De acordo com reportagem, José Agenor cobrava até R$ 3 mil por uma TPU falsa
junho 5, 2009
maio 3, 2009
Secretário de Kassab – já denunciado por agente de subprefeitura – é acusado por dona de boate de tentativa de extorsão! Que enredo…
A Comissão de Finanças da Câmara Municipal quer ouvir a dona da boate Romanza, Vailde Velloso, sobre a acusação feita por ela de que o secretário de Controle Urbano, Orlando Almeida, cobrou R$ 100 mil para não interditar o imóvel em que funciona a casa, na zona oeste. A suposta tentativa de extorsão, revelada ontem pelo JT, teria ocorrido na madrugada de 8 de abril. O secretário afirma que a denúncia é “caluniosa”.
Durante 20 minutos, o agente vistor Maurino Dantas Pereira deu informações aos vereadores
Ao prestar esclarecimentos na Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara Municipal, nesta quarta-feira (08/04), o agente vistor da Subprefeitura de Pinheiros, Maurino Dantas Pereira, confirmou que devido a interferência política de funcionários da Secretaria Municipal de Habitação (Sehab) e do Departamento de Controle do Uso de Imóveis (Contru) não pode embargar as obras irregulares realizadas na casa noturna Café Photo, na Avenida Juscelino Kubitschek.
“Embora aplicasse multas e impedisse o prosseguimento das obras, o senhor Paulo da Mata, representante do proprietário Inácio Longo, me informou, no dia 24 de julho de 2008, que o Orlando, da Sehab, mandou prosseguir com as obras em total desrespeito ao embargo”, disse Pereira aos integrantes da comissão. Indagado pelo vereador Milton Leite (DEM) se se tratava de Orlando Almeida, o agente vistor respondeu; “É provável”.
Depois de algumas declarações, Pereira concordou em prestar o depoimento em sigilo.“Ele colocou a denúncia no papel, o que é raro o servidor público fazer isso. Nós estamos apurando”, disse o vereador Aurélio Miguel (PR), que fez o convite para que o agente vistor comparecesse à comissão.
Por desrespeito ao embargo, a casa noturna foi multada quatro vezes e o caso foi parar na polícia.
Ao ser informado que Café Photo estava funcionando sem licença e solicitando que seus clientes fizessem reservas para os próximos dias, Aurélio Miguel solicitou que Pereira fosse ao local e fechasse o estabelecimento.
A comissão aprovou requerimentos convidando Inácio Longo e Paulo da Mata a prestarem esclarecimentos aos vereadores e solicitando cópia do pedido do embargo policial da obra, que segundo o agente vistor não foi cumprido.
fevereiro 27, 2009
O incrível lago que sumiu
Maior parte do recurso é do Ação Centro, segundo governo. Zona sul lidera nos maiores ‘bloqueios’
Subprefeituras da zona sul estão entre as que mais tiveram verbas congeladas pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM). Das cinco com a maior contenção no orçamento de atividades (manutenção) e projetos (pequenas obras), três estão na região. O “bloqueio”, segundo a Prefeitura motivado pela crise mundial, atingiu, em média, 20% do orçamento das 31 subprefeituras, que totaliza R$ 1,1 bi. A Sé, apresentada como “cartão postal” da cidade nas campanhas de José Serra (PSDB), em 2005, e Kassab, é campeã do congelamento: 44%. A Prefeitura informa que as verbas devem ser liberadas até o final do ano.O secretário de Coordenação das Subprefeituras, Andrea Matarazzo, alega que o congelamento na zona sul atinge emendas de vereadores e, na Sé, o programa Ação Centro, parceria da administração com o Banco Interamericano de Desenvolvimento. Segundo a secretaria, o total congelado, em média de 15% dos recursos para atividades e 50% de projetos, representa pequena parcela (4,2%) do Orçamento da Prefeitura. E não inclui construção e reforma de Centros Educacionais Unificados (CEUs), Assistências Médico Ambulatoriais (AMAs) e corredores de ônibus, por exemplo. Os serviços de zeladoria da cidade, diz Matarazzo, não serão afetados.De acordo com a secretaria, tiveram 100% de congelamento emendas feitas por vereadores – R$ 2 milhões de cada um dos 55 que aprovaram o Orçamento de 2009, em dezembro do ano passado, mais R$ 2 milhões dos 16 parlamentares eleitos em outubro e que assumiram em 1º de janeiro. “Na zona sul, há muitas emendas de parlamentares, por isso o resultado”, afirmou Matarazzo. “Não há conotação eleitoral no fato, tanto que grandes investimentos, como urbanização de favelas, foram mantidos na região, além de projetos estratégicos, como intervenções em áreas de risco.”Também houve congelamento integral no orçamento de convênios com o governo, União e outras fontes externas. “Na Sé, o grosso do congelamento está no convênio com o BID do Ação Centro”, diz Matarazzo. Segundo ele, quando licitações de obras forem concluídas, a verba será descongelada. Na eleição, Kassab foi alvo de crítica pelo baixo investimento da verba do BID no Ação Centro. Em sabatina no Grupo Estado, em setembro, ele admitiu atrasos, mas culpou a gestão anterior, alegando que teve de “refazer projetos”. Vereadores ouvidos pelo JT alegaram não ter sido consultados sobre o congelamento. “Pode ser problema para o prefeito. Mas os vereadores devem esperar até abril ou maio antes de cobrar descongelamento de suas emendas”, afirmou aliado. Outro vereador afirma que, se o dinheiro demora a ser liberado, resta pouco tempo para fazer licitação de obra, o que faz com que o serviço seja “empurrado” para o ano seguinte.
novembro 7, 2008
Jaz São Paulo: coisas estranhas acontecem num lugar onde as coisas parecem estar tão bem…
Moradores do Butantã City, na zona oeste, perto da USP, uma das áreas residenciais nobres de São Paulo, querem transformar o bairro em um bolsão semelhante a Alphaville, com portão e vigilância 24 horas, para aumentar a segurança e impedir a invasão de travestis e prostitutas. A idéia conta com o apoio do subprefeito do Butantã, Maurício de Oliveira Pinterich.
- Isso é possível sim. Até sugeri que desenvolvessem um projeto de comunidade protegida, em conjunto com a Companhia de Engenharia de Tráfego, para o caso ser analisado – diz Pinterich.
Enquanto o projeto não fica pronto, a medida já vem sendo adotada em diversas ruas do bairro, onde a população, por conta própria, colocou barricadas, cancela com câmera de monitoramento, grades, obstáculos e correntes. Em algumas vias há até cartazes informando que o acesso de carros e pedestres é controlado.
A principal reclamação é contra a presença de travestis e prostitutas.
- Ninguém agüenta mais essa situação. É barulho, droga, sujeira e confusão até amanhecer. Não se pode mais entrar ou sair de casa à noite porque a rua virou ponto de prostituição – reclama Carlos Wang, vice-presidente da Sociedade Amigos do Butantã City e da Cidade Universitária.
Uma comissão de moradores está sendo formada para elaborar a minuta do projeto para apresentar na Câmara Municipal. Se não for possível isolar tudo da prostituição, os moradores querem, pelo menos, trancar ruas e calçadas à noite, entre 19h e 6h.
- A lei permite o fechamento de ruas para o trânsito, mas determina que a calçada seja livre, mesmo quando se trata de um questão de segurança – afirma Eduardo Ferraz, um dos moradores.
O trecho onde Ferraz mora, na Avenida Moncorvo Filho com Rua Gaspar Moreira, havia sido fechado com grades à noite. Porém, por causa de denúncia, o Ministério Público exigiu a reabertura.
- Se não houvesse denúncia, a rua continuaria fechada, como outras vias do bairro. O pedestre não circula a pé durante a noite – reclama Ferraz.
Com medo de que a fiscalização destruísse as grades, a moradora Maria de Lourdes Pimentel Malta, “síndica” da rua, a guardou em sua casa, na esperança de poder reverter a situação.
- Bastou tirar as grades e alguns dias depois ladrões tentaram assaltar a casa da esquina – lamenta.
Carlos Wang afirma que os moradores também estudam a possibilidade de acionar o município, para obrigá-lo a tirar a prostituição do bairro.
- Essas pessoas estão ocupando as calçadas para praticar um comércio ilegal, porque não têm Termo de Permissão de Uso (TPU). Então a Prefeitura deveria agir como faz com os camelôs.
Para a maioria dos moradores, o problema são os travestis.
- Eles ficam pelados, praticam atos obscenos e ninguém faz nada – reclama Camila Mingione, que quer fechar a rua onde mora, como a de seus pais, a Valdomiro Guilherme de Campos, uma das três vias fechadas regularmente.
Leila, travesti assídua da região, afirma que eles não querem prejudicar os moradores ou desvalorizar o bairro.
- A rua é pública, porque nós também pagamos impostos. O IPTU que eles pagam só garante exclusividade no imóvel.
Carlos Wang, vice-presidente da Sociedade Amigos do Butantã City e da Cidade Universitária, afirma que os moradores já pensaram até em atacar a clientela de travestis e prostitutas para afastá-los.
- Nossa idéia é colocar câmeras nas ruas para filmar os carros dos clientes e depois divulgar as imagens pela internet. Quero ver se eles ( sic ) voltam – diz.
Comerciantes são contra
Comerciantes estabelecidos da região do Butantã estão revoltados com a campanha dos moradores para transformar o bairro em condomínio.
- Eles querem comandar tudo, se sentem donos da região. Foi por causa deles que eu e dezenas de outros lojistas quebramos – diz Enriqueta Pelegrina, dona da loja Girassol, há 13 anos estabelecida na Rua Alvarenga.
Enriqueta afirma que, desde 2004, quando os moradores decidiram transformar o bairro em zona estritamente residencial, os comerciantes estão sofrendo as conseqüências.
- É um absurdo o que vem acontecendo. Metade da rua Alvarenga é considerada zona de residências e a outra não. Por isso, tive de deixar a casa onde formei toda a minha clientela e mudar para outra maior, na mesma rua, mas com aluguel muito mais caro.
Segundo a comerciante, as multas mensais de R$ 4 mil começaram a chegar em novembro de 2007, porque sua loja estava instalada em área residencial.
- Agüentei até a metade do ano mas, como outros, também fui obrigada a ceder. Agora não sei como fazer, porque estou totalmente quebrada. E também quebrei diversas famílias que empregava. Enquanto eles querem fechar o bairro, nos queremos somente poder trabalhar.
Motoristas que são obrigados a passar pelo bairro a trabalho também estão irritados com as mudanças.
- Se a gente erra uma rua, tem que dar uma volta imensa para retornar porque está tudo fechado – reclama o taxista José Maciel.
Polícia investiga morte de fiscal da Prefeitura de SP
Homem foi assassinado na noite de quarta, quando voltava para casa. Fiscal trabalhava na Zona Sul; suspeitos fugiram.
Do G1, com informações do SPTV
23.10.08
A polícia de São Paulo investiga o assassinato do chefe dos agentes de apoio da Subprefeitura de Santo Amaro, morto a tiros dentro de seu carro na noite de quarta-feira (22). Claudemir dos Santos, de 44 anos, atuava na fiscalização de camelôs.
Veja o site do SPTV De acordo com testemunhas, um veículo parou do lado do carro em que seguia o fiscal, na Avenida Santo Amaro, Zona Sul da capital paulista, e um homem atirou várias vezes. A polícia foi chamada, mas não conseguiu encontrar os suspeitos.
As características do crime são semelhantes a casos de execução ou vingança. Não foi levado nada da vítima, atingida por mais de um disparo – um dos tiros atingiu o rosto e outro a lateral esquerda do corpo. Na opinião de colegas da vítima, o crime pode não ter relação com a função que ela desempenhava. O fiscal estava fora do seu horário de trabalho. Ele era contratado da subprefeitura, mas não era um funcionário concursado. Na hora do crime, estava voltando para casa. O homem chegou a ser levado para um pronto-socorro, mas não resistiu. O corpo foi levado para o Instituto Médico-Legal. O velório deve ser realizado na Zona Norte e, o enterro, em Lins, a 431 km de São Paulo.
Comentário: Execução foi mesmo. Agora, por quê a certeza de que o caso não tem a ver com sua atividade? E esses “colegas da vítima”, também seriam fiscais? Mais um caso envolvendo fiscais de Subprefeituras na Administração de Kassab.
Após 3 horas parados, ônibus deixam garagens na zona sul de SP SÃO PAULO – Motoristas e cobradores das duas garagens da Viação Campo Belo iniciaram a liberação dos primeiros ônibus somente às 6h25 desta quinta-feira, 6, quase 3 horas depois do normal. Com a paralisação no início da manhã, moradores que dependem dos ônibus dos terminais da região central em direção a bairros e a terminais na zona sul da capital paulista foram muito prejudicados. Comentário: e por quê foram demitidos, o jornal não fala, e nem parece querer saber, já que a explicação é : “pertencem ao Sindicato”, e isso, pro Estadão, já é motivo. Só faltava ouvirem o Serra, pra este jogar a culpa no “Paulinho da Força”. Sério mesmo: qual a causa das tais demissões? A Prefeitura já garantiu que os subsídios serão mantidos e ampliados, para que não haja reajustes em 2009, uma típica jogada eleitoral.
Motoristas e cobradores da Viação Campo Belo protestaram contra demissão de funcionários ligados a sindicato
Estadao.com.br , 06.11.08
Motoristas e cobradores deixaram as garagens três horas depois do previsto na zona sul
A paralisação foi em protesto à demissão de funcionários ligados ao sindicato da categoria. As duas garagens juntas possuem um total de 595 carros. Os primeiros ônibus deveriam ter saído da garagem às 3h30. Com a paralisação de quase 3 horas, usuários que tomam os ônibus no Largo São Francisco, e nos terminais Bandeiras e Parque Dom Pedro, no centro foram muito prejudicados.
Os terminais Capelinha, João Dias, Santo Amaro, Jardim Angela, Guarapiranga e Ana Rosa, na zona sul, também ficaram com a circulação de ônibus prejudicada na manhã desta quinta-feira.
Foram prejudicados também moradores do Itaim Bibi, Santo Amaro e Campo Limpo, e de bairros localizados próximo da divisa entre a capital e as cidades de Itapecerica da Serra e Embu, como Jardim Santo Eduardo, Jardim das Rosas, Valo Velho, Parque do Engenho, Jardim Angela, Chácara Santa Maria e Capão Redondo, entre outros.
setembro 29, 2008
Jaz São Paulo: Mais uma Subprefeitura paulistana é investigada por corrupção de fiscais. Empreendimento imobiliário rouba ruas do Mandaqui
Ex-funcionário diz que barracas, proibidas desde 2005, continuam funcionando por conivência da fiscalização
ESTADO ONLINE
A Polícia Civil e o Ministério Público investigam denúncias de irregularidades na Subprefeitura de Santana, na zona norte de São Paulo, principalmente no que se refere a uma feira livre, que deveria ter sido extinta em 2005, mas ainda funciona. O ex-chefe da Unidade Técnica de Fiscalização daquela subprefeitura, Marlone Silveira Diniz, denuncia irregularidades que envolvem o titular da Coordenadoria de Planejamento de Desenvolvimento Urbano, Emílio Romero, e agentes vistores.
agosto 13, 2008
A história da "Máfia dos Fiscais Reloaded" prossegue: vereador Paulo Fiorillo pede abertura de CPI
O documento de Fiorilo conta com 19 assinaturas favoráveis, entre elas, a de outro vereador da região, Adilson Amadeu (PTB), que vem dando declarações públicas nas quais afirma que o subprefeito Eduardo Odloak também tinha conhecimento do esquema.
A expectativa é levar a proposta da CPI para votação já na próxima semana, possivelmente na terça-feira, dia 12, e para ser aprovada, depende dos votos favoráveis de 28 dos 55 vereadores da Casa.
“A partir das investigações ainda em curso no Ministério Público e na Polícia Civil, pretendemos, com a CPI, fazer um debate profundo do problema na Câmara e criar uma legislação que contribua não apenas com a situação atual, mas, evite que este sistema volte a se repetir no futuro”, destacou Fiorilo.
“Já vivenciamos este problema há dez anos (na gestão de Celso Pitta). Queremos apurar como foi naquela época e de que forma aconteceu agora. Cabe a CPI dar um passo a mais nesta questão que envolve R$ 1 milhão em arrecadação ilegal por mês. A Câmara não pode se furtar de apurar”, definiu o vereador.
Fiorilo adiantou que, independente da CPI, na próxima quarta-feira, dia 13, o promotor de Justiça, José Carlos Blat, responsável pelas investigações, será ouvido pela Comissão de Finanças da Câmara.
O vereador Adilson Amadeu, vice-presidente da Câmara, destaca que alguns dos funcionários da Subprefeitura Mooca envolvidos no esquema tinham nomeação política. “Temos que levantar de onde vieram estas indicações. Eles estavam a serviço de quem?”, indaga.
Sobre as duras acusações que vem fazendo ao subprefeito, afirma que Odloak estava sempre acompanhado do ex-assessor político Marcelo Eivazian (atualmente preso por ser um dos cabeças do esquema) e do ex- chefe de gabinete Rogério Lopes (que apesar de não ter seu nome envolvido no escândalo até o momento, foi afastado do cargo pelo secretário Andrea Matararrazo).
“O Eduardo tem que saber o que acontece com seus funcionários. O Marcelo foi preso em um motel em pleno horário de expediente”, acusa. Além de Marcelo Eivazian, seu irmão, Felipe, que era chefe de fiscalização, também foi preso na época, juntamente com outros três funcionários da Subprefeitura Mooca.
Outro lado
Eduardo Odloak encara a proposta da CPI na Câmara e as acusações de Amadeu como questões políticas. “Neste momento eleitoral é natural criar situações para ganhar espaço na mídia”, definiu. “O PT teve todo o governo passado e este também para tentar criar instrumentos que diminuam a vulnerabilidade da fiscalização nas ruas”, rebateu. “Não faltaram oportunidades para discutir esta questão”.
julho 15, 2008
A Nova Máfia dos Fiscais, Dantas, Alstom…
julho 12, 2008
A "nova" Máfia dos Fiscais da Moóca, meu!!

junho 22, 2008
Shopping na Moóca é alvo de disputas na Justiça. Subprefeitura lacra, Justiça reabre, jornal de bairro faz Editorial cujo valor está nas entrelinhas!

Shopping Capital
O que, na verdade, se esconde por trás da cortina preta, que nós [ Nota do blog: "Nós?" ] ainda não conseguimos descobrir? O Shopping Capital ocupa hoje um lugar de destaque na principal avenida da Mooca. Dentro dele, abriga-se parte de uma universidade onde estudam mais de 1.500 alunos. Lojistas pagam impostos, geram emprego, existe um centro de lazer seguro, sem contar que o próprio shopping paga quase R$ 1 milhão por ano de IPTU. Se a Prefeitura quer fechar, por que cobra o IPTU?
Na verdade, e com certeza concluímos isso, existe algo obscuro, para não dizer forças ocultas, que têm interesse em ver o shopping fechado. Porque, não sabemos ainda. Mas, com certeza, acreditamos que não há nada em oculto que não venha a ser revelado. Por enquanto, aqueles que têm telhado de vidro, e nós sabemos quem, e que é bem frágil, cerram fileiras com a minoria que torce (e até ajuda de forma indireta) pelo fechamento.
O mais engraçado é que o subprefeito da Mooca aproveita a oportunidade e cria a “solenidade de fechamento”, convocando a grande imprensa para presenciar o ato e, logo em seguida, dá uma entrevista coletiva para responder perguntas que melhor lhe convém. Digo isso porque o PAULISTANO o questionou, nesta entrevista, que se há algo errado com o shopping, houve, com certeza, conivência da própria Prefeitura. O subprefeito, meio que pego de surpresa e não pensou na resposta que estava dando naquele momento, disse que não era subprefeito na época da construção do shopping, caindo numa tremenda contradição ( conforme reportagem de capa ), pois o mesmo participou até da solenidade de inauguração, proferindo, inclusive, um discurso sobre a importância do empreendimento para a região.
Ora bolas, por que o senhor Eduardo Odloak promove hoje todo esse sensacionalismo? Estaria ele trabalhando contra ou a favor da comunidade? Ali não funciona uma casa de prostituição, ou de jogos ilícitos e muito menos se comercializa mercadorias contrabandeadas. Portanto, cabe o ditado: quem tem telhado de vidro, não atira pedras na vidraça dos outros. E, se amanhã, vier a receber pedradas, não terá autoridade alguma para reclamar, afinal de contas, chumbo trocado não dói. E não está longe o dia de vermos o feitiço virar contra o feiticeiro. Pensem bem.
Não temos nada contra o caráter e a honestidade do nosso “prefeito” Gilberto Kassab. Mas São Paulo precisa, ou melhor, necessita de um prefeito de verdade, com autoridade e com força política para tomar decisões importantes nesta grande metrópole. O atual prefeito não tem nenhum poder à frente da Prefeitura. É um boneco dirigido por um partido político que não é o seu, cujos secretários e funcionários de segundo e terceiro escalão, em sua maioria, pertencem ao PSDB.Vila Prudente/Sapopemba tem um novo subprefeito. Reinaldo Saccoman é um engenheiro de carreira que substituirá o fiel escudeiro de Geraldo Alckmin, Felipe Sigollo que, por enquanto, fica só na espera do resultado da convenção tucana deste domingo.Este é o Jornal PAULISTANO, que continua sendo um jornal transparente e verdadeiro. Afinal de contas, é um jornal informativo como muitos, sério como poucos.
Bom fim de semana e fique com Deus.



TRIVELA
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