ENCALHE

setembro 29, 2007

Aqui no Cata-Milho, a governança corporativa é levada a sério mesmo!! Veja um exemplo:

Filed under: Banespa, Nossa Caixa, Rodobens — Humberto @ 3:02 am
Nossa Caixa e Rodobens fazem acordo para construir imóveis
A Nossa Caixa e a Rodobens Negócios Imobiliários fecharam nesta quinta-feira (27) parceria para a construção e a venda de imóveis. Por meio do acordo, o banco concederá crédito à Rodobens para a produção de empreendimentos imobiliários. A Nossa Caixa ainda poderá financiar a aquisição das unidades pelos clientes das duas organizações.
As regras para taxas, prazos e limite de financiamento serão definidas de acordo com as características de cada empreendimento. A estimativa das empresas é produzir e comercializar, nos próximos cinco anos, 10 mil unidades habitacionais, com valor de venda de R$ 600 milhões. Os imóveis serão nos municípios de Atibaia, Bauru, Campinas, Marilia, Mogi das Cruzes, Mogi Guaçu, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, Sorocaba e Taubaté.
A Nossa Caixa considera o segmento de crédito imobiliário um dos pilares estratégicos para a expansão dos negócios. Até o final do ano, a instituição espera dobrar o volume de empréstimo habitacional em relação aos negócios realizados em 2006. Para isso, além de fazer a parceria com a Rodobens, o banco ampliou o prazo de financiamento de 20 para 25 anos. (AE)
Repórter Diário
27/09/07
Como a Nossa Caixa todos já conhecem, inclusive a parte da verba publicitária, vamos apresentar ao distinto, interessado e qualificado leitor da holding Cata-Milho/ Encalhe o Conselho de Administração da Rodobens, no link abaixo:
Link aqui!!!
Você, ilustre passageiro, verá que diversos tipos faceiros compõem a Conselho. E verá nas mãos de quem o governo do Estado está jogando recursos de um banco público e estatal, como é a Nossa Caixa e, um dia, foi também o Banespa

maio 10, 2007

Networking tucano e o Mercado Imobiliário: uma cornucópia de dinheiro!!!

Seguinte: fiquei até quase 5 da manhã escrevendo um troço, deu um pico de energia e apagou tudo. Porra!!
Então, só para registro: há uns boatos dando conta de que uma operação cinematográfica será executada pela PF e – conta-se – até ex-ministro vai rodar. Acho que foi no Giba Um que eu vi isso.
Como o próprio mestre vem falando, negócios suspeitos estão rolando, em meio a esse “boom imobiliário” que os jornais, recheados de anúncios de grandes imobiliárias e incorporadoras, vêm celebrando.
Ah, lembrei: a Tecnisa que tem, entre seus conselheiros, um membro dos clã Mendonça de Barros ( o José Roberto ) , pagou uma fábula por um terreno pertencente à Telefònica e que foi, um dia, da Telesp, antes desta ser privatizada pelos tucanos que têm, entre seus ex-ministros, o Luiz Carlos Mendonça de Barros.
Como lembramos e a imprensa não cansa de mostrar, o Mendonção foi pego com a boca no grampo, maquinando do jeito que eles fazem, para favorecer Daniel Dantas ( esse mesmo, que o Diogo Mainardi tornou pública a amizade do banqueiro com o PT desde as greves do ABC na década de 70 ) na privatização so Sistema Telebrás.
Pois bem. Da mesma forma que o Estado de São Paulo “recomprou” prédios do Santander, adquiridos pelo banco espanhol quando este recebeu a doação do Banespa ou, em menor escala, o avião que o então candidato Alckmin gabou-se de ter vendido – para demonstrar sua “superioridade” ao candidato Lula – mas que Serra “recomprou” e até deu carona a esse mesmo Alckmin com o avião readquirido, essas operações de “compra e recompra” parecem até pregão da Bolsa de Valores, e ( parece ) sempre tem tucano na jogada.
E, no staff de muitas dessas imobiliárias e incorporadoras gigantescas que investem nesses feudos para a classe “A”, aparecem os nomes de ex-ministros ou secretários especiais do governo FHC.
O Consórcio Rodobens, para exemplificar, que acabou de receber investimentos estrangeiros ( Merril Lynch comprou participação nessa empresa ) apresenta Maílson da Nóbrega e Alcides Tápias e o mega-private-equity-fund Rio Bravo, de Gustavo Franco e Carlos Kawall; sem contar com o Fundo Gávea, de Armínio Fraga.
E – pode-se ler nos cadernos de Economia – o dinheiro do estrangeiro vem jorrando. Cada vez mais. De acordo com o Giba Um, “a ordem é esquentar”.
Não estou pré-julgando ninguém, apenas levantando questões e suspeitas. As investigações ficam a cargo da Polícia Federal, da Receita Federal e dos bravos jornalistas investigativos de nossos jornais, que dariam a vida em nome de seus princípios ético-morais ( princípios tão nobres são encontrados, apenas, nos próprios donos destes veículos de comunicação ).
Talvez eu volte ao assunto.

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