Exposta mais uma vez a óbvia e gritante estupidez da cabotina classe-média paulistana: 7 entre 10 beneficiários do Bolsa Família não querem o benefício para sempre. Vou repetir ( com foco em gerenciamento de atenção ) , já que a vEJA lhes deixou burros, muito burros demais: eles não querem receber o benefício eternamente!!
E outra: Pelo fim do feriado – ponto facultativo – de 9 de Julho em São Paulo!! Pelo batismo de alguma avenida principal da cidade de São Paulo, com o nome de Getúlio Vargas, o maior brasileiro de todos os tempos, de acordo com uma pesquisa promovida pelo próprio imprensalão, em 2007!!
Sete em cada dez usuários do Bolsa Família não querem o benefício para sempre
Jornal dos Prefeitos/Tribuna-ES, 28.06.08
Pesquisa
Sete em cada dez usuários do Bolsa Família não querem o benefício para sempre
Brasília - A idéia difundida por críticos do programa Bolsa Família que o benefício poderia desestimular a busca pelo emprego não se confirma na pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), que ouviu no ano passado cinco mil usuários do programa nas cinco regiões do país. Dos titulares do cartão Bolsa Família que responderam a pesquisa, 95% responderam que não deixaram de fazer algum tipo de trabalho remunerado depois que passaram a receber o benefício. Além disso, o levantamento demonstrou que sete, em cada dez beneficiados pelo programa, disseram que não querem receber o benefício para sempre. Menos da metade dos entrevistados (44%) tiveram trabalho remunerado no mês anterior à pesquisa e o grau de informalidade, de acordo com o Ibase, é alto. Apenas 16% têm carteira assinada. Dentre os que não trabalharam no mês anterior à pesquisa, 68% estão desempregados há mais de um ano e apenas 23% buscaram trabalho neste mesmo mês.
Pesquisa
Sete em cada dez usuários do Bolsa Família não querem o benefício para sempre
Brasília - A idéia difundida por críticos do programa Bolsa Família que o benefício poderia desestimular a busca pelo emprego não se confirma na pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), que ouviu no ano passado cinco mil usuários do programa nas cinco regiões do país. Dos titulares do cartão Bolsa Família que responderam a pesquisa, 95% responderam que não deixaram de fazer algum tipo de trabalho remunerado depois que passaram a receber o benefício. Além disso, o levantamento demonstrou que sete, em cada dez beneficiados pelo programa, disseram que não querem receber o benefício para sempre. Menos da metade dos entrevistados (44%) tiveram trabalho remunerado no mês anterior à pesquisa e o grau de informalidade, de acordo com o Ibase, é alto. Apenas 16% têm carteira assinada. Dentre os que não trabalharam no mês anterior à pesquisa, 68% estão desempregados há mais de um ano e apenas 23% buscaram trabalho neste mesmo mês.
O Ibase concluiu com o levantamento que o recebimento do benefício não faz com que as pessoas deixem de procurar trabalho. “Alguns grupos menores apontaram que há abandono de trabalho quando as condições são de extrema precariedade. Nesse ponto, nos relatos, os pesquisadores identificaram situações de atividades análogas à escravidão”, registrou a pesquisa.
O fato da maior parte dos entrevistados ser mulher pode explicar, de acordo com o Ibase, o baixo índice de trabalho remunerado no mês anterior à pesquisa, dado confirmado por 44% dos entrevistados. As entrevistas foram realizadas em setembro e outubro de 2007. Os entrevistados foram escolhidos por amostragem a partir do cadastro do Bolsa Família, que hoje possui 11,1 milhões de famílias beneficiadas. A pesquisa teve uma fase quantitativa, realizada pelo instituto Vox Populi, e outra fase qualitativa, anterior, que ouviu pessoas entre junho e julho de 2006. As duas fases se complementam.
Estudo
Mais de 80% dos beneficiários do Bolsa Família usam o dinheiro com comida
Brasília - Pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Análise Social e Econômicas (Ibase), no ano passado, demonstrou que 87% dos beneficiários do programa Bolsa Família gastam o dinheiro do benefício, principalmente, com alimentação. Ao entrarem no programa, os beneficiários aumentaram tanto a quantidade, como a variedade dos alimentos consumidos. Dos pesquisados, 73,7% afirmaram ter aumentado a quantidade de alimentos que já tinham o hábito de consumir e 69,8% aumentaram a variedade.
Estudo
Mais de 80% dos beneficiários do Bolsa Família usam o dinheiro com comida
Brasília - Pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Análise Social e Econômicas (Ibase), no ano passado, demonstrou que 87% dos beneficiários do programa Bolsa Família gastam o dinheiro do benefício, principalmente, com alimentação. Ao entrarem no programa, os beneficiários aumentaram tanto a quantidade, como a variedade dos alimentos consumidos. Dos pesquisados, 73,7% afirmaram ter aumentado a quantidade de alimentos que já tinham o hábito de consumir e 69,8% aumentaram a variedade.
A pesquisa ouviu cinco mil titulares do cartão Bolsa Família em 229 municípios, nas cinco regiões. O levantamento foi feito nos meses de setembro a outubro, antes da alta da inflação verificada nos últimos meses, puxada principalmente pelo preço dos alimentos. Dos entrevistados, 78% declararam que passaram a consumir mais açúcar após o início do recebimento do benefício. Em relação a arroz e cereais, 76% disseram ter passado a consumir mais desses produtos e 69% declararam ter aumentado o consumo de leite. Também houve aumento do consumo de feijão. Dos entrevistados, 59% afirmaram ter aumentado a quantidade do produto em suas compras. As modificações na alimentação das famílias contrariam a tendência nacional no que se refere ao consumo de cereais. No Brasil, o consumo de arroz e de feijão (considerados a base da alimentação) decai há anos, de acordo com o Ibase, embora isso não ocorra entre as famílias de baixa renda. O levantamento apontou que o consumo de arrroz e feijão aumentou, nessa faixa. Outro dado levantado pelo pesquisa é que 63% dos entrevistados declararam ter aumentado a compra de alimentos da preferência das crianças da família.
Já para famílias que já tinham a alimentação básica suprida, o levantamento aponta que o Bolsa Família possibilitou o aumento na aquisição de alimentos considerados complementares, como frutas (55%), verduras e legumes (40%), alimentos industrializados e outros considerados supérfluos (62%), além da carne (61%), alimento considerado de difícil acesso.
Em segundo lugar no carrinho de compras do Bolsa Família vieram os gastos com material escolar (45,6%) e despesas com vestuário (37,1%).
Para o diretor do Ibase, a pesquisa aponta que o programa trouxe benefícios, mas precisa ser aperfeiçoado. “É necessário manter e aperfeiçoar o programa, associando-o a outras políticas públicas capazes de atacar problemas como a falta de saneamento básico e de acesso ao mercado formal de trabalho, fatores que interferem na insegurança alimentar”, avaliou o diretor do Ibase e coordenador do trabalho Francisco Menezes.
Benefício
Municípios têm até segunda para enviar dados do Bolsa Família
Brasília - O prazo para envio de informações de saúde do programa Bolsa Família termina na próxima segunda-feira (30). Até agora, 64 cidades brasileiras já concluíram o processo, enviando os dados de todas as famílias que se enquadram no perfil da saúde, para o Ministério da Saúde. A região com maior número de municípios com grau de excelência no acompanhamento em saúde é a Sul, com 25 cidades. Em seguida, vem a Região Sudeste, que registra 17 cidades com acompanhamento de 100%, e depois o Nordeste, com 16 localidades na mesma situação. O Norte e o Centro-Oeste registram três cidades com 100% de informações de saúde, cada um. A média nacional de registro no sistema até 20 de junho foi de 43%.
Benefício
Municípios têm até segunda para enviar dados do Bolsa Família
Brasília - O prazo para envio de informações de saúde do programa Bolsa Família termina na próxima segunda-feira (30). Até agora, 64 cidades brasileiras já concluíram o processo, enviando os dados de todas as famílias que se enquadram no perfil da saúde, para o Ministério da Saúde. A região com maior número de municípios com grau de excelência no acompanhamento em saúde é a Sul, com 25 cidades. Em seguida, vem a Região Sudeste, que registra 17 cidades com acompanhamento de 100%, e depois o Nordeste, com 16 localidades na mesma situação. O Norte e o Centro-Oeste registram três cidades com 100% de informações de saúde, cada um. A média nacional de registro no sistema até 20 de junho foi de 43%.

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