do Comunique-se
29/8/2007
Miami, 29 ago (EFE) - A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) analisará a intenção de um grupo de deputados de investigar a aliança comercial entre a Telefónica e o Grupo Abril, informou hoje a organização em comunicado.
Em nota, a SIP atribuiu a iniciativa dos deputados a uma tentativa de intimidação devido às denúncias de corrupção contra o presidente do Senado, Renan Calheiros, feitas pela revista Veja.
Em carta enviada ao presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia, o presidente da SIP, Rafael Molina, e o titular da Comissão de Liberdade de Imprensa e Informação da SIP, Gonzalo Marroquín, expressaram sua preocupação.
Segundo os diretores da SIP, a decisão do Congresso de dar início a uma investigação sobre o Grupo Abril pode ser uma tentativa de represália por parte de Calheiros, envolvido em atos de corrupção denunciados pela Veja.
Em 18 de julho, a Anatel aprovou a aliança comercial entre o Grupo Abril e a Telefónica espanhola, o que permitiria à nova empresa oferecer serviços de TV por assinatura, telefonia e internet banda larga.
Segundo denúncias recebidas pela SIP, as ações no Congresso teriam como objetivo frear e punir “a corajosa investigação e divulgação de diversos escândalos relacionados a políticos e membros de todos os níveis do Governo feita pela Veja”.
De acordo com as denúncias, o Grupo Abril “vem sofrendo pressões políticas, justamente sobre a aliança realizada com a Telefónica em outubro de 2006″.
O deputado Wladimir Costa (PMDB-PA) apresentou na Câmara um pedido para que a negociação entre o Grupo Abril e a Telefónica seja investigada.
Na carta ao Congresso, Molina, diretor do jornal dominicano El Día, e Marroquín, diretor do Prensa Libre, da Guatemala, disseram que, “à margem das denúncias e do poder do Congresso nacional de revisar acordos contratuais e comerciais, a SIP quer informar que observará atentamente o processo de investigação e seus resultados”.
“Esperamos que não sejam violados princípios que possam restringir o livre fluxo de informação e o direito do público a receber informação”, acrescenta a mensagem.
Em nota, a SIP atribuiu a iniciativa dos deputados a uma tentativa de intimidação devido às denúncias de corrupção contra o presidente do Senado, Renan Calheiros, feitas pela revista Veja.
Em carta enviada ao presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia, o presidente da SIP, Rafael Molina, e o titular da Comissão de Liberdade de Imprensa e Informação da SIP, Gonzalo Marroquín, expressaram sua preocupação.
Segundo os diretores da SIP, a decisão do Congresso de dar início a uma investigação sobre o Grupo Abril pode ser uma tentativa de represália por parte de Calheiros, envolvido em atos de corrupção denunciados pela Veja.
Em 18 de julho, a Anatel aprovou a aliança comercial entre o Grupo Abril e a Telefónica espanhola, o que permitiria à nova empresa oferecer serviços de TV por assinatura, telefonia e internet banda larga.
Segundo denúncias recebidas pela SIP, as ações no Congresso teriam como objetivo frear e punir “a corajosa investigação e divulgação de diversos escândalos relacionados a políticos e membros de todos os níveis do Governo feita pela Veja”.
De acordo com as denúncias, o Grupo Abril “vem sofrendo pressões políticas, justamente sobre a aliança realizada com a Telefónica em outubro de 2006″.
O deputado Wladimir Costa (PMDB-PA) apresentou na Câmara um pedido para que a negociação entre o Grupo Abril e a Telefónica seja investigada.
Na carta ao Congresso, Molina, diretor do jornal dominicano El Día, e Marroquín, diretor do Prensa Libre, da Guatemala, disseram que, “à margem das denúncias e do poder do Congresso nacional de revisar acordos contratuais e comerciais, a SIP quer informar que observará atentamente o processo de investigação e seus resultados”.
“Esperamos que não sejam violados princípios que possam restringir o livre fluxo de informação e o direito do público a receber informação”, acrescenta a mensagem.

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