ENCALHE

junho 1, 2008

Sacerdotes exorcizam escola em cidade interiorana de São Paulo. Maus espíritos evadiram-se às pressas, ao soar a campainha da saída !!

Pastor e padre exorcizam escola em Catanduva
Duas alunas teriam passado mal depois de praticar ‘brincadeira do copo’.
Um padre e um pastor foram chamados às pressas para exorcizar a Escola Estadual Paulo de Lima Corrêa, ontem, em Catanduva.
Duas estudantes de 15 anos teriam passado mal depois de participarem da “brincadeira do copo”.
As aulas foram canceladas e parte dos alunos teriam participado de um culto ecumênico, que também teve a participação de espíritas, além do padre e do pastor.
A experiência, segundo seus praticantes trata-se de uma conversa com espíritos, que respondem perguntas feitas pelo grupo. Eles ficam concentrados em círculo, com a mão sobre um copo de vidro. Segundo os praticantes, o copo se move em direção a pedaços de papel com as escritas “sim” e “não” que ficam sobre uma mesa.
O pastor Isaías Siqueira Fontes Júnior, da Assembléia de Deus, afirmou que, segundo a Bíblia, a experiência trata-se de uma “perturbação maligna” que envolve espíritos. “Supostamente esses estudantes invocaram as influências malignas”, disse.Ele disse ainda que estudantes não tiveram uma indisposição normal. “Não foi natural. Isto foi uma demonstração espiritual.”
Para o padre Geraldo, da Igreja São José, trata-se um caso emocional. “Não cheguei ver as meninas, mas foi problema emocional. Falei com o namorado de uma das meninas que passaram mal e combinamos que ela irá me procurar.”
A diretora da escola, Suzana Serafim Rodrigues, amenizou a situação e afirmou que foi “um susto”. “As alunas passaram mal na hora do intervalo das aulas e isso que teria assustado os demais estudantes.”
Fonte: Jornal Bom Dia
Publicado no site NOTÍCIAS CRISTÃS em 30/05/08

maio 20, 2008

Livro estuda ligação entre super-heróis e ocultismo ( notícia antiga, mas legal )

07 de Novembro de 2007
Gospel Mais
O livro Our Gods Wear Spandex (“Nossos deuses usam colante”) questiona: o ocultista Aleister Crowley serviu de base para Lex Luthor? E os super-heróis de hoje substituem os deuses das antigas religiões? Lançado na quinta-feira da semana passada nos EUA, o livro do jornalista Christopher Knowles defende que sim, os grandes heróis dos quadrinhos têm seus poderes e origens baseados em raízes da religião, do ocultismo e da magia – e por isso exercem tanto fascínio na cultura pop atual.
“Este livro explicará como super-heróis acabaram por exercer o papel, na sociedade moderna, que deuses e semideuses cumpriam para os antigos. Também catalogará os movimentos e magos que tiveram papel crucial no desenvolvimento de fenômenos sociais como os filmes de Batman e X-Men, ou os seriados Heroes e Smallville”, explica a introdução. Entre outros focos, Knowles aborda, como não podia deixar de ser, os dois criadores dos quadrinhos pessoalmente mais ligados ao mundo da magia e do ocultismo: Grant Morrison e Alan Moore. A edição é da Weiser Books. A capa do livro, que parodia a Santa Ceia, é do desenhista de HQ Joseph Linsner.
Fonte: Super Gospel

março 18, 2008

Padre e cosmólogo polonês recebe prêmio defendendo existência de Deus

15.03.2008 – Um padre e cosmólogo polonês que sustenta a possibilidade de comprovar matematicamente a existência de Deus é o vencedor do mais polpudo prêmio acadêmico do mundo. O professor Michael Heller, 72, de formação religiosa, com estudos em filosofia e doutorado em cosmologia, receberá em maio, em Londres, o prêmio Templeton, outorgado pela fundação homônima de estudos religiosos sediada em Nova York.
O valor da premiação é de 820 mil libras esterlinas (cerca de R$ 2,87 milhões).
Os trabalhos mais recentes de Heller abordam a questão da origem do universo debruçando-se sobre aspectos avançados da teoria geral da relatividade, de mecânica quântica e de geografia não-comutativa.”Vários processos no universo podem ser caracterizados como uma sucessão de estados, de maneira que o estado anterior é a causa do estado que o sucede”, explicou o próprio Heller em um comunicado divulgado por ocasião do anúncio do prêmio.
“Ao questionar (a causalidade primeira) não estamos apenas falando de uma causa como qualquer outra. Estamos nos perguntando sobre a raiz de todas as possíveis causas”, disse.
Ele rejeitou a idéia de que religião e ciência são contraditórias. “A ciência nos dá o Conhecimento, e a religião nos dá o Sentido. Ambos são pré-requisitos para uma existência decente”.
“Invariavelmente eu me pergunto como pessoas educadas podem ser tão cegas para não ver que a ciência não faz nada além de explorar a criação de Deus.”
Críticas
Alguns céticos atacam a Fundação Templeton por sua inclinação a favor de ideologias conservadoras da religião.
Um dos principais críticos à instituição é o biólogo evolucionista Richard Dawkings, que já descreveu o prêmio Templeton como “uma soma de dinheiro muito grande que se concede normalmente a um cientista disposto a falar coisas boas da religião”.
Para os jurados, Heller mereceu o prêmio por desenvolver “conceitos precisos e notavelmente originais sobre a origem e as causas do universo, muitas vezes sob intensa repressão governamental”.
A biografia do filósofo e cosmólogo polonês diz que ele foi perseguido sob a era soviética, cuja ideologia comunista abertamente atéia ia contra o perfil católico conservador dominante no país.
Heller conhecia o Papa João Paulo 2º, nascido polonês sob o nome de Karol Wojtyla, que personificou a reação da Igreja Católica contra o avanço do comunismo nos países do Leste Europeu.
“Apesar da opressão das autoridades comunistas polonesas a intelectuais e padres, a Igreja, impulsionada pelo Concílio Vaticano 2º, garantiu a Heller uma esfera de proteção que o permitiu alcançar grandes avanços em seus estudos”, diz sua biografia.
Heller disse que usará o dinheiro do prêmio Templeton para financiar futuras pesquisas.
Fonte: PortalAnjo/Último Segundo

março 11, 2008

Em protesto, evangélicos cancelam UOL

Folha Universal
Além das ações que se multiplicam na Justiça contra o jornal “Folha de S. Paulo”, os membros da Igreja Universal do Reino de Deus e evangélicos de outras igrejas encontraram outra forma de protestar e expressar sua indignação contra as reportagens do jornal. Em um movimento que começou espontaneamente no último final de semana, integrantes da IURD têm cancelado suas assinaturas do provedor “UOL” (Universo On Line), braço da internet do grupo que compõe a “Folha de S. Paulo”. O “UOL” abriga em suas páginas virtuais o conteúdo da “Folha de S. Paulo”. Não são poucos os evangélicos que têm telefonado para o “UOL” e interrompido o serviço. E todos têm esclarecido que deixam de utilizar o provedor em razão do que eles consideram “ataques da ‘Folha de S. Paulo’ à Igreja”, reproduzidos pelo portal. A “Folha de S. Paulo”, entre outras afirmações não comprovadas, publicou que o dinheiro do dízimo seria “esquentado em paraísos fiscais”. A “hipótese”, definição utilizada pelo próprio jornal, ofendeu membros da IURD que entraram com ações na Justiça. Na segunda-feira (3), o militar reformado da Marinha e empresário, Arlindo Juliel de Santana Lima, de 35 anos, cancelou o serviço do “UOL” em sua empresa de decoração em gesso no bairro do Butantã, zona oeste de São Paulo. “Estou me desligando do ‘UOL’ neste momento. Estou indignado com as reportagens da ‘Folha de S. Paulo’. Somos cidadãos dignos, pagamos nossos impostos e nos tratam de forma pejorativa. Sei que há uma vinculação da ‘Folha’ com o ‘UOL’ e não faz sentido pagar para quem vai denegrir minha imagem e da instituição religiosa a que eu pertenço”. Segundo Arlindo, seus amigos, mesmo os que não são evangélicos, têm se revoltado com as agressões sofridas pela IURD. “As pessoas sabem do nosso caráter e não se conformam de ver como somos agredidos dessa forma”, atesta o empresário.
Jovens também decidem por desistência
O movimento contra o “UOL” atinge evangélicos de todas as idades. Wellington de Jesus dos Santos, de 17 anos, operador de telemarketing cancelou o provedor no último domingo. “Eles me perguntaram porque estava fazendo isso e eu disse que era por causa das reportagens que falavam mal da Igreja. Eu considero a Universal como uma mãe espiritual e não faz sentido pagar para falarem mal da minha mãe ”. Jovem como Wellington, Lívia Antunes Garcia Tomin, de 22 anos, trabalha na padaria do pai em Franco da Rocha, município da Grande São Paulo. Ela e o irmão mantinham uma assinatura do “UOL” há dois meses e cancelaram na última segunda-feira. “A Universal foi o lugar que nos ajudou a mudar de vida para melhor. É uma crítica injusta contra um trabalho que só cresce”.

janeiro 24, 2008

Igreja suíça encobriu padre pedófilo

Filed under: França, Igreja Católica, Justiça, padres pedófilos, pedofilia, religião, Suíça — Humberto @ 1:05 pm
A igreja católica suíça admitiu pela primeira vez responsabilidades num caso de pedofilia. Um padre implicado no abuso sexual de menores entre 1968 e 1972 foi enviado pelas chefias eclesiásticas para França onde permaneceu até 2005, sem que os responsáveis religiosos tivessem alertado a justiça.
Um porta voz eclesiástico suíço reconheceu em entrevista televisiva que a Igreja foi cúmplice ao ter encoberto o franciscano cujo nome não foi divulgado. “vai haver primeiro um inquérito canónico, é a igreja que se deve encarregar, a igreja tem o direito, e paralelamente nós vamos pedir a essa pessoa, a esse abusador, desde que os factos sejam verificados, que se apresente à justiça civil. E se essa pessoa não o fizer nós fazêmo-lo, porque nós precisamos do braço secular para poder contar a verdade”, declarou.
O padre, agora com 67 anos, já foi interrogado pela polícia suíça a pedido da justiça francesa depois de ter confessado a um jornal de Lyon ter reincidido em actos pedófilos em território francês.
O sacerdote estará efugiado num mosteiro na Suíça, em Delmont, capital do cantão de Jura.
Fonte: EuroNews/
Space Gospel
22/01/08

janeiro 16, 2008

Apocalípticos americanos vêem a "Mão da Besta" em lei que obriga fazendeiros a implantarem sistema de rastreamento em suas criações ( Em inglês )

Farmers fear a barnyard Big Brother
A federal database of animals to fight disease outbreaks is a threat to privacy and family operations, critics say.
By Nicole Gaouette, Los Angeles Times Staff
Writer
January 14, 2008
CONTEST: Brandi Calderwood and her steer were disqualified at the Colorado State Fair because she had not registered in the ID program. “It’s just way too much Big Brother,” her mother said.
WASHINGTON – After days of parading around her beefy black steer in the dung-scented August heat at the Colorado State Fair, Brandi Calderwood made the final competition. For months, the 16-year-old worked from dawn well past dusk, fitting in the work around school, to feed, train and clean her steer. But just before the last round, when the animals are sold, fair officials disqualified her.They alleged that Brandi had not properly followed a new and controversial rule that required children to register their farms with a federal animal tracking system [ OBS: Grifo do blog ]. After heated words, the Calderwoods were told to leave. A security guard trailed Brandi and her mother, even to the restroom.
TAGGED: The 15-digit code identifies the calf and helps keep track of its activities. (Nathan W. Armes / For The Times) November 30, 2007
“Emotionally she went through the wringer and didn’t get the honor of showing in the sale. For a 16-year-old, that’s a big deal,” said Cathy Calderwood, Brandi’s mother.
A Bush administration initiative, the National Animal Identification System is meant to provide a modern tool for tracking disease outbreaks within 48 hours, whether natural or the work of a bioterrorist. Most farm animals, even exotic ones such as llamas, will eventually be registered. Information will be kept on every farm, ranch or stable. And databases will record every animal movement from birth to slaughterhouse, including trips to the vet and county fairs.
But the system is spawning a grass-roots revolt.
Family farmers see it as an assault on their way of life by a federal bureaucracy with close ties to industrial agriculture. They point out that they will have to track every animal while vast commercial operations will be allowed to track whole herds.
Privacy advocates say the database would create an invasive, detailed electronic record of farmers’ activities. Religious farming communities, such as the Amish and Mennonites, fear the system is a manifestation of the Mark of the Beast foretold in the Book of Revelation.
And despite the administration’s insistence that the program is voluntary, farmers and families, such as the Calderwoods, chafe at the heavy-handed and often mandatory way states have implemented it, sometimes with the help of sheriff’s deputies.The result is a system meant to help farms that many farmers oppose.”It’s totally ridiculous,” said Joaquin Contente, who oversees 1,700 Holsteins on his Hanford, Calif., dairy farm. Contente said existing regulations in California and other states meant his cows and their movements were well-documented.
“We already have a good paper trail. It will be more of a burden for the small-to-average producer,” said Contente, who worries about the expense for an average-size farm like his.
Run by the Department of Agriculture, the system is meant to help combat threats such as avian flu and mad cow disease.”Right now, we have six different disease-eradication programs, and they don’t always communicate with each other, and they’re paper intensive,” said Bruce Knight, a USDA undersecretary. “That worked fine in the last century, but that isn’t the way to run a rapid response system in the 21st century.”Cattle groups were working on a registration system when, in 2003, a mad cow disease scare in Washington state set the industry on edge. A diseased Canadian cow entered the U.S. with 81 other cows, but only 29 could be found. More than 250 animals from 10 different herds were destroyed in the investigation.
Foreign beef trade stopped immediately, with industry losses estimated at $2 billion to $4 billion. Trade still has not fully recovered.Within the cattle industry, the database is seen as essential to restore U.S. exports in the international market. There are more than 100 million beef cattle and about 10 million dairy cows in the United States. The world’s largest beef consumer, the European Union, is sensitive to mad cow disease because of outbreaks in Britain.The first stage of the animal ID system involves free registration of the “premises” where livestock are kept. That seven-digit number is stored by the federal government, which had registered 440,997 farms as of last week, out of 1.43 million.The second stage, now under way, involves identifying animals with a microchip or a plastic or metal ear tag containing a 15-digit code.
Federal officials aim to register cattle, bison, poultry, swine, sheep, goats, deer, elk, horses, mules, donkeys, burros, llamas and alpacas. Household pets are not included.
The third stage, not yet in effect, would require farmers to report animal movements to the database within 24 hours.
And MORE:
Farmers Protest Livestock Tracking Initiative
A U.S. plan to guard against the spread of disease by registering and tracking all domestic livestock is facing significant opposition among small farmers, the Los Angeles Times reported yesterday (see GSN, Feb. 21, 2007).
The National Animal Identification System aims to track natural or bioterrorism-related disease outbreaks within 48 hours by cataloging the movement of all U.S. livestock from the point of birth to the place of death, including county fair trips and veterinary checkups. It would also maintain information on all farms, ranches and stables.
Two of three stages of the plan are already under way.
Some small farmers have attacked the program as an attempt by the federal government to give large agribusiness an advantage over family farms.
Critics have noted that major industrial farming operations would be permitted to track herds of livestock as a single unit while small farmers must report the movements of individual animals. Privacy advocates said the extensive database the program would create would encroach on the privacy of farmers.
“It’s totally ridiculous,” said Joaquin Contente, a dairy farmer in Hanford, Calif. “We already have a good paper trail. It will be more of a burden for the small-to-average producer.”
The Amish and other religious farming communities are also alarmed. Mary-Louise Zanoni, an attorney who volunteers to represent the farmers, said they are concerned about the “Mark of the Beast” prediction in the Bible’s Book of Revelation that an evil entity such as a government or another outside force would require a numbering system for the purchase or sale of items.
“We feel the [the plan] is an act of the Antichrist,” a group of Old Order Amish farmers told Wisconsin agriculture officials in a letter (Nicole Gaouette, Los Angeles Times, Jan. 14).

dezembro 5, 2007

Pastor do ES prega que cada homem deve ter sete mulheres

Da Redação BOL
Em São Paulo
05/12/07
Baseado nas palavras da Bíblia, o pastor Justino Apolinário de Oliveira, 50, que atua em Vila Nova de Colares, no Espírito Santo, defende que cada homem possa ter sete mulheres. O pastor, que pertence à pequena igreja conhecida como Tabernáculo, cita uma passagem bíblica, do profeta Isaías, para defender a prática. Em entrevista ao jornal “A Tribuna”, Oliveira afirmou que já manteve relações extraconjugais após uma suposta revelação que lhe veio durante um sonho. “Só liguei e disse: ‘Olha, estou vendo desse jeito, você aceita?’ Se aceitar, vou até seu pai para conversar com ele’. E ela aceitou”, lembrou Oliveira, que vive com esta nova companheira há quase três anos após sua ex-mulher o abandonar.
Trocas
Uma dona-de-casa de 24 anos, que mora em Vila Nova de Colares e segue a doutrina da mesma igreja, admitiu que teve relações sexuais com o pastor. Casada há sete anos e mãe de quatro filhos, ela contou à reportagem de “A Tribuna” que seu marido concordou e o pastor teria mandado duas mulheres para o companheiro dela “não ficar sozinho”.
Ela disse que dormiu na mesma cama com o pastor e sua mulher, mas que nos momentos íntimos os dois ficavam sozinhos. “Não senti prazer. Fui tudo pelo espírito. Foi de Deus”, disse a dona-de-casa.
Pela cidade, alguns fiéis discordaram da suposta troca de casais e abandonaram a igreja. Um deles foi o porteiro Carlos Robson dos Santos, 46: “Ele dizia que estava tudo na Bíblia. Falava, ainda, que os homens tinham que ter sete mulheres virgens ou viúvas”, contou.
Passagens da Bíblia
O relacionamento do homem com mais de uma mulher aparece em trechos do Velho Testamento. Mas pastores alertam que a interpretação deve levar em conta o contexto histórico e cultural das épocas.
O presidente da Associação de Pastores Evangélicos de Vitória, Abílio Rodrigues, condena a prática. “Quando se fala em sete mulheres para cada homem, no livro de Isaías, é uma profecia específica para o povo de Israel, que iria viver um tempo de guerra, em que não haveria homens para casarem com as mulheres. Não se pode firmar uma doutrina em cima disso. O apóstolo Paulo explica que o pastor tem que ser marido de uma só mulher”, afirmou.

novembro 14, 2007

Hanoi Wine: Exorcismo termina em expulsão do próprio espírito de seis pessoas

Filed under: exorcismos, Hanói, misticismo, religião, Vietnã — Humberto @ 1:59 pm
Seis morrem após beber vinho em ato de exorcismo no Vietnã
Seis pessoas da mesma família com idades entre 34 e 47 anos morreram após consumir vinho de arroz com ervas depois de um ato de exorcismo em um povoado do norte do Vietnã, informou nesta quarta-feira a polícia local.
As vítimas morreram na terça-feira, horas após consumir a bebida, informou o chefe do departamento de investigação criminal da polícia da Província de Cao Bang, 280 quilômetros ao norte de Hanói.
“Não sabemos que tipo de planta foi usado, mas os moradores locais bebem freqüentemente vinho de arroz misturado com ervas para conservar a saúde”, explicou o policial.
Segundo a imprensa oficial, as vítimas consumiram a bebida preparada pela mãe de uma delas, Nong Thi Loi, 63, que adoeceu no dia anterior após provar o vinho, mas cujo estado de saúde foi atribuído aos maus espíritos.
Os familiares da idosa convidaram um líder religioso local para afugentar os espíritos, e alguns deles comemoraram o fim da cerimônia tomando a bebida.
O vinho de arroz destilado em zonas rurais é comum na área montanhosa do norte do Vietnã
BOL Notícias
14/11/2007

novembro 6, 2007

Jaz São Paulo: Vereadora Bispa Lenice ( atual DEM, ex-PV ) consegue aprovar lei instituindo o "Dia de Jerusalém". Data remete à Guerra dos Seis Dias.

Laicidade o cacete. Quem manda eleger fanáticos religiosos, filiados a partidos de aluguel, como o PV? Em breve, do jeito que as coisas andam, estaremos instituíndo – ou seja, celebrando – o dia de Sabra e Chatila. Aliás, em termos de povos, etnias e culturas que aqui se instalaram e contribuíram de alguma forma, falta aos árabes aqui da Capital um lobby mais atuante ( mas não o Turco Loco, né? Seriedade, pessoal. ). A dona ainda fala em “troca de conhecimentos entre as culturas”. Do que ela fala? Obstinação? E o que dizer de quem enfrenta tanques empregando estilingues?
Nova Lei Institui o Dia de Jerusalém
Agora os judeus têm mais um dia para comemorar. Foi aprovado o Projeto de Lei n° 207/07, da vereadora Lenice Lemos (DEM) que institui o Dia de Jerusalém. A data a ser comemorada será dia 06 de junho e poderá contar com atividades culturais e sociais voltadas à população israelita.
Atualmente, há 11 festas tradicionais que os judeus comemoram. Dentre as principais estão o Rosh Hashaná (Ano Novo), Iom Kipur (Dia do Perdão) e o Pessach (Páscoa Judaica). “A razão pela qual esta data foi escolhida funda-se na Guerra dos Seis Dias, que ocorreram no mês de junho, um conflito armado entre Israel e a frente árabe, formada por Egito, Jordânia e Síria. Conflito que acarretou na Reunificação de Jerusalém” – explica a vereadora Lenice Lemos.
A Lei entra em vigor na data de sua publicação de 23 de outubro de 2007, sob o número 14.551, sob autorização do presidente da Câmara dos Vereadores de São Paulo – CMSP, Antonio Carlos Rodrigues.
Segundo a vereadora Lenice Lemos, essa data expressa uma importância para a população de forma geral, pois estabelece um vínculo para que haja maior troca de conhecimentos entre as culturas. “A idéia para a elaboração da Lei que estabelece o dia 06 de junho como sendo o DIA DE JERUSALÉM, surgiu do convívio já de algum tempo com a comunidade judaica. Por admirar e respeitar o modo de vida, costumes, hábitos e religião dos judeus, resolvi que deveria homenageá-los de alguma forma pelo exemplo de força e obstinação que representam.” – relata a vereadora.
Comunique-se
Pautas
05/11/2007

outubro 28, 2007

Momento Tosco: Queimando a imagem de Cristo

Filed under: heresias, pastores evangélicos, patrimônio histórico, religião — Humberto @ 11:07 pm
PF investiga pastor suspeito de queimar imagem de Jesus
27/Outubro/2007
Porto Alegre
A Polícia Federal de São Borja (RS) instaurou inquérito para investigar um pastor evangélico suspeito de ter queimado duas imagens sacras protegidas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O crime aconteceu no final de julho deste ano. As peças destruídas retratam São Pedro e Jesus Cristo morto.
As peças foram esculpidas por índios guaranis durante o período de catequização, há mais de 300 anos. Elas faziam parte de um grupo de 24 peças da mesma época, segundo Fernando Rodrigues, diretor do Departamento de Cultura da Prefeitura de São Borja. “Elas pertenciam, na ocasião do crime, à família de Liôncio Chagas, 77 anos. Ele morreu dois dias depois de as imagens serem queimadas e destruídas.” Rodrigues disse ainda que as duas peças em questão valiam entre R$ 20 mil e R$ 60 mil.
O caso foi denunciado por Rodrigues ao Ministério Público do estado, no dia 28 de agosto. “Recebemos a denúncia e pedimos que a Polícia Federal apurasse o crime. O inquérito foi instaurado no dia 22 de outubro. O prazo para conclusão é de 30 dias, mas acredito que a investigação seja encerrada em tempo menor”, disse Érico Fernando Barin, promotor de Justiça da cidade.
Rafael Domingues Martins, delegado federal responsável pelo caso, disse que o pastor é considerado investigado. “Ele ainda não é tratado como acusado. Precisamos tomar muito cuidado com o caso e por isso prefiro optar pelo sigilo. Investigamos um possível furto e o crime contra o patrimônio cultural.”
O SUMIÇO - As duas imagens, de São Pedro e de Jesus Cristo morto, foram retiradas da casa de Chagas sem a autorização dele. “Meu irmão estava muito doente. Uma vizinha começou a levar um pastor para rezar. Durante uma dessas orações, o pastor afirmou que a doença de meu irmão foi provocada pela presença das imagens sacras na casa dele”, disse Ana Chagas Mendes, 62 anos.
O crime só foi descoberto pela família dias após a morte de Chagas, quando foram fazer o inventário das peças. “A família pretendia fazer a doação de todas as peças para o Museu Municipal Aparício Silva Rillo”, disse o promotor. Hoje, as peças estão em poder do museu.
O REENCONTRO - O Ministério Público entrou com uma ação cautelar para reaver as peças retiradas da casa de Liôncio. “O mandado de busca e apreensão foi cumprido no dia 28 de agosto. Um oficial de Justiça conseguir encontrar parte de uma das imagens, a de Cristo morto, parcialmente queimada e em um cômodo da igreja evangélica. A imagem de São Pedro nunca foi encontrada e acredito que ela tenha sido totalmente destruída”, disse o promotor.
“Quando souberam do sumiço das peças, a mulher de Chagas lembrou que a única pessoa estranha que esteve em sua casa foi o pastor evangélico. Ela também lembrou que o pastor insistia em tirar da casa as imagens sacras, mas ela negou essa possibilidade por saber do valor histórico e cultural delas”, disse Rodrigues.

outubro 9, 2007

Sábado passado eu assisti à programação do Espaço Renascer e vi isso.

Eu assisti por quase duas horas. Peguei não do começo, acho que foi uma reprise de algumas matérias – ou um especial – que a Record deve ter transmitido em Dezembro de 2006. Falou do tratamento dado à foto do delegado X9 daquela grana do dossiê, do jornalista Rodrigo Vianna e seu libelo Anti-cobertura eleitoral da Globo, a capa da Carta Capital ( as tramas que levaram ao 2º. turno, acho ), houve uma menção ao Beyond the Citizen Kane, etc. e, mesmo com a família estranhando minha repentina conversão ao cristianismo pentecostal, acho que foi bem proveitoso, até a hora em que começou o proselitismo religioso. O importante, nesses dias em que a palavra impressa em papel jornal tem tanto valor, o valor da Verdade Suprema, o pastor que apresentava o debate ( era um debate, tava lá também o Bispo Gê, tinha um outro cidadão que acho que era um advogado do casal – eu pensei que fosse o D’Urso quem os defendia – e tava legal ) mostrou várias cópias de extratos ou declarações de IR ou coisa parecida, buscando, com isso, mostrar que tudo o que o casal possui estaria devidamente declarado a quem se deve. Prá mim tá bom. E da grana que a Prefeitura de São Paulo gasta em propaganda no programa MOSAICO, que também fiquei sabendo nesse fim de semana? Muita audiência, né?
Igreja Renascer diz que Globo e Abril desrespeitam normas do jornalismo
Redação Portal IMPRENSA
08/10/2007
A igreja Renascer divulgou, na última sexta-feira (5), nota em que contesta as declarações feitas pelo promotor paulista Marcelo Mendroni ao “Jornal da Globo” e critica a postura da imprensa, que, segundo a instituição, agiu de forma “maliciosa” e “feriu as normas jornalísticas”.
Na entrevista em questão, o promotor afirma que os R$ 4 milhões encontrados na conta do apóstolo Estevam Hernandes, fundador da igreja Renascer, foram obtidos de forma ilícita, por meio de crimes como estelionato e falsidade ideológica cometidos no Brasil.
Na nota de resposta, também assinada pelo casal Hernandes, a igreja Renascer afirmou que as declarações do promotor foram “prestadas de forma enviesada a órgãos de comunicação selecionados sabe-se lá por que critério” e que elas “são mentirosas, difamatórias e elaboradas deliberadamente de maneira a induzir a erro a opinião pública”.
O casal também afirma que as “descobertas” do promotor constam nas declarações de Imposto de Renda da Família Hernandes e que “nenhum dos grupos de mídia cuidadosamente selecionados pelo promotor procurou a Igreja para que pudesse responder e contestar a tempo tais ‘descobertas’”. Os grupos a que o casal se refere são Editora Abril e as Organizações Globo. “Isso leva a crer que só recebeu a informação quem se comprometeu a desrespeitar a norma jornalística de ouvir todas as partes envolvidas num caso e aceitou divulgar apenas a maliciosa versão oficial”, diz a nota.
Segundo o documento, a igreja Renascer e o casal Hernandes já acionaram seus advogados no Brasil e nos Estados Unidos para que as devidas providências civis e criminais contra o promotor sejam tomadas. O documento não diz se Abril e Globo serão processadas.
Estevam e Sônia Hernandes foram condenados em agosto pela Justiça americana por entrar nos EUA com dinheiro não declarado. Eles vão cumprir 140 dias de reclusão, cinco meses de prisão domiciliar e mais dois anos de liberdade condicional.
O apóstolo cumpre primeiro a pena do período de reclusão, enquanto Sônia cumpre a prisão domiciliar. O juiz americano Federico Moreno decidiu dessa forma para que um possa cuidar da família enquanto o outro estiver recluso. Além disso, a Justiça decidiu que cada um deverá pagar uma multa de US$ 30 mil.
Com informações do site Consultor Jurídico.

agosto 7, 2007

A busca por Deus nos torna melhores.

Filed under: Afeganistão, cristãos, Massacre de Nanjing, religião, taleban, violência — Humberto @ 12:59 am

Deus, talebans e ‘missionários’ coreanos

Jung Mo Sung *

Adital -
Já faz quase três semanas que os 23 coreanos “missionários” foram seqüestrados por talebans em Afeganistão. Na verdade, eles não podem ser considerados missionários, pois eles não sabem falar o idioma local para poder pregar, além de que a atividade de proselitismo é considerada crime em Afeganistão. Na prática, eles foram em uma missão humanitária, com intenção de ajudar em hospitais e na construção de escolas. Os vinte e dois jovens liderados pelo seu pastor de uma igreja presbiteriana perto de Seul devem ter assumido esta tarefa por um sentimento de chamado por parte de Deus ou pelo desejo de ajudar pessoas em situações difíceis. Afinal, Afeganistão é um dos países mais pobres do mundo e, além disso, sofreu todos os problemas de uma guerra longa, desde a invasão dos soviéticos em 1979, passando pela derrubada dos talebans pelos exércitos dos países ocidentais. O povo coreano também tem na sua história recente a experiência de ter sido um dos países mais pobres do mundo e ter passado por uma guerra extremamente destrutiva e sangrenta.
Após o assassinato do pastor e de um jovem coreano, as negociações estão meio que paralisadas. Os talebans exigem a libertação de seus militantes presos, enquanto que o governo afegão, que já havia feito a troca de uns prisioneiros talebans por um jornalista italiano, nega terminantemente este tipo de acordo. Mas, o que eu quero abordar aqui não é esta questão da negociação ou de um possível pagamento de resgate ou até mesmo de uma intervenção militar para tentar resgatar estes jovens. Eu fiquei tocado pelas cenas de choro e desespero dos familiares dos dois mortos e também de outros que ainda estão cativos.
Eu imagino que além da dor da perda ou do medo da perda, principalmente as mães devem estar se perguntando “onde está Deus?” Como é possível que Deus entre na vida desses jovens, os motive a doarem um pouco de si, uma parte da sua vida, na ajuda às outras pessoas e os deixe cair em uma situação assim? As orações que as comunidades cristãs da Coréia estão fazendo pelo retorno com vida destes jovens não tiram a validade destas perguntas.
Há pessoas, na Coréia e outras partes, que estão pensando: “eles sabiam que lá era um lugar perigoso; sabiam que não deveriam ir!”. Como que estivessem culpando o grupo por esta situação. Mas, como disse um alto membro do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs da Coréia: se evitarmos todos os lugares perigosos, quem irá ajudar as pessoas e povos em situações mais difíceis?
O que torna a situação mais complexa em termos religiosos é o fato de os talebans também estarem fazendo o que fazem motivados pela sua fé religiosa. Os críticos dos talebans dizem que estes perverteram ou interpretam erradamente o islamismo e o Corão. Mas, não podem negar que, errados ou não, é em nome da sua fé, em nome do Corão e de Deus que eles lutam como lutam. Assim, como foi em nome da fé cristã e de Deus que as cruzadas e as inquisições fizeram o que fizeram.
Cremos em um único e mesmo Deus? Uma resposta apressada poderia ser “sim!”; há um só Deus e todos nós cremos nele. Mas, esta resposta apressada só serve para manter uma visão ingênua e simplificada da convivência e do diálogo inter-religioso. Para talebans ou outros grupos militantes que lutam nas guerras de “libertação” em nome de seu deus e para familiares destes jovens coreanos e de outros grupos em situações similares, é uma pergunta mais difícil de ser respondida. Os “apressados” ou os mais “exaltados” desse grupo provavelmente responderiam rapidamente com um “não!”.
Por outro lado, eu imagino que em Afeganistão também haja pessoas que, por terem conhecidos pessoalmente ou ouvido falar destes jovens ou de outros grupos de ajuda humanitária, estejam pedindo a Alá pelo retorno com vida destes jovens cristãos coreanos.
A vida é muito mais complexa do que as nossas vãs teorias que procuram simplificar excessivamente a realidade humana e social no desejo de encontrar soluções fáceis. Assim como nossas boas intenções também podem nos colocar em situações imprevisíveis ou não desejadas.
Talvez este problema dos coreanos em Afeganistão não tenha muito a ver com nossos problemas aqui na América Latina. Talvez, se eu não fosse coreano não tivesse abordado este tema nesta coluna do Adital. Mas, o que eu sei com pouco mais de segurança é neste mundo globalizado tudo tem relação com tudo e que este evento do seqüestro nos coloca mais uma vez perguntas difíceis que muitas vezes preferimos ignorar.
* Professor de pós-grad. em Ciências da Religião da Univ. Metodista de S. Paulo e autor de Sementes de esperança: a fé em um mundo em crise
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