Trata-se de Rodrigo Maia, dos DEMos, partido que ( se o álcool não prejudicou minha memória ) acumpinchou-se de FHC na entrega das diversas estatais a preço de banana ( “banana”, no caso, é o sujeito que vendeu as estatais a preços irrisórios, dizendo que fazia aquilo para nos levar ao Primeiro Mundo ) em transações deveras espúrias e com enredos catastróficos interpretados por atores cansatrões. Basta lembrar de Ricardo Sérgio de Oliveira ou do ex-ministro Mendonção ( leia aqui ) pego no grampo negociando favorecimentos a Daniel Dantas na privataria da Telebrás ( aqui também ).
Maia entrou com representação no TCU, a contestar o repasse de recursos do BNDES na transação. Segundo ele, a operação é ilegal, já que o tal Plano de Outorgas não permite que uma empresa concessionária de telefonia fixa compre outra. Para haver negócio, o Plano de Outorgas ( PGO ) deveria ser alterado. Sendo um negócio ilegal, ele raciocina, a participação pecuniária do BNDES também fica sendo.
Então fica assim: Paulo Henrique Amorim ganha um aliado de onde menos se esperaria: das hostes do DEMo. Será que ele, Maia, fala em nome do partido inteiro?

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