ENCALHE

novembro 13, 2007

Sinpeem informa sobre o recebimento dos dias parados


CONQUISTA DO SINPEEM: PAGAMENTO DOS DIAS PARADOS É PUBLICADO NO DOC
13/11/2007 – No dia 5 de novembro, participamos de reunião com o secretário municipal de Educação, Alexandre Schneider, para, entre outros assuntos, exigir mais uma vez o pagamento dos dias parados.
Ao final da reunião, conseguimos a garantia de que seria respeitada a autonomia das escolas para aprovarem pelo Conselho de Escola a reposição e terem os dias apontados para todos os fins.
De imediato, comunicamos a categoria sobre esta importante conquista. Ainda assim, algumas unidades vinham enfrentando problemas. Mesmo com a aprovação do Conselho, resistências eram apresentadas contra a reposição, apontando a inexistência de publicação do que foi acertado com o SINPEEM.
COMUNICADO OFICIALIZA O QUE FOI NEGOCIADO COM O SINDICATO
Finalmente, o acordado entre o secretário de Educação e o presidente do SINPEEM, Claudio Fonseca, no dia 5 de novembro, foi publicado na página 48 do Diário Oficial da Cidade de 13 de novembro.Com a publicação do Comunicado nº 1.701, está garantido o pagamento, mediante a reposição. Assim, as escolas que já fizeram a reposição estão respaldadas legalmente pelo pagamento realizado ou que será apontado.
As unidades que ainda não repuseram não têm qualquer entrave que justifique não realizá-la, retirando faltas e efetuando o pagamento.
Com a vitória obtida, depois de longo processo de negociação, o apontamento de faltas de qualquer natureza, por quem quer que seja, só pode ser considerado como punição indevida e falta de envolvimento e compromisso com a luta em defesa da educação e de seus profissionais.
Juntos somos fortes!
A DIRETORIA
CLAUDIO FONSECA
Presidente

novembro 1, 2007

Apagão Educacional Continuado em São Paulo ( Estado e Município ). Se eu fosse professor, nem saía de casa!!!

ÊÊÊÊ férias que só se trabalha!!!
GOVERNO NÃO ACEITA PAGAR OS DIAS DE PARALISAÇÃO
No ano passado, conquistamos o pagamento dos 17 dias em que a categoria permaneceu em greve.
Alcançar esta vitória não foi nada tranqüilo e fácil. Até o dia 11 de abril, já tendo completado 16 dias de greve, o governo se mantinha intransigente quanto ao atendimento de qualquer item da nossa pauta de reivindicações.
Nessa mesma data, realizamos reunião com representantes sindicais na Casa de Portugal, quando participaram apenas 963 dos 3,2 mil representantes eleitos pelas escolas e que participam regularmente das reuniões com dispensa do ponto.
A quase totalidade dos presentes indicou que havia grande dificuldade para a continuidade da paralisação nas suas unidades, em função das pressões e ameaças do governo para que as direções das escolas fechassem a folha de pagamento apontando todas as faltas.
Pressões que levaram a maioria também a afirmar que suas unidades voltariam ao trabalho, independentemente da decisão da assembléia geral, que seria realizada no dia seguinte, 12 de abril.
PAGAMENTO: CONDIÇÃO PARA O RETORNO AO TRABALHO
No dia 12 pela manhã, antes da assembléia geral, os conselheiros do SINPEEM se reuniram. Debateram os rumos que o movimento deveria ter, face à intransigência do governo em negociar e às dificuldades para manter o movimento com pelo menos os mesmos índices de participação, conforme apontado pelos representantes e constatado nas visitas às escolas por diretores e conselheiros.
Decidiram, após os debates, que o movimento não poderia ser suspenso caso não houvesse, pelo menos, a GARANTIA DO PAGAMENTO DOS DIAS PARADOS.
Todos avaliaram que sem esta garantia, sairíamos derrotados e com dificuldades para convencer a categoria a participar de outras lutas e paralisações.
GOVERNO APRESENTOU PROPOSTA CONDICIONADA
Da intransigência dos dias anteriores, diante de mais uma manifestação com milhares de profissionais de educação, o governo mudou sua estratégia. Apresentou as seguintes propostas, condicionadas ao retorno da categoria ao trabalho:
- retorno da sala de leitura, manutenção e novas designações de POSL;
- retorno do laboratório de informática, manutenção e novas designações de Poie;
- fim do pré e do pós-aula, do programa “São Paulo é uma escola”.
- manutenção dos auxiliares de direção;
- desoneração das equipes das unidades, docentes e especialistas, da gestão dos programas assistenciais do governo;
- contratação de equipes próprias para gestão e distribuição de uniformes, leite e materiais, devolvendo às equipes, especialistas e docentes, suas reais atribuições;
- ampliação do valor da GDE, de até R$ 825,00 para até R$ 1.200,00, em 2006, e até o dobro, em 2007;
- elevação da primeira parcela da GDE para R$ 400,00 e seu pagamento em junho;
- convocação dos professores, diretores e supervisores aprovados em concursos para a escolha de vagas;
- realização de concursos para ATE, professor e coordenador pedagógico;- enquadramento por evolução funcional do quadro de apoio;
- direito do profissional de educação optar pelo recebimento antecipado de 50% do valor do 13º salário;
- CONTINUIDADE DAS NEGOCIAÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTA SALARIAL;
- PAGAMENTO DOS DIAS PARADOS, MEDIANTE COMPROMISSO DE REPOSIÇÃO.
A aplicação de todos os itens acima, incluindo o PAGAMENTO DOS DIAS PARADOS e a continuidade das negociações, que resultou no pagamento das gratificações, retroativas ao mês de agosto, foi condicionada pelo governo à suspensão do movimento. Ou seja, o governo condicionou negociar com o sindicato a aplicação das propostas apresentadas e o pagamento dos dias parados, desde que o movimento fosse suspenso.
A posição pela aceitação ou não da proposta do governo foi colocada em discussão na assembléia. A continuidade implicava em rejeição às propostas, inclusive o não-pagamento dos 17 dias da greve. A suspensão implicava em não rejeitar as propostas, garantir o pagamento dos dias parados, dar continuidade às negociações e às lutas da categoria.
MAIORIA DECIDIU GARANTIR O PAGAMENTO DOS DIASPARADOS AINDA QUE COM POUCAS OUTRAS CONQUISTAS
A maioria da categoria, presente à assembléia geral, aprovou a suspensão do movimento, ainda que considerando insuficientes as reivindicações atendidas pelo governo, garantindo o que foi conquistado uma vitória política e organizativa importante, com o PAGAMENTO DOS DIAS PARADOS.
GOVERNO SE RECUSA NEGOCIAR OS DIAS PARADOS EM 2007
As reuniões de negociação com o governo tiveram início em abril. Em 29 de agosto, o governo declarou o processo encerrado, apresentando o Protocolo com suas propostas para ser assinado pelas entidades. Dentre as propostas contidas no documento, o chamado pacote de benefícios para os servidores, estavam: vale-alimentação, Bônus Especial, Abono de Natal, isenção do HSPM, PCCS do nível superior, calendário de reuniões com a SME para discussão da reestruturação e a lei que dispunha sobre formas de provimento de cargos em comissão, política salarial e modernização da administração pública municipal ( Projeto de Lei nº 582/07 ).
SINPEEM NÃO ASSINOU PROTOCOLO QUE IMPLICAVA EM ABRIR MÃO DE DIREITOS DA CATEGORIA
Nossas reivindicações, como INCORPORAÇÃO DAS GRATIFICAÇÕES AOS PADRÕES DE VENCIMENTOS, EXTENSÃO DE TODOS OS DIREITOS E BENEFÍCIOS AOS APOSENTADOS E READAPTADOS, REPOSIÇÃO DE PERDAS, AUMENTO REAL DE SALÁRIOS, entre outras, não foram atendidas pelo governo.
As propostas apresentadas, como o vale-alimentação para quem ganha até R$ 1.900,00, ainda que atenue a situação difícil de milhares de servidores, traz os mesmos problemas das gratificações, com a exclusão dos aposentados e o fato de não atender sequer a todos os servidores ativos.
Mas, para piorar a situação, dentre as propostas do governo muitas implicavam ou implicam, ainda, em redução de direitos. No Projeto de Lei nº 582/07, por exemplo, estavam contidos artigos sobre a mudança da atual lei salarial, que deixaria todos os servidores sem nenhuma perspectiva de qualquer reajuste, por menor que seja, nos próximos seis a oito anos. No PCCS do nível superior, a transformação dos ganhos decorrentes de ações judiciais em Vantagem de Ordem Pessoal (VOP), com severas conseqüências e perdas para os servidores.
Sem o atendimento às nossas reivindicações e ainda impondo medidas que nos retiram o pouco de direitos que temos, queriam a assinatura do SINPEEM no Protocolo de Negociação.
Não concordamos com os termos do documento e não o assinamos, apesar de outras entidades terem assinado.
Sem o acordo com a pretendida a assinatura do Protocolo, que implicava em abrir mão dos nossos direitos, o governo considerou encerradas as negociações, não aceitando PAGAR OS DIAS PARADOS.
Entretanto, conforme orientação da SME, as escolas têm autonomia para definir a reposição dos dias parados, após aprovação no Conselho de Escola.
SINPEEM NÃO ASSINA PROTOCOLO E CONTINUA A LUTA PELO PAGAMENTO DOS DIAS PARADOS E DEMAIS REIVINDICAÇÕES
O governo enviou para a Câmara os projetos que anunciou durante as reuniões realizadas até agosto. O SINPEEM continuou lutando e exigindo PAGAMENTO DOS DIAS PARADOS, retirada do PL nº 582/07, manutenção dos nossos direitos de carreira, incorporação, isonomia, redução do número de alunos por sala de aula, manutenção da EJA; diretos para os readaptados, estáveis, não-estáveis, auxiliares de direção etc.
Foram mais três manifestações, incluindo o dia da greve, nos meses de setembro e outubro. Com a nossa pressão, fizemos o governo retirar o PL nº 582/07, que estava na Câmara para ser aprovado, e realizar reuniões para debater o projeto de lei que dispõe sobre a reestruturação.
SEM A ASSINATURA DO PROTOCOLO, GOVERNONÃO NEGOCIOU O PAGAMENTO DOS DIAS PARADOS
Sem a nossa assinatura no Protocolo de Negociação, que contém projetos que retira direitos dos profissionais de educação, altera a política salarial tornando como única e permanente a política de abonos e gratificações, impõe perdas dos ganhos judiciais e alterava os pré-requisitos para ocupação de funções do quadro do magistério, entre outros, o governo nega o PAGAMENTO DOS DIAS PARADOS.
A categoria cobra do sindicato a negociação dos dias parados, deixando claro que o quadro de dificuldades financeiras e os prejuízos funcionais que as faltas podem implicar dão a esta questão enorme importância política para a realização dos nossos movimentos reivindicatórios e em defesa dos nossos direitos.
Deixa claro, também, a importância e o tamanho da conquista política que obtivemos, no ano passado, fazendo valer o direito de greve e obrigando o governo a negociar os 17 dias de paralisação.
SEM NEGOIAÇÃO DOS DIAS PARADOS, SINPEEM EXIGE DA SME RESPEITO À AUTONOMIA DAS ESCOLAS
Tentamos a negociação coletiva dos dias parados. Realizamos pressões pelo atendimento desta reivindicação. Com a negativa da Secretaria Municipal de Gestão, conversamos com o secretário de Educação. Tratamos da ilegalidade no apontamento de faltas injustificadas nos dias de paralisação e exigimos que seja respeitada a autonomia das escolas, para decidirem a reposição aprovada pelo Conselho.
Muitas escolas já realizaram a reposição. Algumas foram desautorizadas a repor ou pagar os dias repostos. Não concordamos com estas decisões. Exigimos o pagamento dos dias parados, mas temos certeza de que a categoria não aceita, em hipótese alguma, que realizemos acordo que implique em retirada de seus direitos, mesmo que seja em troca desta importante reivindicação: o pagamento dos dias parados.
A DIRETORIA
CLAUDIO FONSECA
Presidente/ SINPEEM
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Prejuízos à cidade
Sindicalista deve pagar R$ 3 milhões por protesto
O presidente do sindicato dos professores de São Paulo, Carlos Ramiro de Castro, foi condenado a pagar R$ 3,3 milhões de indenização à cidade devido a uma passeata realizada em 5 de outubro de 2005. A sentença dada pela juíza Laura Mattos Almeida estabelece que o pagamento deva ser feito por Castro, e não pela Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo).
“O valor é tão absurdo que nem entrar com recurso contra isso eu posso”, afirmou o sindicalista. Embora o sindicalista tenha sido condenado como pessoa física, a Apeoesp deverá auxiliá-lo no pagamento de R$ 47 mil para que possa recorrer da decisão. A informação é do jornal Folha Online.
Os R$ 3,3 milhões se referem ao pagamento pelo que a juíza considera danos materiais à cidade de São Paulo — como no caso, o trânsito — e morais em função da passeata que reuniu cerca de 30 mil pessoas da Alesp (Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo) até a Avenida Paulista.
A decisão da juíza corrobora com o que determinou o Supremo Tribunal Federal, que impôs restrições às paralisações nos serviços públicos ao estender a lei de greve do setor privado para o funcionalismo. A decisão do Supremo levou centrais a exigir nova lei de direito à greve.
A manifestação foi legítima, no entanto, deveria ter sido anunciada antecipadamente, segundo ela. O sindicato alega em nota que a passeata não estava prevista e teria sido decidida em assembléia, e não de forma isolada pelo sindicalista.
Revista
Consultor Jurídico31 de outubro de 2007

setembro 15, 2007

O Cata-Milho não compareceu ao protesto mas…

…ficou de antenas ligadas na base e tirou algum lucro disso.
Este tempo seco e quente me traz leves crises de asma e rinite e me prejudica bastante e mesmo a bombinha não alivia completamente. Não deu para comparecer.
Eu estava assistindo ao “Guerra dos Mundos” original, de 1953, e alguém em casa me lembrou do SP TV, da Rede Globo. Queríamos ver se o diário regional das 11:00 falava algo sobre as manifestações dos professores das redes Estadual e Municipal ocorridas ontem na Capital. Imaginei que também daria para o jornal mostrar o protesto organizado por Eduardo Guimarães.
Os marcianos devem ter baixado na sede paulista da Globo e destruído as gravações e matérias sobre os eventos acima, pois não de falou nada a respeito.
MEU ERRO
Faço uma busca no site do SP TV e descubro que houve, sim, matéria sobre os professores da rede Municipal, que se concentraram na Líbero Badaró, e foi ao ar na 2ª. Edição do jornal, ontem mesmo, às 19:00hs. Dá uma olhada neste primor de chamada, da forma que está no site global:
Protesto de professores parou o trânsito na região central
Como sempre, o protesto gera no imprensalão, sobretudo, a preocupação salutar com o trânsito da capital, maior problema que a Cidade de São Paulo enfrenta, e o que requereria maior atenção por parte do Poder Público, no entendimento da chefia de redação do jornal.
TRÂNSITO NA CAPITAL
O cidadão que pega o carro ou o busão, mergulha naquele caos cotidiano de caminhões e automóveis, chega em casa lá pelas 19:00hs, liga a televisão para ver as notícias ( ou liga o computador no site do SPTV ) e dá de cara com o destaque: professores “pararam o trânsito”, “causaram congestionamentos”, “dificultaram a vida do cidadão paulistano” e poraí vai, nem vai querer saber quais são as exigências dos docentes, já que “estes baderneiros só ferraram a sua volta para casa”. A mesquinharia não quer saber de direitos trabalhistas, a situação dos servidores públicos, a condição da escola pública onde seu filho – ou o dos outros – estuda.
Bom, sabemos, por declarações de professores, que muitos pais não esperam nada do colégio, apenas que seja um lugar para que possam depositar seus filhos e deles ficarem livres por umas 4 horas diárias. Lógico será, então que, para estes pais, não importa a vida que se leve no ambiente escolar, mas sim, se quando air com seu carro para ir até a padaria da esquina, os professores não estejam protestando contra seus chefes Estadual e Municipal e “dificultando o trânsito na Capital”.
MOVIMENTO DOS SEM-MÍDIA
É necessário dizer que não passou no SPTV o protesto contra a mídia. Sabe por quê? Por causa de dois caminhões que tombaram em pontos da Capital e isso causou problemas no trânsito neste sábado pela manhã. Esse tipo de tratamento dado a certos eventos obedece fielmente à lógica já exposta no próprio Manifesto redigido pelo Eduardo Guimarães, e que seria lido hoje. Bom, vamos aguardar pelo noticiário noturno.
PROFESSORES
Vou consultar algum participante da Assembléia dos professores do Estado e ver quais foram suas impressões a respeito. Só sei que Carlos Gianazzi ( PSOL ) e o Major Olímpio ( Partido Verde, da base aliada de Serra ) compareceram e falaram.
LEIA MAIS:
Educação aprova continuidade da mobilização e nova assembléia em 28 de setembro
APEOESP – 14/09/07
ENSINO MUNICIPAL DECIDE ENTRAR EMGREVE A PARTIR DE 25 DE SETEMBRO
SINPEEM – 14/09/07

agosto 30, 2007

INFORMATIVO SINPEEM – PARALISAÇÃO

Categoria pressiona o governo e marca nova paralisação para 14 de setembro
29/08/2007 – Mais de quatro mil profissionais de educação participaram nesta quarta-feira da manifestação e assembléia geral da categoria, em frente à Secretaria Municipal de Gestão, para pressionar o governo a atender às reivindicações entregues no primeiro trimestre deste ano.
Em reunião na Secretaria Municipal de Gestão (SMG), o governo respondeu à Diretoria do Sinpeem que não há, neste momento, nenhuma proposta de reajuste, reposição das perdas e aumento real. A incorporação de gratificações, como reivindicamos, só será debatida durante o processo de reestruturação da carreira.
PROPOSTA DO GOVERNO
Com a proximidade da realização da nossa manifestação para pressioná-lo, o governo, que sequer havia encaminhado para a Câmara Municipal o “pacote de benefícios”, anunciado em junho, se adiantou, numa clara tentativa de esvaziar o ato público, em nota à imprensa divulgou que tudo será encaminhado nesta quinta-feira, 30 de agosto. Assim, os projetos que dispõem sobre a concessão do auxílio-alimentação, com valor mensal de R$ 190,00, que deve ser pago a todos os servidores na ativa que ganham até cinco salários mínimos; de isenção da contribuição mensal de 3% para o Hospital Servidor Público Municipal (HSPM) e de outras gratificações, que poderão ser concedidas a partir de 2008 serão encaminhados para votação, conforme reafirmado na mesa de negociação.
Como visto, mais uma vez nossa pressão surtiu efeito.
O SINPEEM solicitou as minutas destes projetos e foi informado de que eles só serão liberados para o sindicato depois de enviados à Câmara, numa demonstração clara de que não está disposto a mudar seu posicionamento.
Somos contra esta política cruel de concessão de gratificações, que exclui aposentados e readaptados, não aceitamos discriminação e lutaremos para que todos os profissionais de educação sejam beneficiados.
REESTRUTURAÇÃO
Segundo a equipe de negociação da Secretaria Municipal de Gestão, a proposta de reestruturação não foi apresentada na primeira quinzena de agosto, conforme haviam anunciado, porque houve um atraso nos estudos técnicos que vêm sendo realizados. Agora, o governo garante que assim que o documento for concluído será apresentado às entidades sindicais que representam os servidores da Educação.
Na próxima segunda-feira, dia 3 de setembro, a Secretaria Municipal de Educação realizará reunião com o SINPEEM e tudo indica que a proposta será apresentada pelo secretário. Imediatamente, analisaremos e divulgaremos para toda a categoria, continuando o nosso trabalho de organização e mobilização em defesa dos nossos direitos.
DISPENSA DE PONTO
Para que tenhamos a possibilidade de debater com a categoria a proposta de reestruturação que o governo promete apresentar ao SINPEEM antes de enviar à Câmara, reivindicamos a dispensa de ponto de dois dias: um para a realização de uma reunião extraordinária de representantes sindicais e outro para que o assunto possa ser debatido nas unidades, com a suspensão das atividades.
Também solicitamos o pagamento dos quatro dias parados para a realização dos nossos atos públicos realizados em 25 de abril, 23 de maio, 13 de junho e 29 de agosto, mediante reposição.
A equipe de negociação disse que o governo estudará estas reivindicações.
CONTINUIDADE DA LUTA
Diante da posição do governo, os profissionais de educação decidiram, em assembléia geral, realizar uma nova manifestação, com paralisação, no dia 14 de setembro. A categoria não descarta a possibilidade de greve
Até esta data, vamos realizar reuniões regionais para mobilizar toda a categoria. Somente com união e força conseguiremos derrotar o governo.
Vamos continuar lutando em defesa e ampliação dos nossos direitos e reivindicações. Queremos aumento real e reposição das perdas salariais, incorporação do maior valor da Gratificação de Regência (R$ 450,00) paga aos docentes, melhores condições de trabalho, redução do número de alunos por sala de aula, isonomia entre ativos e aposentados, ampliação da rede física, concursos públicos para todos os cargos, fim das terceirizações e privatizações, revogação da Portaria que trata da redução dos módulos do quadro de apoio nas unidades escolares, valorização dos profissionais, entre outras reivindicações.
PARALISAÇÃO, MANIFESTAÇÃO E ASSEMBLÉIA GERAL DIA 14 DE SETEMBRO, ÀS 14 HORAS – RUA LÍBERO BADARÓ, 425, CENTRO (EM FRENTE À SECRETARIA MUNICIPAL DE GESTÃO)
PARTICIPE! CATEGORIA UNIDA, SINDICATO FORTE!
A DIRETORIA
CLAUDIO FONSECA
Presidente

[ N. do Blog ]: Não sou professor, sou comerciário e apóio os docentes em suas exigências. Chega de Apagão Educacional Continuado.

julho 26, 2007

Precatórios: notícias do SINPEEM

SINDICATO PARTICIPA DO MOVIMENTO PELO PAGAMENTO DE PRECATÓRIOS
As prefeituras, os governos dos Estados e o da União devem bilhões de reais aos servidores públicos. Os chamados precatórios judiciais alimentares são dívidas resultantes de processo transitado em julgado, referente às diferenças de salários a que os servidores têm direito. A Prefeitura tem dívidas em precatório com seus servidores, que ultrapassa a casa dos R$ 4 bilhões. O maior valor corresponde a débitos referentes às diferenças de salários retroativas ao início da execução do ganho judicial na denominada ação dos 81%.
Vale esclarecer que, ao contrário dos boatos que têm surgido, nenhum servidor municipal recebeu qualquer valor referente ao precatório da ação dos 81%. A maior razão é o fato de que ainda que milhares de servidores tenham tido alguma correção percentual em seus padrões de vencimentos por decisão judicial, os processos ainda estão em andamento. A outra é a lentidão do pagamento pelos governos.
Para piorar a situação, tramita no Congresso Nacional o Projeto de Emenda Constitucional (PEC) nº 12, que altera radicalmente os procedimentos e obrigações das administrações quanto ao pagamento de precatórios. Se for aprovada, ficará ainda mais difícil e demorado o servidor receber o valor integral a que tem direito. Para se ter uma idéia desta dificuldade, basta dizer que a Prefeitura demoraria cerca de 40 anos até pagar o último precatório.
Por esta razão, o SINPEEM tem atuado em conjunto com centenas de entidades de classe, inclusive a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), contra a PEC nº 12 e pelo pagamento dos precatórios.

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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