ENCALHE

agosto 2, 2009

BORIS CASOY DENUNCIA: VELHO GOLPE DO "ANO-ANTERIOR ELEITORAL"! LULA AUMENTA BOLSA FAMÍLIA, DE OLHO NO ANO SEGUINTE ( AÍ, SIM, ANO ELEITORAL )!!!

RECEBO uma ligação. Minha irmã:
- Betô, se segura na cadeira, que tem denúncia gravíssima!!!
- Manda - respondo – mas vai logo que não posso demorar.
- Tá! O Boris Casoy desmascarou mais uma ação eleitoreira do Lula: um ano antes da eleição ele aumenta o Bolsa-Família em 10 por cento. Só pode ser eleitoreiro! Onde já se viu? Sabe quanto vai ser o valor? DUZENTOS E DEZ REAIS! Uma fortuna! Vai aumentar em plena crise e em meio a queda de arrecadação! Vai somar mais alguns “milhões” nos gastos do governo!
Pergunto:
- “Milhões”? Ou “bilhões”?
- Não. É “milhões” mesmo! – ela diz.
“Acho que o Serra gasta mais em propaganda e assinatura de jornal e revista, né?”, comento.
- Pois é, diz ela, mas depois eu conto em detalhes, tá? Olha…o Boris, viu? O Professor Hariovaldo ficaria orgulhoso!
E MAIS: EMPREGADORES DE BORIS CASOY ( FAMÍLIA SAAD, PROPRIETÁRIA DA BAND ) SÃO ENTUSIASTAS CULTIVADORES DOS SUSPEITOS PRODUTOS TRANSGÊNICOS!! MAIS UM MOTIVO PARA BOICOTÁ-LOS!

Milho transgênico
Resultados agradam produtores
(
SITE DA ABRAMILHO, Junho 2009 )

julho 8, 2009

CQC faz matéria "humorística" sobre ônibus escolares no Paraná, mas pauta foi imposta por funcionários de deputado de oposição a Requião!

Antes de chegar a leitura de dois textos, sendo um da Agência de Notícias do Paraná e outro do Comunique-se, só gostaria de falar ( ou escrever ) umas ( muitas ) palavrinhas, inclusive sobre o CQC, programa dito humorístico e, em teoria, “politizado”: EU JAMAIS ASSISTI. OK?
Bem, pelo que eu escuto de comentários, me parece o programa ideal para aquelas pessoas que, um dia, achavam o Programa do Jô uma maravilha já que, entre outras coisas, o apresentador seria um pessoa muito “inteligente” e “culta” ( a mesma coisa já diziam sobre o FHC ), além de “engraçado”. Eu, um simples apedeuta sem senso de humor, prefiro o Dave Letterman. E o Global Editon with Jon Stewart. Enfim, eu não sou alguém com quem se possa conversar, travar um diálogo. Um chato sem conversa nem substância. Nem de carro se pode falar comigo, já que eu sou pela abolição do automóvel. Mas isso é outro papo.
Enfim.
Aí, um dia, eu – sei lá como – estou folheando a edição de 24.06 da vEJA ( uma forma de eutanásia que me salve de uma ressaca brutal ) e está lá: “Ele põe fogo no circo“. Quem faz isso, este piromaníaco? Ah: “o repórter-humorista” Danilo Gentili, do CQC, que “virou o terror dos políticos” de Brasília, diz a vEJA. Mmmm.
Mandamento número um: se é bom pra vEJA, certamente não o será para mim. Então, esta desconfiança já surge logo de cara. Bem que o citado Danilo, num rasgo de humor-jornalístico, e sabendo do valor que esta revista possui, poderia ter mandado uma carta para a redação, pedindo que eles retirassem ou não publicassem a matéria elogiosa, que ele tinha uma reputação e esta decairia muito pelo fato de ser elogiado por esta publicação. Qualquer coisa assim.
Mas acho que ele deve ter gostado: cair nas graças da vEJA é garantia – temporária – de que não será vítima de alguma extorsão ou chantagem por parte da revista.
Bom, o teor da matéria é essa: o “iconoclasta” CQC apavora os políticos, com seu humor “ácido”, disparando bem no meio da testa “dus pulíticus”.
Bom, “us pulítcus” citados [ Em "Perguntar não ofende - As farpas contra figuras da política brasileira pelo repórter-humorista Danilo Gentili, do QC", página 158 ] pela revista, como exemplos da “acidez anti-políticos” do CQC ( ou, vá lá, do Danilo )?
Petistas: Marta [ pelo "relaxa e goza ], Zé Dirceu [ pela relação PT x Duda Mendonça ], Genoíno [ na verdade, este, os rapazes humoristas não conseguiram entrevistar, e se contentaram com uma frase "esperta" ]…
Foram 5 personagens de que se serviu a revista. Além dos 3 petistas, aquele deputado que falou em alto e bom som que se lixava para a opinião “publicada” ( ele disse, sim, “pública”, mas quem conhece o imprensalão sabe o verdadeiro significado desta palavra, nesse contexto; de mais a mais, 80% da opinião pública já demonstrou gostar do governo do Lula, mas tem gente que não aceita ou tripudia sobre estes 80%… ) e um “pulítico” perigosíssimo, e sempre envolvido em falcatruas do poder: o delegado da Polícia Federal, Protógenes Queiróz! Vocês sabiam que ele é “pulíticu”? Eu também não. O pouco que eu sei, é que ele chefiou a Operação que botou atrás das o “banqueiro bandido” Daniel Dantas, grande personagem do período FHC, amigaço do Mavadeza, cuja irmã/sócia foi também sócia da filha de José Serra numa empresa chamada Decidir. Daniel Dantas, só conhecia, quem leu a Carta Capital desde 1994 e ignorava a imprensa tucana. A revista do Mino Carta bateu recordes de capas e matérias corpulentas, mostrando as andanças e conexões do DD.
Protógenes ficou “jurado” e marcado. Passou a ser apresentado pelo imprensalão tucano ( com o perdão da redundância ) como alguém que chefiava um “Estado Policial” que investigaria ilegalmente, arapongava, grampeava e prendia inocentes sem a menor preocupação com os direitos humanos e civis:
- “( … ) Figura polêmica, [ Mangabeira Unger ] teve seu nome mencionado ao longo da CPI dos Grampos por ter prestado consultoria para o banqueiro Daniel Dantas. É apontado como uma das autoridades supostamente bisbilhotadas pelo ex-chefe da Operação Satiagraha, o delegado Protógenes Queiroz ( … )” – “Mangabeira sai hoje do governo e volta a Harvard“, Estadão, 30.06.09;
- “Protógenes diz que PF comprovou não ter grampo ilegal na Satiagraha“, G1, 08.04.09
Acabou sendo afastado da PF.
O mencionado “Estado Policial” teria a participação também da Abin. Essa “holding” araponguística ficou famosa por passar dos limites ao “grampear” o presidente do STF em conversa com um senador dos DEMOS, o Demóstenes Torres.
Este grampo foi denunciado pela mesma revista vEJA, e reforçou a certeza de que havia uma prática bisbilhoteira que visava todo mundo, sem distinção, servia até mesmo o “Zé da Rua”. O “Estado Policial” tinha de ser detido pelas forças do Bem.
O problema é que não havia nada que provasse a existência do suposto grampo. Pode-se dizer que foi o primeiro “grampo mediúnico” de que se tem história. Nem gravação, nem nada.
Justiça seja feita, a intenção era desviar a atenção da – agora, sim – opinião pública para longe de Daniel Dantas, pois ele poderia ( pode ) incriminar muito tucano e democrata. Afinal, ele tinha relações carnais com essa trupe, e enriqueceu sobremaneira durante o governo do FHC. Afinal, quase sem grana, conseguiu botar as garras em um monte de empresas estatais que acabaram sendo privatizadas. E, em tese, é o cara que alimentou o esquema do Marcos Valério, aquele que o imprensalão passou a denominar “Mensalão”. Um esquema que, apesar de no início ter sido atribuído exclusivamente a petistas, nasceu na campanha do tucano Eduardo Azeredo ( isso, aquele que deseja censurar a Internet ) ao senado em 1998:
“Veja, os tucanos e Marcos Valério” - NOVAE, 08.2005
DD é uma caixa-preta da privataria.
E, hum, se é para salvar o pescoço, vale apelar até para humoristas que reforcem, graças a sua simpatia e talento para a “graça iconoclasta”, a tese do “Estado Policial que grampeou desde Gilmar Mendes até Daniel Dantas”.
Bem, segundo a vEJA, o Gentili perguntou o seguinte a Protógenes: “O senhor disse que há pessoas clamando para que o senhor se candidate. O senhor grampeou os telefones dos eleitores para saber isso?”
Bom, até eu ficaria com “medo” de perguntas como essa. Pois o humorista foi pautado pelo imprensalão, e daí foi que tirou o subsídio para a criação do citado chiste. O gozado, na matéria da vEJA, é que esse embate não aparece no próprio texto, mas no “infográfico” ( acho que é assim que chama ), num óbvio destaque.
O Danilo encampou a tese do “Estado Policial”, e “fez graça” para a platéia.
Também no caderno de variedades “Vamos Ver”, que saiu no Diário de São Paulo em 06 de Julho, Danilo manda seu recado: ” ( … ) O brasileiro se leva a sério demais [ OBS: isso eu concordo ] . E os políticos [ sic ] são reflexo disso”, explica. “Esses safados [ OBS: Opa! "Esses" quem? Todos? Ora, então você é um anrquista? Pffff... mais um ] só vão sair do poder quando um outro corrupto tomar o lugar. Ninguém é santo no Congresso e nem na Câmara. Sarney é só um exemplo [ sic ].”
Bem, rapaz, talvz você tenha razão. Mas sejamos um pouco ambiciosos. Que tal, já que estamos no campo do acusar genericamente, incluir nesse rol de “ninguém é santo” o governador de São Paulo? Ou nesse você põe a mão no fogo? O que distingue esse dos “outros”?
De fato, como eu não acompanho o CQC, jamais saberei se esses rapazes importunam /”questionam”/constrangem gente como José Serra, Fernando Henrique Cardoso, Jovino Mineiro [ grande amigo de FHC e também acionista do Canal Terra Viva, do Grupo Bandeirantes de Comunicação ], Daniel Dantas [ esse, sim, é o campeão da bisbilhotagem e arapongagem, e daria uma boa pauta "humorística" ], Arthur Virgílio, Ronaldo Caiado, Roberto Civita ( que, segundo Roberto Requião denunciou em plena tribuna do Senado, em 1999, teria comprado um apartamento luxuoso em São Paulo, sobrefaturado – custava 1,8 milhão de dólares mas foi escriturado pelo Civita pelo valor de U$ 390 mil ), ou o líder do “PMDB do Serra”, Orestes Quércia e etc.
E mais: quando você diz, profeticamente, que não há santo na política, e que o político sem humor é reflexo do “brasileiro se levar a sério demais”, também não poderíamos cogitar qu o “político” é malandro como reflexo do povo? Sendo assim, podemos considerar que a audiência de seu programa ( tipo, a classe média paulistana ) também não é “santa” e, assim, indigna de confiança [ como eu penso, sem esconder de ninguém ]?
Penso também que esse alegado “medo” que “os políticos” teriam dos jornalistas não procede, uma vez que grandes redes de rádio, TV e jornais são pertencentes, justamente, a algumas poucas famílias de políticos.
Para terminar, só umas curiosidades que não espero ver respondidas: esse “ataque de humor” do CQC contra Requião tem algo a ver com o recente rompimento do PSDB paranaense com o governo daquele estado, como conseqüência das denúncias de corrupção que pesam contra o prefeito tucano de Curitiba, Beto Richa? Ou por tratar-se de importante liderança do “PMDB de Lula” ( tal como Sarney ) que não fecha com Serra, ao contrário de Quércia? O alvo real seria o PMDB?
Governo repudia matéria distorcida de humorístico da TV Bandeirantes
AEN/PR
07/07/2009
O governador Roberto Requião repudiou nesta terça-feira (7) matéria distorcida do CQC, programa humorístico da TV Bandeirantes, sobre a política de transporte escolar do Governo do Paraná. O programa tenta passar a ideia de que há ônibus escolares encostados em frente ao Palácio Iguaçu, aguardando por motivos políticos e sem qualquer vigilância para serem entregues.
Ao que tudo indica, o programa foi inteiramente pautado pelo gabinete do deputado estadual Douglas Fabrício (PPS), de oposição a Requião. Dois funcionários do deputado são os únicos entrevistados pelo programa em Curitiba. Entretanto, o programa humorístico — que se quer jornalístico — não informa o telespectador que se trata de empregados de um parlamentar que faz oposição ao Governo. Ivo Lima e Eduardo Miranda, entrevistados pelo repórter Rafinha Bastos, são, respectivamente, advogado e assessor de imprensa de Douglas Fabrício. Além de fazer as vezes de assessor de imprensa de Fabrício, Miranda é estudante de sociologia, embora tenha sido identificado pelo programa como sociólogo. Barbosa Ferraz, cidade em que o programa mostra problemas no transporte escolar, faz parte da base política de Fabrício. Ele é de Campo Mourão, Noroeste do Paraná, que fica a 60 quilômetros de Barbosa Ferraz.
O programa não informa ao telespectador que o transporte escolar, segundo a Constituição Federal, é responsabilidade do município. Se há problemas com os ônibus que transportam os alunos até a escola, ela não é do Governo do Paraná. Ao contrário — o Estado extrapola sua responsabilidade ao comprar 1,1 mil ônibus e cedê-los aos municípios, no maior e único programa estadual de transporte escolar em andamento no País.
“O Governo do Paraná comprou 1,1 mil ônibus para as prefeituras de cidades que possuem uma estrutura rural muito grande. Já entregamos 303 ônibus, e há outros 230 veículos estacionados em frente ao Palácio Iguaçu, aguardando providências para que possam ser entregues”, disse Requião.
“Mas a Bandeirantes prefere dizer que não entregamos os ônibus, tenta desmoralizar o programa, dizendo que seguramos os ônibus no pátio para fazer propaganda, enquanto as crianças não têm transporte”, lamentou Requião. Antes de serem entregues, os ônibus precisam ser licenciados pelo Detran e segurados pelas prefeituras. Os municípios também precisam treinar os motoristas. Enquanto isso, os veículos ficam guardados no estacionamento do Palácio Iguaçu, que já é vigiado pelo Batalhão de Guarda da Polícia Militar.
“As fábricas nos entregam os ônibus à medida em que os produzem. A Mascarello, de Cascavel, entrega quatro ônibus por dia. Nós os guardamos em frente ao Palácio Iguaçu, que é o espaço de que dispomos, enquanto aguardamos o registro no Detran. Sem o registro, o seguro não pode ser feito. Enquanto isso, os prefeitos têm alguns compromissos para receber os veículos — mandar os motoristas para um curso de direção e fazer o seguro dos ônibus”, explicou Requião.
“Quando tudo está pronto, os prefeitos mandam seus motoristas e nós enviamos os ônibus para a sede da associação de municípios, de onde os ônibus são entregues. O Paraná é o único estado do Brasil que tem um programa de transporte escolar que entrega gratuitamente ônibus às prefeituras. O governo que me antecedeu destinava R$ 17 milhões por ano ao transporte escolar. Apenas este ano, estamos entregando R$ 133 milhões em ônibus, além de R$ 47 milhões em custeio, em parceria com o governo federal”, lembrou o governador.
O PROGRAMA — No Paraná, a importância da educação não é mero discurso político. O Governo do Paraná investe na prática, tendo elevado para 30% do orçamento os índices de investimentos no setor — o único estado do Brasil com este percentual. Desde 2003, o Governo trabalha para reduzir o abandono escolar e prolongar a permanência do estudante na escola. Uma das estratégias é tomar para si a responsabilidade que é dos municípios e oferecer transporte para facilitar o acesso dos que moram em locais mais distantes dos centros urbanos. Há seis anos e meio, o Paraná vem elevando sistematicamente o repasse de recursos para ajudar os municípios no custeio do transporte dos estudantes da rede pública. Ao todo, R$ 133 milhões estão sendo investidos pelo Governo do Paraná só com a compra de ônibus. Dos 1,1 mil veículos, 470 são para 23 passageiros, e 630 para 31 pessoas. Os investimentos em transporte escolar, portanto, chegam a R$ 180 milhões por ano, ou sete vezes mais que o registrado no último ano da gestão anterior (2002). Os ônibus, já licitados, encomendados e gradativamente sendo entregues pelas montadoras, estão sendo cedidos às prefeituras por cinco anos.
São atendidos pelo programa municípios com menos de 100 mil habitantes e que tenham alunos morando em zonas rurais. Os itinerários foram elaborados pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano com base no georreferenciamento, que chega a resultar em uma economia de 20% dos gastos. Além disso, para ter direito ao veículo, a prefeitura precisa indicar motoristas para serem treinados em curso específico comandado pela Secretaria do Trabalho e Promoção Social.
Outra obrigação da prefeitura, antes de obter a cessão do ônibus, é contratar seguro total do veículo. Neste caso, o município pode aderir ao registro de preços montado por licitação da Secretaria da Administração. A licitação foi feita para todos os 1.100 veículos, e com essa escala, foi possível baratear significativamente o valor do seguro.
O Governo do Paraná comprou os ônibus no final do ano passado e vem fazendo a distribuição aos municípios na medida que os fabricantes fazem a entrega dos veículos. Enquanto os novos ônibus não chegam aos municípios, o Estado paga o aluguel dos veículos contratados para a prestação do serviço.
Nesta semana, foram entregues mais 62 ônibus para o transporte escolar rural a 20 municípios da região de Campo Mourão. Além desses, outros cinco municípios da região, administrados por mulheres, estão recebendo um total de 14 veículos.
Governador do Paraná diz que Band é “máquina enganosa”
Comunique-se
O governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), contestou a matéria apresentada no programa CQC da última segunda-feira (06/07), sobre o transporte escolar no estado, e afirmou que a TV Bandeirantes é uma ‘máquina enganosa’.
“Johnny, que um dia já foi meu amigo, que é o dono dessa máquina enganosa, a canalhice que vocês fizeram ontem tem que ser rejeitada”, declarou Requião, falando sobre o proprietário da emissora, Johnny Saad, nesta terça-feira (07/07), na reunião do secretariado.
A matéria, feita por Rafinha Bastos, um dos apresentadores do CQC, tratava do atraso na entrega de mais de 300 ônibus escolares no estado. A reportagem ouviu a Secretária da Educação do Paraná, Yvelise Arco-Verde, que afirmou que o governo aguarda apenas a emissão de documentos do Detran e a formalização do seguro dos veículos, que devem ser feitos pelos próprios prefeitos da cidade.
Ataques ao Grupo
Tua rede não é séria. Ela veio com a intenção de desmoralizar o melhor programa de entrega de veículos escolares do Brasil. Melhor não, o único”, disse o governador, que também acusou a emissora de ‘pilantragem e ‘canalhice’. “Foi uma canalhice absoluta seguramente de encomenda”, declarou.
Questionado sobre o ataque direto ao dono da emissora e não aos repórteres, Requião fez uma comparação forte. “Eu aprendi que quando você é mordido por um cachorro você não bate no cachorro, você bate no dono do cachorro”.
A assessoria de imprensa do Grupo Bandeirantes informou em nota que a matéria ouviu as devidas fontes, mas não se pronunciou sobre os ataques feitos ao proprietário do Grupo, Johnny Saad. “As alegações do governo do Paraná sobre o assunto foram devidamente registradas na matéria exibida. A emissora também cumprimenta a secretaria de Educação, que prometeu entregar todos os ônibus até o dia 30 de setembro”, diz a assessoria.

janeiro 23, 2008

Boris Casoy acerta com a Band

Filed under: Boris Casoy, Rede Bandeirantes — Humberto @ 1:36 pm
Desde setembro fora do ar, quando a TVJB deixou de ser transmitida por uma série de problemas com a Rede Brasil de Televisão e com a CNT, Boris Casoy volta à televisão, agora na Bandeirantes. Ele vai apresentar um telejornal na hora do almoço que será metade com notícias e outra metade com debates.
Fontes próximas à direção da emissora contam que ainda falta acertar detalhes – na verdade, a contratação foi acertada nesta terça-feira (22/01).
Ainda não está confirmada a presença de Boris no almoço marcado para esta quarta-feira (23/01), quando a Band vai anunciar a grade de programação de 2008.
Comunique-se
EM TEMPO: O Cata-Milho detesta o Boris Casoy, só que ele ( ainda ) é notícia.

abril 18, 2007

VMB : Veja as Matérias da Bandeirantes

Filed under: Editora Abril, Jornal da Band, Naspers, PlayTV, Rede Bandeirantes, revista Veja — Humberto @ 2:33 am
–> Justiça quer que Editora Abril entregue todos os seus registros acionários

–> Justiça Criminal de São Paulo e CADE investigam Grupo Abril

–> Justiça continua investigando o que está por trás da Editora Abril

–> Justiça quer explicações entre negócios da Abril e grupo africano racista

–> Justiça determina 30 dias para Grupo Abril revelar os sócios estrangeiros

–> Inquérito pode revelar quem são os sócios do Grupo Abril

abril 17, 2007

ABRIL ( no ) VERMELHO !!!!!!!

Editora Abril terá que entregar registros à justiça

O que está por trás dos negócios do Grupo Abril? É o que querem saber o Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o CADE, e a Justiça Criminal de São Paulo. Esse interesse nasceu de um processo que a TV Bandeirantes move contra redatores do Grupo Abril.
O Grupo Abril terá que abrir a caixa preta de seus negócios com grupos estrangeiros que compraram ações de empresas de comunicação. A decisão é da Justiça Criminal de São Paulo.
A Editora Abril vai ter de entregar à Justiça todos os seus registros acionários. Entre os documentos, estão os da venda de 30% da empresa ao grupo sul africano Naspers, que apoiou o apartheid. Um negócio que provocou reação da comunidade negra.
Procurada, a assessoria da Abril não deu resposta.
Nessa Terça, 17/04/2007 às 19h20 no Jornal da Band, você vai saber como o Grupo Abril conseguiu dinheiro público da ditadura brasileira para investimento, sem precisar pagar a conta.
A Band vai mostrar também as vendas sem licitação de milhões de livros didáticos para o Governo.
E mais:
Clique aqui nesse ponto, e “veja” ( brrrr!!! ) o histórico discurso do então senador Roberto Requião em 1999, revelando alguns segredinhos bem guardados – ou pouco investigados e/ ou revelados – sobre o “jeito Famiglia Civita” de fazer negócios rendosos.

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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