Saudita estuprada por gangue é condenada a 200 chibatadas
Frances Harrison
Frances Harrison
BBC News
16/11/07
Uma corte de apelação na Arábia Saudita condenou uma mulher estuprada por uma gangue a 200 chibatadas e seis meses de prisão por infringir as leis de segregação por sexo do país.
A mulher, 19, parte da comunidade xiita, foi estuprada 14 vezes durante o ataque de uma gangue na região leste do país.
Inicialmente, ela havia sido condenada a 90 chibatadas por violar as leis do país que proíbem qualquer forma de associação entre homens e mulheres não relacionados entre si. Ela tinha estado no carro de um homem desconhecido durante o ataque.
Quando a vítima apelou à Justiça, os juízes encarregados do caso afirmaram que ela teria tentado usar a mídia para influenciar a decisão da corte. Eles decidiram então dobrar a pena e condenar a vítima à prisão.
Os juízes também dobraram a pena dos estupradores – originalmente de cinco anos.
Penalidades
Segundo os jornais sauditas, o estupro aconteceu há um ano e meio numa província do leste do país.
Sete homens da maioria sunita do país foram considerados culpados pelo estupro e condenados a penas de um a cinco anos.
As penas foram dobradas depois do apelo, mesmo assim foram consideradas brandas – o país prevê pena de morte para estupradores.
Os jornais sauditas citaram a declaração de um oficial que afirmou que os juízes decidiram punir a vítima porque ela teria tentado influenciar o poder judiciário pela mídia.
O advogado da vítima foi suspenso do caso, teve sua licença confiscada e enfrenta processo disciplinar.
16/11/07
Uma corte de apelação na Arábia Saudita condenou uma mulher estuprada por uma gangue a 200 chibatadas e seis meses de prisão por infringir as leis de segregação por sexo do país.
A mulher, 19, parte da comunidade xiita, foi estuprada 14 vezes durante o ataque de uma gangue na região leste do país.
Inicialmente, ela havia sido condenada a 90 chibatadas por violar as leis do país que proíbem qualquer forma de associação entre homens e mulheres não relacionados entre si. Ela tinha estado no carro de um homem desconhecido durante o ataque.
Quando a vítima apelou à Justiça, os juízes encarregados do caso afirmaram que ela teria tentado usar a mídia para influenciar a decisão da corte. Eles decidiram então dobrar a pena e condenar a vítima à prisão.
Os juízes também dobraram a pena dos estupradores – originalmente de cinco anos.
Penalidades
Segundo os jornais sauditas, o estupro aconteceu há um ano e meio numa província do leste do país.
Sete homens da maioria sunita do país foram considerados culpados pelo estupro e condenados a penas de um a cinco anos.
As penas foram dobradas depois do apelo, mesmo assim foram consideradas brandas – o país prevê pena de morte para estupradores.
Os jornais sauditas citaram a declaração de um oficial que afirmou que os juízes decidiram punir a vítima porque ela teria tentado influenciar o poder judiciário pela mídia.
O advogado da vítima foi suspenso do caso, teve sua licença confiscada e enfrenta processo disciplinar.
Bush concede título de aliado antiterrorista à Arábia Saudita
2007/10/19
WASHINGTON (AFP) — George W. Bush certificou a Arábia Saudita como um aliado antiterrorista, semanas depois que uma autoridade do Tesouro criticou duramente a falta de ação do país contra grupos que financiam o terrorismo.
A decisão de Bush ficou explícita em um memorando que a secretária de Estado, Condoleezza Rice, entregou à imprensa. No documento, o presidente pedia que Washington liberasse ajuda para Riad.
“Venho por meio desta, certificar que a Arábia Saudita está cooperando com os esforços para combater o terrorismo internacional e que a assistência proposta ajudará a facilitar este esforço”, disse o presidente.
Este memorando chega pouco depois de o subsecretário de Terrorismo e Inteligência Financeira do Tesouro dos Estados Unidos, Stuart Levey, ter acusado a Arábia Saudita de não perseguir os que financiam grupos terroristas.
Levey disse para a rede ABC que nem uma só pessoa identificada pelos Estados Unidos ou pela ONU como financiador do terrorismo tinha sido perseguida pela Arábia Saudita.
“Se eu pudesse, de alguma forma, cortar o financiamento de um país com o estalar dos meus dedos, este país seria a Arábia Saudita”, disse Levey ao canal um dia depois do sexto aniversário dos atentados terroristas de 11 de Setembro.
“Quando fica clara a evidência de que estes indivíduos financiaram organizações terroristas, e de que fizeram isso com consciência, então devem ser perseguidos e tratados como terroristas, porque o são”, acrescentou Levey.
O ministro das Relações Exteriores saudita, Saud al-Faisal, rechaçou estas declarações, dizendo que as críticas públicas de Levey não coincidiam com os elogios que havia recebido em particular de autoridades americanas.
2007/10/19
WASHINGTON (AFP) — George W. Bush certificou a Arábia Saudita como um aliado antiterrorista, semanas depois que uma autoridade do Tesouro criticou duramente a falta de ação do país contra grupos que financiam o terrorismo.
A decisão de Bush ficou explícita em um memorando que a secretária de Estado, Condoleezza Rice, entregou à imprensa. No documento, o presidente pedia que Washington liberasse ajuda para Riad.
“Venho por meio desta, certificar que a Arábia Saudita está cooperando com os esforços para combater o terrorismo internacional e que a assistência proposta ajudará a facilitar este esforço”, disse o presidente.
Este memorando chega pouco depois de o subsecretário de Terrorismo e Inteligência Financeira do Tesouro dos Estados Unidos, Stuart Levey, ter acusado a Arábia Saudita de não perseguir os que financiam grupos terroristas.
Levey disse para a rede ABC que nem uma só pessoa identificada pelos Estados Unidos ou pela ONU como financiador do terrorismo tinha sido perseguida pela Arábia Saudita.
“Se eu pudesse, de alguma forma, cortar o financiamento de um país com o estalar dos meus dedos, este país seria a Arábia Saudita”, disse Levey ao canal um dia depois do sexto aniversário dos atentados terroristas de 11 de Setembro.
“Quando fica clara a evidência de que estes indivíduos financiaram organizações terroristas, e de que fizeram isso com consciência, então devem ser perseguidos e tratados como terroristas, porque o são”, acrescentou Levey.
O ministro das Relações Exteriores saudita, Saud al-Faisal, rechaçou estas declarações, dizendo que as críticas públicas de Levey não coincidiam com os elogios que havia recebido em particular de autoridades americanas.
Tribunal diz que ataque a curdos no Iraque foi genocídio
23/12/2005
Um tribunal de Haia, na Holanda, determinou nesta sexta-feira que o assassinato de milhares de curdos no Iraque nos anos 1980 foi um ato de genocídio.
A decisão faz parte do veredicto de um processo contra um empresário holandês, condenado a 15 anos de prisão por ter vendido produtos químicos usados na fabricação de armas pelo regime de Saddam Hussein.
Frans van Anraat foi considerado culpado de cumplicidade em crimes de guerra, num caso sobre o ataque com armas químicas a Halabja, em 1988, em que morreram mais de 5 mil pessoas.
Esta é a primeira vez que um julgamento é realizado em conexão com crimes de guerra cometidos contra os curdos no Iraque e no Irã.
Veredicto
Dezenas de curdos foram ao tribunal para escutar o veredicto.
“A corte considera que está legalmente provado de forma convincente que a população curda preenche os pré-requisitos das Convenções de Genocídio para ser considerada um grupo étnico”, afirma a decisão do tribunal.
“A única conclusão do tribunal é que esses ataques foram cometidos com a intenção de destruir a população curda do Iraque.”
Correspondentes em Haia dizem que o resultado do julgamento não deve ter um efeito direto sobre as acusações que vêm sendo preparadas pela promotoria no julgamento de Saddam Hussein.
Van Anraat, de 63 anos, foi acusado de fornecer matéria-prima para a produção das armas químicas usadas na guerra contra o Irã (1980-88) e contra os curdos.
Os promotores disseram que ele continuou a vender produtos químicos industriais após uma proibição em 1984.
As substâncias formaram a base do gás mostarda lançado no ataque contra a cidade de Halabja, na parte do Curdistâo situada no norte do Iraque.
Van Anraat admitiu ter vendido os produtos, mas negou que soubesse que eles seriam usados com essa finalidade.
O acusado foi preso em 1989 em Milão, a pedido do governo americano.
Ele foi posteriormente solto e fugiu para o Iraque, onde permaneceu até 2003.
Após a invasão liderada pelos Estados Unidos, em março de 2003, Van Anraat voltou à Holanda, onde foi detido em sua casa em Amsterdã em 2004.
Frans van Anraat foi considerado culpado de cumplicidade em crimes de guerra, num caso sobre o ataque com armas químicas a Halabja, em 1988, em que morreram mais de 5 mil pessoas.
Esta é a primeira vez que um julgamento é realizado em conexão com crimes de guerra cometidos contra os curdos no Iraque e no Irã.
Veredicto
Dezenas de curdos foram ao tribunal para escutar o veredicto.
“A corte considera que está legalmente provado de forma convincente que a população curda preenche os pré-requisitos das Convenções de Genocídio para ser considerada um grupo étnico”, afirma a decisão do tribunal.
“A única conclusão do tribunal é que esses ataques foram cometidos com a intenção de destruir a população curda do Iraque.”
Correspondentes em Haia dizem que o resultado do julgamento não deve ter um efeito direto sobre as acusações que vêm sendo preparadas pela promotoria no julgamento de Saddam Hussein.
Van Anraat, de 63 anos, foi acusado de fornecer matéria-prima para a produção das armas químicas usadas na guerra contra o Irã (1980-88) e contra os curdos.
Os promotores disseram que ele continuou a vender produtos químicos industriais após uma proibição em 1984.
As substâncias formaram a base do gás mostarda lançado no ataque contra a cidade de Halabja, na parte do Curdistâo situada no norte do Iraque.
Van Anraat admitiu ter vendido os produtos, mas negou que soubesse que eles seriam usados com essa finalidade.
O acusado foi preso em 1989 em Milão, a pedido do governo americano.
Ele foi posteriormente solto e fugiu para o Iraque, onde permaneceu até 2003.
Após a invasão liderada pelos Estados Unidos, em março de 2003, Van Anraat voltou à Holanda, onde foi detido em sua casa em Amsterdã em 2004.
Testes de morte
AVANTE!
A guerra sempre serviu como ocasião para investir e testar novas formas de armamento. A ilustração mais sombria na história moderna terá sido o Projecto Manhattan, envolvendo mais de cem mil cientistas, engenheiros e outros técnicos, dispersos em trinta unidades de investigação e produção. Este programa acelerado logrou melhorar a nossa compreensão da energia atómica e torná-la numa arma de guerra. E porque não se podia deixar de demonstrar o resultado de um investimento de cerca de 22,5 mil milhões de dólares (2006), quase 200 mil pessoas morreram em resultado do lançamento das bombas atómicas em Hiroshima e Nagasaki.
A guerra sempre serviu como ocasião para investir e testar novas formas de armamento. A ilustração mais sombria na história moderna terá sido o Projecto Manhattan, envolvendo mais de cem mil cientistas, engenheiros e outros técnicos, dispersos em trinta unidades de investigação e produção. Este programa acelerado logrou melhorar a nossa compreensão da energia atómica e torná-la numa arma de guerra. E porque não se podia deixar de demonstrar o resultado de um investimento de cerca de 22,5 mil milhões de dólares (2006), quase 200 mil pessoas morreram em resultado do lançamento das bombas atómicas em Hiroshima e Nagasaki.
Foi também durante a Segunda Guerra Mundial que dois químicos de Harvard desenvolveram o Napalm, ao juntar gasolina aos sais de alumínio dos ácidos nafténico e palmítico, formando um gel incendiário facilmente manuseável. Embora tenha sido usado pelos EUA ainda no final dessa guerra, na Europa e no Pacífico, ou ainda pelas forças militares da Grécia contra as forças comunistas gregas durante a sua guerra civil, o seu uso é geralmente associado à Guerra no Vietname, onde foi usado extensiva e indiscriminadamente. Esta guerra foi também palco da introdução de armas herbicidas, uma forma de arma química, já então proibida pelos Acordos de Genebra. A aplicação destes químicos, incluindo o Agente Laranja, durante uma década, fez muito mais que destruir as plantações da população vietnamita. Afectou a sua saúde e a de milhares de soldados estado-unidenses, causando por exemplo um aumento de incidência de vários tipos de cancro. Embora a Dow Chemical e o Monsanto, companhias produtoras do Agente Laranja, tenham já pago milhões de dólares em compensação a veteranos dos EUA, Austrália, Nova Zelândia e Canadá, nenhum vietnamita recebeu ainda qualquer compensação(1).
O uso de armas químicas precedeu todas estas guerras – o gás mostarda foi usado pelos alemães na frente europeia em 1917 e pelos britânicos contra os bolcheviques em 1919 – e, apesar da Convenção sobre Armas Químicas estar em vigor desde 1998, o seu uso persiste ainda hoje. Os EUA usam fósforo branco, um químico incendiário, no Iraque ocupado, como sucedeu por exemplo na batalha de Falluja em Novembro de 2004. E existem indícios de que Israel faz uso deste químico nos presentes ataques ao Líbano(2).
Evidências
Mas tudo isto são formas de armas antigas. Não andam a testar nada de novo? Um documentário recente, Guerra das Estrelas no Iraque, produzido por Maurizio Torrealta e Sigfrido Ranucci para a RAI(3), revela evidências de que os EUA fazem uso no Iraque de armas de energia dirigida (laser) e micro-ondas: metal derretido, corpos sem cabeça ou membros, ou com apenas as cabeças queimadas, corpos reduzidos em tamanho. Sobreviventes das armas misteriosas afirmam que não ouviram qualquer ruído ou explosão. Não tinham balas ou estilhaços nos corpos.
Interrogado sobre se estas armas experimentais já estavam em condições de serem usadas em combate, o Pentágono respondeu «quando o mundo real intervém recorremos a coisas em fase de desenvolvimento e podemos usá-las. Portanto… não tenho resposta. (…) O General Franks está aberto a novas coisas, e se estão disponíveis, está disposto a usá-las em combate, mesmo antes de estarem completamente testadas». O analista William Arkin estima que os EUA gastam provavelmente 300 a 400 milhões de euros no desenvolvimento deste tipo de armas. Estas armas emitem feixes de electrões, alguns num espectro fora do espectro do visível, têm alcance a longa distância e podem perfurar metal. Contrariamente à maioria das armas convencionais, não usam impacto cinético. Não há uma bala que destrói fisicamente o alvo, mas sim energia, inaudível, possivelmente invisível. Fontes do Pentágono revelam que uma arma laser, conhecida como Zeus, foi já utilizada no Afeganistão. Montadas num veículo móvel (MTHEL(4)), poderiam ser usadas para destruir mísseis e outras instalações. Mas em conjunto com armas acústicas estão também pensadas para actuar contra grupos de pessoas, quer sejam inocentes no Iraque ou um grupo de manifestantes numa cidade ocidental.__________
(1) Um processo legal movido por um grupo vietnamita nos EUA foi rejeitado pelo juiz do Tribunal Distrital em Março de 2005. Um apelo movido mais tarde deverá ter sessão de argumentos no final deste ano.
(2) O Human Rights Watch alerta que Israel tem também feito uso de bombas de fragmentação contra civis Libaneses.
(3) Pode ser visto buscando o nome original, Star Wars in Iraq, em Google Video (http://video.google.com/)
(4) Mobile Tactical High Energy Laser
Turquia ataca curdos na fronteira com Iraque
BBC Brasil
BBC Brasil
24/10/2007
As Forças Armadas da Turquia realizaram nesta quarta-feira ataques contra o que descreveram como posições de rebeldes curdos na região da fronteira com o Iraque.
Segundo a agência de notícias turca Anatolia, caças destruíram bases curdas nas montanhas em quatro províncias turcas e também trilhas supostamente usadas pelos rebeldes.
Alguns desses caminhos seriam utilizados pelos curdos também para cruzar a fronteira iraquiana, diz a agência.
Os bombardeios se seguiram à morte de 12 soldados turcos em um ataque de rebeldes do PKK (Partido dos Trabalhadores do Curdistão, na sigla em curdo), no último domingo.
Relatos anteriores indicavam que a Turquia havia realizado bombardeios contra acampamentos do PKK dentro do Iraque, algo que as autoridades turcas têm ameaçado fazer.
Diplomacia
O presidente da região curda autônoma do norte do Iraque, Massoud Barzani, fez um apelo ao PKK para que abandone sua campanha por mais direitos para os curdos na Turquia.
“Não aceitamos de forma alguma o uso de territórios iraquianos, incluindo territórios da região curda, como base para ameaçar a segurança dos países vizinhos”, disse.
Os Estados Unidos continuam envolvidos em um intenso esforço diplomático para tentar convencer a Turquia a não lançar um ataque no Iraque.
“Estamos preocupados com as emboscadas que têm ocorrido continuamente lá (na fronteira entre Iraque e Turquia) e com os ataques terroristas que estão sendo realizados pelo PKK contra os curdos”, disse a porta-voz Dana Perino, da Casa Branca.
Segundo a agência de notícias turca Anatolia, caças destruíram bases curdas nas montanhas em quatro províncias turcas e também trilhas supostamente usadas pelos rebeldes.
Alguns desses caminhos seriam utilizados pelos curdos também para cruzar a fronteira iraquiana, diz a agência.
Os bombardeios se seguiram à morte de 12 soldados turcos em um ataque de rebeldes do PKK (Partido dos Trabalhadores do Curdistão, na sigla em curdo), no último domingo.
Relatos anteriores indicavam que a Turquia havia realizado bombardeios contra acampamentos do PKK dentro do Iraque, algo que as autoridades turcas têm ameaçado fazer.
Diplomacia
O presidente da região curda autônoma do norte do Iraque, Massoud Barzani, fez um apelo ao PKK para que abandone sua campanha por mais direitos para os curdos na Turquia.
“Não aceitamos de forma alguma o uso de territórios iraquianos, incluindo territórios da região curda, como base para ameaçar a segurança dos países vizinhos”, disse.
Os Estados Unidos continuam envolvidos em um intenso esforço diplomático para tentar convencer a Turquia a não lançar um ataque no Iraque.
“Estamos preocupados com as emboscadas que têm ocorrido continuamente lá (na fronteira entre Iraque e Turquia) e com os ataques terroristas que estão sendo realizados pelo PKK contra os curdos”, disse a porta-voz Dana Perino, da Casa Branca.
Caracterização de genocídio pelos EUA revolta Turquia
Líderes turcos rechaçaram hoje a decisão de uma comissão parlamentar americana de aprovar um projeto qualificando as mortes de armênios durante a Primeira Guerra Mundial como genocídio.
Apesar da intensa pressão da Turquia e do próprio presidente dos Estados Unidos, George W. Bush alertou que o projeto pode prejudicar as relações entre Washington e Ancara, já tensas em um momento no qual a Turquia analisa a possibilidade de invadir o norte do Iraque para reprimir guerrilheiros curdos escondidos na região.
Apesar da intensa pressão da Turquia e do próprio presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, a Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes aprovou por 27 a 21 a caracterização. A decisão poderá ser interpretada como insulto pela maioria dos turcos.
“Infelizmente, alguns políticos nos Estados Unidos mais uma vez sacrificaram questões importantes em favor de questões políticas internas, apesar de todos os apelos por bom senso”, disse o presidente da Turquia, Abdullah Gul. Em comunicado, o governo turco afirmou que “não é possível aceitar tal acusação de um crime que não foi cometido pela nação turca”.
A imprensa turca também manifestou sua indignação. O jornal Vatan estampou “27 americanos tolos”, em referência aos deputados que aprovaram o projeto. O Hurriyet publicou “Projeto de ódio”. Os armênios denunciam que 1,5 milhão de seus compatriotas foram mortos em um genocídio sistemático pelo Império Turco-Otomano entre 1915 e 1917, antes da fundação da Turquia moderna, em 1923.
Apesar da intensa pressão da Turquia e do próprio presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, a Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes aprovou por 27 a 21 a caracterização. A decisão poderá ser interpretada como insulto pela maioria dos turcos.
“Infelizmente, alguns políticos nos Estados Unidos mais uma vez sacrificaram questões importantes em favor de questões políticas internas, apesar de todos os apelos por bom senso”, disse o presidente da Turquia, Abdullah Gul. Em comunicado, o governo turco afirmou que “não é possível aceitar tal acusação de um crime que não foi cometido pela nação turca”.
A imprensa turca também manifestou sua indignação. O jornal Vatan estampou “27 americanos tolos”, em referência aos deputados que aprovaram o projeto. O Hurriyet publicou “Projeto de ódio”. Os armênios denunciam que 1,5 milhão de seus compatriotas foram mortos em um genocídio sistemático pelo Império Turco-Otomano entre 1915 e 1917, antes da fundação da Turquia moderna, em 1923.
11/10/2007
American testing of biological and chemical weapons
Cidadãos americanos, cobaias involuntárias em pesquisas de armas químicas? ( Em inglês, mas vale dar uma olhada )
Arsenal of Death: What Horrors Will the Future Unleash?
29/12/2006

TRIVELA
Carta Maior
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Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
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PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
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