Máfia dos fiscais: Vereador da região pede abertura de CPI
Ed. 845 – 08 a 14.08.08
Na última terça-feira, dia 5, o vereador Paulo Fiorilo (PT) protocolou na Câmara Municipal proposta para a abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Máfia dos Fiscais na Subprefeitura Mooca. O esquema de extorsão contra ambulantes, implantado no Brás por funcionários da unidade municipal, foi revelado pelo Ministério Público e pela Polícia Civil há um mês.
O documento de Fiorilo conta com 19 assinaturas favoráveis, entre elas, a de outro vereador da região, Adilson Amadeu (PTB), que vem dando declarações públicas nas quais afirma que o subprefeito Eduardo Odloak também tinha conhecimento do esquema.
A expectativa é levar a proposta da CPI para votação já na próxima semana, possivelmente na terça-feira, dia 12, e para ser aprovada, depende dos votos favoráveis de 28 dos 55 vereadores da Casa.
“A partir das investigações ainda em curso no Ministério Público e na Polícia Civil, pretendemos, com a CPI, fazer um debate profundo do problema na Câmara e criar uma legislação que contribua não apenas com a situação atual, mas, evite que este sistema volte a se repetir no futuro”, destacou Fiorilo.
“Já vivenciamos este problema há dez anos (na gestão de Celso Pitta). Queremos apurar como foi naquela época e de que forma aconteceu agora. Cabe a CPI dar um passo a mais nesta questão que envolve R$ 1 milhão em arrecadação ilegal por mês. A Câmara não pode se furtar de apurar”, definiu o vereador.
Fiorilo adiantou que, independente da CPI, na próxima quarta-feira, dia 13, o promotor de Justiça, José Carlos Blat, responsável pelas investigações, será ouvido pela Comissão de Finanças da Câmara.
O vereador Adilson Amadeu, vice-presidente da Câmara, destaca que alguns dos funcionários da Subprefeitura Mooca envolvidos no esquema tinham nomeação política. “Temos que levantar de onde vieram estas indicações. Eles estavam a serviço de quem?”, indaga.
Sobre as duras acusações que vem fazendo ao subprefeito, afirma que Odloak estava sempre acompanhado do ex-assessor político Marcelo Eivazian (atualmente preso por ser um dos cabeças do esquema) e do ex- chefe de gabinete Rogério Lopes (que apesar de não ter seu nome envolvido no escândalo até o momento, foi afastado do cargo pelo secretário Andrea Matararrazo).
“O Eduardo tem que saber o que acontece com seus funcionários. O Marcelo foi preso em um motel em pleno horário de expediente”, acusa. Além de Marcelo Eivazian, seu irmão, Felipe, que era chefe de fiscalização, também foi preso na época, juntamente com outros três funcionários da Subprefeitura Mooca.
Outro lado
Eduardo Odloak encara a proposta da CPI na Câmara e as acusações de Amadeu como questões políticas. “Neste momento eleitoral é natural criar situações para ganhar espaço na mídia”, definiu. “O PT teve todo o governo passado e este também para tentar criar instrumentos que diminuam a vulnerabilidade da fiscalização nas ruas”, rebateu. “Não faltaram oportunidades para discutir esta questão”.
O documento de Fiorilo conta com 19 assinaturas favoráveis, entre elas, a de outro vereador da região, Adilson Amadeu (PTB), que vem dando declarações públicas nas quais afirma que o subprefeito Eduardo Odloak também tinha conhecimento do esquema.
A expectativa é levar a proposta da CPI para votação já na próxima semana, possivelmente na terça-feira, dia 12, e para ser aprovada, depende dos votos favoráveis de 28 dos 55 vereadores da Casa.
“A partir das investigações ainda em curso no Ministério Público e na Polícia Civil, pretendemos, com a CPI, fazer um debate profundo do problema na Câmara e criar uma legislação que contribua não apenas com a situação atual, mas, evite que este sistema volte a se repetir no futuro”, destacou Fiorilo.
“Já vivenciamos este problema há dez anos (na gestão de Celso Pitta). Queremos apurar como foi naquela época e de que forma aconteceu agora. Cabe a CPI dar um passo a mais nesta questão que envolve R$ 1 milhão em arrecadação ilegal por mês. A Câmara não pode se furtar de apurar”, definiu o vereador.
Fiorilo adiantou que, independente da CPI, na próxima quarta-feira, dia 13, o promotor de Justiça, José Carlos Blat, responsável pelas investigações, será ouvido pela Comissão de Finanças da Câmara.
O vereador Adilson Amadeu, vice-presidente da Câmara, destaca que alguns dos funcionários da Subprefeitura Mooca envolvidos no esquema tinham nomeação política. “Temos que levantar de onde vieram estas indicações. Eles estavam a serviço de quem?”, indaga.
Sobre as duras acusações que vem fazendo ao subprefeito, afirma que Odloak estava sempre acompanhado do ex-assessor político Marcelo Eivazian (atualmente preso por ser um dos cabeças do esquema) e do ex- chefe de gabinete Rogério Lopes (que apesar de não ter seu nome envolvido no escândalo até o momento, foi afastado do cargo pelo secretário Andrea Matararrazo).
“O Eduardo tem que saber o que acontece com seus funcionários. O Marcelo foi preso em um motel em pleno horário de expediente”, acusa. Além de Marcelo Eivazian, seu irmão, Felipe, que era chefe de fiscalização, também foi preso na época, juntamente com outros três funcionários da Subprefeitura Mooca.
Outro lado
Eduardo Odloak encara a proposta da CPI na Câmara e as acusações de Amadeu como questões políticas. “Neste momento eleitoral é natural criar situações para ganhar espaço na mídia”, definiu. “O PT teve todo o governo passado e este também para tentar criar instrumentos que diminuam a vulnerabilidade da fiscalização nas ruas”, rebateu. “Não faltaram oportunidades para discutir esta questão”.
Sobre o trabalho do Ministério Público e da Polícia Civil, Odloak afirmou que os órgãos estão fazendo uma investigação bastante aprofundada e garantiu que está procurando fornecer subsídios para auxiliar no processo. “Também criamos uma comissão interna que vem agindo de forma acelerada para detectar se não sobrou nenhuma ponta do esquema. Até a entrada dos dois coronéis (da Polícia Militar) na estrutura funcional da Subprefeitura é uma busca por mais rigor na atuação interna e externa”, argumentou. O subprefeito lembrou ainda que colocou sua vida em risco nos diversos embates que travou com ambulantes do Brás. “Basta ver como era e como está agora. Não estou afirmando que resolvemos o problema, mas, avançamos muito. Se tivéssemos outras intenções, não teríamos enfrentado da forma como enfrentamos”.



TRIVELA
Carta Maior
CASA VIDA
Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
HORA DO POVO
IBGF – Instituto Brasileiro Giovanni Falcone
NOSSA HAPPYLÂNDIA
Portal IBASE
PROFESSOR HARIOVALDO ALMEIDA PRADO
QUERO UM BICHO
REVISTA FÓRUM – Outro mundo em debate
Y. COPRÓFAGOS ANÔNIMOS
YOU TUBE
ALERTA TRANSGÊNICOS ( OBS: BANIDO )
ALTERNATIVE TENTACLES
GREG PALAST
ADSL Residencial
Antivírus
LIVRARIA CULTURA
Virtual Books


- Shoutwire - Internet News for the Masses






