Estava passando os olhos na revista Go Where SP – edição 63, R$ 9,90 – e encontrei uma entrevista com o jornalista-bordão, Bóris Casoy.
Eu não acompanhei nada do episódio de sua demissão, mas ouvi os boatos.
Perguntado, entretanto, a respeito disso, respondeu que houve um momento de tensão quando a Record propôs que mudasse o jornalismo de âncora que fazia, para algo na linha do Jornal Nacional, o que seu contrato com a emissora do bispo não obrigava.
Pois bem. Aqui, ele disse que não foi informado das razões de sua demissão, e deixa claro que não tem certeza de que tivesse havido pressão por parte do governo comunista, ou de Zé Dirceu ( claro que isso não quer dizer que não houve ) . Segundo ele, o Banco do Brasil, na “época do mensalão”, retirou a publicidade na Record, porque Bóris passou a chamá-lo de “banco do mensalão”. Apesar disso, ele reconhece, que a Record nunca exigiu que o jornalista mudasse suas opiniões, e que as informações chegavam às suas mãos pela direção da emissora.
Mas que o cara é chato, ele é. E a velharada metida a moralista deve ter orgasmos ( escondidos ) quando ele vaticina seu famoso bordão inócuo.
Ô Crides !!!

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