ENCALHE

novembro 18, 2007

Presidente do Equador é tratado deselegantemente em aeroporto de Miami. Porque no te calas? ( em espanhol )

Presidente Correa expresará “descontento” a EE.UU. por incidente en Miami
Noviembre 18, 2007
QUITO AFP
El presidente de la República, Rafael Correa, expresará su “descontento” a Estados Unidos por un incidente que sufrió en el aeropuerto de Miami en el viaje hacia Riad, para participar en la cumbre de la OPEP, indicó este domingo la secretaria de Comunicación, Julia Ortega. La funcionaria, quien acompaña al presidente en su gira que incluirá China e Indonesia, dijo al diario quiteño Hoy que una vez que el mandatario retorne a Quito – hacia finales de noviembre- presentará su “descontento” a la embajadora estadounidense en Quito, Linda Jewell. Correa, un duro crítico de Washington y aliado de su homólogo venezolano, Hugo Chávez, se negó a ser sometido el jueves a una revisión por parte de agentes de migración en Miami como si se tratara de un ciudadano común, según la versión de Hoy. De acuerdo con Ortega, el jefe de Estado manifestó que Ecuador se reserva el derecho de hacer lo mismo con autoridades norteamericanas cuando visiten el país y que en adelante evitará hacer escalas en Estados Unidos durante sus viajes. La Cancillería y la secretaría de Comunicación en Quito no han informado sobre el incidente y el anunciado reclamo contra Washington
Presidente evitaría las escalas en Miami
HOY Online
Quito, Domingo 18 de Noviembre de 2007
Vocera de régimen confirmó “incidente” en terminal de EEUU
Julia Ortega, secretaria de comunicación, confirmó la versión difundida ayer por diario HOY. En esta se dijo que el presidente Rafael Correa tuvo un incidente en el aeropuerto de Miami (EEUU), cuando se dirigía a Riad, Arabia Saudita, para asistir a la reunión de países miembros de la OPEP. El incidente se produjo cuando miembros de migración de la Terminal Aérea pretendían revisar al Presidente Correa como a un ciudadano común. La revisión no se concretó debido a la negativa del Jefe de Estado.Según la secretaria de comunicación, Correa manifestó que el Ecuador se reserva de hacer lo mismo con autoridades norteamericanas cuando visiten el país. También señaló que cuando realice algún viaje al exterior, evitará tomar una ruta que incluya como paso a los Estados Unidos.Ortega agregó que, una vez que Correa retorne al país, le expresará su descontento a la embajadora de EEUU, Linda Jewell.
Este Diario se comunicó con Julia Ortega dos veces vía telefónica por alrededor de las 17:00 (hora local). La Secretaría de Comunicación afirmó que tenía mucho trabajo todavía, pese que en la ciudad de Riad era la 01:00. (MFA)
LEIA MAIS:
Brasil já deu mostras patrióticas de seu empenho em contribuir com a Segurança Nacional americana. Além disso, provamos que o brasileiro não suporta tiranias, como estão insinuando, ao dizer que o nosso país tem medo de Chávez e Evo Morales. Oras, se detestamos tiranos como Bin Laden, nada mais inteligente que ajudar os EUA. Se eles querem que tiremos os sapatos em seus aeroportos, então tiraremos. Leia em: “Em visita aos EUA, Celso Lafer é obrigado a tirar os sapatos em aeroportos“, Revista Época, 04/03/2002.

outubro 11, 2007

EUA e Inglaterra usam secretas de países da ex-Cortina de Ferro para espionar a Rússia.Depois que virar guerra vão ficar chorando!! ( em espanhol )

EEUU y GB usan contra Rusia servicios secretos de Polonia, Georgia y países bálticos
Moscú, 10 de octubre, RIA Novosti. EEUU y Gran Bretaña siguen usando a los servicios secretos de Polonia, Georgia y los países del Báltico para trabajar contra Rusia, declaró el miércoles Nikolái Pátrushev, director del FSB.
Lo hacen la CIA y el servicio de inteligencia británico SIS, dijo él en una entrevista al semanario Argumenty i Fakty. La influencia de esta entidades se manifiesta tanto en “la formación de la plantilla y la distribución del presupuesto” como en “la definición de objetivos estratégicos y la organización directa de actividades de espionaje conjuntas”, afirmó Pátrushev.
Como resultado, los servicios secretos de estos países “desarrollan operaciones que rebasan considerablemente el marco de los respectivos intereses nacionales” y revierten “en beneficio de los socios mayores”. En las naciones citadas hay intentos de reclutar agentes entre ciudadanos rusos, dijo el jefe del FSB.

setembro 17, 2007

Chega de GTA e Winning Eleven!!! Game que tá detonando você encontra na home page da CIA!!!

Filed under: CIA, espionagem, inteligência, Segurança Nacional — Humberto @ 11:37 pm
É isso mesmo!!! Tá certo que você se acostumou desde criança com o Telejogo, Genius e Odissey ( não, o Professor Corujinha não vale ) e, já nos anos 90, virava as noites empurrando a bola pro gol encarnando o artilheiro Janco Tiano. Mas aqui o negócio é jogar sério.
Gostas de uma espionagem? Está mais para James Bond ou Lancelot Link? Ah, não tem mais idade para essas coisas? Tá legal, então. Mas seu filho pode.
Vá no seguinte endereço eletrônico:
https://www.cia.gov/kids-page/index.html
É onde você achará a página da CIA para crianças e nela, opções de games emocionantes e sugestivos, como o “Break the Code”, cuja apresentação é a seguinte:
“Codes have been used throughout history whenever people wanted to keep messages private. In American history, George Washington sent coded messages to his agents, and the Culper Spy ring used codes to communicate with each other. Members of the Continental Congress also encoded their documents. Read about the Enigma decoding machine and the role it played in World War II.
If you’re up to the challenge, try to decode the following messages. Read the directions carefully and bust those codes! After decoding each message, click on the “Verify Code” button to see if you were successful.”
É isso aí. Faça aquela parceria com a garotada, seja araponga por um dia e ajude a Inteligência a salvar o mundo dos terroristas horrorosos!!!

setembro 15, 2007

Documentos revelam o uso de satélites em apoio à agências civis em território americano

Filed under: EUA, NSA, satélites de monitoramento, Segurança Nacional — Humberto @ 1:11 am

Uma Tradução meia-boca do Cata-Milho

O Arquivo de Segurança Nacional publicou uma coleção de documentos acerca do uso, pelos EUA, de satélites de reconhecimento para investigações e coleta de dados de objetivos dentro do território americano durante as últimas quatro décadas. Este novo calhamaço vem na sequência da revelação publicada no Wall Street Journal em 15 de Agosto de 2007, que o governo está planejando estender o uso de satélites de reconhecimento nos Estados Unidos em apoio a agências civis ( aqueles fora da Comunidade de Inteligência e Departamento de Defesa ) em resposta a recomendações por um grupo de estudo independente.

Obtido graças à Lei de Liberdade de Informações ( FOIA ) e pesquisas em arquivos, os documentos liberados publicados hoje descrevem um número de usos para os quais os satélites de reconhecimento de Estados Unidos foram empregados como mapeamento, ações de assistência em situações de catástrofe, e ajuda a investigações de Agência de Proteção do Meio Ambiente. Um indício da crescente confiança em satélites em apoio às agências civis é a instalação, do NAO ( National Applications Office) vinculando-o ao Departamento de Segurança Nacional ( Department of Homeland Security ) . A criação do NAO – em substituição ao “Civil Applications Committee”, de três décadas – e a intenção de fazer maior uso de satélites de reconhecimento para fins legais e de segurança nacional gerou apreensão entre ativistas das liberdades civis e congressistas.

NSA

agosto 28, 2007

De olho no povo americano!!! FBI usa satélites para ver o que o americano faz quendo não tem ninguém olhando!!! ( em inglês, proletas! )

WASHINGTON POST
25/ 08/ 2007
Eye on the Homeland
A plan to use spy satellites for domestic purposes needs to be carefully managed.
POWERFUL intelligence satellites have been used domestically for years on an ad hoc basis — for example, to assess damage after a natural disaster, to help with security at major events or for scientific studies. The FBI called in spy satellite help when tracking the Washington area snipers. Now, the Bush administration is forming a unit within the Department of Homeland Security to enable more routine domestic use of satellite imagery — for purposes such as protecting the borders and helping local law enforcement.
The administration’s plan makes sense. But it is essential that these capabilities be used carefully, with due regard for Americans’ privacy concerns and with careful monitoring, including congressional oversight.
There is, we agree with civil libertarians, a creepy, Big Brother feel to the notion of an invisible eye snapping pictures from above. But this kind of technology is less invasive than surveillance cameras in public places, which proved their usefulness after terrorist bombings in London. The intrusive capacity of the spy satellites may be greater than that of the satellites that produce images used by Google Earth, but officials insist that they are nowhere near the detect-activity-through-walls powers imagined by producers of television dramas. “We’re not looking inside bunkers, we’re not looking inside houses,” Charles Allen, chief intelligence officer for the Department of Homeland Security, told us. “The capabilities from space have their limitations of physics.”
After the attacks of Sept. 11, 2001, it makes sense to use satellite technology for domestic defense. A 2005 study, commissioned by intelligence officials, found “an urgent need for action because opportunities to better protect the homeland are being missed.”
The greater use of this technology must be accompanied, however, by robust protections for privacy and civil liberties. It must be carefully reviewed within the executive branch and by Congress. Some capabilities may need to remain classified, but a change this significant ought to be publicly debated to the fullest extent possible, and there should be continued public disclosure about how much surveillance is being conducted for what purposes. Administration officials say they fully briefed lawmakers about their plans, but in a sharply worded letter to Homeland Security Secretary
Michael Chertoff, Rep. Bennie Thompson (D-Miss.), the chairman of the House Committee on Homeland Security, complained that he had learned of the plan through media reports. That’s not a comforting start for a landmark change.

maio 22, 2006

Ato Patriótico no Brasil

Passou meio que despercebido, graças ao destaque que o PCC recebeu nos últimos dias. O jornal USA Today publicou aquilo que deverá fazer a alegria de todo adepto das idéias convencionalmente (mal) definidas como ” teorias da conspiração”: o governo americano teria grampeado seu próprio povo desde o 11 de Setembro.
Modéstia. Os conspirólogos denunciam que isso é feito há muito mais tempo.
A desculpa do governo Bush é o surrado “combate ao terrorismo”. Como já foi o “combate ao comunismo” a justificativa pelo apoio a ditaduras sanguinárias ao redor do globo.
A novidade é que não se trata de artigo publicado em sites de ufologia e afins, mas de um “jornalão”. Todo cidadão norteamericano, suspeito ou não, teve seus telefonemas rastreados por um sistema de espionagem hi-tech, monitorado por agências de espionagem, como a NSA.
O que isso tem a ver com o Brasil?
Quase nada, mas serve como introdução ao tema a seguir:a paranóia observada no Estado de São Paulo, devido aos ataques atribuídos ao PCC, está servindo como justificativa para a recrudescência da brutalidade por parte dos agentes da lei.
A compreensível resposta vigorosa da PM ao crime no Estado veio acompanhada de relatos, suspeitas de abusos e, pior, assassinatos considerados gratuitos por testemunhas e conhecidos das vítimas. Chacinas e esquadrões da morte voltam a ser destaque nos noticiários e conversas cotidianas.
A”opinião pública” exige respostas e não irá se opor ao uso desmedido de violência contra pessoas que tiverem o azar de cruzar com uma polícia desmoralizada e às voltas com seus próprios conflitos internos de ordem moral, espiritual, psicológica e material. Locais onde a população prefere os bandidos à polícia são alvos da desforra indiscriminada.
Após o ataque às Torres Gêmeas, a música de uma nota só que passou a ser entoada, quase em uníssono, nas paradas americanas foi aquela que dizia: quem não está conosco, está contra.
O chamado Ato Patriótico, restringindo as liberdades civis dos cidadãos americanos, seria então imposto sob a bandeira da Segurança Nacional, e as vozes contrárias às represálias preconizadas por Bush e seu Ministério da Guerra, seriam colocadas em xeque, sujeitas à pecha irresistível de anti-patrióticas ou anti-americanas.
Semelhanças à parte, deve-se temer que velhos baluartes da troglodice tropical saiam de sua leve hibernação, brandindo seus tacapes e, auxiliados pela gritaria supersônica de programas de rádio e televisão, instiguem a população traumatizada pelos acontecimentos contra valores de seu próprio interesse, como os direitos civis e humanos que alguns insistem em preservar.

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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