ENCALHE

abril 28, 2009

Em sistema de mutirão, Sem-terra do MLST faz casa de dois quartos com R$ 7 mil no assentamento Santo Dias, em Ribeirão Preto ( SP )

Filed under: assentamentos, MLST, propriedade de terras, Ribeirão Preto ( SP ) — Humberto @ 7:21 pm

Sem-terra faz casa de dois quartos com R$ 7 mil

Sem-terra faz casa de dois quartos com R$ 7 mil

FELIZ DA VIDA “Sempre sonhei com um pedaço de terra. Agora tenho a terra e minha casa”, afirmou a assentada Lindinalva dos Santos
O MLST (Movimento de Libertação dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) está construindo, em mutirão, 160 casas a um custo de R$ 7 mil cada uma. Os recursos de R$ 1,120 milhão vieram do governo federal para as famílias do assentamento Santo Dias da Silva, que fica na fazenda da Barra, em Ribeirão Preto. As casas de 42 metros quadrados têm dois quartos, uma sala, uma cozinha e um banheiro e também são entregues com laje.
Segundo Marcos Praxedes, do diretório nacional do MLST, foram economizados 40% dos recursos disponibilizados pelo governo federal porque o material foi comprado direto de fábricas em Franca, São José do Rio Preto e Minas Gerais.
Segundo ele, a escolha das fábricas levou em conta três fatores: qualidade, material de primeira linha, os preços, e a forma de pagamento.“A nossa intenção era baratear o custo e conseguimos. Por isto, estamos entregando a nossa casa com laje. Quem tinha dinheiro guardado fez uma casa maior”, afirmou.
Segundo o engenheiro José Aníbal Laguna, os sem-terra conseguem construir uma casa a preço mais barato que os programas oficiais do governo porque eles não possuem a infraestrutura que os conjuntos habitacionais oferecem.
“Quem constrói tem encargos sociais com os empregados, tem responsabilidade civil e, por isto, a casa sai mais barato, é tudo informal”, disse.
Alegria
Quem está contente com a nova moradia é a dona-de-casa Lindinalva dos Santos, 58 anos, que está no assentamento há seis anos. Ela mora com o marido, mas em breve os filhos deverão fazer companhia ao casal. “Eu morava em Franca e sempre sonhei com um pedaço de terra. Agora tenho a terra e minha casa. Dois sonhos realizados”. No terreno de 14 mil metros quadrados, ela também planta arroz, feijão, soja e mandioca. “Este ano colhi feijão que dá para dois anos. Nunca fui tão feliz na minha vida”, afirmou.
Wellington Fernandes Silva e a mulher Andréa Campos constroem juntos a nova moradia, que deve ficar pronta nos próximos dias. Jovens eles pretendem cultivar a terra e vender a colheita para os comerciantes de Ribeirão preto e região.
“Agora o nosso assentamento está 100%. Sair do barraco e ir para a casa de alvenaria representa 100% de melhoria na nossa vida e colher o mantimento da nossa terra não tem alegria maior que essa”, afirmou. ( A Cidade/ RP, 27.04.09 )

Em sistema de mutirão, Sem-terra do MLST faz casa de dois quartos com R$ 7 mil no assentamento Santo Dias, em Ribeirão Preto ( SP )

Filed under: assentamentos, MLST, propriedade de terras, Ribeirão Preto ( SP ) — Humberto @ 7:21 pm

Sem-terra faz casa de dois quartos com R$ 7 mil

Sem-terra faz casa de dois quartos com R$ 7 mil

FELIZ DA VIDA “Sempre sonhei com um pedaço de terra. Agora tenho a terra e minha casa”, afirmou a assentada Lindinalva dos Santos
O MLST (Movimento de Libertação dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) está construindo, em mutirão, 160 casas a um custo de R$ 7 mil cada uma. Os recursos de R$ 1,120 milhão vieram do governo federal para as famílias do assentamento Santo Dias da Silva, que fica na fazenda da Barra, em Ribeirão Preto. As casas de 42 metros quadrados têm dois quartos, uma sala, uma cozinha e um banheiro e também são entregues com laje.
Segundo Marcos Praxedes, do diretório nacional do MLST, foram economizados 40% dos recursos disponibilizados pelo governo federal porque o material foi comprado direto de fábricas em Franca, São José do Rio Preto e Minas Gerais.
Segundo ele, a escolha das fábricas levou em conta três fatores: qualidade, material de primeira linha, os preços, e a forma de pagamento.“A nossa intenção era baratear o custo e conseguimos. Por isto, estamos entregando a nossa casa com laje. Quem tinha dinheiro guardado fez uma casa maior”, afirmou.
Segundo o engenheiro José Aníbal Laguna, os sem-terra conseguem construir uma casa a preço mais barato que os programas oficiais do governo porque eles não possuem a infraestrutura que os conjuntos habitacionais oferecem.
“Quem constrói tem encargos sociais com os empregados, tem responsabilidade civil e, por isto, a casa sai mais barato, é tudo informal”, disse.
Alegria
Quem está contente com a nova moradia é a dona-de-casa Lindinalva dos Santos, 58 anos, que está no assentamento há seis anos. Ela mora com o marido, mas em breve os filhos deverão fazer companhia ao casal. “Eu morava em Franca e sempre sonhei com um pedaço de terra. Agora tenho a terra e minha casa. Dois sonhos realizados”. No terreno de 14 mil metros quadrados, ela também planta arroz, feijão, soja e mandioca. “Este ano colhi feijão que dá para dois anos. Nunca fui tão feliz na minha vida”, afirmou.
Wellington Fernandes Silva e a mulher Andréa Campos constroem juntos a nova moradia, que deve ficar pronta nos próximos dias. Jovens eles pretendem cultivar a terra e vender a colheita para os comerciantes de Ribeirão preto e região.
“Agora o nosso assentamento está 100%. Sair do barraco e ir para a casa de alvenaria representa 100% de melhoria na nossa vida e colher o mantimento da nossa terra não tem alegria maior que essa”, afirmou. ( A Cidade/ RP, 27.04.09 )

março 27, 2009

Justiça manda Ribeirão Preto fazer licitação para o transporte público. Ex-prefeito tucano concedeu,em 1999, permissão para 3 empresas, sem licitação.

Justiça dá prazo para Executivo
A Justiça deu dois meses a mais para a Prefeitura de Ribeirão Preto e as permissionárias do transporte público chegarem a um acordo sobre a realização de uma nova licitação. O juiz da 2ª Vara da Fazenda, João Donizete Gandini, suspendeu por esse período o processo movido pelo Ministério Público.
A ação civil pública foi apresentada pelo promotor da Cidadania, Sebstião Sérgio da Silveira, e pede que um novo certame seja feito. A permissão para as empresas Rápido D’Oeste, Turb e Transcorp foi concedida sem licitação em 1999, pelo então prefeito Luiz Roberto Jábali (PSDB), para mais 15 anos. Já existem outras duas sentenças do Tribunal de Justiça (TJ) que determinam que o poder público faça uma nova licitação. As decisões foram provocadas por duas ações populares. O TJ também condena as empresas e o espólio de Jábali, falecido em 2004, a ressarcir o erário por possíveis danos aos cofres públicos por não realizar o certame.
Suspensão
O juiz João Donizete Gandini diz que suspendeu o processo porque houve chance de entendimento entre as partes, na audiência ocorrida na terça-feira. “Vi que há possibilidade de acontecer um acordo. Esse foi o caminho para que encontrem uma solução que atenda a ambas as partes.”
O processo que tramita na 2ª Vara vai ficar suspenso até que ocorra um retorno das negociações entre prefeitura e empresas. Se não houver consenso, o juiz prossegui com os trâmites. “Essa ação esta em fase intermediária, que é de investigar provas, pedir perícias. Se continuar, vou decidir o que sentenciar.”
A prefeitura afirma, por meio da assessoria de imprensa, que não há ainda um entendimento com as permissionárias. O poder público municipal está envolvido no processo por meio da Transerp e da Secretaria de Negócios Jurídicos, cuja titular é a procuradora Vera Lúcia Zanetti. As três empresas são responsáveis por todas as linhas de ônibus no município.
A CIDADE , 26.03.09

Justiça manda Ribeirão Preto fazer licitação para o transporte público. Ex-prefeito tucano concedeu,em 1999, permissão para 3 empresas, sem licitação.

Justiça dá prazo para Executivo
A Justiça deu dois meses a mais para a Prefeitura de Ribeirão Preto e as permissionárias do transporte público chegarem a um acordo sobre a realização de uma nova licitação. O juiz da 2ª Vara da Fazenda, João Donizete Gandini, suspendeu por esse período o processo movido pelo Ministério Público.
A ação civil pública foi apresentada pelo promotor da Cidadania, Sebstião Sérgio da Silveira, e pede que um novo certame seja feito. A permissão para as empresas Rápido D’Oeste, Turb e Transcorp foi concedida sem licitação em 1999, pelo então prefeito Luiz Roberto Jábali (PSDB), para mais 15 anos. Já existem outras duas sentenças do Tribunal de Justiça (TJ) que determinam que o poder público faça uma nova licitação. As decisões foram provocadas por duas ações populares. O TJ também condena as empresas e o espólio de Jábali, falecido em 2004, a ressarcir o erário por possíveis danos aos cofres públicos por não realizar o certame.
Suspensão
O juiz João Donizete Gandini diz que suspendeu o processo porque houve chance de entendimento entre as partes, na audiência ocorrida na terça-feira. “Vi que há possibilidade de acontecer um acordo. Esse foi o caminho para que encontrem uma solução que atenda a ambas as partes.”
O processo que tramita na 2ª Vara vai ficar suspenso até que ocorra um retorno das negociações entre prefeitura e empresas. Se não houver consenso, o juiz prossegui com os trâmites. “Essa ação esta em fase intermediária, que é de investigar provas, pedir perícias. Se continuar, vou decidir o que sentenciar.”
A prefeitura afirma, por meio da assessoria de imprensa, que não há ainda um entendimento com as permissionárias. O poder público municipal está envolvido no processo por meio da Transerp e da Secretaria de Negócios Jurídicos, cuja titular é a procuradora Vera Lúcia Zanetti. As três empresas são responsáveis por todas as linhas de ônibus no município.
A CIDADE , 26.03.09

Justiça manda Ribeirão Preto fazer licitação para o transporte público. Ex-prefeito tucano concedeu,em 1999, permissão para 3 empresas, sem licitação.

Justiça dá prazo para Executivo
A Justiça deu dois meses a mais para a Prefeitura de Ribeirão Preto e as permissionárias do transporte público chegarem a um acordo sobre a realização de uma nova licitação. O juiz da 2ª Vara da Fazenda, João Donizete Gandini, suspendeu por esse período o processo movido pelo Ministério Público.
A ação civil pública foi apresentada pelo promotor da Cidadania, Sebstião Sérgio da Silveira, e pede que um novo certame seja feito. A permissão para as empresas Rápido D’Oeste, Turb e Transcorp foi concedida sem licitação em 1999, pelo então prefeito Luiz Roberto Jábali (PSDB), para mais 15 anos. Já existem outras duas sentenças do Tribunal de Justiça (TJ) que determinam que o poder público faça uma nova licitação. As decisões foram provocadas por duas ações populares. O TJ também condena as empresas e o espólio de Jábali, falecido em 2004, a ressarcir o erário por possíveis danos aos cofres públicos por não realizar o certame.
Suspensão
O juiz João Donizete Gandini diz que suspendeu o processo porque houve chance de entendimento entre as partes, na audiência ocorrida na terça-feira. “Vi que há possibilidade de acontecer um acordo. Esse foi o caminho para que encontrem uma solução que atenda a ambas as partes.”
O processo que tramita na 2ª Vara vai ficar suspenso até que ocorra um retorno das negociações entre prefeitura e empresas. Se não houver consenso, o juiz prossegui com os trâmites. “Essa ação esta em fase intermediária, que é de investigar provas, pedir perícias. Se continuar, vou decidir o que sentenciar.”
A prefeitura afirma, por meio da assessoria de imprensa, que não há ainda um entendimento com as permissionárias. O poder público municipal está envolvido no processo por meio da Transerp e da Secretaria de Negócios Jurídicos, cuja titular é a procuradora Vera Lúcia Zanetti. As três empresas são responsáveis por todas as linhas de ônibus no município.
A CIDADE , 26.03.09

Justiça manda Ribeirão Preto fazer licitação para o transporte público. Ex-prefeito tucano concedeu,em 1999, permissão para 3 empresas, sem licitação.

Justiça dá prazo para Executivo
A Justiça deu dois meses a mais para a Prefeitura de Ribeirão Preto e as permissionárias do transporte público chegarem a um acordo sobre a realização de uma nova licitação. O juiz da 2ª Vara da Fazenda, João Donizete Gandini, suspendeu por esse período o processo movido pelo Ministério Público.
A ação civil pública foi apresentada pelo promotor da Cidadania, Sebstião Sérgio da Silveira, e pede que um novo certame seja feito. A permissão para as empresas Rápido D’Oeste, Turb e Transcorp foi concedida sem licitação em 1999, pelo então prefeito Luiz Roberto Jábali (PSDB), para mais 15 anos. Já existem outras duas sentenças do Tribunal de Justiça (TJ) que determinam que o poder público faça uma nova licitação. As decisões foram provocadas por duas ações populares. O TJ também condena as empresas e o espólio de Jábali, falecido em 2004, a ressarcir o erário por possíveis danos aos cofres públicos por não realizar o certame.
Suspensão
O juiz João Donizete Gandini diz que suspendeu o processo porque houve chance de entendimento entre as partes, na audiência ocorrida na terça-feira. “Vi que há possibilidade de acontecer um acordo. Esse foi o caminho para que encontrem uma solução que atenda a ambas as partes.”
O processo que tramita na 2ª Vara vai ficar suspenso até que ocorra um retorno das negociações entre prefeitura e empresas. Se não houver consenso, o juiz prossegui com os trâmites. “Essa ação esta em fase intermediária, que é de investigar provas, pedir perícias. Se continuar, vou decidir o que sentenciar.”
A prefeitura afirma, por meio da assessoria de imprensa, que não há ainda um entendimento com as permissionárias. O poder público municipal está envolvido no processo por meio da Transerp e da Secretaria de Negócios Jurídicos, cuja titular é a procuradora Vera Lúcia Zanetti. As três empresas são responsáveis por todas as linhas de ônibus no município.
A CIDADE , 26.03.09

Justiça manda Ribeirão Preto fazer licitação para o transporte público. Ex-prefeito tucano concedeu,em 1999, permissão para 3 empresas, sem licitação.

Justiça dá prazo para Executivo
A Justiça deu dois meses a mais para a Prefeitura de Ribeirão Preto e as permissionárias do transporte público chegarem a um acordo sobre a realização de uma nova licitação. O juiz da 2ª Vara da Fazenda, João Donizete Gandini, suspendeu por esse período o processo movido pelo Ministério Público.
A ação civil pública foi apresentada pelo promotor da Cidadania, Sebstião Sérgio da Silveira, e pede que um novo certame seja feito. A permissão para as empresas Rápido D’Oeste, Turb e Transcorp foi concedida sem licitação em 1999, pelo então prefeito Luiz Roberto Jábali (PSDB), para mais 15 anos. Já existem outras duas sentenças do Tribunal de Justiça (TJ) que determinam que o poder público faça uma nova licitação. As decisões foram provocadas por duas ações populares. O TJ também condena as empresas e o espólio de Jábali, falecido em 2004, a ressarcir o erário por possíveis danos aos cofres públicos por não realizar o certame.
Suspensão
O juiz João Donizete Gandini diz que suspendeu o processo porque houve chance de entendimento entre as partes, na audiência ocorrida na terça-feira. “Vi que há possibilidade de acontecer um acordo. Esse foi o caminho para que encontrem uma solução que atenda a ambas as partes.”
O processo que tramita na 2ª Vara vai ficar suspenso até que ocorra um retorno das negociações entre prefeitura e empresas. Se não houver consenso, o juiz prossegui com os trâmites. “Essa ação esta em fase intermediária, que é de investigar provas, pedir perícias. Se continuar, vou decidir o que sentenciar.”
A prefeitura afirma, por meio da assessoria de imprensa, que não há ainda um entendimento com as permissionárias. O poder público municipal está envolvido no processo por meio da Transerp e da Secretaria de Negócios Jurídicos, cuja titular é a procuradora Vera Lúcia Zanetti. As três empresas são responsáveis por todas as linhas de ônibus no município.
A CIDADE , 26.03.09

julho 28, 2008

Prefeito do PSDB de Ribeirão Preto implanta "taxa do poste"! TAXAS criadas pelos tucanos não lhes rendem apelidos!

Prefeitura cobra ‘taxa do poste’ da Telefônica
Jornal A Cidade, 26.07.08
A Telefônica é a primeira empresa a pagar a mais nova tarifa criada pela prefeitura de Ribeirão Preto. Trata-se da taxa do poste, que começou a ser cobrada na cidade na última sexta-feira. Para cada poste de concreto de sua propriedade instalado no município, a empresa terá que pagar aos cofres públicos R$ 0,33 por mês.
A nova taxa foi criada na quinta-feira através de um decreto do prefeito Welson Gasparini (PSDB) publicado no Diário Oficial. Se não pagar, a empresa pode sofrer multas – o valor ainda não foi definido – ou mesmo ter novos negócios na cidade impedidos de funcionar pela administração municipal.
A norma vale tanto para os postes já instalados quanto para os que vierem a ser fixados na cidade. A empresa tem um ano para acertar a situação dos postes instalados.
Segundo Maria Helena Cividanes, procuradora da secretaria dos Negócios Jurídicos, a cobrança segue norma da atual administração. “Outras cidades realizam a cobrança e, em Ribeirão, estamos implementando a taxa, que pode ser aplicada para outros prestadores de serviço no futuro”, disse.
A empresa
Através de sua assessoria de imprensa, a empresa afirma que não irá contestar judicialmente a cobrança. Nem a prefeitura nem a empresa informaram, no entanto, quantos postes a empresa tem na cidade, portanto não é possível saber quanto a prefeitura vai receber com a taxa.
Segundo José Aníbal Laguna, secretário de Obras, a cidade tem pelo menos cem mil postes, mas ele disse não saber quantos seriam da Telefônica. Se todos fossem da empresa, a receita gerada mensalmente seria de R$ 33 mil. “Devemos ter os dados concretos nos próximos meses”, disse Laguna.
A empresa informou, no entanto, que não crê em um pagamento expressivo, já que a maior parte de fios utilizados por ela é fixado em postes da rede elétrica. Pelo serviço, a empresa paga o aluguel à concessionária de energia. A Telefônica não informou de quanto é essa taxa.
Mais uma
É a segunda cobrança do tipo que a empresa de telefonia deve pagar na cidade. Hoje, a Telefônica já é obrigada a repassar aos cofres públicos R$ 28,4 mil pela utilização de área pública na colocação de sua rede subterrânea de cabos. São mais de 195 quilômetros de dutos, a um custo de R$ 145,71 o quilômetro.

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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