Sem-tetos ateiam fogo em revista Veja durante ato
HORA DO POVO, ed. 2795, 28.08.09
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Moradores de rua fizeram um protesto, quinta-feira (19), Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, contra a revista Veja, da editora Abril. No ato, realizado na Praça da Sé, os manifestantes atearam fogo numa pilha de revistas e condenaram a reportagem “Profissionais da esmola”, publicada na edição 2.126, da semana passada.
A matéria, que inicia com o fato de o artigo 60º da Lei das Contravenções Penais — que qualificava a mendicância como contravenção — ter sido revogado em 17 de julho, acusa moradores de rua de “se fantasiar com uma roupa surrada” para “ganhar dinheiro fácil”. Cerca de 200 pessoas participaram do protesto denunciando o teor manipulatório e generalizador da matéria. Os manifestantes também qualificaram a publicação de “fascista”.
Conforme o vídeo que divulgou a manifestação, publicado pelo perfil “Gira”, os Moradores de Rua também lembraram os cinco anos do o genocídio ocorrido “entre os dias 19 e 22 de agosto de 2004, quando 15 pessoas foram violentamente atacadas enquanto dormiam nas ruas do centro da cidade, sendo que sete delas morreram. Posteriormente, no dia 23 de maio de 2005, uma testemunha do massacre foi morta por policiais militares”.
A matéria, que inicia com o fato de o artigo 60º da Lei das Contravenções Penais — que qualificava a mendicância como contravenção — ter sido revogado em 17 de julho, acusa moradores de rua de “se fantasiar com uma roupa surrada” para “ganhar dinheiro fácil”. Cerca de 200 pessoas participaram do protesto denunciando o teor manipulatório e generalizador da matéria. Os manifestantes também qualificaram a publicação de “fascista”.
Conforme o vídeo que divulgou a manifestação, publicado pelo perfil “Gira”, os Moradores de Rua também lembraram os cinco anos do o genocídio ocorrido “entre os dias 19 e 22 de agosto de 2004, quando 15 pessoas foram violentamente atacadas enquanto dormiam nas ruas do centro da cidade, sendo que sete delas morreram. Posteriormente, no dia 23 de maio de 2005, uma testemunha do massacre foi morta por policiais militares”.
O VÍDEO TÁQUI, Ó:
Conversa Afiada

TRIVELA
Carta Maior
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Celso Lungaretti
CONVERSA AFIADA c/ Paulo Henrique Amorim
Desemprego Zero
Dicionário Jurídico – A a Z – Nota Dez
HORA DO POVO
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