junho 10, 2008
Entrevista de ex-presidente da Varig, publicada em site de aviação em JANEIRO de 2008, desmente vEJA e suas "falácias" ( a vEJA adora esse termo )!!!!
maio 18, 2008
Da série "Onde está você?": Posição do manete contribuiu para acidente da TAM
Segundo investigadores, alavanca que controla a velocidade estava na posição errada
Globo.com – G1
17/05/2008
Parentes de vítimas do acidente da TAM participaram do ato, entre celebridades. Manifestação contra o governo foi contestada por participantes do ato.
outubro 27, 2007
Relatório da CPI no Senado do suposto apagão aéreo: no apagar das luzes, ainda tenta faturar de algum jeito
O deputado federal Carlos Wilson (PT/PE) afirmou que recebeu com “surpresa e indignação” o relatório final da CPI do setor aéreo no Senado, elaborado pelo senador Demóstenes Torres (DEM-PFL/GO), que o acusa de chefiar um suposto esquema de desvio de recursos na Infraero (Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária). Por meio de nota, o deputado disse na quarta-feira que o texto produzido pelo ex-pefelista é irresponsável e “baseado em meras ilações”.
“Não tenho nenhuma dúvida que o tempo e as provas irão revelar quem é o verdadeiro chefe de quadrilha e o que está por trás da CPI do Apagão Aéreo, comandada por Demóstenes Torres, um velho conhecido pela prática do espalhafato”, afirmou Carlos Wilson.
Na defensiva, Demóstenes respondeu que “Carlos Wilson é um São Jorge de prostíbulo: olha tudo e nada vê”.
No relatório, Demóstenes Torres recomenda ainda o indiciamento de 23 pessoas, alegando que 21 estariam envolvidas no superfaturamento de contratos da Infraero para obras em aeroportos e para gerenciamento de verbas publicitárias.
O relator admitiu que perdeu força a tese da pista de Congonhas como causa da tragédia da TAM que matou 199 pessoas, a qual utilizou tanto para fazer catilinárias contra Lula.
outubro 23, 2007
CPI do "suposto apagão aéreo" termina, sem a voragem do imprensalão. É que o Nelson Jobim, amigo de Serra, entrou e resolveu tudo num dia só
O relatório final da CPI do sistema aéreo feito pelo senador Demóstenes Torres (DEM/GO) ignorou as causas do acidente com o avião da Tam em São Paulo, que matou 199 pessoas, e se concentrou em tentar encontrar irregularidades na Infraero com o objetivo de propor a privatização dos principais aeroportos do país.
O relatório de Demóstenes, que poderá ser votado nesta quarta-feira, apenas reforça as denúncias de que a oposição fez um alarido em torno do acidente da Tam, utilizando a morte de dezenas de pessoas, para criar factóides contra o governo, denegrir o sistema aéreo brasileiro com a intenção de sustentar a pretensão final da oposição de entregar os aeroportos para a iniciativa privada.
setembro 17, 2007
HAL A320: Computador de Airbus da TAM teve falha, diz mecânico
Na madrugada anterior ao acidente com o Airbus A320 da TAM – que explodiu após varar a pista do Aeroporto de Congonhas, em 17 de julho, deixando 199 mortos -, o computador de bordo do avião emitiu um relatório chamado Post Flight Report (PFR), que sinalizava um possível problema na aeronave. Em depoimento ao titular do 27º Distrito da capital, Antonio Carlos Meneses Barbosa, o mecânico da TAM em Campo Grande Helvécio Salarini Junior contou que o computador emitiu o PFR durante a manutenção.
Segundo Salarini, foi feita uma checagem minuciosa, com ajuda do manual do Airbus, mas nenhum problema foi encontrado. A possibilidade, de acordo com o relato do mecânico, é de que tenha ocorrido uma “interface eletrônica” no computador, ou seja, foi indicado um “erro não constatado”.
O avião foi entregue aos mecânicos da TAM no Aeroporto Internacional de Campo Grande às 22 horas do dia 16. O comandante informou que o Airbus A320 estava com o reverso pinado. Os técnicos checaram todo o avião e nada foi detectado. Salarini Junior disse que a equipe fez a leitura do PFR. Depois de feita a revisão da aeronave e emitido outro tipo de relatório, o avião foi liberado.
Pela manhã, o Airbus A320 seguiu para Goiânia. Às 7h56, o mecânico da TAM Giovane Marques de Almeida, que trabalha no Aeroporto da cidade, fez a inspeção externa de rotina. Liberado 15 minutos depois, o avião foi para Brasília. NTC Logística / O Estado de S. Paulo
setembro 8, 2007
A questão da nomenclatura
agosto 15, 2007
O Hora do Povo está impossível!!! Ali Kamel é o próximo a ser abatido!
“A grande imprensa está sob ataque” – assim começa o artigo de Ali Kamel, publicado há alguns dias em “O Globo”.
“Grande imprensa” é como Kamel, ex-editor assistente da “Veja” e atualmente diretor de jornalismo da Rede Globo, chama a mídia golpista. Parafraseando um dito célebre, essa imprensa só lhe parece “grande” porque Kamel vive em permanente genuflexão. No entanto, mesmo nessa posição incômoda, ele esforça-se por dar cambalhotas: tudo é invertido – naturalmente, o país é que esteve sob ataque dessa mídia. Por isso, ela levou a pior. É dessa última parte do negócio que Kamel está se queixando.
Porém, não é a imprensa, grande ou pequena, que Kamel quer defender. Ele está defendendo apenas a si próprio, ao seu lauto salário – e à sua incompetência, que levou a “Globo” a uma situação inédita de acelerado descrédito. Kamel é, sem dúvida, o mais inepto diretor de jornalismo que a “Globo” já teve. Inclusive, e sobretudo, do ponto de vista do ilusionismo e da prestidigitação que são chamados de jornalismo pela “Globo”. Kamel é incapaz de disfarçar os truques que está tentando fazer. Assim, o “jornalismo” torna-se inútil, e, pior que isso, um risco para a própria “Globo”, além de um estrupício para os anunciantes, que são associados, sem querer, à desonestidade flagrante do veículo onde anunciam.
Voltemos ao seu artigo. Diz ele: “na cobertura da tragédia da TAM, a grande imprensa se portou como devia. Não é pitonisa, como não é adivinha, desde o primeiro instante foi, honestamente, testando hipóteses, montando um quebra-cabeça que está longe do fim”.
Resumindo: a mídia não erra. Não mente. Não falseia nem falsifica. Ela apenas “testa hipóteses”. Não tem culpa se a hipótese é falsa. Para que ela noticiasse apenas os fatos, seria necessário que ela fosse “pitonisa” ou “adivinha” (o que, aliás, é a mesma coisa).
Kamel não explica porque o “testar hipóteses” que preconiza como o supra-sumo da atividade jornalística é sempre contra o mesmo lado e a favor do mesmo outro lado.
CALÚNIAS
Mas é interessante essa nova teoria jornalística. “Testando hipóteses”? Sim, leitor, foi isso o que o sujeito escreveu. Ao invés de noticiar os fatos, a imprensa tem que “testar hipóteses”. Será possível forma mais desastrada de confessar a mentira, ainda por cima defendendo que é muito justo mentir? Só se ele escrevesse algo como: “desde o primeiro instante a mídia golpista foi, honestamente, mentindo, montando um quebra-cabeça que está longe do fim”.
Mas, dessa honestidade o sr. Ali Kamel realmente não é capaz. Nem que um raio o atingisse no caminho para a Barra da Tijuca (lá é a central de novelas e não de jornalismo? Perdão, leitores, pela compreensível confusão).
Continuemos: jornalismo que, em vez de noticiar os fatos, fica “testando hipóteses” é mentira, calúnia, e não jornalismo. Pois é exatamente esse o “jornalismo” que Kamel defende. Não por acaso, seu primeiro cargo de importância foi na “Veja”, que não faz outra coisa: fica “testando hipóteses” que interessam aos seus donos. Kamel levou essa tecnologia para a “Globo” – que, desde que ele deu com os costados lá, não faz outra coisa senão seguir a “Veja” com alguns dias de atraso.
Porém, vejamos algumas hipóteses que ele testou recentemente:
1) Às vésperas do primeiro turno das eleições passadas, Kamel “testou a hipótese” de que não existia um avião da Gol, com 154 pessoas a bordo, que estava desaparecido. Todos os telejornais daquele dia divulgaram o desaparecimento, menos um: o “Jornal Nacional”. Kamel “testou essa hipótese” porque achou que a divulgação do desaparecimento do avião ofuscaria o “teste” de outra “hipótese”: a de atribuir, dois dias antes das eleições e com o programa eleitoral gratuito encerrado, ao presidente Lula a compra de um dossiê, com a exibição escandalosa das imagens do dinheiro com que alguns aloprados tentaram adquiri-lo – imagens, de resto, inteiramente ilegais. Tudo isso para “testar” outra “hipótese”: a de que o presidente Lula não fosse o eleito. As três “hipóteses” eram falsas, mas Kamel, segundo seu parecer, não errou. Estava apenas “testando hipóteses”. Afinal, o rapaz não é “pitonisa”.
2) Em seguida, Kamel “testou a hipótese” de que a queda do avião da Gol não havia sido provocada pelos dois irresponsáveis pilotos norte-americanos do Legacy, como era evidente, mas pelo controle de vôo da Aeronáutica. A hipótese também era falsa. Mas Kamel também não errou. O problema é que ele não “adivinha”. Por isso, estava “testando a hipótese” da realidade ser falsa e do falso ser realidade.
3) Mas Kamel não desanimou: arrumou uma nova hipótese para testar: a de que o irmão mais velho do presidente da República, Vavá, um homem idoso, pobre e doente, era um terrível gênio do tráfico de influência. Nada havia que indicasse qualquer influência de Vavá no governo ou na máquina administrativa, nenhum suposto pedido seu havia sido atendido – e, aliás, nem feito. Seria o primeiro cidadão a traficar influência sem ter influência. Mas isso são questões de somenos importância. Importante era “testar a hipótese” – que também era falsa, mas o importante é testar. A realidade, que se dane.
4) Convicto, Kamel continuou seus experimentos, sempre “testando hipóteses”: diante de uma vaia claramente armada pelo ilustre filósofo do factóide, César Maia, Kamel insistiu que eram “vaias espontâneas” ao presidente. Ele realmente estava bem informado: segundo vários relatos, Kamel participou de uma reunião onde a vaia espontânea foi discutida – e armada. Portanto, a vaia só poderia ser espontânea, ora essa. O problema é que todo mundo viu que não foi. Mas o importante é que a hipótese foi testada, isto é, a vaia apareceu no “Jornal Nacional”.
5) Por último, nesse resumo das atividades científicas de Kamel: menos de uma hora após a queda do avião da TAM, a “Globo” já tinha lançado a hipótese de que o problema era a pista que o governo reformara, que a falta de “grooving” causara o acidente, e que a culpa era do presidente Lula. Não se sabia nada sobre as condições do pouso, a caixa-preta não havia sido encontrada, não havia nem mesmo palpite de algum técnico, mas Kamel, dinâmico como sempre, já estava “testando” a sua hipótese: a culpa é do Lula. O teste deu errado. Ou, melhor, deu certo, porque, como se sabe, a mídia não erra. A “hipótese” é que era falsa.
FABRICAÇÃO
Referindo-se a estudos sobre a mídia que apontam a cavalar falta de isenção contra Lula nos meses anteriores às eleições, diz ele: “tais estudos se esquecem apenas de contar que todo o noticiário sobre o mensalão e outros escândalos foi considerado prova de desequilíbrio contra Lula. Ora, se é assim, qual seria a alternativa para que o estudo apontasse equilíbrio? Não noticiar os escândalos? Mas isso sim seria perder o equilíbrio e a isenção”.
Não é uma gracinha? Os caras fabricam um escândalo, não conseguem provar nada, passam por cima de todas as evidências e provas, tentam dar um golpe, difamam, insultam e caluniam, e depois acham uma injustiça que se aponte que essa porcaria toda era mera tentativa golpista. Segundo Kamel, se não divulgasse o que ele mesmo fabricou, “isso sim seria perder o equilíbrio e a isenção”. Ou seja, as hipóteses que Kamel testa são sempre contra Lula porque Lula é sempre culpado, não importa o que faça – ou deixe de fazer.
agosto 7, 2007
Médiuns golpistas já sabem antes mesmo que ocorra
O objetivo da fraude era acusar o governo federal de haver liberado uma pista sem condições de segurança e responsabilizar, com indignação estudada, o presidente Lula pelas mortes ocorridas.
Sem qualquer escrúpulo, compaixão ou respeito pelas vítimas da tragédia, repórteres e comentaristas procuravam transformar os mortos e seus familiares em massa de manobra do revanchismo golpista.
A Globo superou-se no exercício da canalhice, durante a cobertura do episódio. Mas, para sermos justos, é preciso reconhecer que neste caso não agiu sozinha.
A mídia das elites endinheiradas tem suas razões para não gostar do presidente Lula. Não foi para satisfazer à avidez egoísta dessa camada parasitária da sociedade que ele recebeu 58.295.042 votos.
No entanto, ela não tem o direito de manipular a opinião pública através de mentiras forjadas para promover um clima de confrontação que atropele as instituições democráticas.
Não têm esse direito os jornais, e muito menos as emissoras de rádio e televisão, pois todas são “concessões públicas” e como tal é de se presumir que estejam obrigadas a manter aquele mínimo de responsabilidade e decoro, que as impeça de desinformar intencionalmente o público.
É bem possível que os monopólios de mídia, desmoralizados e falidos quanto à credibilidade das informações que veiculam, já não reúnam mais capacidade de agir de outra forma. Seguramente, com o tipo de mercenários e dejetos que ora fazem carreiras em suas redações essa é uma missão impossível.
Por isso, a democratização da mídia se torna uma necessidade cada vez mais imperiosa na vida nacional.
Essa democratização se apóia em três pilares.
O primeiro é a constituição da Rede Pública Nacional de Rádio e Televisão – a TV Brasil.
O segundo é o reconhecimento pelo governo do inestimável papel dos órgãos de imprensa livres e independentes, entre os quais o HP se orgulha de estar incluído, e o conseqüente fim da discriminação desses veículos no acesso às verbas publicitárias oficiais.
O terceiro é garantir normas e fiscalização adequadas, que coíbam a atual farra do boi nas concessões públicas da área de radiodifusão.
Urge seguir avançando nas três frentes.
agosto 2, 2007
Nem para embrulhar peixe, hein?
Não deixa de ser curioso: Reinaldo Azevedo, Diogo Mainardi e outros nem tão direitosos, mas igualmente contrários ao presidente Lula, subitamente calaram sobre a divulgação dos dados da caixa-preta do avião da TAM acidentado em São Paulo no último dia 17. É chato para essa turma, mas a única coisa que os dados conhecidos até o momento provam é que a culpa não foi da pista nem do presidente Lula. O sonho dourado dessa gente era ouvir o piloto xingando o presidente nos últimos segundos antes da aeronave bater. Que pena, Reinaldo, não aconteceu…
A CPI do Apagão da Câmara divulgou há pouco os diálogos dos pilotos gravados na caixa-preta do Airbus que se acidentou no mês passado, provocando duas centenas de mortes em São Paulo. A partir do que foi divulgado, não é possível concluir a causa do acidente, mas já há analistas afirmando “categoricamente” que a tragédia foi fruto de falha humana, na versão de uns, ou falha mecânica, na de outros. A verdade é que só a investigação completa vai desvendar a causa, que inclusive pode ser mais de uma. A manchete da Folha de S. Paulo desta quarta-feira (Caixa-preta indica erro do piloto) é malandra, pois não está errada – não banca a causa do acidente como erro humano, porém induz o leitor a pensar desta forma –, mas também não é rigorosa como a apuração de Fernando Rodrigues. O que o repórter diz, logo no lide, é que pode ter havido falha do piloto no manejo da alavanca de aceleração (manete) ou uma pane no computador do avião, de a travar o manete… Tudo somado, a verdade é que não há a menor condição, neste momento, de afirmar peremptoriamente a causa do desastre. Quem faz isto ou é irresponsável ou quer surfar nos quase 200 cadáveres para fazer política.
agosto 1, 2007
Deputado tucano diz que Veja pode ter feito jogo da Airbus
BLOG DO ROVAI
01/08/2007
Tempos Aeronáuticos Modernos
Vladimir Platonow/ Agência Brasil
“Isso é extremamente preocupante, porque a regulamentação é exatamente o que garante a segurança de vôo. Nós temos inúmeras denúncias em relação à empresa [TAM], já encaminhadas ao Ministério Público do Trabalho. Tentamos com a empresa a regularização de várias situações, mas não foram colocadas em prática. Agora cabe a nós aguardar que a Justiça trabalhista tome as iniciativas necessárias”, disse.
Segundo o sindicato, a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) determina que a jornada dos trabalhadores do setor aéreo é de apenas seis horas, pelo nível de estresse a que são submetidos. Por isso, a extensão de horas de trabalho para essa categoria é proibida. A determinação estaria sendo desrespeitada pela TAM.
O tempo curto para que os mecânicos façam trabalho de manutenção também é criticada pelo presidente do Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre (formado pelo pessoal de terra, incluindo atendentes e mecânicos), Celso Klafke. Segundo ele, a TAM dá apenas 15 minutos para fazer a inspeção em quase 100 itens das aeronaves, quando elas pousam. “Qualquer um sabe que isso é pouco tempo. Alguma coisa eles [os mecânicos] não vão fazer nesses 15 minutos”.
Klafke ressaltou que os mecânicos são bem capacitados, mas que o tempo ideal para a manutenção em solo é de 30 a 45 minutos: “O ritmo a que eles são submetidos é desumano – muita pressão, muita responsabilidade, e isso ocasiona problemas”.
Graziella Baggio afirma que há uma indefinição na escala de vôo dos tripulantes, que têm suas vidas prejudicadas, pois não conseguem programar compromissos e isso gera uma grande carga de tensão: “Esse é um dos maiores fatores de estresse, pois não pode garantir o que se vai fazer durante a folga. Isso interfere na saúde e na qualidade do trabalho”.
Ela também defendeu a criação de uma agência independente de investigação de acidentes, conforme projeto enviado ao Ministério da Defesa, em 2003.
julho 31, 2007
POR QUE VEJA CULPA O PILOTO?
Leitores [ do blog ENTRELINHAS ] perguntam por que a revista Veja desta semana deu capa para um suposto furo ( na verdade, já tinha saído nos jornais diários ) sobre o acidente com o Airbus da TAM, apontando um erro do comandante da aeronave como causa principal do desastre? Este blog não tem informação suficiente para uma resposta categórica, mas há uma boa hipótese para tão inusitado acontecimento – a revista poupar o presidente. Veja tem dois interesses fundamentais hoje em dia: desmoralizar Lula e garantir a sua própria $obrevivência. Se puder juntar as duas coisas em uma matéria só, tanto melhor. Às vezes, porém, é preciso optar. A versão do manete deixado em posição errada pelo piloto é boa para a TAM e excelente para a fabricante Airbus. Essa gente tem um punhado de recursos, como se sabe.
Ora, podem perguntar os leitores mais atentos, então por que Veja não comprou a versão de que a pista é a grande culpada, uma vez que neste caso a TAM e a Airbus também ficariam de cara limpa? Em primeiro lugar, porque o governador de São Paulo não estava gostando muito dessa história de execrar Congonhas – o fechamento do aeroporto em última análise implicaria em uma realocação bem radical das linhas e vôos, descentralizando o sistema aéreo. Descentralização, como se sabe, é palavra que não consta do vocabulário de José Serra. Do ponto de vista da TAM, Congonhas é uma verdadeira árvore de fazer dinheiro e isto poderia mudar se o aerporto viesse a ser fechado ou tivesse uma redução ainda mais drástica no número de vôos do que foi anunciado ontem, segunda-feira, pelo ministro Nelson Jobim.
Pois resta provado que para entender certas contradições da grande imprensa, é preciso mesmo ler nas entrelinhas… A munição de Veja contra Lula ficou guardada para a próxima edição, salvo, é claro outra ocorrência que afete tão diretamente os grandes amigo$ da revista.


TRIVELA
Carta Maior
CASA VIDA
Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
HORA DO POVO
IBGF – Instituto Brasileiro Giovanni Falcone
NOSSA HAPPYLÂNDIA
Portal IBASE
PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
QUERO UM BICHO
REVISTA FÓRUM – Outro mundo em debate
Y. COPRÓFAGOS ANÔNIMOS
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ALTERNATIVE TENTACLES
GREG PALAST
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