ENCALHE

agosto 16, 2008

Por exemplo: Daniel Dantas, Luiz Carlos Mendonça de Barros, Ricardo Sérgio de Oliveira dividiram o BUTIM da privataria de FHC.

A boa e velha canalhística em açao: leiam, abaixo, a manchete da Folha de São Paulo que trataria da questão pós-referendo boliviano. Após a população de 3 departamentos ter defenestrado seus governadores – sendo um deles, do partido de Evo Morales – cabe ao presidente da Bolívia indicar seus substitutos e convocar eleições em até 90 dias. Como é óbvio, Morales deverá indicar aliados. Mas só mesmo o imprensalão para querer que o presidente reconhecido em seu cargo – de modo tão acachapante que nem seria de bom tom comentar, para não parecer tripudiação – coloque gente pertencente aos quadros golpistas e separatistas naqueles departamentos. É costume de nossos jornais e revistas dizer que tal partido ( o PT, por exemplo ), quando no poder, coloque gente sua na máquina. “Aparelhamento” é a palavra de que se utilizam. Como se sabe – todo mundo sabe, não adianta fingir – o FHC, em seus memoráveis mandatos, só indicou gente do PSTU e PCO para os cargos de confiança.
Pois bem, voltando: Morales derrota os golpistas de forma incontestável, NO VOTO, e vem a Folha dizer que há um BUTIM sendo repartido. A conotação óbvia que a Folha dá: houve um roubo.
Isso, claro, de acordo com a Folha. Ou seja, nem mesmo vencendo no voto certos presidentes serão retratados como democráticos. Seja Lula, Morales ou Chávez. Democrata, mesmo, é o Bush, que simplesmente fez aquilo que o Manual de Redação do PIG manda: roubou a eleição!!
Se Morales conquistasse 90% dos votos, aí que o PIG cairia de pau mesmo. Pois só ditadores conseguem uma votação tão maciça. Ou seja, descrédito total pelo sistema democrático, já que uma votação avassaladora só poderia ser indício de falta de democracia, ou prova de que houve fraudes. Como diz o ditado, “preso por ter cão e preso por não tê-lo”…
“Aliados de Morales disputam butim de referendo” - Folha de S.Paulo, 13/08/2008
Definição de Butim
O que é Butim, Significado de Butim:
s.m. Despojo tomado ao inimigo, depois da vitória, ou por ele abandonado no campo de batalha. / Espólio, saque.
Dicionário ExtremeHost
butim
Cleber Santana quer saber se existe ou não em Português uma palavra específica para “o produto de um roubo”, como no Italiano. “Desconfio que seja butim, mas não encontrei o significado nos dicionários que consultei”.
Meu caro Cleber: a única palavra que temos para isso é mesmo butim, que significa, entre outras coisas, “produto de roubo ou de pilhagem” (Houaiss). Em muitos exércitos do passado havia soldados mercenários que lutavam pelo butim, representado pelos despojos tomados aos vencidos. Os piratas, por exemplo, sempre brigavam na hora de dividir o butim, gerando todos aqueles esqueletos que eram enterrados junto com a arca do tesouro… Abraço. Prof. Moreno
Sua Língua - por Cláudio Moreno

Por exemplo: Daniel Dantas, Luiz Carlos Mendonça de Barros, Ricardo Sérgio de Oliveira dividiram o BUTIM da privataria de FHC.

A boa e velha canalhística em açao: leiam, abaixo, a manchete da Folha de São Paulo que trataria da questão pós-referendo boliviano. Após a população de 3 departamentos ter defenestrado seus governadores – sendo um deles, do partido de Evo Morales – cabe ao presidente da Bolívia indicar seus substitutos e convocar eleições em até 90 dias. Como é óbvio, Morales deverá indicar aliados. Mas só mesmo o imprensalão para querer que o presidente reconhecido em seu cargo – de modo tão acachapante que nem seria de bom tom comentar, para não parecer tripudiação – coloque gente pertencente aos quadros golpistas e separatistas naqueles departamentos. É costume de nossos jornais e revistas dizer que tal partido ( o PT, por exemplo ), quando no poder, coloque gente sua na máquina. “Aparelhamento” é a palavra de que se utilizam. Como se sabe – todo mundo sabe, não adianta fingir – o FHC, em seus memoráveis mandatos, só indicou gente do PSTU e PCO para os cargos de confiança.
Pois bem, voltando: Morales derrota os golpistas de forma incontestável, NO VOTO, e vem a Folha dizer que há um BUTIM sendo repartido. A conotação óbvia que a Folha dá: houve um roubo.
Isso, claro, de acordo com a Folha. Ou seja, nem mesmo vencendo no voto certos presidentes serão retratados como democráticos. Seja Lula, Morales ou Chávez. Democrata, mesmo, é o Bush, que simplesmente fez aquilo que o Manual de Redação do PIG manda: roubou a eleição!!
Se Morales conquistasse 90% dos votos, aí que o PIG cairia de pau mesmo. Pois só ditadores conseguem uma votação tão maciça. Ou seja, descrédito total pelo sistema democrático, já que uma votação avassaladora só poderia ser indício de falta de democracia, ou prova de que houve fraudes. Como diz o ditado, “preso por ter cão e preso por não tê-lo”…
“Aliados de Morales disputam butim de referendo” - Folha de S.Paulo, 13/08/2008
Definição de Butim
O que é Butim, Significado de Butim:
s.m. Despojo tomado ao inimigo, depois da vitória, ou por ele abandonado no campo de batalha. / Espólio, saque.
Dicionário ExtremeHost
butim
Cleber Santana quer saber se existe ou não em Português uma palavra específica para “o produto de um roubo”, como no Italiano. “Desconfio que seja butim, mas não encontrei o significado nos dicionários que consultei”.
Meu caro Cleber: a única palavra que temos para isso é mesmo butim, que significa, entre outras coisas, “produto de roubo ou de pilhagem” (Houaiss). Em muitos exércitos do passado havia soldados mercenários que lutavam pelo butim, representado pelos despojos tomados aos vencidos. Os piratas, por exemplo, sempre brigavam na hora de dividir o butim, gerando todos aqueles esqueletos que eram enterrados junto com a arca do tesouro… Abraço. Prof. Moreno
Sua Língua - por Cláudio Moreno

agosto 11, 2008

Em espanhol: EVO MORALES confirma apoio popular, com mais de 60% dos eleitores votando por sua permanência!! Tomaram, papudos golpistas?

Filed under: Bolívia, Evo Morales, referendos, separatismo — Humberto @ 2:59 pm
Vejam só o tamanho do problemão os EUA terão que resolver: caso os separatistas bolivianos resolvam se separar de vez do resto do país, levando o governo central a invadir militarmente os “departamentos” a fim de garantir a unidade territorial, como sempre os americanos alegarão sua preocupação com a democracia local e com os legítimos anseios dos separatistas. Poderá, inclusive, sei lá, enviar alguns marines visando convencer Morales a aceitar a separação. Aquilo que a gente já conhece. Mas, isso poderá não ocorrer, já que suas atenções deverão estar voltadas ao conflito Rússia-Geórgia. Esse conflito, dada a capacidade bélica dos beligerantes, exigirá que os EUA botem para funcionar algo a que não são muito afeitos: a diplomacia.
Pois uma coisa é o separatismo boliviano e outro é aquele cujos protagonistas – já em guerra – dispõem de arsenais bélicos consideráveis. Aí, tem que ser no xaveco e na paz…
Fiesta democrática en Bolivia

El pueblo ratificó a Evo
Al cierre de esta edición los resultados extraoficiales de boca de urna del Referendo Revocatorio, señalaban que el presidente y vicepresidente del país andino han sido ratificados en sus cargos. El porcentaje superaría el 60 por ciento.
En lo que fue una jornada de fiesta democrática y de tranquilidad general, los resultados extraoficiales de boca de urna señalaban al cierre de esta edición que el presidente de Bolivia, boliviano Evo Morales y el vicepresidente Álvaro García Linera han sido ratificados en sus cargos por decisión de más del 60 por ciento de la ciudadanía.
Asimismo, estos resultados extraoficiales indican que los mandaros de los prefectos (gobernadores) de los departamentos de La Paz, Cochabamba y Oruro, han sido revocados.
Según informó la coordinadora general de la Iniciativa Ciudadana de Observación Electoral Bolivia Transparente, Roció Mullor, El 98.5 por ciento de las mesas electorales en los nueve departamentos del país iniciaron sus actividades con normalidad hasta las 10:00 horas de este domingo, el día tan esperado del referendo revocatorio.
Mullor también informó que existieron incidentes aislados como el sucedido en la población de Yucumo (Beni) que afectan el primer balance de los comicios electorales a nivel nacional.
Además, destaco que los mecanismos y procedimientos previstos para la realización de la observación ciudadana electoral se vienen ejecutando con la calidad y eficacia esperadas.
En Yucumo, la encargada de la notaría de esa región, Fanny Párraga, denunció que alrededor de la 01.00 de hoy inadaptados asaltaron esa instancia electoral para sustraer el material de votación, lo que provocó la indignación de la población que exigió la devolución de las mismas. Ante este hecho, la Corte Nacional Electoral (CNE) instruyó el envió de una avioneta para reponer el material de sufragio.
El presidente de la misión observadora de la Organización de Estados Americanos, Eduardo Stein, definió como “positiva” a la jornada electoral, lo que “contradice todos los rumores que circulaban sobre la posibilidad de que sería boicoteado el referendo”.
“Lo que hemos visto es una voluntad clara de los bolivianos y las bolivianas de querer expresar su opinión y querer ir a las urnas sin que nadie se lo pida”, señaló Stein.
El observador internacional resaltó que le sorprendió “gratamente que la mayoría de los sitios de votación abrieron normalmente y que los retrasos sufridos en algunos centros fueron sólo por la falta de autoridades”.
Por su parte, Evo Morales afirmó que si es ratificado en el referendo revocatorio de mandato popular, buscará el consenso de autoridades regionales y movimientos cívicos, además de sociales, para aprobar la nueva Constitución Política del Estado.
“Si me ratifican con más de un 54 por ciento, voy a convocar a todas las autoridades ratificadas o a las nuevas autoridades para buscar consensos junto con movimientos sociales, sean sindicales o cívicos, para que el pueblo pueda aprobar una Constitución Política del Estado boliviano, que es un tema pendiente”, afirmó el mandatario antes del cierre de los comicios.
Cabe recordar, que el proyecto de la nueva Carta Magna, aprobada en diciembre de 2007 en Oruro por la Asamblea Constituyente, quedó pendiente para ser aprobado a través de un referendo.
En ese sentido, el Jefe de Estado del país andino, en declaraciones a la Prensa, dejó en claro que de superar el respaldo del 53,7 por ciento que logró en las presidenciales del 2005 le otorgaría “cierta autoridad” para buscar ese diálogo nacional en torno a la Constitución.
“Es un día histórico para Bolivia, pues por primera vez el pueblo participa en el referendo revocatorio, esperamos que este instrumento legal sea para fortalecer y profundizar la democracia”, dijo Morales.
También insistió en su deseo de que el “revocatorio” propicie una “gran reconciliación” en Bolivia pero advirtió de que para lograrla “algunas autoridades tienen que dejar de ser racistas”.
Por otro lado, la Corte Nacional Electoral (CNE) resolvió que los prefectos de departamento no serán revocados de sus cargos si el voto por el NO es igual o inferior al 50 por ciento de los votos válidos que serán emitidos en el referendo revocatorio del 10 de agosto. En el caso del presidente boliviano, el porcentaje para revocarlo deberá ser superior al 53.74 por ciento.
Este domingo, en medio de una gran concentración de los miembros de la Central de Villa 14 de Septiembre, en el trópico del departamento de Cochabamba, el presidente Morales emitió su voto a las 9:15.
Tras depositar su voto, Morales expresó: “Estoy convencido que a partir de mañana, luego de un informe de la Corte nacional Electoral, habrá un gran encuentro de pueblos a la cabeza de sus autoridades, movimientos sociales, para seguir profundizando el proceso de cambio, pero primero esperamos los resultados”.
Para el primer mandatario, los resultados que se obtengan del referendo revocatorio permitirán la apertura de un nuevo escenario político en Bolivia.
Por su parte, García Linera dijo que el “voto del pueblo marcará la agenda del diálogo y la nueva estructura del poder nacional”. En conferencia de prensa, evitó definir cuál será el criterio del Gobierno para evaluar los resultados del referendo revocatorio.
“El pueblo siempre ha resuelto las incertidumbres, las grandes tensiones, las grandes rutas de nuestro país se resuelven por el voto, confíen en el voto”, aconsejó a los periodistas.
“Confiar en la sabiduría del pueblo, y con el voto nos va a dar las señales de cómo queda configurado el poder nacional, con el voto nos dirá cuál es la nueva agenda del país”, agregó.
Con optimismo, García Linera destacó que el pueblo boliviano está resolviendo con democracia las tensiones y los temas que deben resolver todavía las autoridades. El vicepresidente recordó las “tres grandes deudas históricas”, y remarcó la actitud del pueblo boliviano de ir solucionándolas con más democracia.
“La primera deuda es la igualdad social, es una herida colonial que debemos resolver; la segunda es la descentralización del poder, la deuda autonómica y la tercera es la de la distribución de la riqueza”, enumeró.
Tras destacar que cada una de estas problemáticas han generado guerras civiles en países democráticos, volvió a señalar que “con aproximaciones democráticas sucesivas, Bolivia lo está haciendo en paz”.
“Estamos contentos porque la democracia está remontando las adversidades, las amenazas y los chantajes, y este 10 de agosto esas adversidades han quedado atrás y hoy está todo listo para votar”, aseguró en otra parte de su conferencia de prensa.
Desde otro lado, los autodenominados “comités cívicos” – grupos de choques de derecha – de los departamentos que conforman la “Media Luna” señalaron que no permitirán que el presidente Evo Morales designe a los prefectos interinos como señala la ley del referéndum revocatorio, si las autoridades departamentales son revocadas en el referendo revocatorio de este domingo.
Las prefecturas, “comités cívicos” y organizaciones sociales que integran el Consejo Nacional Democrático (Conalde) que agrupa a todos las organizaciones y grupos de choque que se oponen al proceso de cambios que impulsa Morales, decidieron rechazar esta facultad presidencial.
Además anunciaron que después del 10 de agosto no reconocerán el mandado del Jefe de Estado porque prevén que perderá en los departamentos de Santa Cruz, Beni, Pando y Tarija como ocurrió en las elecciones de 2005, aunque la votación es nacional y no regional.
Cabe destacar, que la Ley 3850 del Referéndum Revocatorio faculta al Presidente nombrar prefectos interinos en el caso de que alguna autoridad departamental resulte revocada. Ante esa posibilidad existen comités cívicos que han expresado su abierta oposición a una eventual designación.
APM, 10082008

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