ENCALHE

julho 24, 2008

Recondução a cargo na CNTBio de inimigo dos trangênicos é vetado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia

Governo do Paraná critica veto à recondução de professor na CTNBio
AEN / PR, 23/07/2008
O ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Resende, vetou a recondução do professor Rubens Nodari, indicado pelo Ministério de Meio Ambiente para voltar a ocupar a vaga do ministério na CTNBio ( Comissão Técnica Nacional de Biossegurança ). Para o engenheiro agrônomo Valdir Izidoro Silveira, presidente da Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar), “o professor Nodari é considerado um inimigo das multinacionais das sementes porque ele defende o meio ambiente brasileiro, a saúde das pessoas e a soberania da produção agrícola brasileira”.Valdir Izidoro afirma que “quem manda efetivamente hoje na CTBio são as multinacionais das sementes. O veto ao professor Nodari é a prova cabal da dependência deste órgão aos interesses dos defensores dos transgênicos”.
Gabriela Vuolo, do Greenpeace, argumenta que “o professor Nodari há muito tempo vem refreando o avanço irresponsável da transgenia do veneno. Na verdade, ele tem pedido aquilo que qualquer um que preze pela imparcialidade e pelo rigor científico solicitaria: estudos de impacto ambiental, garantias científicas de que não há riscos para a saúde e informações precisas sobre as modificações genéticas – estudos que qualquer empresa que investiu milhões em uma variedade transgênica deveria ter. Mas não tem. Tanto que esses estudos nunca apareceram”.
O professor Rubens Nodari é membro da CTNBio desde muito antes dela ter sido reformulada, em 2005. Acompanha as discussões sobre transgênicos há tanto tempo que foi chamado para compor o quadro técnico do Ministério do Meio Ambiente logo que o presidente Lula e a ex-ministra Marina Silva assumiram, em 2003.
No final do ano passado, o professor teve que deixar a Comissão porque o prazo de seu primeiro mandato na comissão estava expirando. Mas segundo as regras que regem a CTNBio, ele poderia ser renomeado por mais dois anos. E foi exatamente isso que o MMA fez: indicou o professor Nodari novamente, para representar o ministério por mais dois anos.
Gabriela Vuolo destaca “o que acontece é que o professor Nodari acabou virando uma pedra no sapato daqueles que querem os transgênicos inundando o país o quanto antes. E que são os mesmos que devem ter pressionado o ministro da Ciência e Tecnologia para vetar a recondução de Nodari”.

Recondução a cargo na CNTBio de inimigo dos trangênicos é vetado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia

Governo do Paraná critica veto à recondução de professor na CTNBio
AEN / PR, 23/07/2008
O ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Resende, vetou a recondução do professor Rubens Nodari, indicado pelo Ministério de Meio Ambiente para voltar a ocupar a vaga do ministério na CTNBio ( Comissão Técnica Nacional de Biossegurança ). Para o engenheiro agrônomo Valdir Izidoro Silveira, presidente da Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar), “o professor Nodari é considerado um inimigo das multinacionais das sementes porque ele defende o meio ambiente brasileiro, a saúde das pessoas e a soberania da produção agrícola brasileira”.Valdir Izidoro afirma que “quem manda efetivamente hoje na CTBio são as multinacionais das sementes. O veto ao professor Nodari é a prova cabal da dependência deste órgão aos interesses dos defensores dos transgênicos”.
Gabriela Vuolo, do Greenpeace, argumenta que “o professor Nodari há muito tempo vem refreando o avanço irresponsável da transgenia do veneno. Na verdade, ele tem pedido aquilo que qualquer um que preze pela imparcialidade e pelo rigor científico solicitaria: estudos de impacto ambiental, garantias científicas de que não há riscos para a saúde e informações precisas sobre as modificações genéticas – estudos que qualquer empresa que investiu milhões em uma variedade transgênica deveria ter. Mas não tem. Tanto que esses estudos nunca apareceram”.
O professor Rubens Nodari é membro da CTNBio desde muito antes dela ter sido reformulada, em 2005. Acompanha as discussões sobre transgênicos há tanto tempo que foi chamado para compor o quadro técnico do Ministério do Meio Ambiente logo que o presidente Lula e a ex-ministra Marina Silva assumiram, em 2003.
No final do ano passado, o professor teve que deixar a Comissão porque o prazo de seu primeiro mandato na comissão estava expirando. Mas segundo as regras que regem a CTNBio, ele poderia ser renomeado por mais dois anos. E foi exatamente isso que o MMA fez: indicou o professor Nodari novamente, para representar o ministério por mais dois anos.
Gabriela Vuolo destaca “o que acontece é que o professor Nodari acabou virando uma pedra no sapato daqueles que querem os transgênicos inundando o país o quanto antes. E que são os mesmos que devem ter pressionado o ministro da Ciência e Tecnologia para vetar a recondução de Nodari”.

Recondução a cargo na CNTBio de inimigo dos trangênicos é vetado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia

Governo do Paraná critica veto à recondução de professor na CTNBio
AEN / PR, 23/07/2008
O ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Resende, vetou a recondução do professor Rubens Nodari, indicado pelo Ministério de Meio Ambiente para voltar a ocupar a vaga do ministério na CTNBio ( Comissão Técnica Nacional de Biossegurança ). Para o engenheiro agrônomo Valdir Izidoro Silveira, presidente da Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar), “o professor Nodari é considerado um inimigo das multinacionais das sementes porque ele defende o meio ambiente brasileiro, a saúde das pessoas e a soberania da produção agrícola brasileira”.Valdir Izidoro afirma que “quem manda efetivamente hoje na CTBio são as multinacionais das sementes. O veto ao professor Nodari é a prova cabal da dependência deste órgão aos interesses dos defensores dos transgênicos”.
Gabriela Vuolo, do Greenpeace, argumenta que “o professor Nodari há muito tempo vem refreando o avanço irresponsável da transgenia do veneno. Na verdade, ele tem pedido aquilo que qualquer um que preze pela imparcialidade e pelo rigor científico solicitaria: estudos de impacto ambiental, garantias científicas de que não há riscos para a saúde e informações precisas sobre as modificações genéticas – estudos que qualquer empresa que investiu milhões em uma variedade transgênica deveria ter. Mas não tem. Tanto que esses estudos nunca apareceram”.
O professor Rubens Nodari é membro da CTNBio desde muito antes dela ter sido reformulada, em 2005. Acompanha as discussões sobre transgênicos há tanto tempo que foi chamado para compor o quadro técnico do Ministério do Meio Ambiente logo que o presidente Lula e a ex-ministra Marina Silva assumiram, em 2003.
No final do ano passado, o professor teve que deixar a Comissão porque o prazo de seu primeiro mandato na comissão estava expirando. Mas segundo as regras que regem a CTNBio, ele poderia ser renomeado por mais dois anos. E foi exatamente isso que o MMA fez: indicou o professor Nodari novamente, para representar o ministério por mais dois anos.
Gabriela Vuolo destaca “o que acontece é que o professor Nodari acabou virando uma pedra no sapato daqueles que querem os transgênicos inundando o país o quanto antes. E que são os mesmos que devem ter pressionado o ministro da Ciência e Tecnologia para vetar a recondução de Nodari”.

Recondução a cargo na CNTBio de inimigo dos trangênicos é vetado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia

Governo do Paraná critica veto à recondução de professor na CTNBio
AEN / PR, 23/07/2008
O ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Resende, vetou a recondução do professor Rubens Nodari, indicado pelo Ministério de Meio Ambiente para voltar a ocupar a vaga do ministério na CTNBio ( Comissão Técnica Nacional de Biossegurança ). Para o engenheiro agrônomo Valdir Izidoro Silveira, presidente da Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar), “o professor Nodari é considerado um inimigo das multinacionais das sementes porque ele defende o meio ambiente brasileiro, a saúde das pessoas e a soberania da produção agrícola brasileira”.Valdir Izidoro afirma que “quem manda efetivamente hoje na CTBio são as multinacionais das sementes. O veto ao professor Nodari é a prova cabal da dependência deste órgão aos interesses dos defensores dos transgênicos”.
Gabriela Vuolo, do Greenpeace, argumenta que “o professor Nodari há muito tempo vem refreando o avanço irresponsável da transgenia do veneno. Na verdade, ele tem pedido aquilo que qualquer um que preze pela imparcialidade e pelo rigor científico solicitaria: estudos de impacto ambiental, garantias científicas de que não há riscos para a saúde e informações precisas sobre as modificações genéticas – estudos que qualquer empresa que investiu milhões em uma variedade transgênica deveria ter. Mas não tem. Tanto que esses estudos nunca apareceram”.
O professor Rubens Nodari é membro da CTNBio desde muito antes dela ter sido reformulada, em 2005. Acompanha as discussões sobre transgênicos há tanto tempo que foi chamado para compor o quadro técnico do Ministério do Meio Ambiente logo que o presidente Lula e a ex-ministra Marina Silva assumiram, em 2003.
No final do ano passado, o professor teve que deixar a Comissão porque o prazo de seu primeiro mandato na comissão estava expirando. Mas segundo as regras que regem a CTNBio, ele poderia ser renomeado por mais dois anos. E foi exatamente isso que o MMA fez: indicou o professor Nodari novamente, para representar o ministério por mais dois anos.
Gabriela Vuolo destaca “o que acontece é que o professor Nodari acabou virando uma pedra no sapato daqueles que querem os transgênicos inundando o país o quanto antes. E que são os mesmos que devem ter pressionado o ministro da Ciência e Tecnologia para vetar a recondução de Nodari”.

Recondução a cargo na CNTBio de inimigo dos trangênicos é vetado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia

Governo do Paraná critica veto à recondução de professor na CTNBio
AEN / PR, 23/07/2008
O ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Resende, vetou a recondução do professor Rubens Nodari, indicado pelo Ministério de Meio Ambiente para voltar a ocupar a vaga do ministério na CTNBio ( Comissão Técnica Nacional de Biossegurança ). Para o engenheiro agrônomo Valdir Izidoro Silveira, presidente da Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar), “o professor Nodari é considerado um inimigo das multinacionais das sementes porque ele defende o meio ambiente brasileiro, a saúde das pessoas e a soberania da produção agrícola brasileira”.Valdir Izidoro afirma que “quem manda efetivamente hoje na CTBio são as multinacionais das sementes. O veto ao professor Nodari é a prova cabal da dependência deste órgão aos interesses dos defensores dos transgênicos”.
Gabriela Vuolo, do Greenpeace, argumenta que “o professor Nodari há muito tempo vem refreando o avanço irresponsável da transgenia do veneno. Na verdade, ele tem pedido aquilo que qualquer um que preze pela imparcialidade e pelo rigor científico solicitaria: estudos de impacto ambiental, garantias científicas de que não há riscos para a saúde e informações precisas sobre as modificações genéticas – estudos que qualquer empresa que investiu milhões em uma variedade transgênica deveria ter. Mas não tem. Tanto que esses estudos nunca apareceram”.
O professor Rubens Nodari é membro da CTNBio desde muito antes dela ter sido reformulada, em 2005. Acompanha as discussões sobre transgênicos há tanto tempo que foi chamado para compor o quadro técnico do Ministério do Meio Ambiente logo que o presidente Lula e a ex-ministra Marina Silva assumiram, em 2003.
No final do ano passado, o professor teve que deixar a Comissão porque o prazo de seu primeiro mandato na comissão estava expirando. Mas segundo as regras que regem a CTNBio, ele poderia ser renomeado por mais dois anos. E foi exatamente isso que o MMA fez: indicou o professor Nodari novamente, para representar o ministério por mais dois anos.
Gabriela Vuolo destaca “o que acontece é que o professor Nodari acabou virando uma pedra no sapato daqueles que querem os transgênicos inundando o país o quanto antes. E que são os mesmos que devem ter pressionado o ministro da Ciência e Tecnologia para vetar a recondução de Nodari”.

fevereiro 26, 2008

Depósitos situados no Ártico guardam milhões de sementes de diversas espécies, para o caso de catástrofes – ou perda da diversidade, seja lá porquê

Banco mundial de sementes inaugurado próximo ao Pólo Norte
26/02/08
Cerca de 4,5 milhões de sementes das mais importantes plantas cultiváveis passam a ser guardadas em baixo de montanha da ilha norueguesa de Spitsbergen, situada a apenas mil quilômetros do Pólo Norte.
Com a presença do presidente da Comissão Européia, José Manuel Barroso, será inaugurado nesta terça-feira (26/02) o Global Seed Vault ( Banco Mundial de Sementes ), depósito que irá guardar 4,5 milhões de sementes das mais importantes plantas úteis conhecidas.
Encravados 120 metros dentro da pedra, foram cavados três grandes depósitos no interior de uma montanha do arquipélago ártico norueguês de Spitsbergen, distante cerca de mil quilômetros do Pólo Norte. Se uma planta desaparecer, por motivo de catástrofe, por exemplo, ela poderá ser agora recuperada.
Depósitos de sementes de diversos países do mundo contribuíram para o projeto organizado pela fundação Global Crop Diversity Trust ( Fundo de Diversidade Global de Plantas Cultiváveis ) e financiado por governos, organizações e o Banco Mundial.
Diversidade de plantas úteis e cereais
O maior banco de sementes mundial deverá assegurar a diversidade de plantas úteis e cereais. O depósito também foi pensado para, no caso de uma catástrofe global, possibilitar a alimentação da humanidade. Três grandes depósitos medindo 27m x 10m foram cavados no interior da mais alta montanha de Spitsbergen, ilha norueguesa situada no Círculo Polar Ártico, onde as diversas sementes serão armazenadas numa temperatura constante de menos 18° Celsius.
“As instalações foram construídas para abrigar o dobro da quantidade de amostras de sementes que conhecemos”, afirma Cary Fowler, diretor administrativo do Fundo de Diversidade Global de Plantas Cultiváveis e mentor do projeto. Para a construção do depósito, a Noruega investiu cerca de 6 milhões de euros.
Cerca de 250 mil amostras de sementes já se encontram armazenadas no novo depósito. Elas continuam a pertencer, no entanto, a seus países de origem. Nem todos os bancos nacionais de genes são bem protegidos e parte da diversidade vegetal já se perdeu.
Eventuais mudanças climáticas
Desta forma, bancos de sementes iraquianos e afegãos foram destruídos na guerra. Um tufão destruiu outro nas Filipinas. Por este motivo, o novo Banco Mundial de Sementes tornou-se rapidamente conhecido em todo o mundo. Países ameaçados por revoltas como o Paquistão e o Quênia já enviaram amostras de sementes para Spitsbergen. O Banco Mundial de Sementes armazenará amostras provenientes de mais de 1,4 mil bancos de sementes de todo o mundo.
O tesouro representado pelo banco de sementes é protegido por espessas paredes de concreto, porta blindada e sistema de alarme. Eventuais mudanças climáticas também foram levadas em conta pelos arquitetos do novo banco mundial de sementes.
Por este motivo, ele se situa 130 metros acima do nível do mar. Mesmo que boa parte da calota polar derreta, ele continuará seco. O depósito de concreto está preparado para resistir até mesmo a uma guerra nuclear. E no caso de o sistema de refrigeração falhar, o permafrost garantirá que a temperatura não supere 3,5° Celsius.
Agenturen (ca)

outubro 4, 2007

Ogropecuária

Sementes ilegais comprometem produtividade da próxima safra
A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) alerta aos agricultores paranaenses que evitem o uso de sementes ilegais e piratas no plantio da safra 2007/08. O uso dessas sementes certamente vai comprometer a produtividade das próximas lavouras e o produtor poderá ser penalizado pela fiscalização do Ministério da Agricultura e do Abastecimento, como já está acontecendo na região Sudoeste do Paraná.
Os produtores que não estão agindo conforme a lei de sementes e mudas, que proíbe o uso de sementes ilegais, podem ser alvo de fiscalização pelo Ministério da Agricultura, avisou o engenheiro agrônomo Afonso Sikora, do Departamento de Fiscalização e Sanidade Agropecuária (Defis), da Secretaria da Agricultura. Segundo ele, a fiscalização está sendo intensificada, principalmente na região Sudoeste do Paraná, onde as infrações à legislação são maiores. Os fiscais federais estão autuando principalmente os produtores que fazem uso de sementes piratas de soja, forrageiras e adubos verdes.
Por pirataria entende-se a multiplicação de grãos próprios, que são vendidos para outros produtores, explica Sikora. Ele lembra que a produtividade de soja no Paraná saltou de 80 sacos por alqueire para 130 sacos por alqueire, devido ao uso de sementes fiscalizadas, com certificado de origem, que garantem a qualidade do produto. “Se o produtor desistir desse cuidado e utilizar sementes próprias, trocadas entre vizinhos ou sementes piratas, certamente em pouco tempo essa produtividade irá declinar”, avisou o agrônomo. O técnico lembra que a lei 10.711, de agosto de 2003, alterou os procedimentos de fiscalização junto aos produtores. A legislação define que a fiscalização sobre a produção de sementes, uso de sementes protegidas e sementes ilegais ou piratas são de competência do Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Já a fiscalização sobre o comércio de sementes e mudas, cabe às secretarias estaduais de Agricultura.
Outra irregularidade que está sendo alvo de fiscalização do Ministério da Agricultura, segundo Sikora, é a venda de milheto (adubo verde) como ração animal. Segundo ele, esse produto está colocado ilegalmente em lojas de sementes. Os fiscais da Seab detectaram essa ilegalidade no comércio, o que chamou a atenção dos fiscais do Ministério, explicou. Segundo ele, os fiscais federais estão indo atrás dos produtores que compraram o milheto em lojas de sementes. Certamente, se fossem usar para ração animal, não iriam procurar lojas de sementes para comprar o produto, concluiu.
AEN/PR
04/10/07

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.