ENCALHE

setembro 25, 2007

Cai inadimplência em São Paulo, afirma Fecomercio

Filed under: crescimento econômico, Fecomércio, inadimplência, setor de comércio — Humberto @ 11:18 pm
A inadimplência na cidade de São Paulo caiu 4% em setembro em comparação com agosto, segundo pesquisa da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio), noticiou o G1.
Apesar da queda, o volume de consumidores que não conseguiram pagar suas dívidas ainda é cinco pontos percentuais mais alto do que o registrado no mesmo período de 2006. Já parcela de consumidores endividados permanece no mesmo patamar de agosto (59%).
No entanto, na comparação com setembro de 2006, o nível de endividamento é quatro pontos percentuais mais alto. Na Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) da Fecomercio, foram entrevistados 1.360 consumidores no município de São Paulo.
Segundo a pesquisa, há mais paulistanos com dívidas na faixa de rendimentos entre 3 a 10 salários mínimos (66%), um aumento de 3 pontos percentuais em relação a agosto. Já entre os consumidores que ganham acima de 10 salários mínimos, o índice é de 47%, ante 43% de agosto.
PEGN

setembro 13, 2007

Comércio tem perspectiva otimista com alta do PIB ( notícia chapa-branca do Cata-Milho )

Filed under: ACSP, Brasil, crescimento econômico, Economia, IEDI, PIB, setor de comércio — Humberto @ 7:31 pm

Pequenas Empresas Grandes Negócios
12/09/2007

Comércio tem perspectiva otimista com alta do PIB
O presidente da Associação Comercial de São Paulo, Alencar Burti, comemorou o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre, com alta de 5,4% ante o mesmo período do ano passado. Segundo ele, o crescimento do consumo das famílias, de 5,7% no mesmo período, melhorou a perspectiva do setor para o fim de 2007, com a proximidade do Dia das Crianças e do Natal, que estão entre as melhores datas para as vendas do comércio, noticiou o G1.
“Os bons ventos sopram e temos que aproveitar o momento, mas com cautela, tendo em vista as recentes turbulências internacionais”, disse.
Segundo Fabio Pina, assessor econômico da Fecomércio, a tendência é que o crescimento registrado no setor de comércio e serviços permaneça. “Apesar de o cenário internacional ser menos auspicioso do que foi no primeiro trimestre, o PIB está mais ou menos do que a gente chama de contratado”.
“O contágio, até agora, foi relativamente pequeno deste ambiente internacional mais turvo, mais turbulento. A gente não tem motivos para imaginar que alguma coisa vai se alterar em grande medida. A gente pode esperar um crescimento do PIB em torno de 5%”.
Iedi
O Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) considera “digna de destaque” a aceleração da indústria na composição do PIB, saltando de um crescimento de 0,4% no primeiro trimestre, na margem, para 1,3% no segundo trimestre. “Sinaliza que o setor retomou sua condição que, para alguns, havia sido perdida para o setor de serviços, que é a de liderar o crescimento da economia”. De acordo com a interpretação do Iedi, não fosse a aceleração do setor industrial, o PIB do segundo trimestre teria sido bem inferior do que o do primeiro trimestre, “frustrando, assim, a expectativa de aceleração do crescimento”.

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