Leiam , logo a seguir, um comunicado que aparece no site da APEOESP. Enquanto a secretária de Educação estadual aparece dizendo que “num mundo ideal, ela fecharia as faculdades de pedagogia”, nós temos que ter em mente que, num mundo ideal, NÃO EXISTE PSDBISTA GOVERNANDO!!
Antes de qualquer coisa, é importante esfregar na cara de certos “cidadãos de bem” que se espalham nas seções de cartas de leitores nos jornais ( sim, pois estas são as pessoas próximas a nós, nosso cotidiano e convívio social ) que os professores, excetuando os de 1a. à 4a. Série ( por causa de uma lei antiga ) devem ter DIPLOMA DE NÍVEL SUPERIOR!! Ou seja, ficar repetindo o que os colunistas-lixo e editoriais cafeeiros escrevem, dizem, ou apenas reproduzem os press-releases tucanos – dissertando sobre a suposta “falta de capacidade” dos docentes – não lhes gabarita a ficar dando pitaco em questões que não entendem ou não fazem questão de estar certos.
Eu também não conheço muito bem esta questão mas, ao contrário destes vermes ( que bom, eu posso escrever do modo que me agradar), eu VOU PERGUNTAR A QUEM SABE, ou seja, um especialista ( como fazem os jornais e revistas ) ou a um consultor ( é só nomenclatura, não se impressionem ), como fazem os jornais e revistas. Qualquer um pode consultar um especialista ou consultor. É só apresentá-los dessa forma, e torcer para que o interlocutor seja destes tipos bem impressionáveis, como são os coprófagos leitores de jornais e revistas do imprensalão.
Olha só:
Olha só:
O Jornal da Tarde ( o “Mini-Me” do Estadão ) publicou o seguinte, no dia 16/03 [ OBS: dois dias seguintes à manifestação dos professores que os jornais prefiriram ignorar]: “R$ 1 bilhão para aposentadoria dos professores”
ESCÂNDALO!! ROMBO!! GASTOS!! BARNABÉS!!
Nada disso. Uma simples série de questões simples, formulada junto a meu consultor, revelou o escândalo que foi essa reportagem. Cheia de omissões ou ( e ) mentiras, pura e simplesmente.
Um exemplo?
O economista Samuel Pessoa, da Fundação Getúlio Vargas do Rio, enumerou, como “problemas”, a “aposentadoria precoce” com “acúmulo de gratificações”, que seriam “atrativos” para a rede pública, mas que o “custo desta aposentadoria impediria maiores reajustes na folha dos ativos”.
Um economista. Uma autoridade.
Vejamos o que diz meu consultor:
Não existe “aposentadoria precoce”
Só aposenta quem atinge a idade obrigatória e tempo de contribuição. Isso, a partir de reformas promovidas pelo próprio governo Fernando Henrique Cardoso.
Sobre as “gratificações acumuladas”
É tão simples que, o simples fato de um economista ter afirmado aquilo, mereceria uma revisão de sua jornada universitária, e a suspensão de seu diploma [ palavras minhas, não foi meu consultor quem disse isso ], ou o fechamento da faculdade, seguindo a lógica da secretária estadual.
Os professores não cansam de dizer que, justamente, um dos problemas é justamente a intituição das gratificações que não são consideradas nos cálculos da aposentadoria. Por isso que, uma das exigências da categoria é a incorporação das gratificações aos salários, como elucida, algumas linhas seguintes ao economista, o presidente da APEOESP, Carlos Ramiro de Castro.
Repitam comigo: “Uma das exigências da categoria é a incorporação das gratificações aos salários”… “Uma das exigências da categoria é a incorporação das gratificações aos salários”…
VOCÊ AÍ DO FUNDO, LEITOR DE VEJA E ESTADÃO: “Uma das exigências da categoria é a incorporação das gratificações aos salários…”. O salário-base é com o qual o professor se aposenta. Para se ter uma idéia, na época de Franco Montoro no governo estadual, o salário-base dos professores equivalia a dez salários mínimos da época. Hoje está em DOIS E MEIO salários mínimos atuais.
Por isso, é apenas e levemente IMPOSSÍVEL a um professor se aposentar recebendo o valor que o Jornal da Tarde está dizendo a seu leitor ( eles usaram como exemplo uma hipotética professora que começaria a trabalhar aos 23 anos e aposentaria aos 48 – a idade mínima está entre 50 e 55 anos – recebendo, “em média”, R$ 1548,00 ). Mas, por outro lado, quem é que disse que o leitor de jornais liga para a verdade?
Uma grave – e proposital – omissão: todo funcionário público estadual ( ao menos em São Paulo ) recolhe 11% de seu salário-base ao IPESP ( um Instituto de Previdência do funcionalisto ), e não tem direito ao FGTS.
Eu poderia enumerar, aqui, todas as detalhadas informações e contra-argumentações que meu consultor me forneceu, e que não surgem nas páginas do imprensalão; mas isso requer uma concentração minuciosa e um dispêndio de energia que eu não possuo, já que, de certa maneira, cabe aos próprios interessados fazer isso.
Ou seja, os pais. Mas estes não ligam para os resultados do Saresp. Caso alguma fagulha de indignação surja, é só o governador reduzir as aliquotas e taxas que incidem sobre os telefones celulares, e a calma retorna aos níveis a que estamos – nós e, principalmente, os governos tucanos – acostumados.
Só quero garantir ( impossível, eu sei ) , escrevendo algo a respeito disso neste blog, que eu não seja importunado com chorumelas na longa e demorada fila do ônibus, já que, se por um lado eu adoraria ver a tucanalha longe do Poder, pelo outro eu não idealizo e nem romantizo a população. Podem estar certos disso.
Vejam só o desafio que está diante de nós, pessoas que desejamos, de verdade, nos informar: as categorias profissionais, as atividades diversas, o que for, todas têem as suas particularidades, suas regras, estatutos, regulações, etc. Para podermos dar uma opiniãozinha ( ou voto, afinal ), com alguma consistência, a quantidade de dados e informações que necessitamos é enorme. Não é possível ignorar isso. Existem dois caminhos: arriscar e deixar nossa compreensão de mundo a cargo dos outros – jornais e revistas, no caso dos mais preguiçosos – ou tentarmos, por nós mesmos, descobrir as coisas. Se me perguntarem, daqui a 5 minutos, sobre isso que eu escrevi, ou sobre a composição total e integral do quadro da Educação em São Paulo, eu jamais vou poder responder, pois não estou, exatamente, familiarizado com isso, e nem mesmo arranho a superfície da questão. Sou uma pessoa comum e curiosa, só isso. Estudei e completei o segundo grau, sempre em escolas públicas, li em bibliotecas públicas e fui atendido em postos de saúde públicos. Considerando as possíveis exceções, o ambiente escolar e a relação com os professores me foram amistosos, proveitosos e emocionalmente enriquecedores. Não sou de guardar gratidão mas, se fosse, os professores com os quais convivi estariam no topo da lista. Estes governos tucanos, tecnocratas e plutocratas insensíveis e ( ao contrário do que dizem os presses-releases transvestidos de jornais e revistas vendidos em bancas ) incompetentes de marca maior – que só enganam a classe-média, mau-caráter por natureza – quebraram toda a afetividade que poderia existir numa comunidade escolar. Na verdade fizeram isso com a sociedade brasileira, quando o mínimo denominador comum entre nossa população era o Estado, e este passou a ser desmantelado. Veio a cultura da “competitividade”, do “correr atrás”, da “produtividade gerencial”, do “cada um, cada um”, e do “Mercado de Trabalho cada vez mais disputado” e pronto: cada um,cada um. O cara na fila do ônibus é meu inimigo. Imagine isso em larga escala.
Se, entre os poucos leitores deste blog, existir algum professor, e que queira deixar algum recado, alguma informação, fique à vontade. Aqui o espaço é vosso, já que a escola deixou de ser. Se escrevo algo aqui, é por vocês, não pelos alunos e nem pelos pais e palpiteiros lambe-botas de tucanos enganadores. Pois eles se merecem.
Reunidos em assembléia, professores repudiam ataques da Secretaria da Educação e apontam indicativo de greve
Todos à Assembléia em 04 de abril, no Masp!
Reunidos em assembléia em frente à Secretaria da Educação nesta sexta-feira, 14, cerca de cinco mil professores aprovaram ampla campanha contra as medidas impostas pela secretária Maria Helena Guimarães de Castro.
“Contra as medidas de Serra; por emprego e salário; em defesa da escola pública” será o eixo norteador da campanha que deverá ser amplamente divulgada, envolvendo toda a comunidade escolar.
Em 21 de janeiro, a Diretoria da APEOESP entregou a pauta de reivindicações da categoria à secretária da Educação. Até o momento, não houve qualquer retorno por parte do governo.
Durante a assembléia desta sexta-feira, a categoria aprovou um ultimato ao governador: se as reivindicações não forem atendidas até o dia 04 de abril, data da nova assembléia, os professores iniciam greve por tempo indeterminado.
É imprescindível reforçar a mobilização e organização diante dos intensos ataques por parte do governo estadual: avaliação de desempenho, premiação,retirada do ALE de diversas unidades,aulas aos sábados, aprovação automática, demissão de centenas de professores, recuperação paralela, não cumprimento da data-base, baixos salários, salas superlotadas, péssimas condições de trabalho, investida contra a liberdade de cátedra e a autonomia das escolas, falta de estrutura para combater a violência, retirada e diminuição de disciplinas do currículo, entre outros.
Serra quer privatizar todos os serviços públicos A assembléia realizada nesta sexta-feira deixou patente que a categoria não aceitará ser responsabilizada pela destruição da rede provocada pela política educacional deste governo. É claro e notório que o abandono da escola pública e a desvalorização dos profissionais fazem parte de um projeto que objetiva privatizar a rede pública de ensino.
Desde 1996, quando a secretária Rose Neubauer implantou a reorganização da rede, este cenário vem sendo construído. Os professores e demais trabalhadores devem resistir a esta ofensiva e convencer a população a participar das lutas em defesa da escola e dos demais serviços públicos. Não podemos permitir que nossa rede de ensino seja transformada em fábrica de mão-de-obra barata, tampouco vamos aceitar a política privatista do PSDB. A APEOESP ampliará a confecção de materiais (panfletos, adesivos, jornais) e matérias pagas contra as medidas da Secretaria.
É importante que os representantes de escola divulguem a campanha em todas as unidades escolares, convencendo os professores que ainda não participam da luta.Para impedir a implantação das propostas nefastas da secretária Maria Helena Guimarães precisaremos ampliar nossa mobilização e organização. Vamos denunciá-la como inimiga da Educação em São Paulo: Fora, Maria Helena!
Novas escolas devem receber o ALE
Após pressão da APEOESP, a Secretaria anunciou o acréscimo de mais 254 escolas nalista de unidades que receberão o Adicional Local de Exercício. Segundo release divulgado nesta sexta-feira, 14, a determinação será publicada no Diário Oficial em 18 de março.
A APEOESP continuará pres-sionando a Secretaria para estender o Adicional a todas asunidades da rede. Também reforçará a solicitação para que as escolas de alta vulnerabilidade que perderam o direito sejam contempladas novamente. Esta reivindicação está presente na pauta entregue à Secretária em janeiro deste ano.
Classificação PCP
Os professores interessados podem acessar a primeira classificação do Professor Coordenador Pedagógico no site www.educacao.sp.gov.br, link São Paulo Faz Escola. Os classificados estão organizados por Diretoria de Ensino.
Calendário de Luta
Todos à Assembléia em 04 de abril, no Masp!
Reunidos em assembléia em frente à Secretaria da Educação nesta sexta-feira, 14, cerca de cinco mil professores aprovaram ampla campanha contra as medidas impostas pela secretária Maria Helena Guimarães de Castro.
“Contra as medidas de Serra; por emprego e salário; em defesa da escola pública” será o eixo norteador da campanha que deverá ser amplamente divulgada, envolvendo toda a comunidade escolar.
Em 21 de janeiro, a Diretoria da APEOESP entregou a pauta de reivindicações da categoria à secretária da Educação. Até o momento, não houve qualquer retorno por parte do governo.
Durante a assembléia desta sexta-feira, a categoria aprovou um ultimato ao governador: se as reivindicações não forem atendidas até o dia 04 de abril, data da nova assembléia, os professores iniciam greve por tempo indeterminado.
É imprescindível reforçar a mobilização e organização diante dos intensos ataques por parte do governo estadual: avaliação de desempenho, premiação,retirada do ALE de diversas unidades,aulas aos sábados, aprovação automática, demissão de centenas de professores, recuperação paralela, não cumprimento da data-base, baixos salários, salas superlotadas, péssimas condições de trabalho, investida contra a liberdade de cátedra e a autonomia das escolas, falta de estrutura para combater a violência, retirada e diminuição de disciplinas do currículo, entre outros.
Serra quer privatizar todos os serviços públicos A assembléia realizada nesta sexta-feira deixou patente que a categoria não aceitará ser responsabilizada pela destruição da rede provocada pela política educacional deste governo. É claro e notório que o abandono da escola pública e a desvalorização dos profissionais fazem parte de um projeto que objetiva privatizar a rede pública de ensino.
Desde 1996, quando a secretária Rose Neubauer implantou a reorganização da rede, este cenário vem sendo construído. Os professores e demais trabalhadores devem resistir a esta ofensiva e convencer a população a participar das lutas em defesa da escola e dos demais serviços públicos. Não podemos permitir que nossa rede de ensino seja transformada em fábrica de mão-de-obra barata, tampouco vamos aceitar a política privatista do PSDB. A APEOESP ampliará a confecção de materiais (panfletos, adesivos, jornais) e matérias pagas contra as medidas da Secretaria.
É importante que os representantes de escola divulguem a campanha em todas as unidades escolares, convencendo os professores que ainda não participam da luta.Para impedir a implantação das propostas nefastas da secretária Maria Helena Guimarães precisaremos ampliar nossa mobilização e organização. Vamos denunciá-la como inimiga da Educação em São Paulo: Fora, Maria Helena!
Novas escolas devem receber o ALE
Após pressão da APEOESP, a Secretaria anunciou o acréscimo de mais 254 escolas nalista de unidades que receberão o Adicional Local de Exercício. Segundo release divulgado nesta sexta-feira, 14, a determinação será publicada no Diário Oficial em 18 de março.
A APEOESP continuará pres-sionando a Secretaria para estender o Adicional a todas asunidades da rede. Também reforçará a solicitação para que as escolas de alta vulnerabilidade que perderam o direito sejam contempladas novamente. Esta reivindicação está presente na pauta entregue à Secretária em janeiro deste ano.
Classificação PCP
Os professores interessados podem acessar a primeira classificação do Professor Coordenador Pedagógico no site www.educacao.sp.gov.br, link São Paulo Faz Escola. Os classificados estão organizados por Diretoria de Ensino.
Calendário de Luta
*Dia 26 de março, 8 horas – Largo São Bento: ato contra a privatização da CESP – Companhia Energética de São Paulo
*Dia 04 de abril, 14 horas Masp: assembléia dos professores com indicativo de greve
Pauta de Reivindicações
• Reajuste salarial imediato
*Dia 04 de abril, 14 horas Masp: assembléia dos professores com indicativo de greve
Pauta de Reivindicações
• Reajuste salarial imediato
• Piso do Dieese
• Incorporação das gratificações, com extensão aos aposentados
• Novo Plano de Carreira
• Fim da aprovação automática
• Contra a avaliação de desempenho
• Máximo 35 alunos por sala de aula
• Melhores condições de trabalho
• Estabilidade para os professores OFAs
• Extensão do ALE para todas as escolas
• Gestão democrática e autonomia da escola

TRIVELA
Carta Maior
CASA VIDA
Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
HORA DO POVO
IBGF – Instituto Brasileiro Giovanni Falcone
NOSSA HAPPYLÂNDIA
Portal IBASE
PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
QUERO UM BICHO
REVISTA FÓRUM – Outro mundo em debate
Y. COPRÓFAGOS ANÔNIMOS
YOU TUBE
ALERTA TRANSGÊNICOS ( OBS: BANIDO )
ALTERNATIVE TENTACLES
GREG PALAST
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Antivírus
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