ENCALHE

outubro 26, 2008

"Governo Serra e a mídia usaram seqüestro de Eloá para criar cortina de fumaça sobre crise na Segurança de SP", diz deputado Roberto Felício

Para Felício, São Paulo vive a maior crise na Segurança Pública de sua história
23/10/2008
Conforme denunciou em tribuna o líder da bancada do PT na Assembléia Legislativa, Roberto Felício, a polícia militar invadiu o cativeiro em Santo André, para criar uma “cortina de fumaça” para acobertar o episódio da guerra entre as polícias ocorrida no dia anterior nas proximidades do Palácio dos Bandeirantes. Inicialmente o governador, no programa Brasil Urgente, de José Luiz Datena, acusou o PT de incitar o movimento.
No plenário, na última segunda-feira (dia 20) o deputado Roberto Felício já antevia que tudo era uma estratégia do Palácio dos Bandeirantes: acusar o PT e criar um fato político outro que tirasse a troca de tiros entre as polícias do foco de atenção. “A orientação que se deu foi a seguinte”, disse Felício. “ Para evitar um mal maior sobre o Palácio dos Bandeirantes e um desgaste ao Governador José Serra, vamos difundir a história de que o PT está organizando a greve da Polícia Civil. Foi uma afirmação injusta do Governador. Já tive a oportunidade de dizer, desta tribuna, que o Governador sabe que o PT não fez isso”.
No dia seguinte, continuou Felício, a sociedade paulista vivenciou mais uma tragédia. “Um professor como eu, ao levar seus alunos para fora da escola, para fazer uma atividade extra-classe, era obrigado pela legislação, e também por consciência própria, a pedir para os pais assinarem um documento, autorizando que a direção da escola e que os professores pudessem levar as crianças para visitar, por exemplo, a Bienal. Nenhum aluno – com menos de 18 anos – poderia sair da escola sem autorização por escrito dos pais.”
“Essa controvérsia de que aquela garota de 15 anos – foi ou não autorizada pelos pais – os pais estão dizendo que não, o pai da garota está dizendo que não autorizou, e a mãe da garota está dizendo que não autorizou. Mesmo que tivesse autorizado, cabe, segundo a lei, o papel do Estado é o de proteger alguém que tem menos de 18 anos, aliás, proteger a população de modo geral. Mas, ainda mais obrigado, quando se trata de menor de idade. Portanto, resta evidente que houve uma decisão política. Não foi uma decisão técnica. Estou acusando o Palácio dos Bandeirantes de ter tomado uma decisão política incorreta, talvez para criar cortina de fumaça”.
Segundo o deputado, “há boas razões para supor que a ação desencadeada não foi um erro de polícia. Não foi a polícia que errou. Houve uma decisão política. O seqüestro demorou cem horas quando aconteceu a “Guerra do Morumbi”. Algumas horas depois, toma-se uma decisão de invasão do cativeiro, colocando a vida de duas garotas em risco e com conseqüência trágica, a morte de uma delas. O Governo do Estado de São Paulo tomou, volto a dizer, uma decisão política, mais de 80 horas depois do seqüestro”.

outubro 20, 2008

O imprensalão ( vilgo PIG ) usa a tragédia de Santo André para esconder a crise na Segurança Pública paulista de Serra e a greve da Defensoria Pública

Não tem denúncia bombástica aqui, são simples observações e anotações, enumeradas e sem ordem cronológica. Mas acompanhem, por favor:
1 – Marcha de defensores públicos pela valorização profissional acontece em São Paulo ( 01/09 ); em 16/09, a Polícia Civil de São Paulo entra, oficialmente, em greve. População não notará muito, já que pouco sairá nos jornais, além de opiniões governistas, a minimizar a paralisação;
2 – Policiais civis ( 1500 ou 3000 pessoas, dependendo a fonte ) fazem manifestação na Avenida Paulista ( 10/10 ) e marcam novo encontro para a 5ª. feira;Defensores Públicos de São Paulo decidem por PARALISAÇÃO de cinco dias;
2a – Em NOTA OFICIAL, a APADEP responde à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania. Associação esclarece “informações imprecisas” divulgadas pela Secretaria, que disse ser a greve dos defensores “política e ideológica” ( batata!!); em 13/10, a APADEP emitiria mais uma resposta à Secretaria;
3 – Começa o sequestro em Santo André ( 13/10 );
4 – Continua o sequestro ( 14/10 );
5a – O sequestro em Santo André continua;
5b – Policiais civis grevistas dirigem-se à sede do governo estadual, polícia militar tenta bloquear, e inicia-se a batalha campal, que resulta em dezenas de feridos; noticiário mostra imagens do que parecem ser policiais civis armados em meio aos manifestantes – e, como supostos participantes, foram apresentados à população; as imagens de todo o confronto REPERCUTEM MUNDIALMENTE.
6 – José Serra FINALMENTE aparece em cena, e imputa a bagunça toda ao PT, à CUT, à Força Sindical e a Paulinho da Força ( de quem, inclusive, Serra recebeu apoio para sagrar-se prefeito, nas eleições municipais de 2004 ); e diz que armas – instrumento de trabalho das polícias, cedido pelo Estado – não podem ser usadas contra o Estado; falou-se, inclusive, que veículos oficiais da Polícia Civil foram utilizados pelos participantes da marcha; sequestro em Santo André prossegue e imprensa sensacionalista faz a festa;
7 – No sábado, 18/10, é publicado que boa parte dos policiais ( ARMADOS ) do GOE destacados – escalados pelo governo – para acompanhar e monitorar a manifestação dos grevistas da polícia civil, aliou-se a estes na manifestação; a participação de policiais do grupo no quebra-quebra foi negada pelo supervisor do GOE, Luiz Antonio Pinheiro ( jornal AGORA, 18/10 );
8 – Suposta ação desastrosa da PM no seqüestro em Santo André; reféns são baleadas, uma delas Eloá, o alvo do sequestrador, entra em coma e tem morte cerebral anunciada pelos médicos; imagem do Coronel da Polícia de Choque passa a monopolizar o noticiário, sendo chamado “às falas” para explicar o porquê do fracasso da operação. Greve da polícia civil e dos defensores públicos some miraculosamente do noticiário.
MORAL DA HISTÓRIA: A PM passa a ser um chamariz ideal, já que consegiu participar de dois episódios espetaculares – e, “polêmicos” – em menos de uma semana, sendo que o caso do sequestro recebe muito mais atenção e, por extensão, se torna o assunto principal entre a população. Morte da namorada, um novelão formidável e anestesiante, anula o assunto “greve da polícia civil”, que já dura mais de um mês. A PM, retratada como despreparada, tanto para conter grevistas como para solucionar um caso de sequestro, passa a ter seus métodos e ações questionados. Fato chocante e isolado passa a subordinar o restante do noticiário, ofuscando aquilo que, noutras ocasiões, seria apontado como uma das maiores preocupações da população ( “a Segurança” ). Esta, por sua vez, reclama da chuva, da greve dos bancários e comenta a morte da menina, o suposto homossexualismo de um prefeito, mas estranhamente não se lembra de que costuma – e muito – se lamentar pela “falta de segurança”.

agosto 21, 2008

Jornalista brasileiro sequestrado pelo Hezbollah: "Não fomos torturados como os paranóicos islamofóbicos adorariam dizer…"

Filed under: BBC, Hezbollah, jornalistas, Líbano, Oriente Médio, sequestros, Tariq Saleh, TV Globo — Humberto @ 1:24 am
Hezbollah seqüestra equipe da TV Globo e correspondente brasileiro da BBC
Comunique-se, 19.08.08
Uma equipe de reportagem da TV Globo foi feita refém de integrantes do Hezbollah. Os correspondentes Marcos Losekann e Paulo Pimentel estavam fazendo matéria sobre uma lanchonete temática em Beirute quando foram abordados por militantes armados. Junto com eles estava o jornalista brasileiro Tariq Saleh, correspondente para a BBC em Beirute e também colaborador da Folha de S.Paulo.
Eles foram obrigados a entrar em um carro com cortinas que impediam a visão externa. Sob a mira de armas, foram interrogados e ficaram presos durante cinco horas.
“Não, não fomos agredidos fisicamente, mas o fomos moralmente. Não fomos torturados, nem colocados em cativeiro como os paranóicos islamofobíacos adoram pregar. Mas o Hezbollah mostrou a sua cara, mostrou que tem duas facetas – a resistência a Israel e a resistência ao próprio Líbano”, relatou Tariq Saleh em seu
blog.
O correspondente da BBC contou que não foi a primeira vez que foi detido pelo Hezbollah. Ele viveu situações semelhantes no sul do Líbano.
Depois de liberados, receberam ordem de embarcar no primeiro vôo para Londres.
Os militantes devolveram os celulares sem os cartões de memória e a câmera sem a fita, mas as imagens captadas para a reportagem estavam numa outra fita que não foi apreendida (veja a
reportagem).
A reportagem estava sendo filmada numa lanchonete inspirada nos conflitos armados da região. Localizada no bairro Dahiye, controlado pelo Hezbollah, ela serve refeições ao som de tiroteios e ataques aéreos.
Segundo reportagem exibida no Jornal Nacional desta segunda-feira (18/08), o grupo islâmico controla o trabalho da imprensa. A credencial emitida pelo Ministério das Relações Exteriores do Líbano não tem validade para os militantes.
O Consulado do Brasil em Beirute apresentou uma queixa formal contra os abusos sofridos pelos jornalistas, mas o governo do Líbano admitiu que nada pode fazer contra o Hezbollah.

Jornalista brasileiro sequestrado pelo Hezbollah: "Não fomos torturados como os paranóicos islamofóbicos adorariam dizer…"

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Hezbollah seqüestra equipe da TV Globo e correspondente brasileiro da BBC
Comunique-se, 19.08.08
Uma equipe de reportagem da TV Globo foi feita refém de integrantes do Hezbollah. Os correspondentes Marcos Losekann e Paulo Pimentel estavam fazendo matéria sobre uma lanchonete temática em Beirute quando foram abordados por militantes armados. Junto com eles estava o jornalista brasileiro Tariq Saleh, correspondente para a BBC em Beirute e também colaborador da Folha de S.Paulo.
Eles foram obrigados a entrar em um carro com cortinas que impediam a visão externa. Sob a mira de armas, foram interrogados e ficaram presos durante cinco horas.
“Não, não fomos agredidos fisicamente, mas o fomos moralmente. Não fomos torturados, nem colocados em cativeiro como os paranóicos islamofobíacos adoram pregar. Mas o Hezbollah mostrou a sua cara, mostrou que tem duas facetas – a resistência a Israel e a resistência ao próprio Líbano”, relatou Tariq Saleh em seu
blog.
O correspondente da BBC contou que não foi a primeira vez que foi detido pelo Hezbollah. Ele viveu situações semelhantes no sul do Líbano.
Depois de liberados, receberam ordem de embarcar no primeiro vôo para Londres.
Os militantes devolveram os celulares sem os cartões de memória e a câmera sem a fita, mas as imagens captadas para a reportagem estavam numa outra fita que não foi apreendida (veja a
reportagem).
A reportagem estava sendo filmada numa lanchonete inspirada nos conflitos armados da região. Localizada no bairro Dahiye, controlado pelo Hezbollah, ela serve refeições ao som de tiroteios e ataques aéreos.
Segundo reportagem exibida no Jornal Nacional desta segunda-feira (18/08), o grupo islâmico controla o trabalho da imprensa. A credencial emitida pelo Ministério das Relações Exteriores do Líbano não tem validade para os militantes.
O Consulado do Brasil em Beirute apresentou uma queixa formal contra os abusos sofridos pelos jornalistas, mas o governo do Líbano admitiu que nada pode fazer contra o Hezbollah.

Jornalista brasileiro sequestrado pelo Hezbollah: "Não fomos torturados como os paranóicos islamofóbicos adorariam dizer…"

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Hezbollah seqüestra equipe da TV Globo e correspondente brasileiro da BBC
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Uma equipe de reportagem da TV Globo foi feita refém de integrantes do Hezbollah. Os correspondentes Marcos Losekann e Paulo Pimentel estavam fazendo matéria sobre uma lanchonete temática em Beirute quando foram abordados por militantes armados. Junto com eles estava o jornalista brasileiro Tariq Saleh, correspondente para a BBC em Beirute e também colaborador da Folha de S.Paulo.
Eles foram obrigados a entrar em um carro com cortinas que impediam a visão externa. Sob a mira de armas, foram interrogados e ficaram presos durante cinco horas.
“Não, não fomos agredidos fisicamente, mas o fomos moralmente. Não fomos torturados, nem colocados em cativeiro como os paranóicos islamofobíacos adoram pregar. Mas o Hezbollah mostrou a sua cara, mostrou que tem duas facetas – a resistência a Israel e a resistência ao próprio Líbano”, relatou Tariq Saleh em seu
blog.
O correspondente da BBC contou que não foi a primeira vez que foi detido pelo Hezbollah. Ele viveu situações semelhantes no sul do Líbano.
Depois de liberados, receberam ordem de embarcar no primeiro vôo para Londres.
Os militantes devolveram os celulares sem os cartões de memória e a câmera sem a fita, mas as imagens captadas para a reportagem estavam numa outra fita que não foi apreendida (veja a
reportagem).
A reportagem estava sendo filmada numa lanchonete inspirada nos conflitos armados da região. Localizada no bairro Dahiye, controlado pelo Hezbollah, ela serve refeições ao som de tiroteios e ataques aéreos.
Segundo reportagem exibida no Jornal Nacional desta segunda-feira (18/08), o grupo islâmico controla o trabalho da imprensa. A credencial emitida pelo Ministério das Relações Exteriores do Líbano não tem validade para os militantes.
O Consulado do Brasil em Beirute apresentou uma queixa formal contra os abusos sofridos pelos jornalistas, mas o governo do Líbano admitiu que nada pode fazer contra o Hezbollah.

Jornalista brasileiro sequestrado pelo Hezbollah: "Não fomos torturados como os paranóicos islamofóbicos adorariam dizer…"

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Hezbollah seqüestra equipe da TV Globo e correspondente brasileiro da BBC
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Uma equipe de reportagem da TV Globo foi feita refém de integrantes do Hezbollah. Os correspondentes Marcos Losekann e Paulo Pimentel estavam fazendo matéria sobre uma lanchonete temática em Beirute quando foram abordados por militantes armados. Junto com eles estava o jornalista brasileiro Tariq Saleh, correspondente para a BBC em Beirute e também colaborador da Folha de S.Paulo.
Eles foram obrigados a entrar em um carro com cortinas que impediam a visão externa. Sob a mira de armas, foram interrogados e ficaram presos durante cinco horas.
“Não, não fomos agredidos fisicamente, mas o fomos moralmente. Não fomos torturados, nem colocados em cativeiro como os paranóicos islamofobíacos adoram pregar. Mas o Hezbollah mostrou a sua cara, mostrou que tem duas facetas – a resistência a Israel e a resistência ao próprio Líbano”, relatou Tariq Saleh em seu
blog.
O correspondente da BBC contou que não foi a primeira vez que foi detido pelo Hezbollah. Ele viveu situações semelhantes no sul do Líbano.
Depois de liberados, receberam ordem de embarcar no primeiro vôo para Londres.
Os militantes devolveram os celulares sem os cartões de memória e a câmera sem a fita, mas as imagens captadas para a reportagem estavam numa outra fita que não foi apreendida (veja a
reportagem).
A reportagem estava sendo filmada numa lanchonete inspirada nos conflitos armados da região. Localizada no bairro Dahiye, controlado pelo Hezbollah, ela serve refeições ao som de tiroteios e ataques aéreos.
Segundo reportagem exibida no Jornal Nacional desta segunda-feira (18/08), o grupo islâmico controla o trabalho da imprensa. A credencial emitida pelo Ministério das Relações Exteriores do Líbano não tem validade para os militantes.
O Consulado do Brasil em Beirute apresentou uma queixa formal contra os abusos sofridos pelos jornalistas, mas o governo do Líbano admitiu que nada pode fazer contra o Hezbollah.

Jornalista brasileiro sequestrado pelo Hezbollah: "Não fomos torturados como os paranóicos islamofóbicos adorariam dizer…"

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Hezbollah seqüestra equipe da TV Globo e correspondente brasileiro da BBC
Comunique-se, 19.08.08
Uma equipe de reportagem da TV Globo foi feita refém de integrantes do Hezbollah. Os correspondentes Marcos Losekann e Paulo Pimentel estavam fazendo matéria sobre uma lanchonete temática em Beirute quando foram abordados por militantes armados. Junto com eles estava o jornalista brasileiro Tariq Saleh, correspondente para a BBC em Beirute e também colaborador da Folha de S.Paulo.
Eles foram obrigados a entrar em um carro com cortinas que impediam a visão externa. Sob a mira de armas, foram interrogados e ficaram presos durante cinco horas.
“Não, não fomos agredidos fisicamente, mas o fomos moralmente. Não fomos torturados, nem colocados em cativeiro como os paranóicos islamofobíacos adoram pregar. Mas o Hezbollah mostrou a sua cara, mostrou que tem duas facetas – a resistência a Israel e a resistência ao próprio Líbano”, relatou Tariq Saleh em seu
blog.
O correspondente da BBC contou que não foi a primeira vez que foi detido pelo Hezbollah. Ele viveu situações semelhantes no sul do Líbano.
Depois de liberados, receberam ordem de embarcar no primeiro vôo para Londres.
Os militantes devolveram os celulares sem os cartões de memória e a câmera sem a fita, mas as imagens captadas para a reportagem estavam numa outra fita que não foi apreendida (veja a
reportagem).
A reportagem estava sendo filmada numa lanchonete inspirada nos conflitos armados da região. Localizada no bairro Dahiye, controlado pelo Hezbollah, ela serve refeições ao som de tiroteios e ataques aéreos.
Segundo reportagem exibida no Jornal Nacional desta segunda-feira (18/08), o grupo islâmico controla o trabalho da imprensa. A credencial emitida pelo Ministério das Relações Exteriores do Líbano não tem validade para os militantes.
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Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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