ENCALHE

junho 6, 2008

Dilma desmente Denise Abreu, a "Nova Musa do Golpe"

Dilma desmente ex-diretora da Anac que tinha relações ilícitas com aéreas
Hora do Povo, 06.06.08
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, rechaçou as declarações da ex-diretora da Agência Nacional de Aviação (Anac), Denise Abreu, que disse em entrevista que teria havido interferência da ministra no processo de venda da Varig.
“O governo não participou da venda da Varig”, afirmou na quarta-feira, depois de apresentar relatório sobre obras do PAC.
“Destaco que esse tema ( da falência da Varig ) foi tratado no âmbito da Anac. Nós consideramos falsas essas acusações, até porque o processo de falência era público e notório”, acrescentou. “O governo teve grande preocupação com a venda da Varig e a descontinuidade dos serviços, nos demais aspectos respondo dizendo que essas declarações são falsas”, completou Dilma.
A ex-diretora da Anac alegou na entrevista que foi pressionada pela ministra e pela secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, a tomar decisões favoráveis à venda da VarigLog e da Varig a um fundo americano e seus sócios brasileiros. Segundo ela, foi desestimulada a exigir documentos dos sócios da empresa, contrariando lei que proíbe estrangeiros de ter mais de 20% do capital de companhias aéreas.
Na entrevista, ela surge com um nada original e também sem fundamento conto do “dossiê” que teria sido enviado para ela após sair da Anac.
“Ao ler o dossiê, passei a entender uma série de questionamentos que recebi de deputados durante a CPI do Apagão Aéreo e que na hora eu não havia entendido. Também entendi por que, em 2006, a ministra Dilma afirmou que eu e o Velozo fazíamos lobby para a TAM e o Leur e o Zuanazzi fariam para a Gol”, disse, tentando arremedar o conto do “dossiê”, expediente que os tucanos e a mídia golpista utilizaram no caso dos dados com os gastos de FHC.
A passagem de Denise Abreu pela Anac foi catastrófica. Como exemplo, a ex-diretora foi criticada por familiares das vítimas da queda do avião da Gol, em setembro de 2006, por ter tratado mal e ignorado a dor de quem pedia detalhes da tragédia. “Vocês são inteligentes. O avião caiu de 11.000 metros de altura. O que vocês esperavam? Corpos?”, disse, durante reunião dois dias depois da tragédia.
Em março de 2006, ela assumiu a diretoria de serviços aéreos na então recém-criada Agência. As investigações do acidente com o Airbus da TAM, que matou 199 pessoas em Congonhas, revelaram que ela mantinha relações suspeitas com as empresas que deveria fiscalizar, chegando a ludibriar a Justiça para favorecer as companhias aéreas. Seu irmão, o advogado Olten Abreu Júnior, prestava serviços à TAM.
Nesse período, uma peculiaridade da ex-diretora foi revelada: a de fumar charutos.
Denise Abreu entrou no PSDB em 1995, ocupando a chefia de gabinete de José Guedes, secretário de Saúde de Mário Covas. Passou pelo mesmo cargo na pasta da Assistência Social, onde acompanhava obras da antiga Febem. Em 2003, ganhou um cargo na Casa Civil.

junho 1, 2008

Oposição recua e diz que não houve crime na confecção de dossiê na Casa Civil

Consciência Política, 30/05/08
A oposição admitiu que não houve crime no ato da elaboração do banco de dados feito pela Casa Civil sobre gastos do governo Fernando Henrique Cardoso, porque o ilícito seria apenas o vazamento dessas informações pelo ex-secretário de Controle Interno do órgão, José Aparecido Pires. A conclusão faz parte do sub-relatório elaborado pela oposição na CPI mista dos Cartões Corporativos, lido nesta quarta-feira e comemorado pelos governistas.
A leitura do sub-relatório dos deputados federais Carlos Sampaio (PSDB-SP) e Índio da Costa (DEM-RJ) fez parte dos procedimentos de encerramento da CPI, cujo relatório final será votado na próxima semana com as conclusões das investigações e possíveis encaminhamentos adicionais como pedidos de investigação ao Ministério Público (MP).
No texto apresentado nesta quarta, Carlos Sampaio e Índio da Costa demonstraram, na prática, um recuo no discurso adotado durante a os últimos meses na CPI, quando acusavam autoridades e servidores da Casa Civil de terem cometido crimes aos usarem dados públicos para montar um dossiê com objetivos políticos. O sub-relatório sequer citou os nomes da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e seu braço direito, Erenice Guerra, atacadas meses a fio como responsáveis e coordenadoras pelo dossiê.
“(…) Deixamos de propor o indiciamento daqueles que entendemos envolvidos, pois a própria Polícia Federal já indiciou o sr. José Aparecido Nunes Pires e, no tocante aos demais servidores envolvidos, suas condutas não caracteriza ilícito, mas sim atos de improbidade administrativa que já estão sendo analisados pela Procuradoria da República no Distrito Federal”, escreveram os sub-relatores.
Os deputados Carlos Sampaio e Índio da Costa também recomendaram que o relator da CPI, deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), remeta as conclusões sobre o caso dossiê para ajudar no inquérito aberto pela PF sobre o assunto.
Os parlamentares governistas consideraram uma vitória a omissão do nome de Dilma Rousseff e Erenice Guerra, além do texto ponderado, sem ataques ou pedidos de indiciamento.
“Neste momento eles afastaram todos os ‘fantasmas’ sobre a Presidência da República. É uma prova inquívoca de que o dossiê não existiu, e que a ministra Dilma e Erenice não tinham nada a ver com isso”, comemorou o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), um dos governistas mais combativos na CPI.
O relator da comissão, Luiz Sérgio, comentou que “os sub-relatores hoje reafirmaram minha convicção de que o dossiê serviu num período de disputa política, mas não há nenhum dado consistente para incriminar quem quer que seja na Casa Civil, a não ser José Aparecido Pires, porque foi do computador dele que saiu o dossiê”.
Questionado por que não havia citado o nome de autoridades após tantos meses de ataques da oposição, o sub-relator Índio da Costa demonstrou irritação. “Uma coisa é a vontade de bater no governo, e isso eu tenho muita, outra coisa é ser irresponsável, e isso não posso ser”, desconversou.

maio 17, 2008

Dilma mente para Ditadura Militar

Jasson de Oliveira Andrade
Convocada a depor, a ministra Dilma Roussef esteve no Senado. Uma intervenção desastrosa do senador José Agripino (DEM-RN), que pensava em deixá-la em situação difícil, ao contrário, tornou-a uma heroína. É o que vamos ver a seguir.
A participação do senador do DEM mereceu críticas gerais. Dora Kramer, em artigo ao Estadão (9/5/2008), afirmou que “a oposição foi irretocavelmente incompetente”, dizendo ainda que “os senadores aliados sim, deram um show. De categoria e habilidade política.”

A Folha, em editorial sob o título “Revés da oposição”, comentou: “Na tarde de ontem [7/5], tudo começou com uma péssima idéia do senador José Agripino (DEM-RN): julgou pertinente trazer à baila uma entrevista em que a ministra contou ter mentido muito às forças da repressão. (…) “Eu fui barbaramente torturada, senador”, respondeu Dilma Rousseff. “Qualquer pessoa que ousar falar a verdade para os torturadores, entrega os seus iguais. Eu me orgulho muito de ter mentido na ditadura, senador”. (…)
A força emocional e política de uma resposta desse tipo só poderia marcar NEGATIVAMENTE (destaque meu) as acirradas disposições de ânimo com que a oposição iniciava seus questionamentos”.
O jornalista Luiz Antonio Magalhães, no seu Blog Entrelinhas, constatou: “PT vibrou com a atuação de Agripino Maia”. É verdade. Como a ministra foi convocada para falar do PAC, embora a oposição preferisse questionar sobre o Dossiê sobre os gastos do governo de Fernando Henrique Cardoso, o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) ironizou: “Já que o assunto é PAC, podemos dizer que o senador José Agripino pavimentou a estrada para a ministra Dilma brilhar”.
Eliana Cantanhêde, em artigo à Folha, opinou: “Quem disparou primeiro contra ela [Dilma] e errou feio foi o
senador José Agripino Maia, do DEM, que tentou ser esperto ao dizer que a ministra “mentiu muito” na ditadura militar. (…) Disse que tinha orgulho de ter mentido, porque mentir significou suportar tortura para salvar a vida de companheiros. De quebra, foi ferina, apesar de elegante, ao fazer o confronto entre ela, que combatia a ditadura, e Agripino, ex-Arena e ex-PDS, que a defendia. “Estávamos em campo opostos.” Havia algum espaço para a tréplica?” Realmente, Agripino iniciou na política, segundo a Folha, com a nomeação dele pelo governo militar para a Prefeitura de Natal em 1979. Começou mal, como prefeito “biônico”!
Noblat, em seu Blog, comenta: “Ela [Dilma] entrou na sala da Comissão [do Senado] como suspeita de ter encomendado um dossiê sobre despesas sigilosas do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Saiu como a heroína que aos 19 anos de idade foi presa e torturada por agentes de ditadura militar de 1964, e mesmo assim NÃO DEDUROU NINGUÉM (destaque meu).” Noblat ainda revelou: “Outro dia, o governador de São Paulo José Serra (PSDB), aspirante à vaga de Lula, alertou seus companheiros de partido: “Se continuarem tratando Dilma dessa forma ela acabará emplacando como candidata. E com chances de vencer”. (…) Advertência de Serra, hoje, ganhou mais robustez”. Com razão. O próprio deputado Vic Pires Franco (DEM-PA), atuante parlamentar, reconheceu: “A expectativa era que a ministra seria detonada, mas ela é que nos detonou”.
Quanto aos Dossiês sigilosos, em minha opinião, deveriam ser realmente divulgados, sejam de Fernando Henrique ou de Lula!
JASSON DE OLIVEIRA ANDRADE é jornalista em Mogi Guaçu e autor do livro “
O GOLPE DE 64 EM SÃO JOÃO DA BOA VISTA
Maio de 2008

maio 16, 2008

As fontes e o suposto dossiê

Filed under: Álvaro Dias, Dilma Roussef, golpismo, imprensalão, suposto dossiê — Humberto @ 3:57 pm
Apenas uma mera especulação. O Álvaro Dias disse que foi uma das fontes, deve ter sido uma delas. E a ou as outra ( s )? Quem sabe, talvez tenha sido seu assessor, o tal de Fernandes. E o camarada disse que não tinha mais o email, que apagou a mensagem. Não sou expert, mas acho que há softwares que recuperam estas informações deletadas. Sei lá. Só prá registro.

maio 12, 2008

Alvaro Dias mentiu sobre vazamento de dados, diz Dr. Rosinha

Deputado do PT defende que senador tucano seja ouvido pela CPI dos Cartões e que sua postura seja investigada pelo Conselho de Ética do Senado.
Site do Dr. Rosinha
09/05/08
O deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR), vice-presidente do Parlamento do Mercosul, defendeu nesta sexta-feira (9/5) a convocação do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) para prestar depoimento à CPI mista dos Cartões Corporativos.
“Álvaro Dias mentiu no plenário do Senado, no início de abril, ao dizer que não sabia de nada sobre o vazamento de informações da Casa Civil”, afirmou Dr. Rosinha.
“Não basta convocar os dois servidores que trocaram e-mails. A CPI precisa ouvir também o próprio senador Álvaro Dias, principal suspeito de ter tornado público o suposto dossiê.”
Conforme laudo do ITI (Instituto de Tecnologia da Informação), órgão vinculado à Casa Civil, os dados teriam sido passados por e-mail a André Eduardo da Silva Fernandes, assessor de Álvaro Dias. O autor da mensagem seria o servidor José Aparecido Nunes Pires, lotado na Casa Civil.
No último dia 2 de abril de 2008, no plenário do Senado, Alvaro Dias negou saber a autoria do vazamento de dados na Casa Civil. “Se eu soubesse, senadora Ideli, quem vazou a informação do Palácio do Planalto, eu diria, eu denunciaria. Ocorre que eu não sei”, afirmou o senador, num aparte concedido por Ideli Salvatti (PT-SC).
Na ocasião, o deputado Dr. Rosinha já havia defendido uma investigação do Conselho de Ética do Senado sobre Álvaro Dias por eventual quebra de decoro parlamentar.
“Se o próprio tucano reconhece que teve acesso a um documento ilegal, por que não acionou o Ministério Público e a Polícia Federal?”, questionou o parlamentar petista.
Já em entrevista concedida hoje (9/5) à rádio CBN, Dias disse que sabia quem tinha passado as informações para seu assessor, mas não revelou porque ele havia pedido sigilo da fonte.
“O importante é quem ordenou usando a máquina pública com o objetivo de fazer chantagem política. Quem vazou o dossiê já se sabe.”
Dr. Rosinha elogia análise publicada pelo jornalista Luis Nassif em seu blog. “O único senador que tomou contato com o tal dossiê – pelo que se sabe até agora – foi Álvaro Dias. E os dados vieram através da iniciativa de um funcionário da Casa Civil que tinha relações pessoais com seu assessor”, escreve Nassif.
O jornalista observa que não há nenhum indício de chantagem, como foi insinuado inicialmente pela revista “vEJA” [ OBS: O CATA-MILHO corrigiu e reescreveu a inicial da revista com minúscula, que é como ela merece ]. Para Nassif, não foi chantagem, foi uma armação para tentar “queimar” a ministra Dilma Roussef (Casa Civil).
“Só existe uma certeza: o senador Álvaro Dias atuou como cúmplice”, conclui Luis Nassif.

maio 9, 2008

DOSSIÊ DOS GASTOS DE FHC FOI ARMAÇÃO DO PSDB!!

Blog de coxipodaponte
08/05/08
*Do Blog do Nassif
As peças se encaixam
Ontem, FHC veio com a história de que o “dossiê” sobre seus gastos era factóide. Por que isso, se permitiu que essa bobagem alimentasse a imprensa durante semanas e semanas da mais pura catarse, com ameaças de CPI, uma orquestração infernal da mídia, um patrulhamento virulento em cima de quem apontava para a armação?
Porque justo ontem? Ontem poderia ser um dia qualquer, não fosse o fato de que foi na véspera da divulgação da informação de que os dados saíram de um funcionário da Casa Civil direto para um assessor do senador Álvaro Dias.
Não foi chantagem, foi armação.
FHC sabia disso, mas só se preocupou em minimizar o episódio quando percebeu que a armação estava sendo desmascarada.
Na qualidade de publicação que recebeu a “denúncia” das mãos do senador Álvaro Dias, Veja sabia disso desde o começo e sonegou a informação sobre a origem do documento. Não era o caso de entregar a fonte. Mas, fosse um veículo com um mínimo de preocupação com a honestidade jornalística, informaria que um senador da oposição recebeu o arquivo com o material. A partir daí ficaria claro o propósito da divulgação do material. Chantagem consiste em ameaçar divulgar um arquivo e segurar ou inventar informações. Se o arquivo foi entregue a um senador da oposição, a intenção não podia ser chantagear, mas queimar a Ministra Dilma Rousseff.
Era uma denúncia com a marca da falta de credibilidade da “Veja”. Acabou renascendo das cinzas com a decisão da “Folha” de, mais uma vez, ir a reboque da revista.
Faça-se um apanhado das declarações definitivas, das afirmações sobre o futuro político da Dilma, as indignações ensaiadas, a dramatização do evento, tudo em cima de uma armação. E confira-se com a repercussão amanhã.
Após as investigações fica claro uma operação com o claro intuito de queimar uma eventual candidatura à presidência da República. Qual a dose de indignação que será utilizada para definir essa armação?
Igor Romanov
* Até quando, Meu Deus, o Brasil irá tolerar essas armações do PSDB, sem dar um basta a tudo isso?
Escrito por coxipodaponte

abril 6, 2008

Conselho de Ética do Senado deve investigar Álvaro Dias, diz Dr. Rosinha

O deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR) defendeu nesta quinta-feira (3/4) que o Conselho de Ética do Senado abra um processo de investigação por quebra de decoro contra o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que admitiu ter acesso ao “suposto dossiê” antes da revista “Veja”.
O deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR) defendeu nesta quinta-feira (3/4) que o Conselho de Ética do Senado abra um processo de investigação por quebra de decoro contra o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).Dias admitiu que teve acesso ao suposto “dossiê” com gastos sigilosos do ex-presidente FHC e sua esposa, Ruth Cardoso, antes de sua publicação pela revista “Veja”. O tucano não confirmou —e nem negou— que tenha sido a fonte para a matéria da revista.
“O Conselho de Ética do Senado Federal precisa abrir um processo de investigação contra Álvaro Dias por quebra de decoro”, afirmou Dr. Rosinha. “Se o próprio tucano reconhece que teve acesso a um documento ilegal, por que não acionou o Ministério Público e a Polícia Federal?”, questiona o parlamentar petista.
O deputado afirma ter certeza de que foi Alvaro Dias quem municiou “Veja”.
“Como a revista tem uma linha editorial antipetista, e como o Álvaro adora um palanque midiático e é adepto da política da intriga, não tenho dúvidas que ele repassou o suposto dossiê”, afirma Dr. Rosinha.
“Esse não é um comportamento apropriado para um senador da República. Ele tem que se explicar.”
Dr. Rosinha aponta que a atitude do senador tucano desmoraliza ainda mais as comissões parlamentares de inquérito (CPIs) no Brasil. “Deixei de acreditar na eficiência das CPIs, que hoje são mais um palanque eleitoral que investigações de fato”, afirma.
“Parece que Álvaro Dias, desde a violência contra os professores do Paraná em 1988, não aprendeu a lidar com a democracia”, afirma Dr. Rosinha, referindo-se a um episódio de violência policial na época em que Dias era governador. “Falta a ele estatura moral e ética para se apresentar, agora, como paladino da justiça.”
Dr. Rosinha

abril 4, 2008

Petistas cobram explicações de tucano sobre dossiê

Deputados do PT cobraram ontem na CPMI dos Cartões Corporativos explicações do senador Alvaro Dias (PSDB-PR) sobre o dossiê com os gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Em entrevista ao site Terra Magazine, o senador admitiu ter passado informações sobre o assunto para a revista Veja.
Segundo o deputado Nilson Mourão (PT-AC), Alvaro Dias “precisa explicar todo esse processo”. “Estou cada vez mais convencido de que tudo indica que o dossiê é obra da oposição para ‘melar’ todo o trabalho de investigação da comissão de inquérito”, disse. Para o petista, qualquer passo da CPMI só pode ocorrer após as explicações do senador tucano. De acordo com o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), é preciso discutir se o senador teve acesso a documentos sigilosos do governo federal e se quebrou esse sigilo.
Dos 34 requerimentos de convocação votados ontem, apenas um foi aprovado. O diretor do Banco do Brasil Cartões (BB Cartões), Alexandre Correa Abreu, deve comparecer para prestar esclarecimentos sobre os cartões utilizados pelo governo.
A CPMI rejeitou a convocação da chefe de gabinete da secretária executiva da Presidência, Maria de la Soledad Bajo Catrillo, e a convocação da secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra. Na próxima terça-feira (8), os parlamentares realizam audiência pública com o chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, general Jorge Felix, e com o ministro do Esporte, Orlando Silva.

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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