Não, não é o número de uma conta em meu nome em algum paraíso fiscal. Minha realidade não poderia estar mais distante.Houve um tempo em que, a cada pisada na bola que uma linha de ônibus, uma empresa ou até mesmo um motorista desse, eu já corria e dedurava para o 156. Aí, veio o Serra. E foi-se o Serra. E veio o Kassab, em quem ninguém votou.
Os serviços ficaram tão ruins, a mídia dedicava-se a “descobrir” novos “supostos” crimes do PT ( como o original “Valerioduto” – concebido em reuniões do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, lá pelos idos de 78, 79 , e nascido e criado junto com o PT em 1980 ) e de Lula, as administrações estaduais e municipais do PSDB e capangas de agremiações aliadas eram tão gritantemente protegidas e blindadas que desisiti de fazer qualquer reclamação ou sugestão. Como não haviam as habituais manchetes do Jornal da Tarde ou do Agora, dizendo às pessoas como elas deviam agir e pensar e, portanto, essas pessoas não enxergavam por si mesmas a condição piorando, comecei a sentir-me uma besta ulcerosa.
Na última vez em que tive o desprazer de requerer alguma providência da Prefeitura de Andrea Matarazzo – e já relatei o episódio aqui aqui – após perder dezenas de minutos para tentar fazer uma queixa no 156, relatando as dezenas de minutos que perdera esperando por um ônibus, a burra que me atendia estava sendo ensinada enquanto me atendia ( eu podia ouví-la recebendo as instruções ) , sendo que repondi 3 vezes o mesmo questionário, até que acabou com a linha caíndo, e o serviço terminado sem ter sido feito.
Bom, o número que aparece no título se trata do protocolo de uma reclamação que fiz no Sábado, quando aguardei a partida de um veículo durante 50 minutos: das 22:25 hs até às 23:15 hs.
De saco cheio, resolvi voltar à carga. Mas as coisas não andam bem por aqui.
Só para termos uma idéia da complexidade da questão, deveríamos saber quem são os personagens que comandam, de uma forma ou de outra, o mercado do transporte coletivo na Capital, com todas as decorrências disso e os interesses cruzados. Por exemplo, a publicidade nos veículos passa, obrigatoriamente pelo sobrenome “Ruas“, como se verá aqui nesse ponto ( Ver “Checagem OK” ).

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