ENCALHE

abril 16, 2009

O melhor ( ou único ) lugar onde é permitido fumar na cidade de São Paulo

SE A PREFEITURA DE SÃO PAULO ESTÁ MORTA, ENTÃO TUDO É PERMITIDO!!
Não tem segredo: o melhor lugar para vocês ( porque eu não fumo ) fumarem é DENTRO DOS ÔNIBUS DA CIDADE!
Ficaram chocados com esta revelação? Então acompanhem: há muito que eu reclamo dessa onda de incivilidade e idiotice que assola os ônibus urbanos da Capital, com essa gente que escuta música alta no celular ou no MP3, sem os fones. Num post recente, eu mostrei um diálogo entre um cidadão que ligou na SPTrans a fim de reclamar de um problema desses, e um atendente do órgão, que ficou colocando um monte de obstáculos para que a solicitação fosse acatada. E que acabou nem sendo feita [ vejam aqui ].
Pensem comigo: a lei que proibiria o uso de aparelhos sonoros nestes veículos data de 1965, sendo mais antiga do que esta que proíbe o fumo nestes locais ( de 1981 ).
Bem, a “Lei do Som” já caducou, na prática. Quem quiser obrigar os demais passageiros a escutarem aquilo que ele quer que ouçam, então assim será. De acordo com o atendente da SPtrans, “tanto motorista quanto o cobrador não têm autonomia para fazer ninguém desligar rádio, celular ou MP3″. No caso de alguém que queira acender um cigarro, ele foi seco: ou os próprios passageiros farão o meliante apagar o cigarro, ou o motorista pára o busão e chama a viatura. Ambos os comportamentos ( o de fumar e o de ouvir som dentro do busão ) são proibidos ( conforme os avisos afixados ), mas só o fumo é coibido, e na dureza da lei, apelando até à força policial, se necessário for.
Bom, se falou que haverá um bocado de gente fiscalizando os locais públicos, como bares e restaurantes, para flagrar fumantes cometendo infrações. O povo vai estar desesperado para acender uma bituca, e sempre com medo de um agente anti-fumo aparecer.
Só que, meu povo, o ônibus é uma “terra de ninguém”: idosos viajam em pé, enquanto jovens ou adultos viajam confortavelmente nos bancos exclusivos a idosos, gestantes e portadores de deficiências. E nem motorista e nem cobrador fazem nada a respeito. Você pode escutar no volume 10 o “Funk do Estupro”, e nem motorista, nem cobrador, farão coisa alguma a respeito ( a SPTrans menos ainda ).
Oras, vamos e venhamos: você acha que, diante de 30, 40 ou 50 passageiros fumantes, ( desesperados até o último fio de cabelo por uma tragadinha de Derby vermelho ) esses mesmos motoristas e cobradores, que já ignoram conscientemente outras agressões ao bom senso, irão se colocar contra estas pessoas, caso elas decidam, todas elas ao mesmo tempo, acender um cigarro dentro do busão? Acha que o ônibus vai parar perto duma viatura com 2 ou 3 policiais, e estes vão prender todas estas pessoas? Você acha que tanto Serra como Kassab iriam designar “agentes anti-fumo”, para fiscalizarem todos os veículos de todas as linhas que circulam na Capital? Será mais fácil que ambas as leis ( a do som no busão e a anti-tabagismo ) acabem sendo extintas, se não na letra escrita, então na prática cotidiana.
Então, a dica está dada: espere o busão passar, dê o sinal, entre, passe pela catraca, arrume um assento reservado a idoso e sente. Pegue a sua carteira de Continental, Fio de Ouro ou Campeão, tire um crivo e o acomode entre os lábios. Pegue a caixa de “Pinheiro”, acenda um palito e leve-o ao cigarro. Dê aquela “puxada”, que é pro cigarro acender melhor. Dê aquela tragada…
Solte a fumaça. Ufffff!!… Que alívio!
Agora pegue o celular e ponha numa música bem animada e aumente o volume. Um ambiente camarada e convidativo desses…é só alegria!

abril 12, 2009

PORQUÊ A "LEI ANTIFUMO" PAULISTA NÃO VAI PEGAR

VAI AÍ UM DIÁLOGO QUE NADA TEM A VER COM ESSA NOVA LEI, MAS ACOMPANHE:
- SPTRANS, BOM TARDE. EM QUE POSSO AJUDÁ-LO?
- Oi, meu nome é Zenóbio, e gostaria de fazer uma reclamação!?
- POIS NÃO. PODE FALAR.
- É o seguinte: eu viajava pelo coletivo da linha 666X/13 e um sujeito, que estava sentado atrás do meu banco começou a escutar música – não sei se pelo celular ou MP3 – e muito alto. A viagem seguia e aquilo não parava. E estava alto demais. As pessoas entravam, chegavam na catraca e já olhavam direto pro fundo do busão, já que dava para escutar ali na frente do veículo. E nem cobrador e nem motorista fizeram qualquer coisa a respeito. Depois – graças a Deus – o sujeito desceu. Quando parecia que o alívio chegara, OUTRO IMBECIL, que também estava ali atrás, começou a fazer o mesmo! E, o cobrador, NADA! Então eu quero reclamar dele e do motorista.
- SÓ UM MINUTO, POR FAVOR.
- Tá.
( … )
- SENHOR?!
- Hum?
- EU NÃO VOU PODER ANOTAR SUA RECLAMAÇÃO.
- Ué?! Mas por quê não?
- É QUE O COBRADOR E O MOTORISTA NÃO TÊM AUTONOMIA PARA FAZER NINGUÉM PARAR DE OUVIR SOM NO ÔNIBUS.
- Ah, é?
- É. NÃO PODEM.
- Então, vou te dizer uma coisa. Não, melhor…vou te fazer uma pergunta: é proibido fumar dentro do ônibus, não é?
- SIM.
- Tem até o aviso ali: “É proibido…”, né?
- SIM.
- E, digamos que eu acenda um cigarro dentro do ônibus. Quem vai me fazer parar?
- …OS PASSAGEIROS ( … ) O MOTORISTA, O COBRADOR…
- É? E como eles vão fazer isso?
- SE O SENHOR NÃO PARAR, ELES PARAM O ÔNIBUS E CHAMAM A VIATURA…
- É porquê é proibido, né? Tem até um adesivo colado na parede do ônibus: “É proibido fumar”…
- ISSO MESMO.
- Mas, só que também há um adesivo dentro do busão, PROIBINDO DE OUVIR APARELHO SONORO NO AMBIENTE. Então, a pergunta: quem é o responsável por manter essa lei sendo cumprida?
- ( Meio a contragôsto ): AHAM…O MOTORISTA…O COBRADOR…
- E então?
- MAS ELES VÃO CHAMAR A POLÍCIA PARA PRENDER ALGUÉM QUE ESTA OUVINDO SOM ALTO DENTRO DO ÔNIBUS?
- Assim como no caso do fumante: é a lei. E, por acaso, não sei o porquê, a lei que proíbe os aparelhos sonoros dentro do busão, é de 1965. ANTERIOR À DO CIGARRO, que é de 1981! E então?…
- SENHOR, UM MINUTO…QUE EU VOU ABRIR UM PROTOCOLO PRO SENHOR.
- Tá.
( Passa muito mais de um minuto, e o atendente retorna: )
- SENHOR, OS SEUS DADOS, POR FAVOR…
- Olha amigo, andei pensando… deixa quieto, vai. Desisto. Não sei se o objetivo era esse, o de me fazer desistir, mas esse monte de “senãos”, “poréns”, esses “obstáculos”…, deixa para lá. Fica para a próxima.
- SPTRANS AGRADECE SUA LIGAÇÃO…

março 4, 2009

Maravilhosa invenção para combater a burrice e a falta de auto-estima já foi inventada!! Falta popularizar!

A empresa Canadense Aegis Mobility criou um dispositivo de segurança que impede a utilização dos celulares pelos motoristas através da interceptação das chamadas e mensagens de texto quando eles estão dirigindo. O sistema avisa às pessoas que estão ligando que o usuário está dirigindo e pede para deixar um recado. O sistema deverá ser comercializado através de assinatura mensal. Segundo a “Sociedade Real para prevenção de acidentes” os motoristas que dirigem falando ao celular são quatro vezes mais propensos a se envolverem em acidentes. Segundo o departamento de transportes britânico, motoristas falando ao celular causaram 25 acidentes fatais no ano passado.
Fonte: BBC News ( OBS: A notícia é de outubro de 2008 )

O QUE TANTO FALAM, AFINAL?
Eu fico ouvindo – a contragosto, seus lixos -, já que não sou surdo, as conversas de que certas criaturas teimam em fazer-nos participar, por exemplo, em locais públicos, dos quais você não pode fugir. Tipo, dentro do ônibus. Não será surpresa para vocês eu dizer que não passam de baboseiras e produção desnecessária e criminosa de CO2 e decibéis.
Quero dizer que não é nada que não possa ser dito depois. Mas não, os monstrinhos de baixa estima tem que mostrar aos outros, antes de tudo, que possuem um celular ( OHH! Meu Deus!! Uga, uga!! Mim ter medo de ídolo de homem branco!! ). Cumprida essa etapa têm, então, que mostrar sua popularidade ( UGH! Homem branco com ídolo que fala está falando com ídolo e ídolo responde!! Homem branco conversa com deuses! Homem branco poderoso, importante e popular! ). Eu não me conformo, por exemplo, com a coincidência, quando alguém entra no ônibus ou no vagão do metrô e o celular toca bem naquele instante! Coincidentemente, não toca antes da pessoa estar na presença de “reféns” que serão torturados com sua conversa cacete.
Havia uma piadinha: “Qual a semelhança entre celular e celulite?” Resposta: “Todo bundão tem…”.
Agora, motorista falando enquanto dirige… meu, é bom para vocês que eu não tenho poderes paranormais, pois uma jamanta ia aparecer na frente de todo mundo que eu flagrasse falando ao celular enquanto guia. E não me sentiria nada culpado. É o “cada um, cada um”, lembram? Vocês se sentem “oprimidos” ( Ui!! ) pela CET, pela fantasmagórica “Indústria da Multa” ( uma lenda urbana inventada e, depois, divulgada por mau-caráteres ), mas eu vivo dizendo: me dêem um talão de multas e em 10 minutos eu vou querer outro novinho.
O que eu perguntei acima, mantenho a pergunta: o que tanto falam? O quê, de tão urgente, que seja obrigatório atender naquele momento?
Não repondam: eu achei as respostas!!! Como não pensei nisso antes?

FLAGRAS:
Caso 1
Cidadão transitando numa avenida de bairro de classe-média paulistana. Ouve-se o seguinte:
- Não… Olha, viu…!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… Eu NÃO estou fazendo pouco caso de você! Por favor, solte os reféns agora! Eu ficarei no lugar deles, vai… NÃO!! NÃO atire nela, eu estou chegando!!!
Obviamente, é o tipo de situação que estamos cansados de ver por aí, e sua gravidade e urgência justificam falar ao celular enquanto se guia.
Caso 2
Outro cidadão, de São Paulo, trava o seguinte diálogo ( do qual só conhecemos sua parte, mas não a do seu interlocutor ):
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao hospital, vão fazendo o seguinte: pega a cabeça da criança, com calma, põe a tala no pescoço e imobiliza do peito para baixo… É… e tira prego que pode infeccionar… ISSO!! Já estou chegando!!!
Um óbvio caso de “vida ou morte”, e as decisões têm de ser tomadas ali, no calor do momento. Não se pode criticar esse motorista.
Caso 3
Também em São Paulo, onde coisas muito esquisitas acontecem, prá Jack Bauer nenhum botar defeito:
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao local, vão fazendo o seguinte: pega o alicate… ISSO!! O de bico!! É…! Pega e localiza o fio verde… Já? ÓTIMO! Do lado do fio verde, tem o azul, não tem? ALÔ!! “Não tem”?!! Como assim? Aimeudeus!! Então o fio vermelho??! AH, tá! É… esqueci que os albaneses é que usavam esse tipo de detonador! Os fios verde e vermelho, é mesmo… Os nigerianos são meio antiquados, mesmo!! ISSO, corta o fio vermelho, que eu já estou chegando… Mantenham as barreiras e não deixem nenhum civil chegar perto…”
Não se pode obrigar alguém, dedicado a salvar o mundo de ameaças horrendas, que acate leis que impeçam seu ofício, não é?

Fantasias literárias à parte, as conversas giram [ no busão, pelo menos ] em torno de:
“aí eu falei pro Claudionor que semana que vem eu… Ai, ninguém merece!!”;
“aí eu mandei prá dentro sem limão memo e é só alegria…”; “eufaleipraelaviu…elenãogostadela…ninguemmerece…”;
“é…eu baxei o fank da calcinha…mó zuêra…”;
QUE LIXO.

Maravilhosa invenção para combater a burrice e a falta de auto-estima já foi inventada!! Falta popularizar!

A empresa Canadense Aegis Mobility criou um dispositivo de segurança que impede a utilização dos celulares pelos motoristas através da interceptação das chamadas e mensagens de texto quando eles estão dirigindo. O sistema avisa às pessoas que estão ligando que o usuário está dirigindo e pede para deixar um recado. O sistema deverá ser comercializado através de assinatura mensal. Segundo a “Sociedade Real para prevenção de acidentes” os motoristas que dirigem falando ao celular são quatro vezes mais propensos a se envolverem em acidentes. Segundo o departamento de transportes britânico, motoristas falando ao celular causaram 25 acidentes fatais no ano passado.
Fonte: BBC News ( OBS: A notícia é de outubro de 2008 )

O QUE TANTO FALAM, AFINAL?
Eu fico ouvindo – a contragosto, seus lixos -, já que não sou surdo, as conversas de que certas criaturas teimam em fazer-nos participar, por exemplo, em locais públicos, dos quais você não pode fugir. Tipo, dentro do ônibus. Não será surpresa para vocês eu dizer que não passam de baboseiras e produção desnecessária e criminosa de CO2 e decibéis.
Quero dizer que não é nada que não possa ser dito depois. Mas não, os monstrinhos de baixa estima tem que mostrar aos outros, antes de tudo, que possuem um celular ( OHH! Meu Deus!! Uga, uga!! Mim ter medo de ídolo de homem branco!! ). Cumprida essa etapa têm, então, que mostrar sua popularidade ( UGH! Homem branco com ídolo que fala está falando com ídolo e ídolo responde!! Homem branco conversa com deuses! Homem branco poderoso, importante e popular! ). Eu não me conformo, por exemplo, com a coincidência, quando alguém entra no ônibus ou no vagão do metrô e o celular toca bem naquele instante! Coincidentemente, não toca antes da pessoa estar na presença de “reféns” que serão torturados com sua conversa cacete.
Havia uma piadinha: “Qual a semelhança entre celular e celulite?” Resposta: “Todo bundão tem…”.
Agora, motorista falando enquanto dirige… meu, é bom para vocês que eu não tenho poderes paranormais, pois uma jamanta ia aparecer na frente de todo mundo que eu flagrasse falando ao celular enquanto guia. E não me sentiria nada culpado. É o “cada um, cada um”, lembram? Vocês se sentem “oprimidos” ( Ui!! ) pela CET, pela fantasmagórica “Indústria da Multa” ( uma lenda urbana inventada e, depois, divulgada por mau-caráteres ), mas eu vivo dizendo: me dêem um talão de multas e em 10 minutos eu vou querer outro novinho.
O que eu perguntei acima, mantenho a pergunta: o que tanto falam? O quê, de tão urgente, que seja obrigatório atender naquele momento?
Não repondam: eu achei as respostas!!! Como não pensei nisso antes?

FLAGRAS:
Caso 1
Cidadão transitando numa avenida de bairro de classe-média paulistana. Ouve-se o seguinte:
- Não… Olha, viu…!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… Eu NÃO estou fazendo pouco caso de você! Por favor, solte os reféns agora! Eu ficarei no lugar deles, vai… NÃO!! NÃO atire nela, eu estou chegando!!!
Obviamente, é o tipo de situação que estamos cansados de ver por aí, e sua gravidade e urgência justificam falar ao celular enquanto se guia.
Caso 2
Outro cidadão, de São Paulo, trava o seguinte diálogo ( do qual só conhecemos sua parte, mas não a do seu interlocutor ):
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao hospital, vão fazendo o seguinte: pega a cabeça da criança, com calma, põe a tala no pescoço e imobiliza do peito para baixo… É… e tira prego que pode infeccionar… ISSO!! Já estou chegando!!!
Um óbvio caso de “vida ou morte”, e as decisões têm de ser tomadas ali, no calor do momento. Não se pode criticar esse motorista.
Caso 3
Também em São Paulo, onde coisas muito esquisitas acontecem, prá Jack Bauer nenhum botar defeito:
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao local, vão fazendo o seguinte: pega o alicate… ISSO!! O de bico!! É…! Pega e localiza o fio verde… Já? ÓTIMO! Do lado do fio verde, tem o azul, não tem? ALÔ!! “Não tem”?!! Como assim? Aimeudeus!! Então o fio vermelho??! AH, tá! É… esqueci que os albaneses é que usavam esse tipo de detonador! Os fios verde e vermelho, é mesmo… Os nigerianos são meio antiquados, mesmo!! ISSO, corta o fio vermelho, que eu já estou chegando… Mantenham as barreiras e não deixem nenhum civil chegar perto…”
Não se pode obrigar alguém, dedicado a salvar o mundo de ameaças horrendas, que acate leis que impeçam seu ofício, não é?

Fantasias literárias à parte, as conversas giram [ no busão, pelo menos ] em torno de:
“aí eu falei pro Claudionor que semana que vem eu… Ai, ninguém merece!!”;
“aí eu mandei prá dentro sem limão memo e é só alegria…”; “eufaleipraelaviu…elenãogostadela…ninguemmerece…”;
“é…eu baxei o fank da calcinha…mó zuêra…”;
QUE LIXO.

Maravilhosa invenção para combater a burrice e a falta de auto-estima já foi inventada!! Falta popularizar!

A empresa Canadense Aegis Mobility criou um dispositivo de segurança que impede a utilização dos celulares pelos motoristas através da interceptação das chamadas e mensagens de texto quando eles estão dirigindo. O sistema avisa às pessoas que estão ligando que o usuário está dirigindo e pede para deixar um recado. O sistema deverá ser comercializado através de assinatura mensal. Segundo a “Sociedade Real para prevenção de acidentes” os motoristas que dirigem falando ao celular são quatro vezes mais propensos a se envolverem em acidentes. Segundo o departamento de transportes britânico, motoristas falando ao celular causaram 25 acidentes fatais no ano passado.
Fonte: BBC News ( OBS: A notícia é de outubro de 2008 )

O QUE TANTO FALAM, AFINAL?
Eu fico ouvindo – a contragosto, seus lixos -, já que não sou surdo, as conversas de que certas criaturas teimam em fazer-nos participar, por exemplo, em locais públicos, dos quais você não pode fugir. Tipo, dentro do ônibus. Não será surpresa para vocês eu dizer que não passam de baboseiras e produção desnecessária e criminosa de CO2 e decibéis.
Quero dizer que não é nada que não possa ser dito depois. Mas não, os monstrinhos de baixa estima tem que mostrar aos outros, antes de tudo, que possuem um celular ( OHH! Meu Deus!! Uga, uga!! Mim ter medo de ídolo de homem branco!! ). Cumprida essa etapa têm, então, que mostrar sua popularidade ( UGH! Homem branco com ídolo que fala está falando com ídolo e ídolo responde!! Homem branco conversa com deuses! Homem branco poderoso, importante e popular! ). Eu não me conformo, por exemplo, com a coincidência, quando alguém entra no ônibus ou no vagão do metrô e o celular toca bem naquele instante! Coincidentemente, não toca antes da pessoa estar na presença de “reféns” que serão torturados com sua conversa cacete.
Havia uma piadinha: “Qual a semelhança entre celular e celulite?” Resposta: “Todo bundão tem…”.
Agora, motorista falando enquanto dirige… meu, é bom para vocês que eu não tenho poderes paranormais, pois uma jamanta ia aparecer na frente de todo mundo que eu flagrasse falando ao celular enquanto guia. E não me sentiria nada culpado. É o “cada um, cada um”, lembram? Vocês se sentem “oprimidos” ( Ui!! ) pela CET, pela fantasmagórica “Indústria da Multa” ( uma lenda urbana inventada e, depois, divulgada por mau-caráteres ), mas eu vivo dizendo: me dêem um talão de multas e em 10 minutos eu vou querer outro novinho.
O que eu perguntei acima, mantenho a pergunta: o que tanto falam? O quê, de tão urgente, que seja obrigatório atender naquele momento?
Não repondam: eu achei as respostas!!! Como não pensei nisso antes?

FLAGRAS:
Caso 1
Cidadão transitando numa avenida de bairro de classe-média paulistana. Ouve-se o seguinte:
- Não… Olha, viu…!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… Eu NÃO estou fazendo pouco caso de você! Por favor, solte os reféns agora! Eu ficarei no lugar deles, vai… NÃO!! NÃO atire nela, eu estou chegando!!!
Obviamente, é o tipo de situação que estamos cansados de ver por aí, e sua gravidade e urgência justificam falar ao celular enquanto se guia.
Caso 2
Outro cidadão, de São Paulo, trava o seguinte diálogo ( do qual só conhecemos sua parte, mas não a do seu interlocutor ):
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao hospital, vão fazendo o seguinte: pega a cabeça da criança, com calma, põe a tala no pescoço e imobiliza do peito para baixo… É… e tira prego que pode infeccionar… ISSO!! Já estou chegando!!!
Um óbvio caso de “vida ou morte”, e as decisões têm de ser tomadas ali, no calor do momento. Não se pode criticar esse motorista.
Caso 3
Também em São Paulo, onde coisas muito esquisitas acontecem, prá Jack Bauer nenhum botar defeito:
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao local, vão fazendo o seguinte: pega o alicate… ISSO!! O de bico!! É…! Pega e localiza o fio verde… Já? ÓTIMO! Do lado do fio verde, tem o azul, não tem? ALÔ!! “Não tem”?!! Como assim? Aimeudeus!! Então o fio vermelho??! AH, tá! É… esqueci que os albaneses é que usavam esse tipo de detonador! Os fios verde e vermelho, é mesmo… Os nigerianos são meio antiquados, mesmo!! ISSO, corta o fio vermelho, que eu já estou chegando… Mantenham as barreiras e não deixem nenhum civil chegar perto…”
Não se pode obrigar alguém, dedicado a salvar o mundo de ameaças horrendas, que acate leis que impeçam seu ofício, não é?

Fantasias literárias à parte, as conversas giram [ no busão, pelo menos ] em torno de:
“aí eu falei pro Claudionor que semana que vem eu… Ai, ninguém merece!!”;
“aí eu mandei prá dentro sem limão memo e é só alegria…”; “eufaleipraelaviu…elenãogostadela…ninguemmerece…”;
“é…eu baxei o fank da calcinha…mó zuêra…”;
QUE LIXO.

Maravilhosa invenção para combater a burrice e a falta de auto-estima já foi inventada!! Falta popularizar!

A empresa Canadense Aegis Mobility criou um dispositivo de segurança que impede a utilização dos celulares pelos motoristas através da interceptação das chamadas e mensagens de texto quando eles estão dirigindo. O sistema avisa às pessoas que estão ligando que o usuário está dirigindo e pede para deixar um recado. O sistema deverá ser comercializado através de assinatura mensal. Segundo a “Sociedade Real para prevenção de acidentes” os motoristas que dirigem falando ao celular são quatro vezes mais propensos a se envolverem em acidentes. Segundo o departamento de transportes britânico, motoristas falando ao celular causaram 25 acidentes fatais no ano passado.
Fonte: BBC News ( OBS: A notícia é de outubro de 2008 )

O QUE TANTO FALAM, AFINAL?
Eu fico ouvindo – a contragosto, seus lixos -, já que não sou surdo, as conversas de que certas criaturas teimam em fazer-nos participar, por exemplo, em locais públicos, dos quais você não pode fugir. Tipo, dentro do ônibus. Não será surpresa para vocês eu dizer que não passam de baboseiras e produção desnecessária e criminosa de CO2 e decibéis.
Quero dizer que não é nada que não possa ser dito depois. Mas não, os monstrinhos de baixa estima tem que mostrar aos outros, antes de tudo, que possuem um celular ( OHH! Meu Deus!! Uga, uga!! Mim ter medo de ídolo de homem branco!! ). Cumprida essa etapa têm, então, que mostrar sua popularidade ( UGH! Homem branco com ídolo que fala está falando com ídolo e ídolo responde!! Homem branco conversa com deuses! Homem branco poderoso, importante e popular! ). Eu não me conformo, por exemplo, com a coincidência, quando alguém entra no ônibus ou no vagão do metrô e o celular toca bem naquele instante! Coincidentemente, não toca antes da pessoa estar na presença de “reféns” que serão torturados com sua conversa cacete.
Havia uma piadinha: “Qual a semelhança entre celular e celulite?” Resposta: “Todo bundão tem…”.
Agora, motorista falando enquanto dirige… meu, é bom para vocês que eu não tenho poderes paranormais, pois uma jamanta ia aparecer na frente de todo mundo que eu flagrasse falando ao celular enquanto guia. E não me sentiria nada culpado. É o “cada um, cada um”, lembram? Vocês se sentem “oprimidos” ( Ui!! ) pela CET, pela fantasmagórica “Indústria da Multa” ( uma lenda urbana inventada e, depois, divulgada por mau-caráteres ), mas eu vivo dizendo: me dêem um talão de multas e em 10 minutos eu vou querer outro novinho.
O que eu perguntei acima, mantenho a pergunta: o que tanto falam? O quê, de tão urgente, que seja obrigatório atender naquele momento?
Não repondam: eu achei as respostas!!! Como não pensei nisso antes?

FLAGRAS:
Caso 1
Cidadão transitando numa avenida de bairro de classe-média paulistana. Ouve-se o seguinte:
- Não… Olha, viu…!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… Eu NÃO estou fazendo pouco caso de você! Por favor, solte os reféns agora! Eu ficarei no lugar deles, vai… NÃO!! NÃO atire nela, eu estou chegando!!!
Obviamente, é o tipo de situação que estamos cansados de ver por aí, e sua gravidade e urgência justificam falar ao celular enquanto se guia.
Caso 2
Outro cidadão, de São Paulo, trava o seguinte diálogo ( do qual só conhecemos sua parte, mas não a do seu interlocutor ):
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao hospital, vão fazendo o seguinte: pega a cabeça da criança, com calma, põe a tala no pescoço e imobiliza do peito para baixo… É… e tira prego que pode infeccionar… ISSO!! Já estou chegando!!!
Um óbvio caso de “vida ou morte”, e as decisões têm de ser tomadas ali, no calor do momento. Não se pode criticar esse motorista.
Caso 3
Também em São Paulo, onde coisas muito esquisitas acontecem, prá Jack Bauer nenhum botar defeito:
- Não… Olha, viu!? Eu estou dirigindo e não posso falar agora!! Viu, ô!! Tchau! NÃO, NÃO, NÃO… OLHA, eu já estou chegando ao local, vão fazendo o seguinte: pega o alicate… ISSO!! O de bico!! É…! Pega e localiza o fio verde… Já? ÓTIMO! Do lado do fio verde, tem o azul, não tem? ALÔ!! “Não tem”?!! Como assim? Aimeudeus!! Então o fio vermelho??! AH, tá! É… esqueci que os albaneses é que usavam esse tipo de detonador! Os fios verde e vermelho, é mesmo… Os nigerianos são meio antiquados, mesmo!! ISSO, corta o fio vermelho, que eu já estou chegando… Mantenham as barreiras e não deixem nenhum civil chegar perto…”
Não se pode obrigar alguém, dedicado a salvar o mundo de ameaças horrendas, que acate leis que impeçam seu ofício, não é?

Fantasias literárias à parte, as conversas giram [ no busão, pelo menos ] em torno de:
“aí eu falei pro Claudionor que semana que vem eu… Ai, ninguém merece!!”;
“aí eu mandei prá dentro sem limão memo e é só alegria…”; “eufaleipraelaviu…elenãogostadela…ninguemmerece…”;
“é…eu baxei o fank da calcinha…mó zuêra…”;
QUE LIXO.

fevereiro 21, 2009

Anúncio de Velotrol** ensina crianças ( ou seja, futuros motoristas ) a falar ao celular enquanto guiam!! Que lixo!!

**Os trintões e quarentões sabem o que é ( era ) o VELOTROL…
Vejam a foto abaixo, meus amigos. Estava numa espécie de catálogo de ítens diversos, como também brinquedos. Tá comigo desde o Natal, e só agora eu consegui postar.
Percebam: os lixos adultos já vão ensinando a criançadinha a se comportarem como lixos adultos.
“Façam como o seu pai: enquanto dirigem seu automóvel pelas ruas de São Paulo, não há nada mais moderno e socialmente desejável a fazer, senão sacar seu indispensável celular e falar, falar, falar, sentindo a brisa em seus cabelos e admirando a paisagem ao redor.
Dane-se a lei de trânsito.
Dane-se o pedestre.
Dane-se o sinal vermelho.
Vamos lá, easy rider individualista, o Estado opressor e coletor de impostos para bancar Bolsas-esmolas e hospitais públicos não tem o direito de impedir que VOCÊ exerça o direito de agir como um imbecil mimado e intolerante e ferir os outros.

Prá quê comprar carro, se não podemos fazer tudo o que quisermos?

A propaganda não diz NÃO.
Tirania: cortaram nossa “breja”.
Indústria da Multa: não podemos estacionar sobre as calçadas.
Proibição é emasculação em massa.
Yipiie-Aiei, Yipiie-Ai-hou, cowboy!!
Pedestre bom é pedestre morto!”

Anúncio de Velotrol** ensina crianças ( ou seja, futuros motoristas ) a falar ao celular enquanto guiam!! Que lixo!!

**Os trintões e quarentões sabem o que é ( era ) o VELOTROL…
Vejam a foto abaixo, meus amigos. Estava numa espécie de catálogo de ítens diversos, como também brinquedos. Tá comigo desde o Natal, e só agora eu consegui postar.
Percebam: os lixos adultos já vão ensinando a criançadinha a se comportarem como lixos adultos.
“Façam como o seu pai: enquanto dirigem seu automóvel pelas ruas de São Paulo, não há nada mais moderno e socialmente desejável a fazer, senão sacar seu indispensável celular e falar, falar, falar, sentindo a brisa em seus cabelos e admirando a paisagem ao redor.
Dane-se a lei de trânsito.
Dane-se o pedestre.
Dane-se o sinal vermelho.
Vamos lá, easy rider individualista, o Estado opressor e coletor de impostos para bancar Bolsas-esmolas e hospitais públicos não tem o direito de impedir que VOCÊ exerça o direito de agir como um imbecil mimado e intolerante e ferir os outros.

Prá quê comprar carro, se não podemos fazer tudo o que quisermos?

A propaganda não diz NÃO.
Tirania: cortaram nossa “breja”.
Indústria da Multa: não podemos estacionar sobre as calçadas.
Proibição é emasculação em massa.
Yipiie-Aiei, Yipiie-Ai-hou, cowboy!!
Pedestre bom é pedestre morto!”

Anúncio de Velotrol** ensina crianças ( ou seja, futuros motoristas ) a falar ao celular enquanto guiam!! Que lixo!!

**Os trintões e quarentões sabem o que é ( era ) o VELOTROL…
Vejam a foto abaixo, meus amigos. Estava numa espécie de catálogo de ítens diversos, como também brinquedos. Tá comigo desde o Natal, e só agora eu consegui postar.
Percebam: os lixos adultos já vão ensinando a criançadinha a se comportarem como lixos adultos.
“Façam como o seu pai: enquanto dirigem seu automóvel pelas ruas de São Paulo, não há nada mais moderno e socialmente desejável a fazer, senão sacar seu indispensável celular e falar, falar, falar, sentindo a brisa em seus cabelos e admirando a paisagem ao redor.
Dane-se a lei de trânsito.
Dane-se o pedestre.
Dane-se o sinal vermelho.
Vamos lá, easy rider individualista, o Estado opressor e coletor de impostos para bancar Bolsas-esmolas e hospitais públicos não tem o direito de impedir que VOCÊ exerça o direito de agir como um imbecil mimado e intolerante e ferir os outros.

Prá quê comprar carro, se não podemos fazer tudo o que quisermos?

A propaganda não diz NÃO.
Tirania: cortaram nossa “breja”.
Indústria da Multa: não podemos estacionar sobre as calçadas.
Proibição é emasculação em massa.
Yipiie-Aiei, Yipiie-Ai-hou, cowboy!!
Pedestre bom é pedestre morto!”

Anúncio de Velotrol** ensina crianças ( ou seja, futuros motoristas ) a falar ao celular enquanto guiam!! Que lixo!!

**Os trintões e quarentões sabem o que é ( era ) o VELOTROL…
Vejam a foto abaixo, meus amigos. Estava numa espécie de catálogo de ítens diversos, como também brinquedos. Tá comigo desde o Natal, e só agora eu consegui postar.
Percebam: os lixos adultos já vão ensinando a criançadinha a se comportarem como lixos adultos.
“Façam como o seu pai: enquanto dirigem seu automóvel pelas ruas de São Paulo, não há nada mais moderno e socialmente desejável a fazer, senão sacar seu indispensável celular e falar, falar, falar, sentindo a brisa em seus cabelos e admirando a paisagem ao redor.
Dane-se a lei de trânsito.
Dane-se o pedestre.
Dane-se o sinal vermelho.
Vamos lá, easy rider individualista, o Estado opressor e coletor de impostos para bancar Bolsas-esmolas e hospitais públicos não tem o direito de impedir que VOCÊ exerça o direito de agir como um imbecil mimado e intolerante e ferir os outros.

Prá quê comprar carro, se não podemos fazer tudo o que quisermos?

A propaganda não diz NÃO.
Tirania: cortaram nossa “breja”.
Indústria da Multa: não podemos estacionar sobre as calçadas.
Proibição é emasculação em massa.
Yipiie-Aiei, Yipiie-Ai-hou, cowboy!!
Pedestre bom é pedestre morto!”

janeiro 6, 2009

SENSACIONAL: Idiotas que falam ao celular enquanto guiam são os alvos preferidos de "bandidos" ( quem é o "bandido" nesse caso? )!

Começo o ano de 2009 com uma ótima notícia: saiu ontem ( 05/01 ), acho que no Jornal da Tarde, a belíssima informação de que o desprezo que certos motoristas sentem – e, pior, praticam – contra os pedestres, ou os outros motoristas pode ter um resultado bacana, ou uma forma de justiça.
Uma pesquisa apurou que tais imbecis são escolhidos por “ladrões” para suas vítimas. Isso porque, ao que parece, o cara fica “vulnerável” ( seria melhor dizer “alheio” ou “alienado”? ) e aí CRÁU!
Vejamos a matéria:
Falar ao celular no volante deixa motorista mais vulnerável a assaltos
58% dos entrevistados admitem que não prestam atenção a sua volta enquanto dirigem e falam ao telefone
Usar celular ao volante não deixa o motorista sujeito apenas a uma multa: ele se torna alvo preferencial de assaltantes. É o que mostra pesquisa de uma empresa de segurança particular. Usando o telefone, além de correr mais riscos de sofrer um acidente por causa da perda de reflexos, a pessoa fica mais suscetível a um roubo, pois perde noção do que está acontecendo à sua volta.
A empresa RCI First – Security and Intelligence Advising fez um levantamento em 1.258 processos em seis cidades da grande São Paulo. São casos de atropelamentos, batidas, assaltos e furtos. Desses processos, 296 pessoas aceitaram responder a uma entrevista aos pesquisadores. Sob anonimato, 58% dos entrevistados admitiram que falavam ao celular quando ocorreu o acidente ou o crime. “A pesquisa é estarrecedora. Precisamos conscientizar a população dos males de falar ao celular. Até pouco tempo vivíamos bem sem ele. Não é possível que não possamos ficar sem o telefone enquanto dirigimos”, diz Ricardo Chilelli, diretor da RCI, que atua em 18 países.
Também foram consultados 318 detentos e ex-presos, com idade entre 15 e 31 anos, por meio de parentes e advogados. Segundo Chilelli, 84% dos criminosos pesquisados revelaram por meio de seus interlocutores que preferem escolher as vítimas com celular ao volante. “Na cabeça do criminoso, a pessoa se mostra distraída, além de expor aos bandidos seus objetos de valor.”
A empresa fez ainda uma pesquisa sobre o hábito de usar telefone ao volante. No levantamento, 59% dos homens entrevistados admitiram que o utilizam dirigindo. No caso das mulheres, o porcentual é de 47%. Nessa fase da pesquisa, a RCI ouviu 488 mulheres (entre 18 e 58 anos) e 512 homens (entre 18 e 65 anos) das classes A, B e C dessas cidades.
Segundo as pesquisas realizadas na Inglaterra e nos Estados Unidos, o motorista perde 35% dos reflexos quando envia um torpedo e 25% quando fala ao celular. Os porcentuais estão acima do efeito provocado por duas latas de cerveja, que provocam uma perda de 22% dos reflexos.
Segundo o consultor e instrutor em direção preventiva Sérgio Berti, uma pessoa leva 3/4 de segundo para perceber uma situação adversa e pisar no freio. Um veículo a 80 km/h, por exemplo, percorre mais 17 metros após brecar. Se a pessoa não estiver atenta, o tempo até a freada vai ultrapassar um segundo, fazendo com o que o carro percorra uma distância maior, aumentando o risco de acidentes.
A pesquisa mostrou ainda que 51% dos homens que usam o celular no trânsito não prestam atenção ao que ocorre à sua volta, seja olhando nos espelhos retrovisores, seja virando o pescoço para os lados. Nesse caso, 62% das mulheres admitiram ficar distraídas. “O governo e a mídia tiveram papel decisivo na implantação da Lei Seca. E isso tem de se repetir com o celular ”, afirma Chilelli.
Somente em São Paulo foram feitas 237 mil autuações de motoristas falando ao celular em 2007, a quarta infração de trânsito na capital naquele ano. O valor da multa é de R$ 85, mais quatro pontos na carteira de habilitação.
José Vicente da Silva, ex-secretário nacional da Segurança Pública, concorda. “Por estar mais desatentas ao telefone, as vítimas são pegas com facilidade e por oferecer menor capacidade de reação se tornam as preferidas dos ladrões”, afirma.
Fonte: AE
Em dezembro, foi publicado numa revista de tecnologia, o resultado de uma pesquisa feita por uma universidade americana:
No carro, celular distrai mais que passageiro
Estudo aponta que motoristas ficam mais distraídos quando estão falando no celular do que quando estão conversando com passageiros no carro.
Mas, sabem o que acho curioso? Eu achei a mesma informação ( da pesquisa brasileira ) só que, em vez de publicada ontem – como foi – havia sido publicada próximo ao Natal, ou seja 26 ou 27 de Dezembro:
Assaltantes escolhem motoristas que falam ao celular – 27/12/2008
Celular ao volante aumenta o risco de assaltos – Redação – SRZD Nacional 26/12/2008
O que nos leva a perguntar: por quê tal informação só foi aparecer aqui nos jornais de SP duas semanas após aquelas logo acima?
Além disso, só se pode lamentar que o valor da multa para quem for flagrado ao celular enquanto dirige, esses ridículos R$ 85,00. Se me dessem um talão de multas, ele não durava 20 minutos, que é o tempo médio que eu fico no ponto de ônibus esperando, e é quando eu vejo essas aberrações ocorrendo.
Outra coisa que eu gostaria de ver respondida: se você for uma dessas vítimas, como faria para prestar queixa na delegacia? Seria honesto e contaria a verdade?
Tipo: “Olha delegado, eu sou um cidadão de bem, e fui assaltado enquanto dirigia!!”
E o delegado: “Conte como foi. Não omita detalhes!”
Aí você: “Eu vinha pela Av.Rebouças ( moro em Pinheiros ), prestando a maior atenção em tudo, sem deixar que nada me tirasse a concentração da direção, já que sou um puta cara honesto e responsável. Cidadania é meu lema.”
O delegado: “Muito bem. É de gente como você que São Paulo necessita. Infelizmente, aqui tá cheio é de nêgo larápio e mau. O crime e o desprêzo à lei não dormem nunca!”
Você concorda e ainda completa: “É isso aí. Já não chega essa mer**da de Indústria da Multa? Até quando? Acorda, Brasil. Baaastaaa!”
***
JÁ IA ME esquecendo: um folheto de campanha, aparentemente promovida pela Prefeitura paulistana, surgiu nos ônibus: umas quadrinhas com rimas pobres – aparentemente uma letra de rap – aconselhando ao pedestre que preste atenção para não morrer atropelado! A campanha parece acusar o pedestre por seu próprio sofrimento. Ainda que um ou outro bípede atravesse fora da faixa, não dá para comparar a sua negligência com algo que venha a ocorrer devido ao mau-caratismo, individualismo e narcisismo agressivo de nossos motoristas.
Digo mais: eu procuro andar próximo ao meio-fio, ou até mesmo no meio da rua, já que estes locais são melhores para se caminhar do que as nossas calçadas, projetadas por cada morador para seus propósitos ( ou seja: seus carros ). A estranha falta de fiscalização da Prefeitura, que permitiu que os passeios da cidade se tornassem algo próximo a uma pista de bicicross, ou de corrida de obstáculos contrasta com a atenção dada quando se trata de asfaltar as ruas para melhor circularem os carros e motos. Tais asfaltamentos são frequentes e, ainda que os motoristas levantem as vozes para reclamar de uns buracos ou ondulações, as calçadas conforme são dispostas, assim acabam ficando, pois os vizinhos não se denunciam entre si, já que quase todos são membros do clube dos idólatras de automóveis e se entendem.
Claro, ainda tem quem jure existir uma tal “Indústria da Multa” em São Paulo.

SENSACIONAL: Idiotas que falam ao celular enquanto guiam são os alvos preferidos de "bandidos" ( quem é o "bandido" nesse caso? )!

Começo o ano de 2009 com uma ótima notícia: saiu ontem ( 05/01 ), acho que no Jornal da Tarde, a belíssima informação de que o desprezo que certos motoristas sentem – e, pior, praticam – contra os pedestres, ou os outros motoristas pode ter um resultado bacana, ou uma forma de justiça.
Uma pesquisa apurou que tais imbecis são escolhidos por “ladrões” para suas vítimas. Isso porque, ao que parece, o cara fica “vulnerável” ( seria melhor dizer “alheio” ou “alienado”? ) e aí CRÁU!
Vejamos a matéria:
Falar ao celular no volante deixa motorista mais vulnerável a assaltos
58% dos entrevistados admitem que não prestam atenção a sua volta enquanto dirigem e falam ao telefone
Usar celular ao volante não deixa o motorista sujeito apenas a uma multa: ele se torna alvo preferencial de assaltantes. É o que mostra pesquisa de uma empresa de segurança particular. Usando o telefone, além de correr mais riscos de sofrer um acidente por causa da perda de reflexos, a pessoa fica mais suscetível a um roubo, pois perde noção do que está acontecendo à sua volta.
A empresa RCI First – Security and Intelligence Advising fez um levantamento em 1.258 processos em seis cidades da grande São Paulo. São casos de atropelamentos, batidas, assaltos e furtos. Desses processos, 296 pessoas aceitaram responder a uma entrevista aos pesquisadores. Sob anonimato, 58% dos entrevistados admitiram que falavam ao celular quando ocorreu o acidente ou o crime. “A pesquisa é estarrecedora. Precisamos conscientizar a população dos males de falar ao celular. Até pouco tempo vivíamos bem sem ele. Não é possível que não possamos ficar sem o telefone enquanto dirigimos”, diz Ricardo Chilelli, diretor da RCI, que atua em 18 países.
Também foram consultados 318 detentos e ex-presos, com idade entre 15 e 31 anos, por meio de parentes e advogados. Segundo Chilelli, 84% dos criminosos pesquisados revelaram por meio de seus interlocutores que preferem escolher as vítimas com celular ao volante. “Na cabeça do criminoso, a pessoa se mostra distraída, além de expor aos bandidos seus objetos de valor.”
A empresa fez ainda uma pesquisa sobre o hábito de usar telefone ao volante. No levantamento, 59% dos homens entrevistados admitiram que o utilizam dirigindo. No caso das mulheres, o porcentual é de 47%. Nessa fase da pesquisa, a RCI ouviu 488 mulheres (entre 18 e 58 anos) e 512 homens (entre 18 e 65 anos) das classes A, B e C dessas cidades.
Segundo as pesquisas realizadas na Inglaterra e nos Estados Unidos, o motorista perde 35% dos reflexos quando envia um torpedo e 25% quando fala ao celular. Os porcentuais estão acima do efeito provocado por duas latas de cerveja, que provocam uma perda de 22% dos reflexos.
Segundo o consultor e instrutor em direção preventiva Sérgio Berti, uma pessoa leva 3/4 de segundo para perceber uma situação adversa e pisar no freio. Um veículo a 80 km/h, por exemplo, percorre mais 17 metros após brecar. Se a pessoa não estiver atenta, o tempo até a freada vai ultrapassar um segundo, fazendo com o que o carro percorra uma distância maior, aumentando o risco de acidentes.
A pesquisa mostrou ainda que 51% dos homens que usam o celular no trânsito não prestam atenção ao que ocorre à sua volta, seja olhando nos espelhos retrovisores, seja virando o pescoço para os lados. Nesse caso, 62% das mulheres admitiram ficar distraídas. “O governo e a mídia tiveram papel decisivo na implantação da Lei Seca. E isso tem de se repetir com o celular ”, afirma Chilelli.
Somente em São Paulo foram feitas 237 mil autuações de motoristas falando ao celular em 2007, a quarta infração de trânsito na capital naquele ano. O valor da multa é de R$ 85, mais quatro pontos na carteira de habilitação.
José Vicente da Silva, ex-secretário nacional da Segurança Pública, concorda. “Por estar mais desatentas ao telefone, as vítimas são pegas com facilidade e por oferecer menor capacidade de reação se tornam as preferidas dos ladrões”, afirma.
Fonte: AE
Em dezembro, foi publicado numa revista de tecnologia, o resultado de uma pesquisa feita por uma universidade americana:
No carro, celular distrai mais que passageiro
Estudo aponta que motoristas ficam mais distraídos quando estão falando no celular do que quando estão conversando com passageiros no carro.
Mas, sabem o que acho curioso? Eu achei a mesma informação ( da pesquisa brasileira ) só que, em vez de publicada ontem – como foi – havia sido publicada próximo ao Natal, ou seja 26 ou 27 de Dezembro:
Assaltantes escolhem motoristas que falam ao celular – 27/12/2008
Celular ao volante aumenta o risco de assaltos – Redação – SRZD Nacional 26/12/2008
O que nos leva a perguntar: por quê tal informação só foi aparecer aqui nos jornais de SP duas semanas após aquelas logo acima?
Além disso, só se pode lamentar que o valor da multa para quem for flagrado ao celular enquanto dirige, esses ridículos R$ 85,00. Se me dessem um talão de multas, ele não durava 20 minutos, que é o tempo médio que eu fico no ponto de ônibus esperando, e é quando eu vejo essas aberrações ocorrendo.
Outra coisa que eu gostaria de ver respondida: se você for uma dessas vítimas, como faria para prestar queixa na delegacia? Seria honesto e contaria a verdade?
Tipo: “Olha delegado, eu sou um cidadão de bem, e fui assaltado enquanto dirigia!!”
E o delegado: “Conte como foi. Não omita detalhes!”
Aí você: “Eu vinha pela Av.Rebouças ( moro em Pinheiros ), prestando a maior atenção em tudo, sem deixar que nada me tirasse a concentração da direção, já que sou um puta cara honesto e responsável. Cidadania é meu lema.”
O delegado: “Muito bem. É de gente como você que São Paulo necessita. Infelizmente, aqui tá cheio é de nêgo larápio e mau. O crime e o desprêzo à lei não dormem nunca!”
Você concorda e ainda completa: “É isso aí. Já não chega essa mer**da de Indústria da Multa? Até quando? Acorda, Brasil. Baaastaaa!”
***
JÁ IA ME esquecendo: um folheto de campanha, aparentemente promovida pela Prefeitura paulistana, surgiu nos ônibus: umas quadrinhas com rimas pobres – aparentemente uma letra de rap – aconselhando ao pedestre que preste atenção para não morrer atropelado! A campanha parece acusar o pedestre por seu próprio sofrimento. Ainda que um ou outro bípede atravesse fora da faixa, não dá para comparar a sua negligência com algo que venha a ocorrer devido ao mau-caratismo, individualismo e narcisismo agressivo de nossos motoristas.
Digo mais: eu procuro andar próximo ao meio-fio, ou até mesmo no meio da rua, já que estes locais são melhores para se caminhar do que as nossas calçadas, projetadas por cada morador para seus propósitos ( ou seja: seus carros ). A estranha falta de fiscalização da Prefeitura, que permitiu que os passeios da cidade se tornassem algo próximo a uma pista de bicicross, ou de corrida de obstáculos contrasta com a atenção dada quando se trata de asfaltar as ruas para melhor circularem os carros e motos. Tais asfaltamentos são frequentes e, ainda que os motoristas levantem as vozes para reclamar de uns buracos ou ondulações, as calçadas conforme são dispostas, assim acabam ficando, pois os vizinhos não se denunciam entre si, já que quase todos são membros do clube dos idólatras de automóveis e se entendem.
Claro, ainda tem quem jure existir uma tal “Indústria da Multa” em São Paulo.
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