberto @ 2:03 am
Os alimentos produzidos pela empresa Bunge, filial de Rondonópolis (MT), terão obrigatoriamente que identificar nos rótulos da embalagem a presença de organismos geneticamente modificados, a partir de soja transgênica.
A sentença judicial do dia 27 de março de 2009 é resultado de uma ação do Ministério Público Federal de 2007. O pedido de providências para a regularização da identificação dos alimentos foi feito pelo Ministério Público Federal (MPF) em Mato Grosso, por meio de uma Ação Civil Pública depois que uma perícia técnica feita pelo Ministério da Agricultura, à pedido MPF, identificou a presença de organismos geneticamente modificados na soja coletada no estoque da filial da Bunge, destinado à industrialização de óleo e outros produtos alimentícios. A necessidade da rotulagem dos produtos foi defendida pelo Ministério Público Federal como o mínimo que se pode garantir ao consumidor para que ele tenha a opção de escolher se deseja ou não consumir tais alimentos produzidos a partir de matéria-prima com OGM. O procurador Marcellus Babosa Lima, autor da ação, afirmou que “não se discute na ação se tais produtos são ou não melhores ou piores quando comparados aos convencionais. O que se discute é o direito de escolha. E esse direito pressupõe a informação adequada ao consumidor.”
A Lei de Biossegurança (Lei 11.105/05), no artigo 40 determina que “os alimentos e ingredientes alimentares destinados ao consumo humano ou animal que contenham ou sejam produzidos a partir de OGM ou derivados deverão conter informação nesse sentido em seus rótulos, conforme regulamento.”
Multa - o descumprimento da decisão judicial acarretará multa diária no valor de 100 mil reais, a ser revertida ao Fundo de Defesa dos Interesses Difusos. Na decisão, o juiz federal Alexandre Francisco Ribeiro também determinou que a União e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) devem fiscalizar o cumprimento integral da sentença. (Assessoria de Comunicação/Procuradoria da República no Mato Grosso)
AEN/ PR, 01.04.09
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