ENCALHE

outubro 15, 2008

Policiais civis de Jundiaí e região farão passeata até o Palácio dos Bandeirantes. Governador será "enterrado" simbolicamente.

Policiais em greve se preparam para protesto no Palácio dos Bandeirantes
Jornal de Itupeva, 14.10.08
Os policiais civis de Jundiaí prometem, para quinta-feira, uma participação em massa na passeata que sairá do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi, até o Palácio dos Bandeirantes. Os sindicalistas pedem a todos os policiais e simpatizantes do movimento que ajudem na organização do protesto que será feito contra o governador José Serra (PSDB).
Na última sexta-feira, 1.500 policiais, entre delegados, escrivães, investigadores e agentes participaram de uma passeata em São Paulo, que começou no vão livre do Masp e seguiu pela avenida Paulista. Policiais contaram que será repetido o “enterro simbólico” do governador Serra, na porta do Palácio dos Bandeirantes.
Os organizadores do protesto de quinta-feira dizem que o protesto será pacífico. Porém, se houver represálias por parte da Polícia Militar, haverá reação. Em seu site, na internet, a Associação dos Delegados diz em nota que o Governo de São Paulo tem sido “intransigente”.
“Fizemos a nossa parte. O Governo continua intransigente, apesar do esforço da ADPESP em tentar uma solução para o impasse. O governo não teve sensibilidade suficiente para entender a gravidade da situação. A greve continua e com força total.”

JUNDIAÍ E REGIÃO
Policiais farão protesto na Capital

Jornal de Jundiaí, 14.10.08
Os policiais civis de Jundiaí e Região prometem para quinta-feira uma participação em massa na passeata que sairá do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi, até o Palácio dos Bandeirantes. Os sindicalistas pedem a todos os policiais e simpatizantes do movimento que ajudem na organização do protesto que será feito contra o governador José Serra (PSDB).

Policiais carregaram o “caixão do Serra” durante protesto realizado no vão livre do MASP
Na última sexta-feira, 1.500 policiais, entre delegados, escrivães, investigadores e agentes participaram de uma passeata em São Paulo, qu e começou no vão livre do Masp e seguiu pela avenida Paulista. Policiais contaram que será repetido o “enterro simbólico” do governador Serra, na porta do Palácio dos Bandeirantes. Os organizadores do protesto de 5ª feira dizem que o movimento será pacífico. Porém, se houver represálias por parte da Polícia Militar, ‘haverá reação’. Em seu site, na internet, a Associação dos Delegados diz, em nota, que o Governo de São Paulo tem sido “intransigente”. “Fizemos a nossa parte. O Governo continua intransigente, apesar do esforço da ADPESP em tentar uma solução para o impasse. O governo não teve sensibilidade suficiente para entender a gravidade da situação. A greve continua. E com força total.”

Negociação falhou - O Governo do Estado havia pedido aos líderes do movimento o encerramento da greve para negociar os itens reivindicados. Policiais, mesmo contrariados, suspenderam a greve por 48 horas. Nas reuniões com os representantes da Secretaria de Gestão Pública, não houve acordo e o movimento grevista foi retomado na sexta-feira. A categoria entra, hoje, no 29º dia de paralisação e reivindica reposição de 60% das perdas salariais que ocorreram nos últimos 5 anos. As perdas chegam a 90%, só durante a gestão do PSDB.O Governo do Estado informou que as reivindicações são ‘impraticáveis’. O Estado já concordou em extingüir algumas classes da Polícia Civil, o que provocaria a promoção automática dos servidores.
Queda nas ocorrências - A Delegacia Seccional de Polícia em Jundiaí não informa quantos boletins de ocorrência deixaram de ser produzidos durante a paralisação dos policiais. Porém, pelo acompanhamento do JJ Regional, houve queda significativa, chegando a 80% em relação aos números registrados durante o mês de agosto deste ano.


Policiais civis de Jundiaí e região farão passeata até o Palácio dos Bandeirantes. Governador será "enterrado" simbolicamente.

Policiais em greve se preparam para protesto no Palácio dos Bandeirantes
Jornal de Itupeva, 14.10.08
Os policiais civis de Jundiaí prometem, para quinta-feira, uma participação em massa na passeata que sairá do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi, até o Palácio dos Bandeirantes. Os sindicalistas pedem a todos os policiais e simpatizantes do movimento que ajudem na organização do protesto que será feito contra o governador José Serra (PSDB).
Na última sexta-feira, 1.500 policiais, entre delegados, escrivães, investigadores e agentes participaram de uma passeata em São Paulo, que começou no vão livre do Masp e seguiu pela avenida Paulista. Policiais contaram que será repetido o “enterro simbólico” do governador Serra, na porta do Palácio dos Bandeirantes.
Os organizadores do protesto de quinta-feira dizem que o protesto será pacífico. Porém, se houver represálias por parte da Polícia Militar, haverá reação. Em seu site, na internet, a Associação dos Delegados diz em nota que o Governo de São Paulo tem sido “intransigente”.
“Fizemos a nossa parte. O Governo continua intransigente, apesar do esforço da ADPESP em tentar uma solução para o impasse. O governo não teve sensibilidade suficiente para entender a gravidade da situação. A greve continua e com força total.”

JUNDIAÍ E REGIÃO
Policiais farão protesto na Capital

Jornal de Jundiaí, 14.10.08
Os policiais civis de Jundiaí e Região prometem para quinta-feira uma participação em massa na passeata que sairá do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi, até o Palácio dos Bandeirantes. Os sindicalistas pedem a todos os policiais e simpatizantes do movimento que ajudem na organização do protesto que será feito contra o governador José Serra (PSDB).

Policiais carregaram o “caixão do Serra” durante protesto realizado no vão livre do MASP
Na última sexta-feira, 1.500 policiais, entre delegados, escrivães, investigadores e agentes participaram de uma passeata em São Paulo, qu e começou no vão livre do Masp e seguiu pela avenida Paulista. Policiais contaram que será repetido o “enterro simbólico” do governador Serra, na porta do Palácio dos Bandeirantes. Os organizadores do protesto de 5ª feira dizem que o movimento será pacífico. Porém, se houver represálias por parte da Polícia Militar, ‘haverá reação’. Em seu site, na internet, a Associação dos Delegados diz, em nota, que o Governo de São Paulo tem sido “intransigente”. “Fizemos a nossa parte. O Governo continua intransigente, apesar do esforço da ADPESP em tentar uma solução para o impasse. O governo não teve sensibilidade suficiente para entender a gravidade da situação. A greve continua. E com força total.”

Negociação falhou - O Governo do Estado havia pedido aos líderes do movimento o encerramento da greve para negociar os itens reivindicados. Policiais, mesmo contrariados, suspenderam a greve por 48 horas. Nas reuniões com os representantes da Secretaria de Gestão Pública, não houve acordo e o movimento grevista foi retomado na sexta-feira. A categoria entra, hoje, no 29º dia de paralisação e reivindica reposição de 60% das perdas salariais que ocorreram nos últimos 5 anos. As perdas chegam a 90%, só durante a gestão do PSDB.O Governo do Estado informou que as reivindicações são ‘impraticáveis’. O Estado já concordou em extingüir algumas classes da Polícia Civil, o que provocaria a promoção automática dos servidores.
Queda nas ocorrências - A Delegacia Seccional de Polícia em Jundiaí não informa quantos boletins de ocorrência deixaram de ser produzidos durante a paralisação dos policiais. Porém, pelo acompanhamento do JJ Regional, houve queda significativa, chegando a 80% em relação aos números registrados durante o mês de agosto deste ano.


outubro 12, 2008

GOVERTO TUCANO DE SP NÃO CONFIA EM SEU TRUTA HENRIQUE MEIRELLES!! NEM ELES, NEM EU!

Sabadão, e finalmente os jornais decidiram informar seus leitores da existência de uma greve da Polícia Civil de SP. Vejam a capa do JT, o “Mini-Me” do Estadão [ no decorrer do post, os grifos que destacam trechos dos artigos reproduzidos são meus ]:

POLÍCIA PROTESTA E O IMPASSE SÓ AUMENTA

Cerca de 1500 manifestantes foram da Avenida Paulista à Secretaria de Gestão Pública, na Rua Bela Cintra, em protesto contra o reajuste de 6,2% oferecidopelo governo do Estado. Mas o secretário Sidney Beraldo ( Gestão Pública ) foi irredutível: “Chegamos ao limite. Estamos diante de uma crise que poderá trazer conseqüências à arrecadação do Estado no próximo ano.”
Atender ao pedido de reajuste de ao menos 10% custaria R$ 200 milhões.

O artigo é de livre acesso: “Uma greve de R$ 200 milhões” . ( Como “plus”, o secretário Beraldo pergunta a Mercadante do milhão que a PF encontrou com os aloprados. Poderia aproveitar e perguntar, à Folha de São Paulo, sobre a propina da Alstom a membros do governo estadual. )

PERGUNTAS QUE EXIGEM RESPOSTAS!!:
1 – A manifestação dos 1500 policiais civis na Avenida Paulista não complicou o trânsito na Capital?
Então aprendam, amadores, pois os professores, quando decidem parar, param não só o trânsito da Capital, como causam um congestionamento intergaláctico, como atesta a Agência Estado, em 20 de Junho último. E olha que foram apenas 3000 professores, ou o dobro dos 1500 que a Polícia Civil conseguiu levar a seu protesto :
Sexta-feira 20 de junho de 2008 18:24
Professores interrompem trânsito na avenida Paulista
Agência Estado
Manifestação de professores em greve da rede estadual de ensino de São Paulo bloqueia a Avenida Paulista na altura do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na região central da Capital. Segundo a Polícia Militar (PM), a manifestação reúne 3 mil pessoas. O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado (Apeoesp), no entanto, estima o público em 60 mil. Depois de assembléia, na qual decidiram manter a greve, os professores seguem pela Rua da Consolação até a Praça da República, no centro da cidade.
Os grevistas reivindicam a revogação do decreto que limita as transferências de docentes entre escolas e cria uma prova anual para contratar professores, além de reajuste que leve o piso da categoria para R$ 2 mil. A proposta feita nessa quinta-feira pela Secretaria da Educação – e recusada pela categoria – previa reajuste salarial de 12,2%.
No sentido Consolação, da Praça Oswaldo Cruz até a Rua Itapeva, há 1,5 quilômetro de congestionamento, informa a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). No sentido Paraíso o motorista enfrenta 900 metros de lentidão, do acesso da Rebouças até a Rua Peixoto Gomide. Às 16 horas, a cidade tinha 103 quilômetros de trânsito engarrafado.
A CET recomenda aos motoristas que evitem a região. Quem segue para a Consolação deve pegar um desvio pela Rua Cincinato Braga e voltar à Paulista. Já quem vai para o Paraíso pode desviar pela Alameda Santos.
2 – A secretaria a qual responde pelas negociações com os policiais não informa qual é o grau de adesão à greve?
Se informa, os jornais reproduzem as informações? Se não me equivoco, os policiais têm dito que cerca de 70 a 80% da categoria está parada e, até onde sei, esses númerosnão foram contestados pelas autoridades. Pois, quando se trata dos professores, a Secretaria de Educação corre para informar – contando com a divulgação da imprensa – o público, que pode respirar aliviado, pois a educação de qualidade tucana de seus filhos prossegue de vento em popa, e não serão uns mixos “paulofreirenses” irredutíveis que a sabotarão. Numa das últimas paralisações dos docentes soubemos, pela estimativa da Secretaria, que apenas 2% da categoria teria aderido, mas que, infelizmente, foi suficiente para prejudicar o trânsito da Capital, como informou o portal G1, da Globo, em 13 de Junho ( o pior é que esses 2% causaram prejuízos ao trânsito num vulto somente equiparável à crise mundial do subprime americano. Morou? “Crise mundial”e “subprime americano” ):
Secretaria de Educação critica greve de professores em SP
Em nota, secretaria diz que se reuniu com sindicato pelo menos cinco vezes. Professores estaduais entraram em greve nesta sexta-feira (13).
Do G1, em São Paulo
A Secretaria de Educação de São Paulo divulgou nota no final da tarde desta sexta-feira (13) “lamentando” a decisão dos professores da rede estadual de ensino de decretarem greve. Na nota, a secretaria questiona a validade da greve uma vez que menos de 2% dos 250 mil professores do estado teriam participado da assembléia realizada nesta tarde na Praça da República, na região central da capital paulista. Os professores da rede estadual de ensino decidiram decretar greve por tempo indeterminado como forma de protestar contra o decreto 53.037/08 do governador José Serra (PSDB) que altera remoções, substituições e contratações temporárias da categoria. Segundo a secretaria, “a decisão de regular as transferências de professores foi adotada com o objetivo de melhorar o aproveitamento escolar, garantindo a continuidade do trabalho pedagógico”. De acordo com o governo, quase metade dos professores efetivos teria mudado de escola neste ano. Ainda segundo a secretaria, o governo tentou negociar com os professores por pelo menos cinco vezes. Após a assembléia realizada na Praça da República que decidiu pela greve, os professores seguiram em passeata até o Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista. Durante o percurso, algumas vias foram bloqueadas: Avenida do Ipiranga, a Rua da Consolação e vias dentro do bairro de Higienópolis, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A Avenida Paulista ficou bloqueada por 17 minutos, das 18h43 até as 19h. Segundo a Polícia Militar, cerca de 5 mil professores participaram do protesto. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), por causa da passeata o trânsito na capital paulista foi prejudicado na Avenida 23 de Maio, ligação Leste/Oeste e avenidas Doutor Arnaldo, Rebouças e Paulista. Por volta das 19h10, embora os manifestantes já tivessem dispersado, a CET registrava 2 km de congestionamento na Paulista no sentido Paraíso, da Praça Oswaldo Cruz até a Haddock Lobo.
3 – MAS, E O MEIRELLES NESSA!?!
E aí chegamos à explicação do título deste post:
Vejam o que é estar na vanguarda do planejamento: o secretário Beraldo não pode conceder este reajuste aos policiais civis agora, pois já enxerga o adiante, ou seja, um provável futuro negro das contas estaduais. As terríveis possíveis conseqüências, nos cofres do Estado de São Paulo, do bug econômico do milênio [ a crise mundial do subprime americano ]. Oras, você não confia no saco de maldades de seu truta de partido e presidente do Banco Central, o Henrique Meirelles? A vEJA confia, endossa e põe na capa. Seria possível que ele salvasse o Brasil, como espera a revista, mas deixasse São Paulo de fora? Como ousa pensar algo desse tipo? Você é fracassomaníaco? E isso é de família ou se adquire por influência dos amigos, as más companhias?
4 – E os bons e velhos tempos?
Será que, ao invés de um reajuste negado hoje com base numa projeção de um ( possível ) futuro terrível, não poderia ser, então, em nome dos velhos tempos ( ou seja, em homenagem ao último aumento decente que os policiais civis receberam – aumento esse cuja lembrança de quando foi se perdeu nas areias do tempo )? Nem se o Meirelles e a vEJA garantissem?
5 – E a vEJA?
Não li. Mas, até onde sei, ela ainda não veio no auxílio do governo Serra e não publicou uma daquelas extensas matérias – como as que faz quando se trata de jogar a população contra os professores – mostrando como é a Polícia Civil de algum outro país, tipo Finlândia ou Noruega, e pregando a privatização da Segurança, entre outras coisas. Ou tem medo de se envolver em assuntos policiais, ou está perdendo seu legendário faro.
6 – Estado de São Paulo: Hay gobierno? Ou melhor: Hay gobiernador?
Desculpem se meu portunhol anda enferrujado: o nome de José Serra não costuma aparecer com freqüência, quando ocorrem episódios como greves de servidores públicos ou quedas de estações de Metrô? Mas o túnel construído bestamente na Rebouças é, foi, e será da Marta Suplicy, né?

GOVERTO TUCANO DE SP NÃO CONFIA EM SEU TRUTA HENRIQUE MEIRELLES!! NEM ELES, NEM EU!

Sabadão, e finalmente os jornais decidiram informar seus leitores da existência de uma greve da Polícia Civil de SP. Vejam a capa do JT, o “Mini-Me” do Estadão [ no decorrer do post, os grifos que destacam trechos dos artigos reproduzidos são meus ]:

POLÍCIA PROTESTA E O IMPASSE SÓ AUMENTA

Cerca de 1500 manifestantes foram da Avenida Paulista à Secretaria de Gestão Pública, na Rua Bela Cintra, em protesto contra o reajuste de 6,2% oferecidopelo governo do Estado. Mas o secretário Sidney Beraldo ( Gestão Pública ) foi irredutível: “Chegamos ao limite. Estamos diante de uma crise que poderá trazer conseqüências à arrecadação do Estado no próximo ano.”
Atender ao pedido de reajuste de ao menos 10% custaria R$ 200 milhões.

O artigo é de livre acesso: “Uma greve de R$ 200 milhões” . ( Como “plus”, o secretário Beraldo pergunta a Mercadante do milhão que a PF encontrou com os aloprados. Poderia aproveitar e perguntar, à Folha de São Paulo, sobre a propina da Alstom a membros do governo estadual. )

PERGUNTAS QUE EXIGEM RESPOSTAS!!:
1 – A manifestação dos 1500 policiais civis na Avenida Paulista não complicou o trânsito na Capital?
Então aprendam, amadores, pois os professores, quando decidem parar, param não só o trânsito da Capital, como causam um congestionamento intergaláctico, como atesta a Agência Estado, em 20 de Junho último. E olha que foram apenas 3000 professores, ou o dobro dos 1500 que a Polícia Civil conseguiu levar a seu protesto :
Sexta-feira 20 de junho de 2008 18:24
Professores interrompem trânsito na avenida Paulista
Agência Estado
Manifestação de professores em greve da rede estadual de ensino de São Paulo bloqueia a Avenida Paulista na altura do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na região central da Capital. Segundo a Polícia Militar (PM), a manifestação reúne 3 mil pessoas. O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado (Apeoesp), no entanto, estima o público em 60 mil. Depois de assembléia, na qual decidiram manter a greve, os professores seguem pela Rua da Consolação até a Praça da República, no centro da cidade.
Os grevistas reivindicam a revogação do decreto que limita as transferências de docentes entre escolas e cria uma prova anual para contratar professores, além de reajuste que leve o piso da categoria para R$ 2 mil. A proposta feita nessa quinta-feira pela Secretaria da Educação – e recusada pela categoria – previa reajuste salarial de 12,2%.
No sentido Consolação, da Praça Oswaldo Cruz até a Rua Itapeva, há 1,5 quilômetro de congestionamento, informa a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). No sentido Paraíso o motorista enfrenta 900 metros de lentidão, do acesso da Rebouças até a Rua Peixoto Gomide. Às 16 horas, a cidade tinha 103 quilômetros de trânsito engarrafado.
A CET recomenda aos motoristas que evitem a região. Quem segue para a Consolação deve pegar um desvio pela Rua Cincinato Braga e voltar à Paulista. Já quem vai para o Paraíso pode desviar pela Alameda Santos.
2 – A secretaria a qual responde pelas negociações com os policiais não informa qual é o grau de adesão à greve?
Se informa, os jornais reproduzem as informações? Se não me equivoco, os policiais têm dito que cerca de 70 a 80% da categoria está parada e, até onde sei, esses númerosnão foram contestados pelas autoridades. Pois, quando se trata dos professores, a Secretaria de Educação corre para informar – contando com a divulgação da imprensa – o público, que pode respirar aliviado, pois a educação de qualidade tucana de seus filhos prossegue de vento em popa, e não serão uns mixos “paulofreirenses” irredutíveis que a sabotarão. Numa das últimas paralisações dos docentes soubemos, pela estimativa da Secretaria, que apenas 2% da categoria teria aderido, mas que, infelizmente, foi suficiente para prejudicar o trânsito da Capital, como informou o portal G1, da Globo, em 13 de Junho ( o pior é que esses 2% causaram prejuízos ao trânsito num vulto somente equiparável à crise mundial do subprime americano. Morou? “Crise mundial”e “subprime americano” ):
Secretaria de Educação critica greve de professores em SP
Em nota, secretaria diz que se reuniu com sindicato pelo menos cinco vezes. Professores estaduais entraram em greve nesta sexta-feira (13).
Do G1, em São Paulo
A Secretaria de Educação de São Paulo divulgou nota no final da tarde desta sexta-feira (13) “lamentando” a decisão dos professores da rede estadual de ensino de decretarem greve. Na nota, a secretaria questiona a validade da greve uma vez que menos de 2% dos 250 mil professores do estado teriam participado da assembléia realizada nesta tarde na Praça da República, na região central da capital paulista. Os professores da rede estadual de ensino decidiram decretar greve por tempo indeterminado como forma de protestar contra o decreto 53.037/08 do governador José Serra (PSDB) que altera remoções, substituições e contratações temporárias da categoria. Segundo a secretaria, “a decisão de regular as transferências de professores foi adotada com o objetivo de melhorar o aproveitamento escolar, garantindo a continuidade do trabalho pedagógico”. De acordo com o governo, quase metade dos professores efetivos teria mudado de escola neste ano. Ainda segundo a secretaria, o governo tentou negociar com os professores por pelo menos cinco vezes. Após a assembléia realizada na Praça da República que decidiu pela greve, os professores seguiram em passeata até o Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista. Durante o percurso, algumas vias foram bloqueadas: Avenida do Ipiranga, a Rua da Consolação e vias dentro do bairro de Higienópolis, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A Avenida Paulista ficou bloqueada por 17 minutos, das 18h43 até as 19h. Segundo a Polícia Militar, cerca de 5 mil professores participaram do protesto. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), por causa da passeata o trânsito na capital paulista foi prejudicado na Avenida 23 de Maio, ligação Leste/Oeste e avenidas Doutor Arnaldo, Rebouças e Paulista. Por volta das 19h10, embora os manifestantes já tivessem dispersado, a CET registrava 2 km de congestionamento na Paulista no sentido Paraíso, da Praça Oswaldo Cruz até a Haddock Lobo.
3 – MAS, E O MEIRELLES NESSA!?!
E aí chegamos à explicação do título deste post:
Vejam o que é estar na vanguarda do planejamento: o secretário Beraldo não pode conceder este reajuste aos policiais civis agora, pois já enxerga o adiante, ou seja, um provável futuro negro das contas estaduais. As terríveis possíveis conseqüências, nos cofres do Estado de São Paulo, do bug econômico do milênio [ a crise mundial do subprime americano ]. Oras, você não confia no saco de maldades de seu truta de partido e presidente do Banco Central, o Henrique Meirelles? A vEJA confia, endossa e põe na capa. Seria possível que ele salvasse o Brasil, como espera a revista, mas deixasse São Paulo de fora? Como ousa pensar algo desse tipo? Você é fracassomaníaco? E isso é de família ou se adquire por influência dos amigos, as más companhias?
4 – E os bons e velhos tempos?
Será que, ao invés de um reajuste negado hoje com base numa projeção de um ( possível ) futuro terrível, não poderia ser, então, em nome dos velhos tempos ( ou seja, em homenagem ao último aumento decente que os policiais civis receberam – aumento esse cuja lembrança de quando foi se perdeu nas areias do tempo )? Nem se o Meirelles e a vEJA garantissem?
5 – E a vEJA?
Não li. Mas, até onde sei, ela ainda não veio no auxílio do governo Serra e não publicou uma daquelas extensas matérias – como as que faz quando se trata de jogar a população contra os professores – mostrando como é a Polícia Civil de algum outro país, tipo Finlândia ou Noruega, e pregando a privatização da Segurança, entre outras coisas. Ou tem medo de se envolver em assuntos policiais, ou está perdendo seu legendário faro.
6 – Estado de São Paulo: Hay gobierno? Ou melhor: Hay gobiernador?
Desculpem se meu portunhol anda enferrujado: o nome de José Serra não costuma aparecer com freqüência, quando ocorrem episódios como greves de servidores públicos ou quedas de estações de Metrô? Mas o túnel construído bestamente na Rebouças é, foi, e será da Marta Suplicy, né?

GOVERTO TUCANO DE SP NÃO CONFIA EM SEU TRUTA HENRIQUE MEIRELLES!! NEM ELES, NEM EU!

Sabadão, e finalmente os jornais decidiram informar seus leitores da existência de uma greve da Polícia Civil de SP. Vejam a capa do JT, o “Mini-Me” do Estadão [ no decorrer do post, os grifos que destacam trechos dos artigos reproduzidos são meus ]:

POLÍCIA PROTESTA E O IMPASSE SÓ AUMENTA

Cerca de 1500 manifestantes foram da Avenida Paulista à Secretaria de Gestão Pública, na Rua Bela Cintra, em protesto contra o reajuste de 6,2% oferecidopelo governo do Estado. Mas o secretário Sidney Beraldo ( Gestão Pública ) foi irredutível: “Chegamos ao limite. Estamos diante de uma crise que poderá trazer conseqüências à arrecadação do Estado no próximo ano.”
Atender ao pedido de reajuste de ao menos 10% custaria R$ 200 milhões.

O artigo é de livre acesso: “Uma greve de R$ 200 milhões” . ( Como “plus”, o secretário Beraldo pergunta a Mercadante do milhão que a PF encontrou com os aloprados. Poderia aproveitar e perguntar, à Folha de São Paulo, sobre a propina da Alstom a membros do governo estadual. )

PERGUNTAS QUE EXIGEM RESPOSTAS!!:
1 – A manifestação dos 1500 policiais civis na Avenida Paulista não complicou o trânsito na Capital?
Então aprendam, amadores, pois os professores, quando decidem parar, param não só o trânsito da Capital, como causam um congestionamento intergaláctico, como atesta a Agência Estado, em 20 de Junho último. E olha que foram apenas 3000 professores, ou o dobro dos 1500 que a Polícia Civil conseguiu levar a seu protesto :
Sexta-feira 20 de junho de 2008 18:24
Professores interrompem trânsito na avenida Paulista
Agência Estado
Manifestação de professores em greve da rede estadual de ensino de São Paulo bloqueia a Avenida Paulista na altura do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na região central da Capital. Segundo a Polícia Militar (PM), a manifestação reúne 3 mil pessoas. O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado (Apeoesp), no entanto, estima o público em 60 mil. Depois de assembléia, na qual decidiram manter a greve, os professores seguem pela Rua da Consolação até a Praça da República, no centro da cidade.
Os grevistas reivindicam a revogação do decreto que limita as transferências de docentes entre escolas e cria uma prova anual para contratar professores, além de reajuste que leve o piso da categoria para R$ 2 mil. A proposta feita nessa quinta-feira pela Secretaria da Educação – e recusada pela categoria – previa reajuste salarial de 12,2%.
No sentido Consolação, da Praça Oswaldo Cruz até a Rua Itapeva, há 1,5 quilômetro de congestionamento, informa a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). No sentido Paraíso o motorista enfrenta 900 metros de lentidão, do acesso da Rebouças até a Rua Peixoto Gomide. Às 16 horas, a cidade tinha 103 quilômetros de trânsito engarrafado.
A CET recomenda aos motoristas que evitem a região. Quem segue para a Consolação deve pegar um desvio pela Rua Cincinato Braga e voltar à Paulista. Já quem vai para o Paraíso pode desviar pela Alameda Santos.
2 – A secretaria a qual responde pelas negociações com os policiais não informa qual é o grau de adesão à greve?
Se informa, os jornais reproduzem as informações? Se não me equivoco, os policiais têm dito que cerca de 70 a 80% da categoria está parada e, até onde sei, esses númerosnão foram contestados pelas autoridades. Pois, quando se trata dos professores, a Secretaria de Educação corre para informar – contando com a divulgação da imprensa – o público, que pode respirar aliviado, pois a educação de qualidade tucana de seus filhos prossegue de vento em popa, e não serão uns mixos “paulofreirenses” irredutíveis que a sabotarão. Numa das últimas paralisações dos docentes soubemos, pela estimativa da Secretaria, que apenas 2% da categoria teria aderido, mas que, infelizmente, foi suficiente para prejudicar o trânsito da Capital, como informou o portal G1, da Globo, em 13 de Junho ( o pior é que esses 2% causaram prejuízos ao trânsito num vulto somente equiparável à crise mundial do subprime americano. Morou? “Crise mundial”e “subprime americano” ):
Secretaria de Educação critica greve de professores em SP
Em nota, secretaria diz que se reuniu com sindicato pelo menos cinco vezes. Professores estaduais entraram em greve nesta sexta-feira (13).
Do G1, em São Paulo
A Secretaria de Educação de São Paulo divulgou nota no final da tarde desta sexta-feira (13) “lamentando” a decisão dos professores da rede estadual de ensino de decretarem greve. Na nota, a secretaria questiona a validade da greve uma vez que menos de 2% dos 250 mil professores do estado teriam participado da assembléia realizada nesta tarde na Praça da República, na região central da capital paulista. Os professores da rede estadual de ensino decidiram decretar greve por tempo indeterminado como forma de protestar contra o decreto 53.037/08 do governador José Serra (PSDB) que altera remoções, substituições e contratações temporárias da categoria. Segundo a secretaria, “a decisão de regular as transferências de professores foi adotada com o objetivo de melhorar o aproveitamento escolar, garantindo a continuidade do trabalho pedagógico”. De acordo com o governo, quase metade dos professores efetivos teria mudado de escola neste ano. Ainda segundo a secretaria, o governo tentou negociar com os professores por pelo menos cinco vezes. Após a assembléia realizada na Praça da República que decidiu pela greve, os professores seguiram em passeata até o Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista. Durante o percurso, algumas vias foram bloqueadas: Avenida do Ipiranga, a Rua da Consolação e vias dentro do bairro de Higienópolis, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A Avenida Paulista ficou bloqueada por 17 minutos, das 18h43 até as 19h. Segundo a Polícia Militar, cerca de 5 mil professores participaram do protesto. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), por causa da passeata o trânsito na capital paulista foi prejudicado na Avenida 23 de Maio, ligação Leste/Oeste e avenidas Doutor Arnaldo, Rebouças e Paulista. Por volta das 19h10, embora os manifestantes já tivessem dispersado, a CET registrava 2 km de congestionamento na Paulista no sentido Paraíso, da Praça Oswaldo Cruz até a Haddock Lobo.
3 – MAS, E O MEIRELLES NESSA!?!
E aí chegamos à explicação do título deste post:
Vejam o que é estar na vanguarda do planejamento: o secretário Beraldo não pode conceder este reajuste aos policiais civis agora, pois já enxerga o adiante, ou seja, um provável futuro negro das contas estaduais. As terríveis possíveis conseqüências, nos cofres do Estado de São Paulo, do bug econômico do milênio [ a crise mundial do subprime americano ]. Oras, você não confia no saco de maldades de seu truta de partido e presidente do Banco Central, o Henrique Meirelles? A vEJA confia, endossa e põe na capa. Seria possível que ele salvasse o Brasil, como espera a revista, mas deixasse São Paulo de fora? Como ousa pensar algo desse tipo? Você é fracassomaníaco? E isso é de família ou se adquire por influência dos amigos, as más companhias?
4 – E os bons e velhos tempos?
Será que, ao invés de um reajuste negado hoje com base numa projeção de um ( possível ) futuro terrível, não poderia ser, então, em nome dos velhos tempos ( ou seja, em homenagem ao último aumento decente que os policiais civis receberam – aumento esse cuja lembrança de quando foi se perdeu nas areias do tempo )? Nem se o Meirelles e a vEJA garantissem?
5 – E a vEJA?
Não li. Mas, até onde sei, ela ainda não veio no auxílio do governo Serra e não publicou uma daquelas extensas matérias – como as que faz quando se trata de jogar a população contra os professores – mostrando como é a Polícia Civil de algum outro país, tipo Finlândia ou Noruega, e pregando a privatização da Segurança, entre outras coisas. Ou tem medo de se envolver em assuntos policiais, ou está perdendo seu legendário faro.
6 – Estado de São Paulo: Hay gobierno? Ou melhor: Hay gobiernador?
Desculpem se meu portunhol anda enferrujado: o nome de José Serra não costuma aparecer com freqüência, quando ocorrem episódios como greves de servidores públicos ou quedas de estações de Metrô? Mas o túnel construído bestamente na Rebouças é, foi, e será da Marta Suplicy, né?

GOVERTO TUCANO DE SP NÃO CONFIA EM SEU TRUTA HENRIQUE MEIRELLES!! NEM ELES, NEM EU!

Sabadão, e finalmente os jornais decidiram informar seus leitores da existência de uma greve da Polícia Civil de SP. Vejam a capa do JT, o “Mini-Me” do Estadão [ no decorrer do post, os grifos que destacam trechos dos artigos reproduzidos são meus ]:

POLÍCIA PROTESTA E O IMPASSE SÓ AUMENTA

Cerca de 1500 manifestantes foram da Avenida Paulista à Secretaria de Gestão Pública, na Rua Bela Cintra, em protesto contra o reajuste de 6,2% oferecidopelo governo do Estado. Mas o secretário Sidney Beraldo ( Gestão Pública ) foi irredutível: “Chegamos ao limite. Estamos diante de uma crise que poderá trazer conseqüências à arrecadação do Estado no próximo ano.”
Atender ao pedido de reajuste de ao menos 10% custaria R$ 200 milhões.

O artigo é de livre acesso: “Uma greve de R$ 200 milhões” . ( Como “plus”, o secretário Beraldo pergunta a Mercadante do milhão que a PF encontrou com os aloprados. Poderia aproveitar e perguntar, à Folha de São Paulo, sobre a propina da Alstom a membros do governo estadual. )

PERGUNTAS QUE EXIGEM RESPOSTAS!!:
1 – A manifestação dos 1500 policiais civis na Avenida Paulista não complicou o trânsito na Capital?
Então aprendam, amadores, pois os professores, quando decidem parar, param não só o trânsito da Capital, como causam um congestionamento intergaláctico, como atesta a Agência Estado, em 20 de Junho último. E olha que foram apenas 3000 professores, ou o dobro dos 1500 que a Polícia Civil conseguiu levar a seu protesto :
Sexta-feira 20 de junho de 2008 18:24
Professores interrompem trânsito na avenida Paulista
Agência Estado
Manifestação de professores em greve da rede estadual de ensino de São Paulo bloqueia a Avenida Paulista na altura do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na região central da Capital. Segundo a Polícia Militar (PM), a manifestação reúne 3 mil pessoas. O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado (Apeoesp), no entanto, estima o público em 60 mil. Depois de assembléia, na qual decidiram manter a greve, os professores seguem pela Rua da Consolação até a Praça da República, no centro da cidade.
Os grevistas reivindicam a revogação do decreto que limita as transferências de docentes entre escolas e cria uma prova anual para contratar professores, além de reajuste que leve o piso da categoria para R$ 2 mil. A proposta feita nessa quinta-feira pela Secretaria da Educação – e recusada pela categoria – previa reajuste salarial de 12,2%.
No sentido Consolação, da Praça Oswaldo Cruz até a Rua Itapeva, há 1,5 quilômetro de congestionamento, informa a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). No sentido Paraíso o motorista enfrenta 900 metros de lentidão, do acesso da Rebouças até a Rua Peixoto Gomide. Às 16 horas, a cidade tinha 103 quilômetros de trânsito engarrafado.
A CET recomenda aos motoristas que evitem a região. Quem segue para a Consolação deve pegar um desvio pela Rua Cincinato Braga e voltar à Paulista. Já quem vai para o Paraíso pode desviar pela Alameda Santos.
2 – A secretaria a qual responde pelas negociações com os policiais não informa qual é o grau de adesão à greve?
Se informa, os jornais reproduzem as informações? Se não me equivoco, os policiais têm dito que cerca de 70 a 80% da categoria está parada e, até onde sei, esses númerosnão foram contestados pelas autoridades. Pois, quando se trata dos professores, a Secretaria de Educação corre para informar – contando com a divulgação da imprensa – o público, que pode respirar aliviado, pois a educação de qualidade tucana de seus filhos prossegue de vento em popa, e não serão uns mixos “paulofreirenses” irredutíveis que a sabotarão. Numa das últimas paralisações dos docentes soubemos, pela estimativa da Secretaria, que apenas 2% da categoria teria aderido, mas que, infelizmente, foi suficiente para prejudicar o trânsito da Capital, como informou o portal G1, da Globo, em 13 de Junho ( o pior é que esses 2% causaram prejuízos ao trânsito num vulto somente equiparável à crise mundial do subprime americano. Morou? “Crise mundial”e “subprime americano” ):
Secretaria de Educação critica greve de professores em SP
Em nota, secretaria diz que se reuniu com sindicato pelo menos cinco vezes. Professores estaduais entraram em greve nesta sexta-feira (13).
Do G1, em São Paulo
A Secretaria de Educação de São Paulo divulgou nota no final da tarde desta sexta-feira (13) “lamentando” a decisão dos professores da rede estadual de ensino de decretarem greve. Na nota, a secretaria questiona a validade da greve uma vez que menos de 2% dos 250 mil professores do estado teriam participado da assembléia realizada nesta tarde na Praça da República, na região central da capital paulista. Os professores da rede estadual de ensino decidiram decretar greve por tempo indeterminado como forma de protestar contra o decreto 53.037/08 do governador José Serra (PSDB) que altera remoções, substituições e contratações temporárias da categoria. Segundo a secretaria, “a decisão de regular as transferências de professores foi adotada com o objetivo de melhorar o aproveitamento escolar, garantindo a continuidade do trabalho pedagógico”. De acordo com o governo, quase metade dos professores efetivos teria mudado de escola neste ano. Ainda segundo a secretaria, o governo tentou negociar com os professores por pelo menos cinco vezes. Após a assembléia realizada na Praça da República que decidiu pela greve, os professores seguiram em passeata até o Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista. Durante o percurso, algumas vias foram bloqueadas: Avenida do Ipiranga, a Rua da Consolação e vias dentro do bairro de Higienópolis, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A Avenida Paulista ficou bloqueada por 17 minutos, das 18h43 até as 19h. Segundo a Polícia Militar, cerca de 5 mil professores participaram do protesto. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), por causa da passeata o trânsito na capital paulista foi prejudicado na Avenida 23 de Maio, ligação Leste/Oeste e avenidas Doutor Arnaldo, Rebouças e Paulista. Por volta das 19h10, embora os manifestantes já tivessem dispersado, a CET registrava 2 km de congestionamento na Paulista no sentido Paraíso, da Praça Oswaldo Cruz até a Haddock Lobo.
3 – MAS, E O MEIRELLES NESSA!?!
E aí chegamos à explicação do título deste post:
Vejam o que é estar na vanguarda do planejamento: o secretário Beraldo não pode conceder este reajuste aos policiais civis agora, pois já enxerga o adiante, ou seja, um provável futuro negro das contas estaduais. As terríveis possíveis conseqüências, nos cofres do Estado de São Paulo, do bug econômico do milênio [ a crise mundial do subprime americano ]. Oras, você não confia no saco de maldades de seu truta de partido e presidente do Banco Central, o Henrique Meirelles? A vEJA confia, endossa e põe na capa. Seria possível que ele salvasse o Brasil, como espera a revista, mas deixasse São Paulo de fora? Como ousa pensar algo desse tipo? Você é fracassomaníaco? E isso é de família ou se adquire por influência dos amigos, as más companhias?
4 – E os bons e velhos tempos?
Será que, ao invés de um reajuste negado hoje com base numa projeção de um ( possível ) futuro terrível, não poderia ser, então, em nome dos velhos tempos ( ou seja, em homenagem ao último aumento decente que os policiais civis receberam – aumento esse cuja lembrança de quando foi se perdeu nas areias do tempo )? Nem se o Meirelles e a vEJA garantissem?
5 – E a vEJA?
Não li. Mas, até onde sei, ela ainda não veio no auxílio do governo Serra e não publicou uma daquelas extensas matérias – como as que faz quando se trata de jogar a população contra os professores – mostrando como é a Polícia Civil de algum outro país, tipo Finlândia ou Noruega, e pregando a privatização da Segurança, entre outras coisas. Ou tem medo de se envolver em assuntos policiais, ou está perdendo seu legendário faro.
6 – Estado de São Paulo: Hay gobierno? Ou melhor: Hay gobiernador?
Desculpem se meu portunhol anda enferrujado: o nome de José Serra não costuma aparecer com freqüência, quando ocorrem episódios como greves de servidores públicos ou quedas de estações de Metrô? Mas o túnel construído bestamente na Rebouças é, foi, e será da Marta Suplicy, né?

GOVERTO TUCANO DE SP NÃO CONFIA EM SEU TRUTA HENRIQUE MEIRELLES!! NEM ELES, NEM EU!

Sabadão, e finalmente os jornais decidiram informar seus leitores da existência de uma greve da Polícia Civil de SP. Vejam a capa do JT, o “Mini-Me” do Estadão [ no decorrer do post, os grifos que destacam trechos dos artigos reproduzidos são meus ]:

POLÍCIA PROTESTA E O IMPASSE SÓ AUMENTA

Cerca de 1500 manifestantes foram da Avenida Paulista à Secretaria de Gestão Pública, na Rua Bela Cintra, em protesto contra o reajuste de 6,2% oferecidopelo governo do Estado. Mas o secretário Sidney Beraldo ( Gestão Pública ) foi irredutível: “Chegamos ao limite. Estamos diante de uma crise que poderá trazer conseqüências à arrecadação do Estado no próximo ano.”
Atender ao pedido de reajuste de ao menos 10% custaria R$ 200 milhões.

O artigo é de livre acesso: “Uma greve de R$ 200 milhões” . ( Como “plus”, o secretário Beraldo pergunta a Mercadante do milhão que a PF encontrou com os aloprados. Poderia aproveitar e perguntar, à Folha de São Paulo, sobre a propina da Alstom a membros do governo estadual. )

PERGUNTAS QUE EXIGEM RESPOSTAS!!:
1 – A manifestação dos 1500 policiais civis na Avenida Paulista não complicou o trânsito na Capital?
Então aprendam, amadores, pois os professores, quando decidem parar, param não só o trânsito da Capital, como causam um congestionamento intergaláctico, como atesta a Agência Estado, em 20 de Junho último. E olha que foram apenas 3000 professores, ou o dobro dos 1500 que a Polícia Civil conseguiu levar a seu protesto :
Sexta-feira 20 de junho de 2008 18:24
Professores interrompem trânsito na avenida Paulista
Agência Estado
Manifestação de professores em greve da rede estadual de ensino de São Paulo bloqueia a Avenida Paulista na altura do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na região central da Capital. Segundo a Polícia Militar (PM), a manifestação reúne 3 mil pessoas. O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado (Apeoesp), no entanto, estima o público em 60 mil. Depois de assembléia, na qual decidiram manter a greve, os professores seguem pela Rua da Consolação até a Praça da República, no centro da cidade.
Os grevistas reivindicam a revogação do decreto que limita as transferências de docentes entre escolas e cria uma prova anual para contratar professores, além de reajuste que leve o piso da categoria para R$ 2 mil. A proposta feita nessa quinta-feira pela Secretaria da Educação – e recusada pela categoria – previa reajuste salarial de 12,2%.
No sentido Consolação, da Praça Oswaldo Cruz até a Rua Itapeva, há 1,5 quilômetro de congestionamento, informa a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). No sentido Paraíso o motorista enfrenta 900 metros de lentidão, do acesso da Rebouças até a Rua Peixoto Gomide. Às 16 horas, a cidade tinha 103 quilômetros de trânsito engarrafado.
A CET recomenda aos motoristas que evitem a região. Quem segue para a Consolação deve pegar um desvio pela Rua Cincinato Braga e voltar à Paulista. Já quem vai para o Paraíso pode desviar pela Alameda Santos.
2 – A secretaria a qual responde pelas negociações com os policiais não informa qual é o grau de adesão à greve?
Se informa, os jornais reproduzem as informações? Se não me equivoco, os policiais têm dito que cerca de 70 a 80% da categoria está parada e, até onde sei, esses númerosnão foram contestados pelas autoridades. Pois, quando se trata dos professores, a Secretaria de Educação corre para informar – contando com a divulgação da imprensa – o público, que pode respirar aliviado, pois a educação de qualidade tucana de seus filhos prossegue de vento em popa, e não serão uns mixos “paulofreirenses” irredutíveis que a sabotarão. Numa das últimas paralisações dos docentes soubemos, pela estimativa da Secretaria, que apenas 2% da categoria teria aderido, mas que, infelizmente, foi suficiente para prejudicar o trânsito da Capital, como informou o portal G1, da Globo, em 13 de Junho ( o pior é que esses 2% causaram prejuízos ao trânsito num vulto somente equiparável à crise mundial do subprime americano. Morou? “Crise mundial”e “subprime americano” ):
Secretaria de Educação critica greve de professores em SP
Em nota, secretaria diz que se reuniu com sindicato pelo menos cinco vezes. Professores estaduais entraram em greve nesta sexta-feira (13).
Do G1, em São Paulo
A Secretaria de Educação de São Paulo divulgou nota no final da tarde desta sexta-feira (13) “lamentando” a decisão dos professores da rede estadual de ensino de decretarem greve. Na nota, a secretaria questiona a validade da greve uma vez que menos de 2% dos 250 mil professores do estado teriam participado da assembléia realizada nesta tarde na Praça da República, na região central da capital paulista. Os professores da rede estadual de ensino decidiram decretar greve por tempo indeterminado como forma de protestar contra o decreto 53.037/08 do governador José Serra (PSDB) que altera remoções, substituições e contratações temporárias da categoria. Segundo a secretaria, “a decisão de regular as transferências de professores foi adotada com o objetivo de melhorar o aproveitamento escolar, garantindo a continuidade do trabalho pedagógico”. De acordo com o governo, quase metade dos professores efetivos teria mudado de escola neste ano. Ainda segundo a secretaria, o governo tentou negociar com os professores por pelo menos cinco vezes. Após a assembléia realizada na Praça da República que decidiu pela greve, os professores seguiram em passeata até o Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista. Durante o percurso, algumas vias foram bloqueadas: Avenida do Ipiranga, a Rua da Consolação e vias dentro do bairro de Higienópolis, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A Avenida Paulista ficou bloqueada por 17 minutos, das 18h43 até as 19h. Segundo a Polícia Militar, cerca de 5 mil professores participaram do protesto. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), por causa da passeata o trânsito na capital paulista foi prejudicado na Avenida 23 de Maio, ligação Leste/Oeste e avenidas Doutor Arnaldo, Rebouças e Paulista. Por volta das 19h10, embora os manifestantes já tivessem dispersado, a CET registrava 2 km de congestionamento na Paulista no sentido Paraíso, da Praça Oswaldo Cruz até a Haddock Lobo.
3 – MAS, E O MEIRELLES NESSA!?!
E aí chegamos à explicação do título deste post:
Vejam o que é estar na vanguarda do planejamento: o secretário Beraldo não pode conceder este reajuste aos policiais civis agora, pois já enxerga o adiante, ou seja, um provável futuro negro das contas estaduais. As terríveis possíveis conseqüências, nos cofres do Estado de São Paulo, do bug econômico do milênio [ a crise mundial do subprime americano ]. Oras, você não confia no saco de maldades de seu truta de partido e presidente do Banco Central, o Henrique Meirelles? A vEJA confia, endossa e põe na capa. Seria possível que ele salvasse o Brasil, como espera a revista, mas deixasse São Paulo de fora? Como ousa pensar algo desse tipo? Você é fracassomaníaco? E isso é de família ou se adquire por influência dos amigos, as más companhias?
4 – E os bons e velhos tempos?
Será que, ao invés de um reajuste negado hoje com base numa projeção de um ( possível ) futuro terrível, não poderia ser, então, em nome dos velhos tempos ( ou seja, em homenagem ao último aumento decente que os policiais civis receberam – aumento esse cuja lembrança de quando foi se perdeu nas areias do tempo )? Nem se o Meirelles e a vEJA garantissem?
5 – E a vEJA?
Não li. Mas, até onde sei, ela ainda não veio no auxílio do governo Serra e não publicou uma daquelas extensas matérias – como as que faz quando se trata de jogar a população contra os professores – mostrando como é a Polícia Civil de algum outro país, tipo Finlândia ou Noruega, e pregando a privatização da Segurança, entre outras coisas. Ou tem medo de se envolver em assuntos policiais, ou está perdendo seu legendário faro.
6 – Estado de São Paulo: Hay gobierno? Ou melhor: Hay gobiernador?
Desculpem se meu portunhol anda enferrujado: o nome de José Serra não costuma aparecer com freqüência, quando ocorrem episódios como greves de servidores públicos ou quedas de estações de Metrô? Mas o túnel construído bestamente na Rebouças é, foi, e será da Marta Suplicy, né?

GOVERTO TUCANO DE SP NÃO CONFIA EM SEU TRUTA HENRIQUE MEIRELLES!! NEM ELES, NEM EU!

Sabadão, e finalmente os jornais decidiram informar seus leitores da existência de uma greve da Polícia Civil de SP. Vejam a capa do JT, o “Mini-Me” do Estadão [ no decorrer do post, os grifos que destacam trechos dos artigos reproduzidos são meus ]:

POLÍCIA PROTESTA E O IMPASSE SÓ AUMENTA

Cerca de 1500 manifestantes foram da Avenida Paulista à Secretaria de Gestão Pública, na Rua Bela Cintra, em protesto contra o reajuste de 6,2% oferecidopelo governo do Estado. Mas o secretário Sidney Beraldo ( Gestão Pública ) foi irredutível: “Chegamos ao limite. Estamos diante de uma crise que poderá trazer conseqüências à arrecadação do Estado no próximo ano.”
Atender ao pedido de reajuste de ao menos 10% custaria R$ 200 milhões.

O artigo é de livre acesso: “Uma greve de R$ 200 milhões” . ( Como “plus”, o secretário Beraldo pergunta a Mercadante do milhão que a PF encontrou com os aloprados. Poderia aproveitar e perguntar, à Folha de São Paulo, sobre a propina da Alstom a membros do governo estadual. )

PERGUNTAS QUE EXIGEM RESPOSTAS!!:
1 – A manifestação dos 1500 policiais civis na Avenida Paulista não complicou o trânsito na Capital?
Então aprendam, amadores, pois os professores, quando decidem parar, param não só o trânsito da Capital, como causam um congestionamento intergaláctico, como atesta a Agência Estado, em 20 de Junho último. E olha que foram apenas 3000 professores, ou o dobro dos 1500 que a Polícia Civil conseguiu levar a seu protesto :
Sexta-feira 20 de junho de 2008 18:24
Professores interrompem trânsito na avenida Paulista
Agência Estado
Manifestação de professores em greve da rede estadual de ensino de São Paulo bloqueia a Avenida Paulista na altura do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na região central da Capital. Segundo a Polícia Militar (PM), a manifestação reúne 3 mil pessoas. O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado (Apeoesp), no entanto, estima o público em 60 mil. Depois de assembléia, na qual decidiram manter a greve, os professores seguem pela Rua da Consolação até a Praça da República, no centro da cidade.
Os grevistas reivindicam a revogação do decreto que limita as transferências de docentes entre escolas e cria uma prova anual para contratar professores, além de reajuste que leve o piso da categoria para R$ 2 mil. A proposta feita nessa quinta-feira pela Secretaria da Educação – e recusada pela categoria – previa reajuste salarial de 12,2%.
No sentido Consolação, da Praça Oswaldo Cruz até a Rua Itapeva, há 1,5 quilômetro de congestionamento, informa a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). No sentido Paraíso o motorista enfrenta 900 metros de lentidão, do acesso da Rebouças até a Rua Peixoto Gomide. Às 16 horas, a cidade tinha 103 quilômetros de trânsito engarrafado.
A CET recomenda aos motoristas que evitem a região. Quem segue para a Consolação deve pegar um desvio pela Rua Cincinato Braga e voltar à Paulista. Já quem vai para o Paraíso pode desviar pela Alameda Santos.
2 – A secretaria a qual responde pelas negociações com os policiais não informa qual é o grau de adesão à greve?
Se informa, os jornais reproduzem as informações? Se não me equivoco, os policiais têm dito que cerca de 70 a 80% da categoria está parada e, até onde sei, esses númerosnão foram contestados pelas autoridades. Pois, quando se trata dos professores, a Secretaria de Educação corre para informar – contando com a divulgação da imprensa – o público, que pode respirar aliviado, pois a educação de qualidade tucana de seus filhos prossegue de vento em popa, e não serão uns mixos “paulofreirenses” irredutíveis que a sabotarão. Numa das últimas paralisações dos docentes soubemos, pela estimativa da Secretaria, que apenas 2% da categoria teria aderido, mas que, infelizmente, foi suficiente para prejudicar o trânsito da Capital, como informou o portal G1, da Globo, em 13 de Junho ( o pior é que esses 2% causaram prejuízos ao trânsito num vulto somente equiparável à crise mundial do subprime americano. Morou? “Crise mundial”e “subprime americano” ):
Secretaria de Educação critica greve de professores em SP
Em nota, secretaria diz que se reuniu com sindicato pelo menos cinco vezes. Professores estaduais entraram em greve nesta sexta-feira (13).
Do G1, em São Paulo
A Secretaria de Educação de São Paulo divulgou nota no final da tarde desta sexta-feira (13) “lamentando” a decisão dos professores da rede estadual de ensino de decretarem greve. Na nota, a secretaria questiona a validade da greve uma vez que menos de 2% dos 250 mil professores do estado teriam participado da assembléia realizada nesta tarde na Praça da República, na região central da capital paulista. Os professores da rede estadual de ensino decidiram decretar greve por tempo indeterminado como forma de protestar contra o decreto 53.037/08 do governador José Serra (PSDB) que altera remoções, substituições e contratações temporárias da categoria. Segundo a secretaria, “a decisão de regular as transferências de professores foi adotada com o objetivo de melhorar o aproveitamento escolar, garantindo a continuidade do trabalho pedagógico”. De acordo com o governo, quase metade dos professores efetivos teria mudado de escola neste ano. Ainda segundo a secretaria, o governo tentou negociar com os professores por pelo menos cinco vezes. Após a assembléia realizada na Praça da República que decidiu pela greve, os professores seguiram em passeata até o Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista. Durante o percurso, algumas vias foram bloqueadas: Avenida do Ipiranga, a Rua da Consolação e vias dentro do bairro de Higienópolis, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A Avenida Paulista ficou bloqueada por 17 minutos, das 18h43 até as 19h. Segundo a Polícia Militar, cerca de 5 mil professores participaram do protesto. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), por causa da passeata o trânsito na capital paulista foi prejudicado na Avenida 23 de Maio, ligação Leste/Oeste e avenidas Doutor Arnaldo, Rebouças e Paulista. Por volta das 19h10, embora os manifestantes já tivessem dispersado, a CET registrava 2 km de congestionamento na Paulista no sentido Paraíso, da Praça Oswaldo Cruz até a Haddock Lobo.
3 – MAS, E O MEIRELLES NESSA!?!
E aí chegamos à explicação do título deste post:
Vejam o que é estar na vanguarda do planejamento: o secretário Beraldo não pode conceder este reajuste aos policiais civis agora, pois já enxerga o adiante, ou seja, um provável futuro negro das contas estaduais. As terríveis possíveis conseqüências, nos cofres do Estado de São Paulo, do bug econômico do milênio [ a crise mundial do subprime americano ]. Oras, você não confia no saco de maldades de seu truta de partido e presidente do Banco Central, o Henrique Meirelles? A vEJA confia, endossa e põe na capa. Seria possível que ele salvasse o Brasil, como espera a revista, mas deixasse São Paulo de fora? Como ousa pensar algo desse tipo? Você é fracassomaníaco? E isso é de família ou se adquire por influência dos amigos, as más companhias?
4 – E os bons e velhos tempos?
Será que, ao invés de um reajuste negado hoje com base numa projeção de um ( possível ) futuro terrível, não poderia ser, então, em nome dos velhos tempos ( ou seja, em homenagem ao último aumento decente que os policiais civis receberam – aumento esse cuja lembrança de quando foi se perdeu nas areias do tempo )? Nem se o Meirelles e a vEJA garantissem?
5 – E a vEJA?
Não li. Mas, até onde sei, ela ainda não veio no auxílio do governo Serra e não publicou uma daquelas extensas matérias – como as que faz quando se trata de jogar a população contra os professores – mostrando como é a Polícia Civil de algum outro país, tipo Finlândia ou Noruega, e pregando a privatização da Segurança, entre outras coisas. Ou tem medo de se envolver em assuntos policiais, ou está perdendo seu legendário faro.
6 – Estado de São Paulo: Hay gobierno? Ou melhor: Hay gobiernador?
Desculpem se meu portunhol anda enferrujado: o nome de José Serra não costuma aparecer com freqüência, quando ocorrem episódios como greves de servidores públicos ou quedas de estações de Metrô? Mas o túnel construído bestamente na Rebouças é, foi, e será da Marta Suplicy, né?

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